Um dos poucos jogadores que, nascido em 1998, foi titular numa equipa das Big 6. Ainda por cima, o lateral direito, que foi “roubado” ao Benfica” no último Verão, actua numa posição em que há alguma falta de qualidade nas selecções nacionais.
O jovem Pedro Pereira, de apenas 17 anos, foi titular pela Sampdoria frente ao Torino. O resultado nem foi positivo (derrota por 2-0, bis de bis de Quagliarella), mas o defesa, que já tinha feito 70 minutos contra o Bologna, é o primeiro português entre os nascidos em 1998 a ser titular numa equipa das principais ligas europeias. Nos outros jogos da Série A, destaque para o deslize da Roma e para a recuperação da Juventus. Os romanos, apesar de jogarem em casa e do golo 300 de Totti no campeonato italiano (é a 22.ª época que marca na Série A), não foram além de um empate a 2 frente ao Sassuolo. Defrel colocou os visitantes em vantagem, Totti (que até estava em fora-de-jogo) empatou, mas Politano voltou a colocar o Sassuolo na frente, Salah, com um belo remate, ainda fez o 2-2, mas a equipa de Rudi Garcia só conseguiu 1 ponto; Já a Juventus, com um golo e meio de Pogba, bateu, fora o Génova, por 2-0. A Vecchia Signora, que somou a 1.ª vitória no campeonato, chegou ao 1-0 através de um golo algo caricato, com Pogba, com a baliza aberta, a acertar no barra tendo a bola sido introduzida na própria baliza pelo guardião Lamanna, já o 2.º foi através de um penalti convertido pelo médio francês.
Prova ficou marcada pelo domínio do tetracampeão do Mundo e por um momento insólito, na volta 37, um adepto entrou em pista e obrigou à entrada do safety car. A pessoa acabou por sair voluntariamente – Vettel juntou à pole-position a vitória no GP de Singapura. O piloto da Ferrari esteve na frente durante toda a corrida com Daniel Ricciardo, da Red Bull, a ficar em segundo lugar e Kimi Räikkönnen, da Ferrari, a terminar no último lugar do pódio. Com a 42.ª vitória na carreira Vettel ultrapassou Senna e passou a ser o 3.º com mais vitórias na F1. Já na luta pelo campeonato, o destaque foi o abandono de Hamilton, apesar do líder ainda continuar com uma margem: o inglês, a 6 provas, do fim, tem mais 41 pontos que Rosberg, que foi apenas 4.º.
Fica no mesmo grupo que por exemplo a Espanha de Nadal – Portugal garantiu a subida ao grupo I da Zona Europa/África da Taça Davis em ténis, graças à vitória de João Sousa sobre o bielorrusso Uladzimir Ignatik, por 6-1, 6-1 e 6-4. A seleção portuguesa regressa assim à ‘segunda divisão’ da Taça Davis, depois de ter sido despromovida ao grupo II da Zona Europa/África da Taça Davis em 2013.



0 Comentários
João Dias
Este Pedro Pereira foi titular na equipa de Rúben Neves, Renato Sanches, João Carvalho, Luís Delgado, etc que foi semi-finalista do Euro sub-17, certo?
coach407
O Pedro Pereira tem jogado na geração do Fábio Duarte, Moreto Cassamá, José Gomes… O Sanches e o resto são de 97. Ele é de 98
coach407
Não tenho a certeza mas penso que nem convocado foi. O titular era o Hugo Santos do Benfica. Aliás esse euro era quase tudo do Benfica… As exceções eram o Pedro Silva (Sporting), Neves (Porto e capitão de equipa) e Alexandre Silva, sendo que o João Carvalho até ficava no banco muitas vezes. Jogavam o Guga e o Sanches à frente do Neves
João Magalhães
Não, essa é de 97, ele é de 98. Nessa jogava o Hugo Santos do Benfica (lateral fraco) e como alternativa o Izata que foi dispensado do Porto e até o Empis que é lateral esquerdo, mas em último caso já fez a direita nas selecções.
Anónimo
A F1 é uma pantominice. Chamar a isto uma modalidade desportiva é uma ofensa aquelas modalidades onde conta é o atleta.
Pedro Costa
Anónimo
E não conta?
Tudo bem que hoje em dia o piloto tem menos influência no resultado do campeonato, mas a máquina não vai sozinha até à meta…
Bruno M.
diogoribeiro
A Juventus está em dificuldade e lá vêm de volta os penaltis, os vermelhos e os golos ridículos. Só fui vendo o jogo a espaços mas o Génova até ao golo da Juve estava completamente por cima. Depois do golo a Juve cresceu e a vitória acaba por ser merecida. Não estava à espera do empate da Roma. O Sassuolo tem uma equipa muito interessante com vários jogadores jovens, mas defensivamente não são nada de especial.
Muito boas notícias para o ténis português!
Anónimo
Grande vitória da Ferrari e do Vettel.
Uma corrida de sentido único em que o Vettel controlou e chegou mesmo a abrandar imenso o ritmo sabendo que o Ricciardo teria dificuldades em ultrapassar para que não causasse desgaste excessivo dos pneus e para se proteger da estratégia de 2 paragens da Mercedes (acabaram também por fazer 2 paragens).
Numa corrida com alguns incidentes, invasões de pista, desrespeito por ordens de equipa e o abandono do Hamilton com problemas de potência/pedal do acelerador. A Mercedes apresentou-se abaixo do esperado com muitos problemas de aderência o que fez com que esta corrida fosse decidida entre Ferrari e RedBull que a partir do próximo ano irão utilizar a mesma unidade de energia.
Para a semana em Suzuka espero que a Ferrari e RedBull estejam ao mesmo nível da Mercedes e que a corrida seja bastante disputada num trançado que é tecnicamente fantástico.
Ricardo R.
Tomás Capucho
Em suzuka só a Ferrari ou a Williams poderão eventualmente assustar.
Espero que Vettel consiga alcançar a segunda posição.
Anónimo
coach407, olha que com o Maldonado em pista nunca se sabe.
Ricardo R.
coach407
João Lains, por acaso está a ser um dia divertido, obrigado pela preocupação ;)
(Não posso brincar com o que ele disse? Cada uma)
João Lains
Coach407, está a ser um dia difícil?
coach407
Sim, normalmente todas as corridas são de sentido único… já viste se existissem carros no sentido contrário? Era só acidentes ;)
SlyRP
A F1, de facto, está muito desinteressante. Ainda tive esperança que hoje houvesse alguma emoção, alguma disputa, mas nem com as surpresas da qualificação isso foi possível. Foi mais do mesmo, só mudaram as cores. Vettel começou em primeiro, andou em primeiro e acabou em primeiro. Aliás, o top3 nem mexeu.
O momento alto da corrida deve ter sido mesmo a invasão da pista, porque de resto, é para dormir.
tomas eusebio
Apesar de concordar com o que foi dito aqui, gostava de destacar dois pormenores que me parece terem passado um pouco despercebidos na corrida, inclusive pelos realizadores pela falta de repetição do primeiro momento.
Estou-me a referir à ultrapassagem de max verstapenn ao nasr, após o segundo safety car na volta 42 penso eu, que mdá pena não terem existido repetições . Num segundo momento, pelo mesmo homem, desta vez a maldonado, uma ultrapassagem numa das zonas mais difíceis para o fazer, á entrada para o túnel, simplesmente maravilhosa, e que para mim foram os melhores momentos da corrida. Cada vez mais fã do piloto
coach407
Sim, eu só perguntei isso num tom de curiosidade porque realmente eu com essa idade não percebia minimamente de F1! Eu não via F1, via os "carros" eheh
Czarli
Coach, eu nasci em 81 e recordo-me bem de acompanhar a F1 8/9 depois. Se tens alguém que te meta a assistir e que te fale sobre o que se está a passar, rapidamente ganhas-lhe o gosto. :)
SlyRP, não sabes o que perdeste… :P A F1 teve sempre fases mais interessantes e outras menos interessantes. Há uma altura no inicio de 90, onde a Williams dá um grande salto competitivo em relação a todas as outras devido a novas tecnologias. A vitória do Mansell em 92 explica isso. Continuo a achar que nunca foi grande pistola e se não tem apanhado aquele carro, nunca na vida teria sido campeão mundial. Mesmo em 93 e sendo Prost um excelente piloto, o campeonato foi um passeio devido a essas tecnologias. O que demonstra o quão grande piloto foi o Senna, que mesmo com o pior Mclaren (motor Ford) que lhe passou pelas mãos conseguiu acabar em 2º no Mundial.
Continuando, sim tens razão, nessa altura ainda se conseguia ver uma corrida em condições, nada como hoje em dia, de qualquer forma com as medidas de segurança e com a natural evolução da tecnologia já se via um tipo de corrida diferente. De qualquer forma tenho de concordar contigo, principalmente quando referes o facto das idas à box serem completamente surreais. Hoje em dia uma paragem na box não significa nada, enquanto anteriormente podia mudar tudo.
JMVA
coach407, eu sou de 92 e com 8/9 já via F1 (até antes). Se compreendia tudo o que estava a acontecer, a história já é outra!
Anónimo
essa história de uma equipa agora dominar a época toda tem muito que se lhe diga…ou por acaso a McLaren do Senna e Prost, a Ferrari do Shumacher, a Williams de finais dos anos 80 e início dos 90 davam hipótese à concorrência? e mesmo os pilotos?
A meu ver a f1 actual está morrer porque o "circo" gera cada vez menos interesse, cada vez consegue surpreender menos o público, tanto nos carros como nos pilotos.
Hoje em dia cada vez menos se nota o talento do piloto, as regras apertadas castram algum do potencial das corridas enquanto espectáculo, os carros agora não andam tanto como os antigos, apesar de mais eficientes, e mecanicamente (apesar das novidades) são menos apelativos. Até os circuitos mais recentes de um modo geral são menos interessantes.
Posto isto, os patrocinadores fogem, são poucas as marcas automóveis que querem participar na modalidade e o público afasta-se.
Bruno M.
Anónimo
O problema não tem haver com a tecnologia tem haver com a aerodinâmica. A partir do momento que entraram os regulamentos (versão anterior à actual) passamos a ter equipas a dominar a belo prazer porque torna-se muito complicado seguir um carro a 0.2-1.5 segundos durante muito tempo porque é tudo afetado quer o equilíbrio do carro quer a degradação dos pneus.
Hoje em dia é muito mais fácil dominar uma corrida do principio ao fim do que à uns 10 anos e deve-se ao papel da aerodinâmica na F1. Se por exemplo se começar a retirar importância à aerodinâmica e se der aderência mecânica ou ao efeito solo as corridas serão muito mais interessantes desde que também se alterem os pneus actuais porque torna-se muito mais fácil seguir o carro da frente sem ter uma deterioração do nosso carro.
O carro em primeiro lugar tem uma vantagem enorme em relação aos restantes porque tem ar limpo o que ajuda imenso na refrigeração e nos equilíbrios aerodinâmicos.
Até poderíamos voltar a ter motores V12 na F1 mas se continuarem com esta aerodinâmica e a achar que o DRS resolve tudo a F1 continuará uma lástima.
Ricardo R.
SlyRP
Sim coach407, eu sabia que isso "soar" estranho e já estava à espera de uma pergunta desse género. Mas já seguia, sim. Acordava cedo para ver F1 com o meu pai na RTP1.
Não via com um olhar tão crítico como hoje, obviamente, mas relembrando esses tempos, sou capaz, de hoje, fazer uma comparação.
Mas entendo perfeitamente o teu espanto! ahah
coach407
Se nasceste em 96 tás a falar de corridas de quando tinhas 8/9 anos. Já seguias F1? xD
SlyRP
Czarli, não posso subscrever, porque nasci em 96 e, portanto, não acompanhava F1 nessa altura. Mas não é assim tão linear. Há uns 10 anos, digamos, ainda havia muita emoção e disputa na corrida, lembro-me de em criança adorar ver o Schumacher, o Alonso, Raikkonen, Fisichella etc e ainda sentir emoção nas corridas, de haver indecisão, de não irmos para uma corrida a saber que quem ficava em 1º na qualificação ia ganhar e dominar toda a corrida. Não havia ainda tanta tecnologia, as paragens nas box decidiam corridas e eram bem mais importantes, emocionantes e bem mais complicadas para mecânicos e pilotos.
Mas desde o início do domínio da RedBull com Vettel que a F1 morreu, não tem emoção e não tem interesse. Agora conduzem carros telecomandados, como o Kafka diz, com motores de aspirador, porque até o som já conseguiram estragar.
Sombras
Acho que a F1 devia optar por uma estratégia mais radical de definir um tecto orçamental e dar maior liberdade às marcas. Hoje em dia, com os regulamentos existentes, é fácil uma equipa dominar a F1, pois basta ter o melhor carro à partida e tudo está congelado daí em diante. O regresso dos testes a meio da temporada, o descongelar dos regulamentos e permitir uma maior inovação dos veículos com regulamentos menos restritos é o que tornaria a F1 de volta à ribalta.
É esta a fórmula seguida por Le Mans e o WEC, e por causa disso o campeonato tem cada vez mais seguidores, mais marcas e mais patrocínios!
Kafka I
Tudo dito Czarli, subscrevo inteiramente, a F1 hoje em dia não passa de uma corrida de carros telecomandados
Czarli
A F1 a sério já morreu. Continuo a seguir religiosamente mas são raras as corridas que conseguem manter vários pontos de interesse ao longo da corrida, como acontecia até meados de 90. Simplesmente a demasiada tecnologia usada criou as maiores diferenças entre os carros e o piloto é praticamente um elemento secundário.
João Magalhães
Surpreendente, por mais que se diga que não, a verdade é que não parecia preparado para este salto. Como tinha comentado na altura em que saiu, era um jogador feito fisicamente e que nesse campo já estava mais maturado que os companheiros que com ele foram campeões de Juvenis A (de forma também feliz já que o Porto parecia ter melhor colectivo durante as 2 primeiras fases de apuramento de campeão). Ainda assim é uma notícia positiva e que dá uma chapada naqueles que acham que sair é o fim de uma carreira, quando ficar, muitas das vezes, é sinónimo do mesmo. A diferença é que os que ficam não suscitam tanta atenção e nem ficam na memória dos que saem, mas a taxa de sucesso de um jogador que actua nos nossos escalões de formação – tal como noutros países – é baixíssima.
Certo é que a partir de agora deve contar para os sub19, apesar de ser um escalão abaixo, disputando o lugar com o Fernando Fonseca que tem sido titular.
João Santos
Obrigado pela opinião, João ;)
Briguel Bola de Ouro
Como costumam dizer, chegar lá é fácil. Difícil é manter-se.
Este rapaz está a ter competição num bom nível quando os colegas ainda estão nos júniores. É bom que saiba que ainda tem muito que evoluir e a sua mentalidade e conduta de trabalho diário é que vão definir como vai ser a sua carreira.
João Magalhães
Em condições normais era titular no lado direito da equipa de Júniores e faria a transição para a B mais tarde ou mais cedo, sendo que, com esta política do Benfica, no final desta época já lá estaria com toda a certeza (para o ano ainda é Júnior). Se tinha capacidade para se afirmar mais tarde na A, é difícil dizer. Nunca foi dos que mais me entusiasmou e até achava que se destacava por fisicamente ser muito evoluído, mas a verdade é que há muitos jogadores que se destacam em todos os escalões e não têm capacidade para atingir a equipa A do Benfica. Eu não diria que foi grande perda, mas vale o que vale.
João Santos
João, este jogador tinha capacidade para se ter afirmado no Benfica? E sabes porque é que o Benfica o deixou sair? Não o conhecia ainda.
Anónimo
Subscrevo, mas João, isso é o normal, os profetas da desgraça a falarem
Hugo
Nuno
Boa corrida do Vettel, dominio do inicio ao fim. Desiludido pela equipa não conseguir a dobradinha. Mas não é mau o Kimmi ficar em 2º. Campeonato está relançado claramente. Froça Ferrari!