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Dimitrov e a alegria de voltar a jogar ténis

fd44bd12ecbb1ab45adbdbc3c448dbfc115952faÉ inegável que o tenista búlgaro de 25 anos ganhou uma “nova vida” após contratar o treinador venezuelano. Talvez seja o clique que faltava para o 18.º classificado do ranking continuar a sua escalada na hierarquia.

O início de temporada de Grigor Dimitrov foi auspicioso, tendo o búlgaro registado algumas performances bastante interessantes, desde logo a final do torneio de Sidney (Janeiro), meias-finais em Delray Beach (Fevereiro) e final em Istambul (Abril). Os tempos eram animadores, mas rapidamente se pintaram de negro: cinco derrotas consecutivas abalaram a confiança de Dimitrov e fizeram soar os alarmes. Foi então que, em Julho, o antigo número 8 mundial decidiu contratar Dani Vallverdú, ex-treinador de Andy Murray e Tomas Berdych, na tentativa de inverter o rumo dos acontecimentos. E a escolha não poderia ter sido mais acertada.

“Toda a gente sabe que Dani Vallverdú trabalhou com Berdych e Murray durante largos períodos de tempo. É alguém que eu considero muito experiente naquilo que faz, sabe muito sobre ténis e isso, obviamente, ajuda muito”, comentou o búlgaro, em declarações recolhidas pela equipa de comunicação do torneio de Estocolmo, onde se encontra a competir esta semana.

Já com o técnico venezuelano na sua equipa técnica, Grigor Dimitrov apresentou-se em bom plano na digressão norte-americana e em território chinês (quartos de final em Toronto, meias-finais em Cincinnati, quarta ronda em Nova Iorque, meias-finais em Chengdu e final em Pequim). “Estamos a traçar o nosso ritmo juntos. Ainda é tudo relativamente novo. Mas o balanço é positivo, tivemos bons resultados e tenho apresentado um bom nível de jogo. O objectivo passa por continuar a melhorar em todos os aspectos”, analisou.

Dimitrov, que chegou a resvalar para o 40.º posto da classificação em Julho, mostrou-se satisfeito por ter recuperado um ranking mais próximo do seu real valor. “Antes do início da época, procurava apenas sentir-me bem em court e desfrutar do jogo. Mas depois perdi uma série de encontros, caí muito no ranking e a verdade é que não esperava estar de regresso ao top-20 (18.º) no final da época”, observou.

João Correia
Author: João Correia

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