
Vai ter impacto no próximo Defeso? SC Braga, FC Porto, Sporting e Benfica provavelmente vão ter de investir mais para evitar ficar de fora do Top 2.
Portugal, com as derrotas de Benfica e Sporting, deixou de ter hipóteses matemáticas de chegar ao 6.º lugar dos Países Baixos no Ranking da UEFA. Assim, a partir de 2024-25 a Liga Portugal bwin terá apenas duas equipas na Champions, sendo que apenas uma de forma direta. As restantes vagas são para duas para a Liga Europa e uma para a Liga Conferência, sendo que o vencedor da Taça de Portugal entrará de forma direta na fase de grupos da LE e o terceiro do campeonato terá de ir à qualificação.


25 Comentários
ragazziverdi
Acaba por ser cíclico: com mais equipas na EL e ECL acredito que iremos pontuar mais e recuperar em 1/2 épocas o sexto lugar.
Cossery
Na nova Champions há mais lugares para o sétimo classificado?
É que senão, se as regras e as competições se mantiverem as mesmas, tendo em conta à capacidade que as equipas de segunda linha holandesas têm demonstrado na Europa league e na Conference league em comparação com portuguesas, sobretudo nesta última, vai ser difícil recuperar o sexto lugar. Até porque vamos perder nos próximos anos os pontos de vantagem dos anos anteriores ao surgimento da Conference league.
Claro que pode haver um ano que as equipas portuguesas brilhem e as dos países baixos falhem redondamente, mas é complicado isso acontecer, porque já é muito raro Portugal conseguir sequer que as quatro maiores equipas consigam grandes resultados no mesmo ano, enquanto que nos países baixos as equipas de segunda linha conseguem sobressair nas competições europeias e as nossas não são suficientemente competitivas para tal, caiem logo nas pré-eliminatórias.
Se mantivermos rankings anuais próximos teremos sempre uma grande oportunidade de ultrapassá-los quando os pontos do ano passado caírem, mas isso só vai acontecer em 2027-28 e mesmo esse resultado só será efectivo em 2029-30, ou seja podemos estar 5 anos só com duas equipas na Champions.
Se isto acontecer e se algum dos grandes não conseguir ir à Champions (o Benfica por exemplo chegou a estar quantos anos seguintes em terceiro e até abaixo disso?), nesses anos o fosso pode aumentar irreversivelmente para os outros.
Manel Ferreira
Ainda gostava de saber de que “equipas de segunda linha holandesas” é que vocês estão sempre a falar. O Feyenoord e o AZ não são de segunda linha, são equivalentes de Sporting e Braga.
As equipas de segunda linha holandesas têm sido praticamente o mesmo que as de segunda linhas portuguesas, ou seja, quase sempre de vela nas pré-eliminatórias. Os holandeses sobressaem aonde? O Twente e o Hereenven não chegam a uma fase de grupos há mais de 10 anos; o Utrecht há 2 anos foi eliminado por uma equipa da Bósnia, o Willem II, Heracles, tudo eliminado nas prés, este último até pelo… Arouca
A única verdadeira exceção foi o Vitesse no ano passado, que mesmo assim precisaram que o Covid atacasse o Tottenham para passar o grupo. De resto, tal como Portugal, são sempre os mesmos 4 clubes a pontuar. A diferença é que 3 desses 4 clubes andaram no ano passado a encher-se de pontos na Conference (no caso do PSV a ser constantemente recompensado pelo fracasso), enquanto os equivalentes portugueses andavam a apanhar com City ou Liverpool na Champions.
Como diz, e bem, o ragazziverdi, isto é cíclico. O provável é Portugal regressar ao 6º lugar quando os clubes holandeses forem obrigados a pontuar mais na LC/LE, onde têm sido um desastre autêntico.
Essa ideia de uma segunda linha holandesa muito superior à portuguesa é simplesmente mito. Agora, claro que Portugal precisa muito de um 5º clube a chegar, pelo menos, aos grupos da Conference. E convinha que fosse já este ano. Talvez com um sorteio melhorzito…
Cossery
Tens razão Manel Ferreira, o Vitesse foi a grande surpresa. Mas parece-me que em geral e historicamente, essas equipas de segunda linha holandesas, Twente e Vitesse à cabeça, são mais capazes de fazer um brilharete internacional que as equipas semelhantes portuguesas.
No entanto, tal como também outro comentadores aqui disseram, quando Portugal tiver as equipas de elite a competir na Europa League ou Conference league vai provavelmente fazer mais pontos. Na verdade este sistema, em que a diferença de pontos atribuídos entre a Champions as competições internacionais inferiores não é muito grande, acaba por beneficiar anos medianos. Imaginemos que Portugal em 2024-25 vê cair nas fases de grupos as equipas de elite da Champions para a Europa league e desta para a Conference league, a probabilidade de fazerem uma catrefada de pontos é gigante.
Mas para que a ultrapassagem aos Países Baixos não esteja dependente de um mau ano destes ou de um ano mediano de Portugal na Champions, convinha, como dizes, ter uma quinta equipa a fazer bons percursos na Conference league.
dependente
Em 24/25 a CL passará a ter 36 clubes. Além dos 32 apurados da forma actual, haverá + uma vaga para o 5º país (actualmente a França) + 1 vaga para os participantes no caminho dos campeões das pré-eliminatórias e as 2 restantes serão para os 2 países que tenham o melhor ranking na época anterior. Nesta fase, cada equipa disputará 8 jogos (4 fora+4 em casa) contra 8 adversários diferentes e não existindo grupos as 36 equipas estarão numa classificação única.
LevonAronian
Atenção que apesar apesar de as equipas que pontuam por Portugal provavelmente continuarem a ser as mesmas, os pontos vão passar a contar um pouco mais por só dividirem por 5, que são o numero de clubes do país, enquanto dos países baixos vai passar a dividir por 6.
Mais preocupante é mesmo os pontos que vamos continuar a perder nos próximos anos continuamente, e que provavelmente ainda perderemos mais já na próxima época em que continuamos com 6 e eles com 5 equipas na europa
Rosso
Olhando para a pontuação, dá mesmo a ideia de que a Liga Europa e agora a conference é que salvam isto. Repare-se: em 2018/19 o Ajax fica a um palmo de chegar à final da Liga dos Campeões. ainda assim, fica um pouco abaixo de Portugal.
Na época passada o Ajax até é eliminado pelo Benfica nos quartos (e o PSV já o tinha sido na qualificação) mas os holandeses (desculpem chamar-lhes assim mas fui habituado a isto) ficaram muitíssimo à frente mercê da ida do Feyenoord à final da Conference.
Isto vai andar aos altos e baixos, está-se mesmo a ver.
Jorge85
Infelizmente o panorama dificilmente se alterá, era uma boa altura para que os nossos dirigentes desportivos, principalmente dos clubes grandes, da FPF e da Liga, fazerem um introspecção relativamente ao estado podre em que se encontra o Futebol Português no seu todo, mas não deve acontecer. Cada um olhará mais para o seu “umbigo”, mais interessado em defender os seus próprios interesses do que em criar condições para que a competitividade e a qualidade do nosso futebol aumente, que seria na minha opinião a principal forma de voltarmos ao 6° lugar do ranking.
Jeco Baleiro
Efectivamente tanto Portugal como Países Baixos têm 4 equipas a pontuar com regularidade para o ranking, os 3 grandes portugueses + Braga vs os 3 grandes neerlandeses + AZ.
Diferenças: Portugal tem tido com frequência 2/3 equipas na Liga dos Campeões que geralmente conseguem passar a fase de grupos ou cair para as eliminatórias da Liga Europa (a última vez que uma equipa portuguesa foi última no grupo da Champions foi em 17/18). Os Paises Baixos apenas têm tido o Ajax na fase de grupos da Champions alternado entre a qualificação para os oitavos e a queda para a Liga Europa (onde nos últimos anos foi eliminado por Getafe ou Union Berlin). Por exemplo nas últimas vezes que Feyenoord (1 vitória e 5 derrotas) e PSV (2 empates e 4 derrotas) foram à fase de grupos da Champions ficaram em último do grupo. Bem abaixo de Benfica e Porto e até do Sporting.
Quando um dos grandes holandeses esteve na Conference chegou à final (Feyenoord). O PSV chegou aos quartos na época passada caindo sistematicamente das eliminatórias da Champions e da fase de grupos da Liga Europa. Os grandes portugueses nunca estiveram, nem querem estar, nesta prova.
Outro factor não menos importante: o tal quarto clube pontuante. O Braga tem feito campanhas competentes na Liga Europa. O AZ tem feito campanhas competentes na Conference League. A diferença é gigante. Aliás a diferença entre o nível da Liga Europa e a Conference é bem superior à diferença entre a Champions e a Liga Europa. O Braga na época passada chegou aos quartos eliminando o Mónaco nos oitavos (cuja dupla de ataque de então custou 70M€). O AZ não teve um desafio sequer parecido a este.
Depois o facto de Portugal nunca ter conseguido meter uma equipa na fase de grupos da Conference também não ajuda. E aí o ranking individual dos clubes complica porque apanham sempre adversários fortes no play off. O Gil apanhou o próprio AZ, o Vitória teria apanhado o Villarreal se tivesse lá chegado, o Paços na época passada apanhou o Tottenham. O Vitesse no ano passado eliminou o Anderlecht no play off e ainda conseguiu passar a fase de grupos.
Se isto vai ser cíclico não sei porque o formato das competições europeias vai mudar a partir de 2024, não só da Champions. E e não sei até que ponto este novo modelo pode ter impacto nas performances das equipas (vão deixar de haver quedas de umas competições para as outras).
Agora, pelo cenário actual, não vejo o Feyenoord (provável campeão neerlandês este ano) fazer na Champions o que fez na Conference e na Liga Europa esta época, desde logo porque deverá perder 2/3 titulares fruto das dificuldades financeiras (bem o ano passado também perdeu vários titulares e está perto do título e nos quartos da liga Europa). O PSV não parece ter nível para a Champions de momento, o AZ idem e o Ajax tanto brilha na prova milionária como cai com estrondo frente a adversários inferiores na Liga Europa.
Á primeira vista diria que o ciclo io-io entre o sexto e o sétimo se manterá mas vamos ver, não é absoluto que aconteça.
João Ribeiro
Jeco, tenho ideia que as despromoções de uma competição para outra continuarão (pelo menos da Champions para Liga Europa). Mas confesso que ainda não me inteirei a 100% dos novos moldes.
Jeco Baleiro
Eu não tenho 100% certeza João mas do que me é dado a perceber (também ainda não verifiquei a fundo confesso), deixam de existir essas despromoções.
O modelo creio que será idêntico para as três competições da UEFA:
– 36 clubes;
– cada clube faz 8 jogos (4 em casa e 4 fora) frente a 8 adversários diferentes, deixando de existir a tradicional fase de grupos;
– os 8 clubes com mais pontos avançam directamente para os oitavos de final;
– entre o 9⁰ e o 24⁰ jogar-se-à um play off para definir os restantes 8 clubes com vaga nos oitavos (do 9⁰ ao 16⁰ serão cabeças de série que farão a segunda mão em casa);
– do 25⁰ ao 36⁰ ficam eliminados das competições europeias;
– a partir dos oitavos será como habitual, eliminatórias a duas mãos até à final.
Tendo em conta este modelo não há espaço para as despromoções da Champions para a Liga Europa e desta para a Conference.
Antonio Clismo
Nunca na vida os pontos ganhos na Liga Europa e Conference podem valer o mesmo do que na Champions… mas pronto.
Este sistema promove a rotatividade forçada pelo menos, uma vez que Portugal com mais equipas na Liga Europa e Conference vai fazer mais pontos do que a Holanda que terá mais equipas na Champions e num par de anos voltam para cima e assim sucessivamente.
Também não vejo a Rússia a voltar às competições europeias tão cedo…
Pedro
Os pontos ganhos na Conference League valem menos do que os pontos ganhos nas outras duas.
De qualquer forma, esta é a única maneira de garantires rotatividade. Estás a insinuar que isso é negativo, mas é fundamental para não haver vacas sagradas no topo para todo o sempre.
AndreShevchenko
Já se previa mas a conference league só veio ajudar, no entanto reparem nos já temos 5 equipa, apenas desapareceu nas últimas épocas e espero te volte forte, que é o Vitória de Guimarães, no passado já nos ajudou bastante ultimamente não consegue ficar em 5, e se notarmos todos os anos há um outsider que fica com esse lugar com mérito mas que na época a que vai a Europa acaba sempre por quase descer ou descer mesmo, exemplo do santa clara, Famalicão, rio ave, etc… Penso que o Guimarães tem o potencial de ser a 5 equipa mais forte em Portugal, apenas tem que haver investimento, e estabilidade.
Todas as outras equipas não teem armas a meu ver para ir fazer algo á Europa a não ser o Vitória até pela massa associativa que teem etc, daí que gostaria que voltassem mais fortes e que se tornassem de novo na 5 equipa mais forte de Portugal que muito jeito nos daria na conference league.
lipe
Não sei de onde vem esse mito do Vitória no passado já ter ajudado bastante. Têm uma ou outra participação europeia interessante, mas não passa disso.
Se ainda falasses do Boavista fazia algum sentido.
No entanto concordo que à data de hoje são claramente o clube com mais condições para se assumir como o 5º “fazedor” de pontos para o nosso ranking.
João Ribeiro
Não sei se alguma vez teremos de novo uma tal 5ª equipa que se destaque do restante pelotão do futebol nacional, seja ela o Vitória ou qualquer outra, e do ponto de vista competitivo e qualitativo não acho que fosse benéfico para o campeonato em si termos 5 equipas a terem lugar garantido no Top-5.
A tendência, com a entrada dos investidores no futebol nacional, é a de que a distância entre a descida e os lugares europeus seja cada vez menos reduzida. Ou seja, qualquer clube nacional está a um investimento acertado no verão de poder almejar um 5º ou 6º posto que dão competições europeias, isto porque há cada vez mais investidores nos ditos “pequenos” que não têm problema de numa época injetar algum para conseguir tirar dividendos do tal apuramento europeu, desde que essa injeção seja bem feita.
Clubes como o Famalicão, Portimonense, Casa Pia, Estoril são equipa com boa saúde financeira e que facilmente atraem jogadores que clubes históricos e com boa massa adepta como o Boavista e o próprio Vitória (este que está num estado financeiro péssimo) não conseguem atrair. A outra face da moeda é que esses clubes são feitos para gerar dinheiro e ainda não têm as suas bases sólidas no principal escalão para conseguirem contribuir ativamente na Europa, isto quando lá chegarem. E acho que o futebol caminha para que o principal escalão esteja recheado de clubes com estes tais investidores (ou parceiros estratégicos, como está na moda), e quem continuar a caminhar “sozinho” irá passar mal, e havendo mais investimento, mais difícil será algum clube consolidar-se como 5ª força, fora os 4 da frente que já estão num patamar diria inalcançável.
lipe
Não concordo com a afirmação de o patamar do Braga ser inalcançável, muito menos para clubes como o Vitória ou o Boavista. O Braga está sempre a 2 ou 3 épocas más de vir por aí abaixo de volta ao lugar que historicamente ocupava.
Lugares cativos no futebol português só há 3.
Uma pergunta João: até que ponto dirias que a entrada dos egípcios no Vitória pode ajudar o clube a respirar melhor do ponto de vista financeiro? Em teoria os problemas acabariam, mas a vossa situação parece ser algo confusa.
João Ribeiro
A situação admito que é confusa para quem não acompanhe tão atentamente o clube, até porque a CS em Portugal só confunde ainda mais as pessoas. Foi noticiado que é um investimento e passam a ideia que isso irá traduzir maior poderio financeiro o que não é verade, nem para lá caminha.
Ainda assim, a entrada da V Sports ajudou ligeiramente a situação financeira porque permitiu ao clube resolver 2 problemas, um de gravidade menor e outro de uma gravidade gigantesca e que colocava o clube em risco: o de menor gravidade é que a V Sports deu 2M para serem investidos nas infrestruturas que servirá para terminar a construção do mini-estádio, construção essa que nem acho relevante para o clube.
O segundo problema que resolve é que o clube devia dinheiro ao Mário Ferreira que era o anterior detentor da maioria das ações da SAD e a quem o Vitória chegou a acordo para comprar todas as suas ações por 6.5M, não chegando a pagar nem metade. Essa dívida fica agora paga com os 5.5M da V Sports que permitiram pagar a restante dívida e ainda ficou sobram uns pózinhos.
E, financeiramente, é esta a ajuda da V Sports. O clube continuará sem receber até 2025 todas as suas receitas quer de publicidade quer de direitos televisivos porque foram todas antecipadas e continuará com a necessidade de fazer 20M todas as épocas para conseguir formar orçamentos competitivos para a Primeira Liga. A maior ajuda virá na vertente financeira com a colocação em Guimarães de jovens promessas provenientes da África e da América do Sul, que é onde a V Sports tem das melhores academias dos respetivos continentes, que mediante as condições atuais não seria possível cá pararem.
Portanto, continuaremos a viver em dificuldades, mas agora temos alguma ajuda e uma perspetiva de futuro ligeiramente mais animadora, ao contrário do que a (Des)Comunicação Social em Portugal fez querer, em que falavam em investimentos avultados para a próxima temporada. Muito longe…
lipe
Obrigado João.
Também li algo sobre uma linha de crédito de 20 milhões que o clube pode ativar mas não percebi bem as condições.
João Ribeiro
Essa tal linha de crédito estava em cima da mesa mas acabou por saltar fora do acordo.
DYI
Onde é que se previa? Eu olho para a tabela e vejo Portugal a frente nos 3 anos antes de aparecer a conference. A conference é que permitiu fazer quantidades absurdas de pontos.
Hernandez
Como já disseram, é cíclico. O principal fator é que os pontos eram divididos por 6 no caso de Portugal e por 5 na Holanda. Agora será ao contrário o que diminui as possibilidades deles e aumenta as nossas.
Antonio Clismo
Só há uma forma de criar um pelotão de equipas de qualidade e com consistência em Portugal e fugir ao status quo de aqui ou ali aparecerem boas equipas mas que são logo desmontadas e vendidas no mercado seguinte (como o Santa Clara ou o Gil Vicente no ano passado).
Só investindo nas raízes do clube e na formação se podem criar modelos de gestão sustentáveis, um pouco como o Braga ou o Estoril têm feito nos últimos anos e o Vit. Guimarães fez (forçadamente) este ano, pois a situação financeira é caótica. Basicamente estão a ter melhores rendimentos com basicamente a equipa B do ano anterior do que a equipa de milhões que tinham no passado.
O Famalicão também está a investir forte na formação e acredito que irão colher os frutos nessa aposta a curto-médio prazo. Começam a ter condições para chegarem a uma Conference League e terem um bom impacto, pois começam a ter uma base sólida e sustentável onde podem fazer rotação entre a Liga e Competições europeias, sem qualquer problema, haja ambição e competência para isso.
Antonio Clismo
Acho que a Liga de Clubes deveria apertar mais com a sustentabilidade das equipas da Primeira e Segunda Divisão, pelo menos e subir a obrigação de terem apenas 8 atletas formados localmente para 10, por plantel, já na próxima época, e posteriormente para 12 na época seguinte.
Sem modelos de gestão sustentável, os clubes são apenas entrepostos de jogadores que rodam de plantel por cada vez que abre o mercado, servindo de barrigas de aluguer e laboratório de experiências para agentes e empresários tentarem sacar alguns cobres à custa dos clubes.
andresilvac
Não vejo isto como uma questão cíclica é a prova de que o nosso campeonato é fraco temos 3, 4 equipas que são competitivas o resto desculpem a expressão é “entulho”, não ponho isto como incompetência dos restantes clubes, é fruto de viverem com 3 eucaliptos que secam tudo a volta a concorrência é desleal financeiramente o que lhes retira capacidade negocial em renovações ou vendas, a asfixia financeira a isso os obriga e retira competitividade