Hoje parece quase normal o Real vencer a Champions, mas a verdade é que durante 38 anos os merengues estiveram em jejum na Europa e se o quebraram muito o devem a Sanz, que em 1996 montou uma super-equipa, com as contratações de Mijatović, Šuker, Seedorf, Roberto Carlos, Panucci y Bodo Illgner, sendo que ainda escolheu Capello para treinador, criando uma base incrível e contrariando também o super-Barça de Robson, que tinha Ronaldo ou Figo.
Lorenzo Sanz, presidente do Real Madrid entre 1995 e 2000, faleceu este sábado aos 76 anos vítima de Covid-19. Quando liderou os merengues o antigo empresário venceu a La Liga em 1996-97 e conquistou duas Champions, a de 97-98 e 99-00, quebrando assim um jejum nos Blancos a nível da prova milionária que durava desde 65-66.


3 Comentários
Estigarribia
Nesta luta não há clubismos. Descansa em Paz, Lorenzo Sanz.
VISCA EL BARÇA
Joga_Bonito
Mostrou um madridismo mais verdadeiro antes do circo que Florentino trouxe ao Real. Sendo que já nessa altura o Real era o clube do século, diga-se que não achava que tinha de reunir literalmente os 11 melhores em cada ano. Entendia que a mística do clube se fazia de ter símbolos do clube e grandes craques que elevassem o nível. Também é verdade que o futebol era aí muito diferente do que é hoje.
Com Florentino o Real apostou demasiado num marketing de sobranceria, em gastos loucos e pouco projecto de fundo.Não gosto muito disso confesso…
Paz à sua alma, que Deus o tenha.
T. Pinto13
Não quis ir logo ao hospital para deixar ir outros mais necessitados ao que consta…
Descansa em paz Sanz.