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Coentrão e Luisão pretendidos pela Roma; A dura realidade dos sub-21

Luisão e Coentrão são hoje apontados pela imprensa italiana à Roma. Se o interesse no central encarnado não é novo, já a investida no esquerdino do Benfica, não deixa de ser surpreendente. Estará o clube da Luz disponível para negociar 2 dos seus jogadores mais importantes? Ou nesta fase é um dado adquirido que o central brasileiro irá acabar a sua carreira de águia ao peito? No que diz respeito ao esquerdino, considerando a sua actual cotação, conseguirá a Roma a sua contratação? Ou o português pode ambicionar um clube com outras ambições?
Num âmbito mais preocupante para o futebol português, Rui Jorge divulgou hoje a lista de convocados dos sub-21 para os jogos de preparação diante da Irlanda e da Dinamarca. Guarda-redes: Anthony Lopes (Lyon) e Cristiano (Vizela); Defesas: Hugo Costa (Varzim), Ivo Pinto (Sp. Covilhã), Dani (Vizela), Joshua Silva (Farense), João Faria (Ribeirão), João Pereira (Fátima), Rúben (Marítimo) e Vítor Bastos (Freamunde); Médios: André Martins (Pinhalnovense), David Simão (Paços de Ferreira), Diogo Amado (Leiria), Edu (Chaves), Filipe Ferreira (Atlético), Josué (Venlo) e Ricardo Martins (Ribeirão); Avançados: Abel (Belenenses), Fredy (Belenenses) Diogo Viana (Desp. Aves), João Silva (Leiria) e Bebé (Manchester United). Apesar de ter excluído e bem os nossos jogadores sub-20 que irão estar no Mundial da categoria no próximo Verão e que certamente serão um reforço importante nesta selecção a partir de Setembro, não deixa de ser um motivo de preocupação a falta de opções do novo seleccionador. Desta lista, nenhum jogador é titular indiscutível num clube da I Liga, apesar de Amado e David Simão jogarem com alguma regularidade. Facto ainda mais grave, é que a juntar a estes 2, a convocatória tem apenas mais 2 jogadores de clubes da I Liga, Josué e João Silva (já que Bebé, Rúben e A. Lopes jogam sempre nas reservas dos seus clubes). Pois, a grande maioria dos convocados são da II liga  ou mesmo do 3º escalão do futebol português.  O Visão de Mercado desde há um ano e meio que tem vindo alertar os leitores para esta dura realidade do futebol português, e se não forem implementadas medidas que protejam o jogador nacional, corremos um sério risco de depois de 2022 termos uma selecção de naturalizados ou sem capacidade para lutar pelas grandes competições.

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