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John Stones salva Manchester City aos 90’+5

Imagem: Manchester City

O Molineux costuma ser um terreno muito complicado para os Cityzens, e o triunfo foi muito suado, mas tem uma importância extra depois da derrota do Arsenal. A turma de Guardiola não esteve inspirada (Doku e Savinho não incomodaram e Haaland foi engolido pelos centrais contrários), perante um Wolves que marcou cedo e se fechou bem atrás (5-3-2 cerrado), e desta vez o técnico catalão teve de ir ao banco para encontrar o caminho para a vitória. Foden acabou por ser decisivo com a assistência para o herói John Stones, que já tinha sido decisivo na receção ao Arsenal. Também Grealish e Matheus Nunes ajudaram a carregar na parte final, onde Bernardo subiu de produção. Já Rúben Dias terá feito o melhor jogo da época a nível ofensivo. Do outro lado, José Sá foi adiando o golo (2-3 boas intervenções), enquanto João Gomes encheu o meio-campo e Nélson Semedo deu bem conta dos extremos adversários e ainda somou uma grande assistência para Larsen. Nota final para Carlos Forbs, que veio trazer alguns problemas em contra-ataque quando foi lançado por O’Neil, que pode começar a ter vida difícil no clube.

O Manchester City venceu por 2-1 no terreno do Wolverhampton. O conjunto de Gary O’Neil até esteve em vantagem, com Nélson Semedo a assistir Strand Larsen aos 7 minutos, mas Gvardiol empatou aos 33′ com um golaço. Os Citizens tiveram mais posse e mais cantos, como é habitual, mas só conseguiram chegar à vitória na parte final, com Foden a bater o canto e John Stones a faturar aos 90’+5, não dando hipótese a José Sá. Os Cityzens assumem a liderança com 20 pontos, ainda que de forma provisória, ao passo que os Wolves seguem em último, com um ponto.

 

XI Wolves: José Sá, Nélson Semedo, Bueno, Dawson, Toti Gomes, Nouri, André, João Gomes, Lemina, Matheus Cunha, Strand Larsen
XI City: Ederson, Lewis, Stones, Rúben Dias, Gvardiol, Kovacic, Gundogan, Bernardo, Savinho, Doku, Haaland.

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