Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Ex-FC Porto confessa: «Não era feliz no futebol, é um mundo cheio de m…»

vtPablo Osvaldo, que na época passada representou o FC Porto, abandonou o futebol no último Verão para se dedicar à música, e não se mostra arrependido, até por tudo o que envolve a modalidade. “Entendi, sobretudo nos últimos dois anos, que o ambiente não me fazia bem. Estava a passar mal, estava a passar mal a minha família. Não tenho qualquer problema em falar disso, deu-me tudo na vida e foi uma das minhas grandes paixões. Encantava-me jogar, ainda mais com a camisola do Boca Juniors, o clube do meu coração. Ganha-se muito dinheiro mas isso não é o mais importante, disse o antigo jogador de apenas 30 anos numa entrevista à Fox Sports. “Nos últimos tempos não estava bem. Livrei-me um pouco de toda essa m#%#%. Quando digo isto não é sobre jogar futebol, eu adoro jogar futebol. É o resto”, acrescentou o ítalo-argentino.

3 Comentários

  • Kacal
    Posted Novembro 22, 2016 at 3:53 pm

    Dinheiro é importante, não compramos nada sem ele e quem disser o contrário está a ser hipócrita. No entanto, não considero que seja o mais importante, aí são as pessoas e a nossa felicidade, hoje em dia as pessoas ficam para último plano e já não há aquele sentimento de gostar de alguém pelo que ela é, puramente, nem que ele seja um pobretanas e ande toda rota ou seja diferente, mas eu vejo as coisas assim e tento seguir esse caminho. Isto para dizer que o Osvaldo deve fazer aquilo que o faz feliz, assim como todos nós, se no futebol não se sentia bem e dava para ver que não tinha a cabeça no futebol, então fez bem em abandonar e seguir o seu caminho, caminho esse que é a música.

  • Ricardo Ricard
    Posted Novembro 22, 2016 at 2:13 am

    Deus dá nozes a quem não tem dentes…às vezes faz mesmo sentido…

  • Ricardo
    Posted Novembro 22, 2016 at 2:06 am

    Toda a felicidade a Pablo Osvaldo. E independentemente de o dinheiro que ele deve ter juntado ter tornado a decisão mais fácil, o certo é que, por muito cliché que isso seja, a felicidade deve ser a prioridade das pessoas. Se isso implicar ganhar um pouco menos de dinheiro, seja! A sabedoria popular costuma estar certa e o dinheiro não traz felicidade.
    Posto isto, não é como se o mundo da música não tivesse, ele próprio, as suas m#%#%#% muito particulares. :) Os paralelos entre os agentes de jogadores e os managers de bandas são fáceis de desenhar, assim como entre as Direções dos clubes e os executivos das editoras e das promotoras de eventos.

Deixa um comentário