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FC Porto: Alex Telles cobiçado pela selecção italiana

FUTEBOL- Andre Silva, Alex Telles, jogadores do FC Porto durante o treino da equipa realizado no Complexo de Treinos do Olival. Quinta, 14 de Julho de 2016. ASF/HELENA VALENTEA Squadra Azzurra nas últimas duas décadas tem apostado de maneira até muito frequente em jogadores que não nasceram no “país da Bota”. Éder, Jorginho, Thiago Motta ou Camoranesi são alguns exemplos. 

De acordo com o jornal Il Tempo, a Federação italiana contactou Alex Telles para perceber a disponibilidade do defesa do FC Porto em representar os Azzurri. O lateral brasileiro, de 23 anos, que na época passada representou o Inter, tem passaporte italiano e como tal pode ser chamado por Ventura em qualquer altura.

27 Comentários

  • Nuno
    Posted Outubro 9, 2016 at 3:55 pm

    Isto reflete os fracos e escassos recursos que existe atualmente de jogadores italianos

    • Lucky Luciano
      Posted Outubro 9, 2016 at 4:12 pm

      Nem é por aí, para o presente estão servidos com Criscito, De Sciglio, Santon e Darmian para essa posição, sendo que no futuro têm Biraghi, Murru, Barreca e Dimarco.

      É necessária é uma aposta no jovem jogador italiano, o que ocorre muito pouco.

  • Sombras
    Posted Outubro 9, 2016 at 4:07 pm

    Cá era o escândalo. Lá é normal. Lá, na Alemanha, em França, até em Espanha… curioso no mínimo.

    Já me manifestei mil vezes sobre isto e manterei sempre a minha opinião: sou absolutamente contra as naturalizações forçadas, contudo, a partir do momento que um jogador adquire o passaporte Português de forma legítima e cumprindo todos os procedimentos que estão na lei, é automaticamente tão Português como eu, passando a poder representar Portugal em qualquer parte do Mundo e, como tal, passa a ser seleccionável para a Selecção Nacional de Futebol, assim entenda o seleccionador. Tudo o resto, são argumentos estúpidos.

    • Kafka
      Posted Outubro 9, 2016 at 4:18 pm

      Isso não é verdade, Portugal nos últimos 10 Anos tem sido sempre a Selecção presente nas grande competições, que mais jogadores tem nascidos fora do País

      No último Europeu batemos todos os recordes com salvo erro 8 jogadores nascidos fora de Portugal

      Depois a Alemanha e a França não fazem sentido serem para aqui chamadas, pois são exactamente o exemplo oposto, pois são das Selecções que practicamente só utilizam jogadores nascidos em território nacional

      Criou-se um mito (falso) que a França utiliza muitos jogadores nascidos fora de território nacional, o que é falso, pois a França é constantemente das Selecções que mais jogadores nascidos em território nacional tem no seu elenco….a Alemanha é exactamente igual

      Portugal neste aspecto tem bastante mais jogadores nascidos fora de território nacional, que a Alemanha, Itália ou França

      • João Lopes
        Posted Outubro 9, 2016 at 5:40 pm

        Não sei onde foste buscar esses dados mas no ultimo europeu a diferença não é assim tão grande, Portugal teve 8 jogadores nascidos fora de Portugal e a França teve 5 (se contarmos com dupla nacionalidade são um número bem superior a Portugal).
        Alemanha e Itália tens razão em dizer que só tem jogadores nascidos lá, agora falares assim da França.

        • Kafka
          Posted Outubro 9, 2016 at 6:21 pm

          A França teve 5? que contas são essas? Dos 23 convocados apenas 3 jogadores não nasceram em França, que foram o Evra (nasceu no Senegal mas vive em França desde os 2 Anos). o Mandanda (Zaire e foi viver para França com 6 ou 7 Anos salvo erro) e o Umtit que nasceu nos Camarões e foi viver para França também com menos de 10 Anos salvo erro

          De 3 para 8 é mais do dobro de diferença

          • João Lopes
            Posted Outubro 9, 2016 at 9:00 pm

            Desses 3 acertaste, falta ai o Payet que nasceu em Reunião. E fiz confusão com o Rami. Agora quando comparas a França que tem quase meia seleção com dupla nacionalidade com a Alemanha ou até Itália não estás a ser nada coerente. Alemanha não tem nenhum jogador nascido fora do país e a Itália tem 1.

          • João Lopes
            Posted Outubro 9, 2016 at 9:13 pm

            Quando falas de Portugal também deves salientar que desses 8 jogadores, o Cédric está em Portugal desde os 2 anos, William veio para Portugal acho que com 5 anos, Adrien aos 11 anos, Danilo aos 5 anos, Éder aos 7 anos acho. Os outros 3, o Pepe naturalizou-se já em sénior, o Anthony Lopes e o Raphaël Guerreiro nunca jogaram em Portugal.

      • Sombras
        Posted Outubro 9, 2016 at 5:40 pm

        Verdade, mas isso acontece porque a Alemanha tem muito menos emigrantes (proporcionalmente) do que Portugal, a mesma questão que a França. Se fossemos ver às ascendências diria que estamos ela por ela, isto é, mais de metade dos jogadores das selecções têm pais nascidos fora do país, a diferença é que os nossos jogadores nascem no país de origem e os Alemães já na Alemanha.

      • Luís
        Posted Outubro 9, 2016 at 5:59 pm

        é verdade ou não que entre as suas fileiras, as selecções referidas pelo sombras, contam com naturalizados? é. logo não percebo a tentativa de descredibilizar o comentário dele

        • Kafka
          Posted Outubro 9, 2016 at 6:26 pm

          O que o Sombras disse foi que cá em Portugal era um escândalo quando se naturalizava alguém, ao contrário da Alemanha/França/Itália, no entanto em Portugal não é escândalo nenhum, e tanto não é escândalo nenhum que Portugal joga com BASTANTE MAIS JOGADORES naturalizados do que a Alemanha/Itália/França, inclusive acabamos de vencer um Europeu com um golo de um jogador NATURALIZADO e eu não vi escândalo nenhum por termos naturalizado o Eder

          • Zebiole
            Posted Outubro 9, 2016 at 9:05 pm

            Acho que o escândalo que ele se refere é quando um jogador (brasileiro normalmente) de um dos três grandes tem a possibilidade de jogar pela selecção surgem imediatamente várias pessoas apoiantes dos clubes rivais a contestar essa possibilidade (ver Jardel).
            O Jardel é um bom exemplo. Pode não ser novo (se o Ricardo Carvalho vai não me parece que o problema seja a idade) mas é o melhor central do campeonato, está a milhas do Bruno Alves, o Fonte é demasiado tosco, e o Pepe é intocável. Se for pelas qualidades futebolísticas o Jardel tem lugar garantido na selecção, portanto acho que toda esta contestação se deve a ódio (e acho que há maior tendência para isso se o jogador não for originário de um país africano, mas é possível que esteja a exagerar neste aspecto).
            A minha sugestão para os 4 centrais seria Pepe, Jardel, Rúben Semedo (a minha intenção tanto no caso do Jardel como no de Semedo é que se dê minutos a jogadores que vão participar nas próximas grandes competições e tanto o Ricardo Carvalho e Bruno Alves irão ter 40 e 36 anos respectivamente no mundial 2018) e José Fonte. Se acham que há centrais disponíveis e melhores que o Jardel por favor digam.

      • Dca
        Posted Outubro 9, 2016 at 6:05 pm

        Mas ele está a falar de naturalizar jogadores. Não de jogadores que nasceram fora do país, acho que ninguém falou disso. E nesse aspecto ele tem razão, quando se fala de Jardel e não só, para a seleção, é sempre um escândalo.

        • Kafka
          Posted Outubro 9, 2016 at 6:25 pm

          Se um jogador nasce fora de Portugal, tem de se naturalizar Português para poder jogar por Portugal, e nesse campo Portugal tem muito mais jogadores que a França, Alemanha e até Itália

          • Luís
            Posted Outubro 9, 2016 at 6:48 pm

            dsc mas lembro-me bem do estigma em relação a jogadores brasileiros jogarem por portugal em comparaçao com jogadores nascidos em ex colónias africanas

          • Sombras
            Posted Outubro 9, 2016 at 7:34 pm

            Isso não é verdade. Basta um dos pais ser Português e tem nacionalidade automática, assim seja registado.

          • Ricardo carvalho
            Posted Outubro 9, 2016 at 7:48 pm

            As minhas filhas nasceram em França e só tem bilhete de identidade português. Foram naturalizados? Não me parece…

            • Kafka
              Posted Outubro 9, 2016 at 8:10 pm

              William Carvalho, Danilo, Éder, Pepe já nasceram Portugueses? não tiverem que se naturalizar querem ver?

              E quanto ao Guerreiro e Lopes não vou falar, porque não sei se ficaram logo Portugueses, ou só pediram a nacionalidade posteriormente

      • Fábio
        Posted Outubro 10, 2016 at 5:41 am

        Agora é verdade. No tempo em que ganhavam títulos não tinham jogadores nascidos em França praticamente. Estes de agora já são de terceira geração de emigrantes

        • Kafka
          Posted Outubro 10, 2016 at 2:08 pm

          Isso é mentira

          A Selecção Campeã do Mundo e Campeã da Europa em 98 e 2000 tinha só salvo erro 2 ou 3 jogadores nascidos fora de França

  • Kacal
    Posted Outubro 9, 2016 at 4:32 pm

    Não me surpreende e já é comum acontecer isto em Itália por isso será apenas mais um e acho que é algo natural. A selecção brasileira tem Marcelo, Filipe Luís e Alex Sandro para o presente mas o Alex Sandro tem apenas 25 anos e há ainda o Wendell, entre mais um ou outro. A selecção italiana tem excelentes defesas mas nenhum lateral esquerdo de raiz com a idade, características e potencial do Alex Telles portanto seria uma excelente opção por parte deles.

  • cards
    Posted Outubro 9, 2016 at 4:47 pm

    É óbvio que ele vai aceitar.

  • Judge_Dredd
    Posted Outubro 9, 2016 at 5:09 pm

    O jogador tem um avô italiano logo foi facil conseguir cidadania italiana.
    Por falar nisso há um jogador do Leganés Gabriel Appelt Pires que tem cidadania portuguesa(o avô paterno é portugues) podiamos considerar observar o jogador

  • Bio
    Posted Outubro 9, 2016 at 6:20 pm

    Se se verificar este caso nem é muito grave, visto que o jogador obteve a nacionalidade italiana por meios normais. De qualquer forma parece-me que se está a perder a “essência” de representar uma selecção nacional. É suposto ser um orgulho representar o país onde se nasceu (ou viveu durante muitos anos) e não apenas mais uma forma de obter prestígio e títulos individuais. Quando vejo noutros desportos selecções como a de Futsal do Azerbaijão ou a de Andebol do Qatar questiono-me se faz algum sentido existir sequer uma selecção daquele país, se em 15 jogadores 2 ou 3 são de facto dessa nacionalidade.

  • Pedro o Polvo
    Posted Outubro 9, 2016 at 7:32 pm

    São temas muito delicados, o que é mais aceitável:
    – Um brasileiro que joga há 10 anos em Portugal, é capitão de um clube português, tem casa em Portugal, pretende morar cá, tem mulher portuguesa, filhos em escolas portuguesas que nasceram no país etc…
    OU
    – Um português, que nasceu cá de pais portugueses, mas ainda muito novo foi para França, frequentou lá as escolas, jogou lá nas escolinhas e toda a sua carreira fez em França, tendo filhos franceses, mulher francesa, apenas “arranha” o português e não conhece a realidade da sociedade etc etc..

    Como vêm não é assim um tema tão linear … O mundo actual tem caminhado para a globalização e tudo mais, não podemos ser implacáveis nestas medidas, tem de se aceitar. No entanto o belo mundo das selecções de futebol, é aquele romantico, onde os jogadores jogam pela paixão e não pelo cifrão. Se como em outros desportos, se abusar das naturalizações, perdemos essa magia, cuidado.

  • Tiago Silva
    Posted Outubro 9, 2016 at 7:44 pm

    Penso que é completamente correta esta aquisição da seleção italiana. A Itália está a precisar de um lateral ofensivo que jogue no lado esquerdo. O Alex Telles encaixa na perfeição, tem descendência italiana e conhece o campeonato italiano. Combinação perfeita!

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