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Eriksen já teve alta hospitalar

Agora a dúvida é perceber se irá voltar a competir ao mais alto nível.

A Federação Dinamarquesa informou que Christian Eriksen foi operado com sucesso e já teve alta hospitalar. Recorde-se que foi colocado um cardiodesfibrilador interno no coração do médio do Inter, para controlar a arritmia cardíaca, sendo que o dinamarquês irá ser submetido a vários exames daqui a quatro ou cinco semanas, altura em que será possível perceber se a utilização do desfibrilhador será temporária ou para toda a vida. Na segunda opção, está fora de hipótese a possibilidade de voltar a jogar ao mais alto nível.

11 Comentários

  • Kacal
    Posted Junho 20, 2021 at 2:00 am

    É oficial que o pior já passou e podemos respirar de alivio, grande Eriksen! Desejo-lhe muita força neste momento e que seja feliz. O importante agora é tratar do problema e analisar a fundo. Viver a sua vida tranquilamente e aproveitá-la com a sua familia. O futebol passa para 2º plano e falando por mim, no caso dele não voltaria a competir, acho demasiado arriscado. Mas isto sou eu falando de fora, ele lá saberá adorava vê-lo jogar novamente mas é preferível que acabe e desfrute da vida! Força Eriksen!

  • coach407
    Posted Junho 18, 2021 at 6:28 pm

    Acho um bocado estranho falar-se na possibilidade de voltar a competir. Parece-me completamente impossível ele passar nos exames médicos desportivos necessários para competir profissionalmente.

    • Abbas
      Posted Junho 18, 2021 at 9:10 pm

      Uma questão que gostava de ver respondida era exatamente essa: se alguém voltou a competir após uma PCR. Sei que o Lamarcus Aldridge competiu imensos anos com Wolff-Parkinson-White, mas não sei se alguma vez teve PCR (em jogo, não teve). Diria que será uma decisão sempre individualizada, até por serem casos raros não há uma decisão standard. O mais provável é que não volte a jogar, tendo até em conta o que o Eriksen já amealhou, mas se a vontade dele for competir talvez seja possível.

    • Goncalo Silva
      Posted Junho 18, 2021 at 6:41 pm

      Do que percebi, depende da possibilidade do desfribilhador vir a ser permanente ou temporário. Se for permanente não há qualquer hipótese, já que este se desfazia com uma pancada mais forte no peito.
      Se for temporário, ele tira-o e pode haver a possibilidade de jogar, até porque como já deram a entender não parecem haver quaisquer sinais de algum problema cardíaco no jogador.
      Parece que dentro de algum tempo (cerca de um mês) irão analisar se o desfibrilhador fica ou não com base nos resultados do mês.
      Mas lá está, isto foi o que ouvi dizer, mas faço ideia se faz ou não sentido ou se a análise é ou não fundamentada.

      • RuiGomes
        Posted Junho 18, 2021 at 11:04 pm

        Em termos clinicos, assim que existe indicaçao para implantar um ICD, este é permanente. Nao existem ICDs temporarios, e no caso dele nem fazia sentido ser temporario, uma vez que teve uma paragem cardiaca em que a causa é desconhecida e ao que sabemos nao reversivel (o que é class I em termos de indicaçoes para estes devices).
        Os facto de todos os exames virem normais ainda dá mais força à necessidade do ICD para a vida toda, pois aponta mais para canalopatias cardiacas (que sao dificilmente curaveis) e nao doença estrutural do coraçao (potencialmente curavel).

        Focando no futuro e considerando a pratica de desporto nesta populaçao especifica, o facto de ter um desfibrilhador torna tudo muito mais seguro, permitindo a terapia necessaria no caso de haver outro evento.
        Admito que nao sei as regras relativas à alta competiçao e ao futebol/FIFA neste caso, mas do ponto de vista clinico seria absurdo eles nao deixarem o Erikssen jogar por ter ICD, e so o deixarem jogar se o ICD for “removido”.

        Sei que o Blind tem um S-ICD e joga, portanto nao vejo razao para o Eriksen nao poder fazer o mesmo.

        • Goncalo Silva
          Posted Junho 19, 2021 at 6:58 am

          Rui Gomes,

          Agradeço o esclarecimento, realmente isso é um pouco diferente do que tenho lido mas sinceramente parece-me ser o que faz mais sentido. Eu adoro o jogador, mas o melhor será não voltar aos relvados precisamente pelo desconhecimento da causa para o ataque. No caso de Blind acho que se chegou a saber o que tinha acontecido, e mesmo assim joga, vamos ver.

      • Abbas
        Posted Junho 18, 2021 at 9:12 pm

        Tens razão. Pesquisei agora e todos os atletas com CDI estão excluídos de praticar disposto de intensidade média-alta. O Eriksen não voltará a competir.

      • JJoker
        Posted Junho 18, 2021 at 7:12 pm

        Não estou a ver nenhuma companhia de seguros aceitar fazer uma apólice depois disto, nem nenhum médico a meter o seu nome no certificado que teria de estar associado à mesma.
        É tempo de ele se focar na vida, isso é o mais importante.

      • coach407
        Posted Junho 18, 2021 at 6:46 pm

        É mais: com desfibrilhador não joga de certeza. Sem… vamos ver.

        Houve algum jogador que teve uma paragem cardíaca e voltou a competir?

        Que os testes não identificam nenhum problema cardíaco ok, mas também não indicaram antes e o homem quase morria em campo. Não me lembro mesmo de nenhum caso que tenha voltado a competir, mas é capaz de existir senão isto nem era assunto…

        • Pedro Miguel S.M. Rodrigues
          Posted Junho 18, 2021 at 7:27 pm

          Blind da Holanda se não me engano joga com algo parecido com o que colocaram no Eriksen.

          Não tenho a certeza absoluta mas quer na BBC quer na ITV referiram várias vezes que o Blind teve mais do que um susto e então tem um dispositivo qualquer mas não sou médico ou assim por isso posso ter entendido mal.

          Não obstante não o vejo a continuar a carreira infelizmente. Se bem que a medicina hoje em dia consegue milagres, infelizmente não sei se neste caso será possível…

          • Deco10
            Posted Junho 18, 2021 at 7:54 pm

            Sim, o Blind joga com um aparelho no coração, ele próprio no final do jogo disse que a situação lhe afetou imenso por já ter passado por sustos parecidos e por ter de jogar com o aparelho.

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