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Deschamps mantém 22 dos 23 do Mundial na convocatória da França

Em equipa que ganha não se mexe? Tirando nomes como Lloris, Matuidi ou Giroud, a base que venceu o Mundial tem tudo para repetir a presença no Qatar’22.

Didier Deschamps revelou os convocados para os encontros frente à Alemanha e Holanda para a Liga das Nações, mantendo 22 dos 23 jogadores que levou ao Mundial. A única alteração prende-se com a entrada de Benoit Costil para o lugar do lesionado Steve Mandanda. Já nomes como Laporte, Rabiot, Payet, Lacazette ou Martial continuam sem contar. A convocatória:

Guarda-redes: Areola, Costil e Lloris;
Defesas: Lucas Hernández, Kimpembe, Mendy, Pavard, Rami, Sidibé, Umtiti e Varane;
Médios: Kanté, Matuidi, N’Zonzi, Pogba e Tolisso;
Avançados: Dembélé, Fékir, Giroud, Girezmann, Lemar, Mbappé e Thauvin.

23 Comentários

  • Antonio Clismo
    Posted Agosto 30, 2018 at 1:19 pm

    10 anos de forte aposta na formação e fortes políticas de integração dos jovens jogadores nas equipas principais deram estes resultados surpreendentes, a França neste momento tem possibilidade de construir 4 selecções diferentes e todas elas conseguir lutar pelo título Mundial.

    Defesas competentes, Médios poderosos fisicamente e com enorme capacidade de trabalho e uma frente de ataque com nomes como Mbappé, Dembele, Lemar, Fekir, Griezmann, etc é um luxo.

    • FilipeA
      Posted Agosto 30, 2018 at 2:09 pm

      Ter uma história de país colonizador tambem ajuda.

      • Antonio Clismo
        Posted Agosto 30, 2018 at 2:38 pm

        Portugal também tem história de país colonizador, mas mesmo assim não aproveita na sua totalidade.

        Aproveita os filhos de imigrantes que vieram para Portugal e que acabaram por crescer aqui, aproveita um ou outro brasileiro naturalizado, e aproveita alguns filhos de emigrantes lá de fora.

        Agora, o que investir uns milhões e abrir umas escolas de futebol na Guiné, Angola e Moçambique não dariam. São países com uma população jovem gigantesca, com qualidades inatas para o desporto, (ainda jogam futebol na rua) comparar uma criança de 10 anos com outra portuguesa é um exercício desleal, uma vez que os miúdos portugueses só querem playstation e engordar a ver o Youtube.

        O que pode faltar seria alguma falta nutricional o que levaria a um menor desenvolvimento físico (isso é facilmente ultrapassável) e disparidade sociológica o que levaria a um menor rendimento mental (ultrapassável com acompanhamento constante e estágios frequentes em solo nacional).

        Se a FPF investisse alguns milhões num centro de estágios às portas de Luanda (só a cidade tem 2 milhões de pessoas e mais 10 milhões à volta) com mais de metade dessa população com menos de 15 anos. Começava com categorias de sub10, com treinos de captação escolhendo 100 ou 200 por ano, com treinadores especializados, nutrição correcta, acompanhamento, condições, escola e todos os anos os melhores viriam a Portugal e seriam englobados em clubes nacionais.

        Não tenho dúvidas que seria descoberto um Cristiano Ronaldo por ano, tal é a quantidade e a qualidade inata para o futebol dos jovens nestes locais.

        Todos ficariam a ganhar.

        • Medean_Lion
          Posted Agosto 30, 2018 at 3:35 pm

          Mas porque raio haveria a FPF de investir em centros de estágio em Angola? Se é para chamar jovens para o desporto que o faça em Portugal, onde muitos têm de abandonar a sua cidade/região para atingirem patamares superiores. E quantos não se perdem por isso mesmo!
          Mas falaste num ponto interessante: muitos jovens têm um estilo de vida sedentário. Isso é típico dos países desenvolvidos, onde o excesso de poder de compra leva a que as crianças descurem as típicas brincadeiras de rua. Mas isso, se houver consciência dos pais, é facilmente ultrapassável. Consciência dos pais e, bem assim, das autarquias! Porque motivo as cidades deste país não estão cheias de locais públicos onde se possa fazer desporto de forma livre?
          Tenho dúvidas que em Angola haja mais qualidade inata do que em Portugal: somos um país pequeno, mas proporcionalmente com muitos desportistas de gabarito. E só não temos mais por causa do típico choradinho português e por uma questão cultural: em Portugal, infelizmente, só o futebol é que parece ser financeiramente viável. O que afasta imensas pessoas de imaginarem sequer um caminho nesse sentido.
          Sou contra os naturalizados à pressa. Sou contra atletas que nem o hino sabem e, muitas das vezes, se recusam a cantá-lo (Ex: Deco). Temos aptidões físicas para o desporto: somos um povo de conquistas, que venceu inúmeros adversários aparentemente mais fortes. Essa conversa de que em África é que estão os grandes atletas é facilmente rebatível. Há-os em todas as regiões. Basta haver incentivo. Querem investir? Em Portugal, sff. Façamos campeonatos conjuntos com Espanha: aumenta a competitividade, as receitas e o nível de exigência.

        • Bino Costa
          Posted Agosto 30, 2018 at 4:16 pm

          Estás basicamente a dizer que devíamos ir roubar o talento dos países lusófonos?? Basicamente devíamos voltar a colonizá-los só que desta vez em vez de roubar ouro ou diamantes, roubávamos pessoas com talento. Excelente lógica sim senhor.

          • Antonio Clismo
            Posted Agosto 30, 2018 at 4:43 pm

            Roubar talento? Nada disso!

            Aproveitar talento originário de países com cultura próxima de Portugal, de forma a potenciar jovens que sem essas ferramentas nunca iriam a lado nenhum. Tirá-los das ruas, dar-lhes um futuro melhor. Jogar por Portugal não é nada mau para um jovem angolano com talento fora de série.

            A Guiné-Bissau é um país pequeníssimo e consegue meter 20-30% de atletas com essa ascendência em todas as convocatórias das selecções nacionais de formação. E estamos a falar de miúdos que vieram para cá com os pais e começaram a jogar futebol aqui. Imaginem o que não se iria aproveitar com uma rede de olheiros e academias profissional por esses países todos. Depois os atletas é que escolheriam se queriam jogar por Portugal ou outro país (isso é uma escolha que só eles podem fazer) e para jogarem por Portugal precisam de ter passaporte português. Tendo passaporte português são tão portugueses como todos os que comentam aqui neste fórum. (Eu nasci no Canadá e só vim para Portugal aos 12 anos, considero-me bem português, se o Canadá me chamasse, iria na mesma).

            A França é o país que mais faz isso, tem academias espalhadas por tudo o que é país francófono. A Holanda faz isso com as Caraíbas. A Alemanha começa a aproveitar o filão turco como ninguém. A Inglaterra tem academias espalhadas pela Nigéria, etc para encontrar talentos sub12 para depois englobar no seu próprio sistema de formação em solo nacional, evoluindo num dos seus clubes..

            Portugal não pode ficar preso às fórmulas de captação de talento do passado, e ao mofo do nacionalismo. Se quiser competir com os melhores países da europa tem que jogar com os mesmos trunfos, e tem trunfos para usar, só não os usa devidamente por falta de visão e vontade.

            • Bino Costa
              Posted Agosto 30, 2018 at 5:07 pm

              Antes de mais, é preciso desfazer esses mitos que as outras selecções fazem isso, porque não fazem. A selecção francesa tinha apenas 2 jogadores nascidos fora de França, bem menos que os 7 da portuguesa por exemplo. É mais precisamente o contrário, a França foi o país com mais jogadores nascidos em França (35!!!) a jogar por outros países!
              A Inglaterra tinha apenas 1 jogador nascido fora do país, por exemplo.
              Desfeito este mito, também acho muito bom para os jovens africanos, que lhes seja fornecida a oportunidade de jogar futebol para terem uma vida melhor, mas não há custa do negócio das selecções e de os tratar como mercadoria para melhoramento de selecções europeias. E isto nada tem a ver com nacionalismo, tem a ver com decência humana.

            • Medean_Lion
              Posted Agosto 30, 2018 at 7:30 pm

              A Guiné-Bissau é só um dos países mais pobres do mundo. E isso, se pensares bem, está ligado ao suposto talento dos seus jogadores: o futebol é, talvez, a única escapatória da pobreza. É tudo uma questão de incentivo. O português médio, por ter condições de estudar, nem sempre tem necessidade de enveredar pela via do desporto.
              Há exceções, claro. Gonçalo Guedes, Francisco Geraldes e Bernardo Silva, pessoas de classe média alta, apostaram nessa via. Hoje é mais fácil. Antigamente era (quase) impensável alguém desse estrato social ir por aí. Hoje já é visto como algo positivo.
              Vês o futebol das seleções como um negócio. Como português quero nas equipas nacionais pessoas que sintam o país e que se identifiquem. Não ganhamos? E então?! Há coisas mais importantes.
              Torne-se o desporto em Portugal mais apetecível. Essa é a solução.

          • Antonio Clismo
            Posted Agosto 30, 2018 at 4:52 pm

            E não é só no futebol que estas práticas acontecem.
            A América só continua a ser o principal impulsionador da economia mundial por causa de uma arma secreta que usam há décadas. O chamado Visto H-1B, que basicamente capta e absorve todos os crânios do mundo inteiro para a academia norte-americana. 90% dos actuais investigadores, doutorados e académicos norte-americanos não nasceram nos estados unidos, foram captados muito antes, pelas próprias universidades americanas quando tinham 17, 18 anos, muitas vezes mais cedo. Sem este visto não haveriam os engenheiros que fizeram a Microsoft, Apple, Google, e tudo o que aconteceu nas últimas décadas.

            Sem esse visto, os Estados Unidos não seriam nada, e facilmente até teriam perdido a Segunda Guerra Mundial e hoje estaríamos a viver debaixo de uma ditadura nazi/nipónica.

            Portugal já faz bons resultados com captações numa pool de 10 milhões de pessoas. Imaginem o que não aconteceria se mantivesse a mesma formula de formação dos sub12 aos sub19 mas triplicasse a pool de captação sub12.

            Na década de 2030′ seria tudo nosso.

            • Bino Costa
              Posted Agosto 30, 2018 at 5:28 pm

              Quanto à comparação com os Estados Unidos, é completamente descabida, visto que uma coisa é atrair pessoas especializadas para o país, outra coisa é competições de selecções que nada contribuem para o progresso do ser humano e que ficam desvirtuadas se forem tratadas como competições de clubes.
              E já agora, não foram esses “crânios” dos vistos que criaram a Microsoft, a Apple ou a Google, talvez possam trabalhar lá agora, mas a escolha das empresas foi infeliz. Todos sabemos que os criadores da Microsoft e da Apple nada têm a ver com o visto. Podem ter origens estrangeiras, mas isso TODA a gente nos EUA tem, é um país de emigrantes.
              Se me disseres que os clubes portugueses deviam ir para África em busca de talento, completamente de acordo, agora essa não deve ser tarefa Federação, pois estaríamos a misturar a lógica clubística com a das selecções.

              PS: Não foram os EUA a vencer a II Guerra Mundial na Europa, mas sim a Aliança, em que por exemplo a URSS teve muito mais preponderância na derrota dos nazis.

  • TheHunter
    Posted Agosto 30, 2018 at 1:34 pm

    Laporte merecia um lugar nesses 23

  • Bernardo Guerreiro
    Posted Agosto 30, 2018 at 1:46 pm

    Rami > Laporte? A sério?

  • Nuno Red Devil
    Posted Agosto 30, 2018 at 1:53 pm

    Faz bem em manter a sua base. No fundo é transportar o sentimento de clube para a seleção e isso é muito positivo.

  • Fernando neves _36
    Posted Agosto 30, 2018 at 2:27 pm

    O Rami não tinha abandonado ?

  • Kacal
    Posted Agosto 30, 2018 at 2:48 pm

    Na baliza não há que mexer, está certo.

    Na defesa, se calhar até tirava o Rami e metia mais uma opção de meio-campo ou mesmo de ataque. Isto porque Pavard – Varane – Umtiti – Lucas Hernández deverá continuar a ser o quarteto defensivo titular e depois temos Sidibé e Mendy como alternativas nas laterais mais o Kimpembe como alternativa ao centro da defesa, mas tanto Pavard como Lucas Hernández podem jogar a central, aliás, essa é a posição de raíz deles e depois o Sidibé pode fazer as duas laterais. Acho que trocava apenas Kimpembe por Laporte e tirava o Rami para meter um médio ou atacante. Provavelmente Payet mesmo.

    Kimpembe >>>> Laporte e Rami >>>> Payet seriam as minhas trocas. De resto, está no ponto.

    • Pipo
      Posted Agosto 30, 2018 at 4:57 pm

      Eu tirava um avançado ou Defesa e metia o Rabiot.

      • Kacal
        Posted Agosto 30, 2018 at 6:07 pm

        Era uma hipótese em vez de entrar o Payet, entrava o Rabiot saindo o Rami. Mas ele não é chamado por outras questões e não deve ser chamado por Deschamps por enquanto.

    • T. Pinto13
      Posted Agosto 30, 2018 at 7:49 pm

      Se bem me lembro o Rami abandonou e deve ser para a despedida, acho que depois entra o Laporte.

  • Mike The Kid
    Posted Agosto 30, 2018 at 2:53 pm

    O Matuidi não tinha abandonado?

  • Le Samourai
    Posted Agosto 30, 2018 at 4:05 pm

    Porque em 2022 Lloris não haveria de estar lá ? Terá 35 anos…Idade mais que aceitável para um guarda redes

  • PauloDybala1O
    Posted Agosto 30, 2018 at 4:18 pm

    Laporte de fora again e vai o Rami… enfim

  • Gunnerz
    Posted Agosto 30, 2018 at 6:57 pm

    Laporte e rabiot têm de ter lugar na equipa. De resto normal, são campeões e jovens faz sentido esta convocatória

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