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Confirmado: Do FC Porto para o Liverpool

Pepin Lijnders tem tido um impacto muito positivo nos Reds, o que provavelmente terá motivado esta contratação. 

Jurgen Klopp confirmou, no lançamento do jogo da Champions, que o português Vítor Matos, que era adjunto de Rui Barros no FC Porto B, é o novo treinador de desenvolvimento de elite do Liverpool, ou seja vai fazer a transição entre a equipa sub-23 e a principal. «Trabalhámos [na contratação de Vítor Matos] durante algum tempo. Achamos que faz todo o sentido tê-lo connosco porque temos muitos jovens extraordinários. Na pré-época esses jogadores estão connosco, precisamos deles para os jogos e para os treinos. Depois, a época começa e os ‘pesos-pesados’ regressam, mas não queremos que esses jovens se voltem a sentir distantes da equipa. Pensámos que fazia sentido ter alguém no papel que era do Pepijn Lijnders», justificou o alemão. «É um treinador fantástico, experiente e jovem, não é fácil de encontrar. Está habituado a ter seis ou sete treinos por dia. É inteligente, fala bem inglês e trabalhou em diferentes clubes, mas aprendeu no FC Porto, o que é bom para nós. O Pep [Lijnders] também esteve lá», acrescentou.

12 Comentários

  • Alvaromoreira
    Posted Outubro 1, 2019 at 9:24 pm

    Em cerca de dois meses perdemos os nossos 2 melhores treinadores da formação. O tulipa e o Rui Barros é que ninguém vem buscar. Aliás, nada que surpreenda, o pdc apenas quer saber da equipa principal, as modalidades e a formação estão ao abandono.
    Dos treinadores de formação resta o Sérgio Ferreira dos sub 15, porque o resto é uma miséria…

  • Marcos
    Posted Outubro 1, 2019 at 8:43 pm

    Enquanto Pinto da Costa for presidente, isto será o pão nosso de cada dia…

  • Xyeh
    Posted Outubro 1, 2019 at 5:40 pm

    Se até o Liverpool opta pelo adjunto porque é que o Porto continua a manter pessoal sem competência a treinar? O Rui Barros foi um jogador genial (para quem não conhece, o pequeno criativo ocupou o lugar de Platini na Juventus e era uma delicia ver o Rui Barros jogar) mas como treinador não obrigado.

  • Francisco Ramos
    Posted Outubro 1, 2019 at 5:29 pm

    Dentro da bela gestão que continua a ser feita pelos seus pares – e pelos vistos será para continuar por mais 4 anos – deixamos sair os bons e ficamos com os maus. Ora vejamos:

    – O treinador adjunto da equipa B que tem potencial e conhecimento vai embora e reforçamos a aposta no principal que nos deixou em 9º na época passada e 12º na época em curso, com resultados maravilhosos.
    – O treinador de juniores, que tinha ganho campeonato e youth league, deixamos sair e vamos apostar no treinador de juvenis que nos deixou a 10 pontos do título na época passada e na época em curso tem 2V5E e um score de 11-8.

    Se nos virarmos para as modalidades, apesar das melhorias no hóquei e andebol, no basquetebol temos o mesmo treinador desde 2009 com dois títulos de campeão conquistados em 10 possíveis, 3 taças e 3 taças Hugo Santos (Ou seja, 8 em 30, o que dá um aproveitamento de 26%). E antes dele mais 2 campeonatos em outros 10 possíveis.

    Os tachos neste clube são transversais. Milagres é coisa que só em Fátima!

    • Pantagruel Premium
      Posted Outubro 2, 2019 at 12:56 am

      Ora vamos lá por partes:

      – Na minha opinião, a classificação da equipa B na tabela classificativa da segunda liga, é um factor secundário. As equipas B têm como objectivo principal fazer a transição de júnior para sénior dando ao jogador a possibilidade de crescer num campeonato extremamente competitivo como é a segunda liga, conferindo-lhe um nível elevado de competição e aprendizagem. A proximidade com o clube garante uma evolução mais rápida do jogador e, em muitos casos, dependendo do seu rendimento, os futebolistas podem ser chamados aos trabalhos da equipa A. Nesse sentido e atendendo aos jogadores promovidos este ano ou que pelo menos fizeram a pré-época integrados na equipa principal, diria que Rui Barros e a sua equipa técnica têm feito um bom trabalho. Acrescentaria ainda outro aparte: não sei lhe ocorreu a ideia mas provavelmente Vítor Matos queria mesmo sair para o Liverpool, não tendo o FCP qualquer tipo de oportunidade de o segurar;

      – Relativamente ao Mário Silva, dizer-lhe que este tinha mais um ano de contrato mas optou por sair, pois queria um projeto no futebol sénior, pasme-se: é o director-técnico da academia do Almería. No que diz respeito ao Tulipa, nisso estamos de acordo: é um treinador muito abaixo do aceitável;

      – Melhorias no hóquei? Refere-se ao quê? É uma das modalidades mais prestigiadas do FCP, única equipa decacampeã, possui o recorde de títulos nacionais em conjunto com o SLB. Perdoe-me se estive errado mas não sei onde é que alguma vez estivemos mal no hóquei. No andebol a história é a mesma, somo os únicos heptacampeões na história da competição, atualmente temos um treinador fantástico e uma equipa que joga muito e tem feito furor nas competições internacionais;

      – Por amor de Deus, limitar o trabalho de Moncho López aos números que apresenta quase como se lhe estive a passar um atestado de incompetência, só comprova a sua falta de conhecimento no basquetebol. Estamos a falar de um senhor do basket europeu, treinou durante muitos anos na Liga ACB (só a liga mais notável a seguir à NBA), treinou a selecção espanhola, angolana e a portuguesa sendo responsável por um desenvolvimento brutal no nosso país. O seu currículo é invejável e se a modalidade continua a existir no FCP muito se deve a este senhor que mesmo com plantéis a roçar o ridículo conquistou muitas alegrias para os portistas. Quando os sócios aprovaram o fim do basquetebol, no fim de uma época em que ganhamos tudo o que havia para ganhar, foi Moncho que se chegou à frente e vendeu o projeto DragonForce como forma de manter a modalidade de formação, que eventualmente levou o Porto novamente à Liga e a chamar-se outra vez FC Porto. Por fim, já que gosta de falar em milagres se abrir no dicionário aparece a imagem do Moncho.

      • Francisco Ramos
        Posted Outubro 2, 2019 at 10:58 am

        Infelizmente, não tenho a visão tão optimista como o senhor no que respeita a falar do meu clube (eu uso o termo meu, porque o Porto não é do A, nem do B, é dos adeptos, por isso, perdoe-me por esta apropriação). Se me permite vou rebater um pouco as ideias que tentou transmitir.

        – Obviamente que a classificação da equipa B na segunda liga é o menor dos meus problemas, desde que não desça, serve os interesses do clube. Contudo, se vir jogos da equipa B, e eu vejo alguns, não se nota nenhum principio de jogo, bolas paradas estudadas, movimentações ofensivas interessantes, etc, achando por isso que o treinador não serve o propósito de crescimento dos jogadores, até porque numa onda de vitórias tudo se torna mais fácil (como a equipa A tem demonstrado ultimamente, que se for vencendo, a crítica diminui mesmo que as exibições não acompanhem os resultados). Isto serve para lhe explicar que dos últimos anos, raro é o jogador que Rui Barros tem potenciado. Podemos falar de Diogo Costa, Leite, Queirós, Baró, Tomás Esteves ou Fábio Silva, mas relembro-o que estes jogadores foram maioritariamente potenciados nos juniores e na youth league e não nas exibições realizadas intermitentemente na equipa B, que oram jogam, ora não. Isto é a minha opinião e serve para mostrar que não acredito que Rui Barros seja o treinador indicado para o lugar.

        – Obviamente o treinador é livre de decidir o seu futuro, com isso estamos de acordo, e tanto um como outro podem ter preferido sair para outros projectos. Agora se sobre Vítor Matos não havia muito a fazer, sobre Mário Silva, penso que a conversa seja outra. Para começar, não acredito em tudo o que vai saindo na comunicação social, e se, efectivamente, pretendia um projecto a nível de jogadores seniores, deveríamos a meu ver, ter dado, a equipa B como forma de premiar todo o seu trabalho na formação. Na minha opinião, as equipas técnicas da formação devem ser feitas por duas razões: primeiro, é os melhores para os melhores lugares (Paulinho Santos nunca pode ser treinador principal, mas serve os interesses como UM DOS adjuntos), ou então irem acompanhando os projectos que fazem, um pouco em degraus como os jogadores (algo que acontece no Benfica, visto que Lage começou nos Sub-9 e foi subindo). Por isso acho que as nossas equipas técnicas não tem grande valor, na sua maioria, tal como não têm as equipas de olheiros, basta ver o que se tem descoberto ultimamente (Marius, Musa, etc).

        – Entendo o seu ponto de vista, mas algo que com o Porto não pode viver é sobre o seu passado. Apenas para lhe dar um exemplo do meu ponto de vista, no futebol o Porto, tem 10 títulos nos últimos 20 anos, mas só já tem 4 nos últimos 10 anos e 1 nos últimos 6 anos. Contudo, somos o único Pentacampeão em Portugal. Agora, não é por sermos o único com esta história que acho que estamos bem, pelo contrário, com graves problemas estruturais e financeiros. Daí referir que neste momento têm sido vistas melhorias no hóquei e no andebol, porque tal como refere, “dormimos” um pouco em sabermos que tínhamos sido decacampeões e heptacampeões, com alguns anos menos conseguidos, que felizmente já foram ultrapassados com resultados fantásticos ultimamente (mesmo assim perdemos muitas finais no hóquei que podiam ter enriquecido o nosso museu com mais troféus). Ou seja, um clube vive dos resultados do presente porque é isso que alimenta a massa adepta. Não podemos achar que por termos o record, se estivermos 10 anos sem ganhar, que as pessoas irão em massa ao Dragão Arena.

        – Sobre o basquetebol há algo que vou concordar. Moncho Lopez é um senhor do Basquetebol Europeu e Mundial, aí tudo o que ele tem e conquistou é devido ao seu mérito. Agora, o Porto desistiu de inscrever a equipa, não quando ganhou tudo, mas quando perdeu o campeonato para o Benfica em casa, de forma a querer marcar uma posição que não serviu de nada, pelo menos os interesses do clube. E só não destruiu completamente a modalidade por haver uma força do treinador, dos jogadores e dos adeptos e por isso foi criada a Dragon Force para competir na pró-liga (até tivemos que dar um nome diferente, com um símbolo diferente, veja a nossa desorganização ao mostrar um “clube” que nos representa). Obviamente Moncho terá o seu mérito em tudo isto, mas penso que o seu tempo chegou ao fim, tal como chegam os de muitos outros (apenas Popovich na NBA parece ser eterno), tanto é que esta última renovação de contrato já foi decidida muito mais em cima que as anteriores e com muito mais reticências. E não nos podemos desculpar com o valor do plantel, a Oliveirense é bicampeã com orçamento inferior ao nosso, o que diz bem que isso nunca pode ser usado com desculpa para não se atingir resultados, pelo menos para mim.

        Espero ter contribuído para uma troca de ideias saudável com pontos de vista diferentes.

        • Pantagruel Premium
          Posted Outubro 2, 2019 at 3:15 pm

          Antes de tudo, permita-me uma breve correcção, do nosso clube!

          – O problema é que todos os aspectos que refere, inerentes à táctica, exigem um pressuposto que eu considero fundamental: um trabalho diário com um plantel fechado. Como sabemos são vários os jogadores que alternam entre a equipa de juniores e a equipa A, além do facto dos jogadores da equipa principal que descem à secundária para terem minutos. Outro problema relevante prende-se com a extensão do plantel na medida em que exige uma rotação enorme, impossibilitando a aquisição de processos de jogo de uma forma tão rápida e eficaz como era esperado, tendo como consequência um espectáculo nem sempre agradável de se assistir. Até posso concordar consigo e considerar que Rui Barros tem algumas limitações técnico-tácticos, mas não podemos dizer que também não potenciou e proporcionou a ascensão dos jovens que enumerou porque para além do futebol em si, há valores clubísticos, como a cultura e a mística do FCP que devem ser passados e aí nada melhor que uma lenda do clube. Isto para lhe dizer que, na minha opinião, e atendendo a todos os pormenores penso que Rui Barros tem feito um trabalho bastante satisfatório;

          – Compreendo o seu ponto de vista, mas se Rui Barros tinha contrato com o FCP e veio de uma época em que cumpriu as expectativas, quais os motivos para ser preterido em função do Mário Silva? Poderá dizer-me e bem que conquistou o nacional de juniores e a Youth League, mas provavelmente a ideia do FCP passava pelo Mário acompanhar e potenciar mais uma nova fornada de juniores ao invés de dar o salto para o futebol profissional. Além do mais se o objectivo era treinar ao mais alto nível porquê a escolha do projecto do Almería? Dá que pensar. Sobre as equipas técnicas de formação, nisso estamos de acordo, penso que deveria dar-se mais importância nesta área e isso passa por equipas técnicas mais competentes do que vem sendo hábito. Embora seja importante manter as figuras do clube por perto, pelos motivos que referi anteriormente, o comando das mesmas deve ser assumido por treinadores competentes. Assiste-se muito à introdução de ex-jogadores como treinadores e isso nem sempre dá bom resultado: Tulipa, Capucho, Juary, etc…;

          – Aceito que a forma como expus o sucesso do nosso clube nas modalidades, possa ter dado a ideia de que me satisfaço com o passado e até mesmo de algum comodismo, mas longe disso. O campeonato nacional de hóquei em patins é super competitivo, são 4 as equipas que lutam pelo título, fora a qualidade que existe no resto do campeonato. O facto de termos ganho tantos títulos de forma consecutiva fez com que 2/3 épocas menos conseguidas fizessem soar os alarmes. Quanto ao troféu internacional, nem me diga nada, é de facto algo que nos anda atravessado há anos mas estou confiante de que mais tarde ou mais cedo vamos conquistá-lo de novo. No que diz respeito ao campeonato de andebol a conversa é mais ou menos a mesma, por isso nem sequer vou tecer comentários. Ora, do meu ponto de vista, penso que não podemos ser adeptos de extremos: nem tudo está bem quando ganhamos, nem tudo está mal quando perdemos, ou seja, devemos permanecer exigentes (aliás, foi isso que nos trouxe tantos sucessos) mas ter a consciência de que não competimos sozinhos e que algumas derrotas vão surgir pelo caminho sem que possam ser atribuídos problemas do ponto de vista estrutural. Em suma, sim, podemos falar de melhorias no sentido em que recuperámos alguns campeonatos nos últimos anos, mas realço a ideia de que as hegemonias não duram para sempre e é normal que uns anos estejamos por cima e outros por baixo e é precisamente aí que devemos enaltecer o que foi conquistado e lutar por novas conquistas;

          – No fundo o basquetebol em Portugal sempre foi o parente pobre das outras modalidades (futsal, andebol e hóquei), sempre foi gerido da forma mais amadora possível, aliás basta olhar para a conjectura administrativa e económica da federação. Quando referi ganhar tudo, não era relativamente à época da extinção da modalidade, mas ao facto de Moncho ter conseguido ganhar todos os títulos nacionais nas épocas anteriores. Esclarecer ainda os motivos que levaram à extinção do basquetebol no FCP: na verdade esta deveu-se a problemas financeiros e não a questões de arbitragem, por isso enaltecer ainda mais o trabalho do Moncho que não deixou morrer esta modalidade. Sem dúvida que o orçamento não é desculpa, a Oliveirense faz um óptimo trabalho de scouting e consegue sempre jogadores formidáveis para um orçamento tão baixo, neste aspeto FCP e SLB claramente a dormir.

          É sempre um prazer poder debater ideias diferentes e ter acesso a outros pontos de vista, os melhores cumprimentos meu caro!

    • RubenMeireles14
      Posted Outubro 1, 2019 at 6:55 pm

      Não deixando de concordar com o que estás a dizer, em relação ao caso concreto do basquetebol, não te esqueças que não competimos entre 2012/13 e 2014/15, sendo menos 9 títulos em disputa :)

      • Francisco Ramos
        Posted Outubro 1, 2019 at 10:41 pm

        Sendo verdade, não deixa também de ser mentira.

        O FCP não competiu porque desistiu da competição após perder uma final com o Benfica por considerar que tinha sido por erros grosseiros de arbitragem, mantendo apenas a Dragon Force na 2.ª linha, com o mesmo treinador e criando a base de jogadores com que voltou a entrar 3 anos depois.

        Eu não me esqueci deste pormenor, apenas acho que é um acto que nem gestão danosa pode ser considerado, é mesmo ruinosa. Logo nestes 3 anos abdicamos de jogar e tentar ganhar para marcar uma posição, que serviu de… zero!

    • MiguelF
      Posted Outubro 1, 2019 at 5:36 pm

      Nem mais Francisco, tudo dito.

      Demonstra bem como está a ser a fabulosa gestão do clube.

  • Pulga
    Posted Outubro 1, 2019 at 5:24 pm

    Diga-se de passagem que o Rui Barros é capaz de ser o pior treinador em Portugal nas 3 principais ligas.

  • WildFury
    Posted Outubro 1, 2019 at 5:06 pm

    O Liverpool é burro também… podia ter levado logo o Rui Barros….
    Pelos vistos os melhores continuam a sair.

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