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Dortmund não pára de marcar; Guardiola treme mas não cai; Darmstadt continua a surpreender; Dumoulin desceu à terra na Vuelta (caiu do 1.º para o 6.º lugar)

Num ano épico no ciclismo esta etapa foi uma espécie de cereja no “topo do bolo”. Plaza, após triunfar no Tour, venceu depois de andar mais de 100km isolado, José Gonçalves voltou a demonstrar que pode ser um caso sério, mas foram as reviravoltas na geral que animaram o dia, com Dumoulin (que não merecia isto) a sair do Top 5 (a Giant não ajudou o holandês), Aru a garantir a sua 1.ª grande volta e até deu para Majka (que ficou em 3.º na geral) assustar Purito.


Na penúltima etapa da Vuelta, Ruben Plaza, da Lampre, venceu em Cercedilla e ofereceu mais uma etapa à equipa italiana, numa jornada em que José Gonçalves foi 2.º. Na geral individual, Fabio Aru , da Astana, confirmou o favoritismo e carimbou a vitória na Volta a Espanha, a sua 1.ª Grande Volta da carreira, num ano em que já tinha sido 2.º no Giro (veremos como será feita a gestão da formação cazaque no próximo ano). O italiano voltou a ter uma equipa muito forte em seu redor hoje, nomeadamente Landa, que está de partida para a Sky, e beneficiou do dia tremendamente negativo de Tom Dumoulin, a grande revelação da prova, que não teve o apoio necessário da Giant (deveriam ter colocado alguém na fuga) e desceu de 1.º a 6.º na geral individual. Nas restantes posições Rodríguez segurou o 2º lugar, apesar do perigo Majka, que terminou no pódio.

Dortmund já marcou 15 golos em apenas 4 jogos para o campeonato; Ginter cada vez melhor a lateral direito (Pisczek pode ter dificuldades em ganhar o lugar); Coman estreou pelo Bayern (jogou do lado direito); Darmstadt ainda não perdeu – Mais um dia recheado de jogos equilibrados na Bundesliga, mas que serviu essencialmente para destacar o Bayern e Dortmund, que continuam 100% vitoriosos e já com uma margem em relação à concorrência. No dérbi da Baviera levou a melhor o Bayern, que venceu por 2-1 ao cair do pano. Esswein ainda adiantou o Augsburgo aos 43 minutos, mas na segunda parte o conjunto de Guardiola apertou o cerco (média de posse de bola a rondar os 80%, 26 remates contra 4) e chegou à vitória. Primeiro foi Lewandowski (que, juntamente com Thiago Alcântara, foi o homem do jogo) aos 77’ a marcar na recarga de um remate de Müller, cabendo ao próprio alemão oferecer os 3 pontos a Guardiola na marcação de um penálti duvidoso, a penalizar uma obstrução sobre Douglas Costa. Quem também continua 100% vitorioso é o Borussia Dortmund, que foi a Hannover derrotar a equipa local por 4-2. Sobiech bisou no primeiro tempo para a equipa da casa, pelo meio Aubameyang e Mkhitaryan ainda tinham colocado o BVB em vantagem, mas no segundo tempo um autogolo de Felipe e mais um tento de Aubameyang (bisou na marca de grande penalidade; até marcou à Panenka) desequilibraram o marcador a favor da equipa de Tuchel. Ginter esteve em foco na lateral direita e ainda juntou uma assistência à sua exibição, já Mkhitaryan e Aubameyang não param de marcar. Em Leverkusen, derrota surpreendente do Bayer aos pés do recém-promovido e invicto Darmstadt por uma bola a zero. O único golo do encontro foi apontado por Sulu logo aos 8 minutos, mas acabaria por se revelar suficiente apesar dos esforços da equipa de Roger Schmidt que acabou a partida com 69% de posse de bola (apesar de não ser o estilo da equipa) e 16 remates contra 5 e fez estrear Kampl e Chicharito (substituiu o apagado Çalhanoglu). Nos restantes jogos, vitória do Hertha de Berlim sobre o Estugarda por 2-1, com o vice-campeão da última Bundesliga, o Wolfsburgo, a não ir além de um nulo na deslocação ao terreno do Ingolstadt (Draxler e Dante foram titulares).

0 Comentários

  • Sombras
    Posted Setembro 12, 2015 at 3:24 pm

    Assim o Bayern será campeão sem grandes dificuldades. Quando a coisa aperta, surge um penalti inacreditável. Com toda a política de seca dos adversários, orçamentos do dobro dos demais e ainda a ser literalmente levado ao colo quando a coisa complica, não é preciso Guardiola nenhum.

    • Rúben Gomes
      Posted Setembro 12, 2015 at 3:37 pm

      Eu não vi nenhum dos jogos, mas se não me engano o Dortmund teve dois penalties. Não sei se foram bem marcados…

    • Pedro Costa
      Posted Setembro 12, 2015 at 3:48 pm

      O lance do penalty é dos mais ridículos que me lembro

    • Anónimo
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:07 pm

      Foram bem marcados os do Dortmund. O penalty é ridiculo e ainda há um lance em que Esswein iria aparecer completamente isolado frente a Neuer e foi assinalado um fora de jogo inexistente. Sorte com o Hoffenheim e agora "sorte" com o Augsburgo. Todos os deuses estão com Pep.

      Tomás

    • diogoribeiro
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:07 pm

      Ruben, o primeiro penalti é duvidoso e o segundo é claríssimo. Um jogador do Hannover fez dois penaltis e marcou um autogolo.

    • Sombras
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:21 pm

      O primeiro penalti do Dortmund não é claro mas aceita-se, o segundo é tão evidente que dava prisão se não fosse assinalado. Quanto ao Bayern é mais do mesmo, houve um lance na primeira parte que um jogador do Augsburg recebe a bola junto a linha, e o Boateng a fazer a dobra faz um bloqueio ainda mais evidente (pois roda o tronco e "cresce" para o jogador), derrubando o jogador adversário que nem procurou o contacto pois estava a olhar para a bola e…o arbitro mandou seguir. Já o do Bayern, o Douglas Costa (creio) nem sequer tenta ir atrás da bola, onde nunca chegaria diga-se de passagem, e só procurou o contacto.

    • Anónimo
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:25 pm

      O penalti foi anedótico.
      Assim se ganha pontos e títulos.

      Lopes

    • Rúben Gomes
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:26 pm

      Não inventes, Tomás. O Bayern até jogou com 10 contra o Hoffenheim.

      Ja aqui disse que gosto de ambos os clubes, mas acham mesmo que o Guardiola precisa da ajuda de quem quer que seja ? Por favor… Hoje foi beneficiado, amanhã é prejudicado… Ja agora os tais "Deuses" na epoca passada não lhe ajudaram muito. Pensa la porquê…

    • Anónimo
      Posted Setembro 12, 2015 at 6:14 pm

      Percebeste mal Ruben. Só pus aspas numa das vezes que usei a palavra sorte. Quando referi o jogo contra o Hoffenheim estava mesmo a falar de sorte, não queria com isso dizer que o Bayern foi beneficiado, porque não o foi. Não sou "hater" do Guardiola como muita gente é (até adorava ver o Barcelona dele), apesar de desprezar o que fez ao Lahm e o que está a tentar fazer ao Alaba, mas é um facto que o Bayern foi bafejado pela sorte (do jogo) contra o Hoffenheim e pela sorte (erros de arbitragem) contra o Augsburgo. E foi um comentário relativo apenas a este início de época.

      Tomás

    • Rúben Gomes
      Posted Setembro 12, 2015 at 8:49 pm

      Peço desculpa, sendo assim.

  • Kafka I
    Posted Setembro 12, 2015 at 3:34 pm

    Que etapa de loucos com um estrondo de Dumoulin, sinceramente não pensava que a queda fosse tão brusca assim, que nem no pódium vai ficar, ainda assim há que dar mérito ao Dumoulin que sozinho contra o Mundo, sobreviveu até há 20ª etapa…referir no entanto que concordo com a análise da eurosport, foi um enorme erro da giant não ter posto ninguém na fuga do dia para no fim conseguirem ajudar Dumoulin

    Parabéns ao Aru pela vitória

  • Careca
    Posted Setembro 12, 2015 at 3:39 pm

    Mais do que a qualidade individual, hoje vimos a diferença que faz ter qualidade colectiva no ciclismo. Excelente tática da Astana (ajudada pela Katusha) a castigar severamente uma má leitura da etapa por parte da Giant. Quem tem escudeiros como Landa, Cataldo ou Zeits fica tudo muito mais fácil. E por pouco a Tinkoff e a Movistar não faziam o mesmo a Purito…

    Uma pena este desfecho para Dumoulin, espero que este "modesto" 7o lugar não apague a enorme Vuelta que fez. Com certeza a partir de agora vai ser olhado com outros olhos!

    • Anónimo
      Posted Setembro 12, 2015 at 3:54 pm

      Fez 6º.

      Tiago Afonso

    • Careca
      Posted Setembro 12, 2015 at 3:58 pm

      *6o lugar e não sétimo.

      Com tudo isto até me esqueci de falar em Aru, esteve muito forte e activo durante as 3 semanas (surpreendeu no CR com um excelente tempo) e mostra a Vinokourov que sem Nibali a equipa tem homem para as grandes voltas. Veremos se para o ano passa a ter o Tour como meta.

      Destaque também para Nelson Oliveira e José Gonçalves, excelente corrida de ambos, só faltou mesmo a etapa ao homem da Casa Rural, talvez leve o prémio da combatividade para casa. E quem sabe não aparecem na próxima época em melhor posição noutras equipas…

    • diogofsilva
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:07 pm

      Careca,
      ainda acredito que o José Gonçalves tente amanhã ahahah. Para mim, o prémio de combatividade tem de ser dele.

  • Rodrigo Ferreira
    Posted Setembro 12, 2015 at 3:51 pm

    Dia muito infeliz para o Dumoulin, o homem da prova claramente. Veremos se este esforço será pago nos Mundiais, mas não me parece e acredito que vá ser o novo campeão do mundo de contra-relógio individual. Depois de tanto brilhantismo e de ser na verdade a surpresa da competição é penoso terminar assim apenas na 6ª posição, mas certamente que será sempre relembrado ao longo da sua carreira esta Vuelta. Ainda assim, a Giant, não tendo trepadores na equipa nem homens capazes de responder aos ataques da Astana e Katusha, deveria ter colocado elementos na frente que teriam sido muito úteis na parte final da etapa e evitado quem sabe esta queda livre.

    Quanto aos restantes, parabéns ao Aru pela primeira GV, numa Vuelta onde não foi brilhante, mas onde acabou por beneficiar do facto de ter a melhor equipa (Landa e Sanchez muito bem neste final) e de dias menos positivos dos adversários. Se repararmos, Dumoulin ou Rodríguez (que oportunidade perdida mais uma vez, Contador hoje por exemplo teria tentado agitar as coisas), mas quem acaba por sorrir é o italiano. Veremos como será feita a gestão do plantel em 2016, sendo que Aru quererá agora certamente ir ao Tour e a má relação entre Nibali e Vinokourov pode obrigá-lo a fazer o Giro, até para voltar às grandes vitórias e em 2017 voltar a discutir a Volta a França noutra equipa. Aru não terá o seu fiel escudeiro Landa, que se juntará à grande equipa da Sky, onde será certamente um dos braços direitos de Froome e líder no Giro ou na Vuelta.

    • Rodrigo Ferreira
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:06 pm

      Dumoulin ou Rodríguez até estiveram mais em foco, mas quem acaba por sorrir é o italiano*

  • Anónimo
    Posted Setembro 12, 2015 at 3:54 pm

    Quase com toda a certeza, Dumoulin com esta Astana tinha ganho a Vuelta!

    Mane

  • Rafael Vicente
    Posted Setembro 12, 2015 at 3:54 pm

    Dou os meus parabéns ao Aru. Também ao Dumuolin e ao Majka.
    Mas a quem eu gostava de felicitar de modo mais efusivo e apreciar a magnífica vitória é a Plaza, uma vitória à anos 60 em que se atacava a 100 Ims do fim e venciasse, o Merckx sabe do que falo!

    Enorme Plaza!!! Sou teu fã!

  • diogofsilva
    Posted Setembro 12, 2015 at 4:03 pm

    Majka, o sucessor de Alberto Contador.

  • Anónimo
    Posted Setembro 12, 2015 at 4:14 pm

    E para o ano lá estará Nibali no Tour! Grande Vinoukurov! Mesmo com Aru a vencer uma grande volta, para o ano será mais do mesmo com Vinoukurov a apostar em Nibali para a melhor prova de 3 semanas!

    Aru > Nibali

    É aqui que está o futuro da Astana! Eles só têm de não estragá-lo. Nibali é bom para voltas onde não participem Contador, Froome, Quintana, Aru.

    Espero que não impeçam este comentário de ser publicado, porque a minha intensão não é a de ofender ninguèm, mas apenas mostrar o que de bom e não aproveitado tem a equipa Astana!

    Uma ultima palavra ao Dumoulin, "És grande, espero mais coisas magníficas vindas deste jovem! Força para os Mundiais!"

    Mikael Ferreira

    • Rui Magalhaes
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:27 pm

      Aru conquistou a sua primeira Grande Volta, o Nibali já venceu às 3 Grandes Voltas. O problema do Nibali é a sua planificação antes do Tour, não ter falta de qualidade. Subestimem o Nibali depois ele vence e já é o maior e vocês sempre o apoiaram.

    • Kafka I
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:34 pm

      O Aru é melhor que o Nibali porque precisou da última etapa para vencer uma volta ao ……..Dumoulin, está certo…são opiniões

    • José G.
      Posted Setembro 12, 2015 at 4:52 pm

      A relação entre o Vinokourov e o Nibali já teve melhores dias..ele criticou muito o Nibali no Tour.
      Terias apostado já este ano no Aru para o tour quando o Nibali era o campeão em título, o Aru ainda não ter ganho nenhuma grande volta e a heterogeneidade de etapas do tour (pavé, subidas curtas e explosivas, etc. …) ?
      Para o ano sim, acredito que será uma dor de cabeça escolher.. gosto muito do Aru mas o mais provável será ir como braço direito do Nibali que é um ciclista mais completo neste momento e ver como decorre a prova

      José G.

    • Rui Magalhaes
      Posted Setembro 12, 2015 at 5:03 pm

      José G., acho que o Aru irá novamente fazer Giro e Vuelta.

    • Kafka I
      Posted Setembro 12, 2015 at 5:16 pm

      Rui Magalhães

      Olha que já vi em alguns sites a menção que o Nibali estaria para ir ao Giro2016, mas nada oficial atenção

    • José G.
      Posted Setembro 12, 2015 at 6:46 pm

      Também li kafka, referem que é para ganhar confiança.. Veremos também do contador já que é a última época dele provavelmente tentará ganhar duas grandes voltas num ano

    • Anónimo
      Posted Setembro 13, 2015 at 12:50 am

      Como já disseram existem rumores de que o Nibali corre o Giro para o ano.

      Saganas

  • NunoR.
    Posted Setembro 12, 2015 at 4:34 pm

    Mais uma etapa para Plaza numa Grande Volta e mais uma etapa para a Lampre (estão a ser, em termos de equipas, uma das maiores surpresas). Percorreu dezenas de quilómetros sozinho, muito boa vitória do espanhol na penúltima etapa da Volta à Espanha. Again, José Gonçalves a bater no poste. Ainda assim, mais um grande resultado para o português, tivesse o grupo perseguidor com ele, o DeMarchi e o Visconti (que pouco depois acabou por ser chamado ao serviço para ajudar o Quintana), acredito que o português tivesse finalmente vencido uma etapa nesta Vuelta – merecia, sem dúvida alguma, mas espero que os organizadores da prova tenham estado atentos a tudo isto e lhe possam dar o prémio de Mais Combativo da Vuelta a España 2015!

    O Nelson Oliveira quase voltou a fazer novo top10, ele que tinha dito que iria tentar levar esta etapa mais tranquilamente, mas ainda bem que entrou na fuga e voltou a fazer mais uma boa etapa. Mas o grande destaque em termos desta prova, no dia de hoje, vai mesmo para a previsível perda da camisola roja por parte do Dumoulin. Mesmo assim, descer de primeiro lugar para o sexto, é algo que deve ter frustrado imenso o holandês. Por tudo o que fez, merecia ter feito pódio. Mas o ciclismo é mesmo assim. O Purito e o Majka aproveitaram bem esta situação e subiram uma posição na geral. Primeiro segundo lugar para o Rodriguez na Vuelta (voltou a não conseguir vencer, tenho pena que assim seja, é daqueles ciclistas que merecia ainda melhor sorte na carreira) e um pódio para o Majka numa Grande Volta, depois da vitória de Contador no Giro. Por falar no Giro d'Itália, referir que o Fábio Aru fez 2.º lugar nessa prova e agora ganha a Vuelta, incrível mesmo, muito bom ano por parte do italiano (veremos com a Astana organizará as coisas para o próximo ano).

    No caso do Tom Dumoulin, é o que dá não ter uma equipa preparada para estas situações (devido a essa inexperiência também não meteram ninguém na fuga para ajudar o holandês caso acontecesse o que está a acontecer agora), visto que a Giant não estaria de certeza a prever que iriam lutar pela classificação geral deste Grand Tour. A Astana, pelo contrário, soube fazer as coisas e foram de grande ajuda (principalmente o Mikel Landa, foi muito importante e notou-se isso pelo abraço que ele e o Aru deram no final) para a vantagem que o grupo do Aru levou para o Dumoulin. Assim, iremos ter o pódio que se previa há uns dias atrás: Aru – Rodriguez – Majka. Destacar o quarto lugar do Quintana, o quinto do Chaves (mais um nome para se considerar quando se falar de favoritos para as futuras Grandes Voltas). Louis Meintjes, sul africano da também sul africana MTN-Qhubeka, a conseguir um muito bom resultado para a sua equipa numa Grande Volta como esta. Um top10 para esta equipa é algo para comemorarem e acredito que possam fazer ainda melhor futuramente.

    Por fim, 18.º lugar na geral individual final para o André Cardoso (continua a ser extremamente regular nestas provas – mas para o próximo ano era bom que conseguisse um top15/top12), 21.º lugar para o Nelson Oliveira (excelente a subida que foi tendo ao longo destes dias), 34.º para o José Gonçalves (outro ciclista que aproveitou bem as fugas para subir na geral), 37.º para o Tiago Machado e 47.º para o Ricardo Vilela. Portanto, todos os portugueses no top50 final, muito bom.

  • NunoR.
    Posted Setembro 12, 2015 at 4:34 pm

    Mais uma jornada, mais uma vitória para o Dortmund e para o Bayern, que já se começam a destacar da concorrência e continuam sem saber o sabor da derrota (e do empate, também) na liga. No jogo do Bayern, novamente muito posse de bola, mas o Augsburgo é que começou melhor, mas deixaram-se perder na segunda parte. O golo da reviravolta é polémico e, mais uma vez, o Bayern a ter o benefício da dúvida para o seu lado nestas situações duvidosas… enfim, é como o Chown disse, são fortes dentro e fora de campo.

    Em relação ao Dortmund, mais um grande jogo e mais uma boa vitória, desta vez na casa do Hannover. Até deu para o Aubameyang fazer um penalty à Panenka. Uma primeira parte algo complicada, mas uma segunda parte onde a qualidade de processos do Dortmund desequilibrou o marcador e acabaram por vencer por 2-4 – mais um jogo com muitos golos para a equipa de Tuchel. Além do ganês, o Mkhitaryan voltou a fazer uma grande exibição, mas, neste jogo, há que dar mais destaque a nova boa exibição por parte do Ginter a lateral direito. De resto, muito boa qualidade ofensiva, como tem sido normal, mas há que melhor um pouco em termos defensivos. Ainda assim, é mesmo um Dortmund muito melhor em comparação com a época passada. Felizmente que assim é e espero que continuem assim.

  • Tomé Brito
    Posted Setembro 12, 2015 at 6:33 pm

    Bem e à penúltima etapa a minha equipa do Velogames soma que se farta!!! Ruben Plaza vence a etapa, Aru conquista a Vuelta, e Majka fica no pódio!!! Os três na minha equipa… Foi uma bela etapa, com um Plaza à Eddy Merckx!!!

    Espero que o Dortmund continue forte, para haver alguma luta pelo título!!!

  • André Dias
    Posted Setembro 12, 2015 at 6:54 pm

    Não deixa de ser curioso que o defesa do Hannover que faz falta para pénalti e um auto-golo seja parecido com o Dante. Deu gosto ver jogar o Dortmund, ataque dinâmico com todos os jogadores ofensivos a desmarcarem-se da sua posição de origem e com os laterais a apoiar muito bem. Que equipa espectacular a trocar a bola e a chegar a uma situação de golo sem grandes rodeios, jogam bem e bonito.

    Quanto ao Bayern, com aquela equipa e treinador pede-se mais do que uma vitória arrancada a ferros e da forma que foi.

  • joao
    Posted Setembro 12, 2015 at 10:35 pm

    A afirmação que o desporto pode ser cruel nunca foi tão verdadeira. Estava a torcer pelo Dumoulin porque foi aquele que mais surpreendeu e parecia uma daquelas histórias fantásticas do desporto. Depois de perder a vermelha ver que nem um top 5 iria conseguir deve ser pesado.
    E ele referiu que na descida mesmo que tivesse apanhado o grupo provavelmente perderia a vuelta na mesma. No entanto se calhar não teria perdido o pódio ou pelo menos faria o top 5 de certeza. E ele esteve perto de reentrar mas foi a altura que um dos astana parou no grupo da frente para ir puxar o resto da descida para o aru e arrebentou com qualquer hipótese. Fiquei com pena. E aqui viu-se a importância de ter equipa. Se calhar não ganhava mas era gajo para ficar no pódio.
    Mas o Dumoulin deve encarar isto não como o fim mas como o principio. Se orientar o seu treino nessa direcção é rapaz para começar a lutar por voltas de 3 semanas percebeu-se que tem capacidade para isso. E seria óptimo para a Giant ter mais um líder para alem do barguil. Mas precisa de juntar alguém ao Geschke
    para ajudar na montanha. Se calhar estará na altura de optar só por um grande sprinter não sei. E já agora entre o Kittel e o Degenkolb não faria a mínima ideia de por quem optar. Se é verdade que o Kittel é o melhor spirnter e garante muitas vitórias o Degenkolb é muito mais todo o terreno e ganha também nas clássicas.
    Quanto ao Dumoulin parece que o Giro terá 3 contra relógios. Não sei se ele conseguirá treinar para ter estofo para as montanhas do giro mas pode ser essa a continuação

  • Anónimo
    Posted Setembro 13, 2015 at 1:23 am

    Tive oportunidade de ver quase todas as etapas, umas 16 ou 17, as 2 últimas horas assistia sempre, pouco se passou na maior parte delas, na maior parte se visse apenas os últimos 5 kms era igual, hoje que só pude ver uma espécie de resumo apeteceu ao pelotão jogar aos ciclistas.
    A escapada do Plaza é daquelas que ficam na memória, sozinho, valente com mais de 2 horas de pedal pela frente.
    Sempre achei o Aru ambicioso e ciclista de ataque e hoje mostrou-o, mas não foi o único, todos os homens da frente a darem a cara, seja atacando, seja defendendo.
    Um erro crasso da Giant em não filtrar ninguém na escapada, enquanto os seus rivais o fizeram.
    Não concordo que o Dumoulin tenha "rebentado" hoje, ele sobreviveu ao ataque do Aru, esteve para alcançá-lo até que apareceram os homens da Astana e aí não teve hipótese, não acho que tenha falhado hoje só que não é fácil lutar contra todos. Se o Dumoulin tem chegado à frente poderia perder a Vuelta na mesma, mas o pódio certamente não.
    Por um lado Dumoulin pode estar desagradado com a equipa por não ter um prémio maior, o maior de todos até, no outro lado está Aru, que sem Landa e Leon Sanchéz dificilmente teria ganho a Vuelta.
    Não me lembro de um ciclista ganhar uma Grande sem protecção da equipa e ainda não foi desta.
    Olhando para o que foi a Vuelta é difícil dizer quem realmente era o mais forte que é o costume nas Grandes, que no final os mais fortes prevaleçam, neste caso o Aru não foi regular, nem ele nem ninguém, mas fico com a impressão de que o homem mais forte era realmente o holandês.
    Queria frisar algo, se querem ver etapas épicas como hoje a solução não é por um final extremamente duro, pois obrigam os ciclistas a guardar forças e a recear o final, usem grandes subidas como subidas de passagem e façam mais finais em descida ou em subidas não tão duras, é a minha opinião.

    Saganas

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