O México bateu a França com toda a naturalidade, depois de 90 minutos de bom futebol, onde de um lado se jogou em prol do colectivo e do outro mais individualizado e sem alegria. A 1ª parte foi repartida, mas coube a Carlos Vela e a Giovani dos Santos as melhores oportunidades de golo. Já na 2ª parte, o domínio mexicano acentuou-se e os suplentes Hernandez (igualou o feito do avô, que já tinha marcado à França no Mundial 1954) e Blanco marcaram com justiça os dois golos aztecas.
Melhor em campo para a FIFA – Javier Hernandez
Destaques:
Toulalan – O médio francês fez o seu trabalho no meio campo gaulês e, foi a par com Sagna o melhor dos gauleses.
Javier Hernandez – O novo reforço do Manchester United revolucionou o ataque mexicano e foi ele que abriu a porta dos Oitavos-de-Final para os aztecas (falta apenas 1 ponto).
França – Tal como se passou em 2002, os franceses correm um sério risco de abandonar um Mundial sem marcar qualquer golo. Pior do que isso, é observar a falta de colectivismo e de alegria com que encararam estas duas partidas. Parece que a maioria dos jogadores estão na África do Sul a fazer um frete e o herói da qualificação (Henry) nem sequer teve direito a mais de 20 minutos de Mundial.
México – A equipa de Javier Aguirre tinha alterado entre o bom e o mau na partida anterior, no entanto, o jogo frente à França foi encarado com bastante seriedade e competência por parte dos jogadores aztecas. Os laterais, mais uma vez, souberam apoiar o ataque, onde Giovani dos Santos esteve bastante activo e Rafael Marquez esteve soberbo no capítulo do passe. Javier Aguirre, ao contrário de Domenech, não teve medo de arriscar e foi buscar ao banco de suplentes os autores dos dois golos e o jogador que sofreu a grande penalidade (Barrera)

