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Extremo de 18 anos titular na ‘manita’ de Inglaterra; França também goleia; Ucrânia passa no Luxemburgo com autogolo aos 90′

Hudson-Odoi, que ainda nem se estreou a titular na Premier League, foi aposta de início de Southgate (também Declan Rice mereceu a confiança do seleccionador) e a Inglaterra chegou aos 10 golos em apenas 2 desafios, com Sterling (1 golo e 2 assistências) a estar novamente em destaque. Já a França prossegue a campanha tranquila, tendo alcançado nova goleada com o mesmo XI que há 3 dias derrotou a Moldávia.

Dois jogos, duas vitórias para a Inglaterra. Na sempre difícil deslocação a Montenegro, a selecção dos Três Leões superou a equipa local, por 5-1, chegando aos 10 golos na fase de qualificação para o Euro 2020. Apesar das novidades no XI inicial (Danny Rose, Declan Rice, Ross Barkley e Hudson-Odoi passaram do banco para a titularidade), a turma de Southgate foi capaz de superar, com classe, os montenegrinos, que até inauguraram o marcador (Vesovic, aos 17′, marcou). Ainda na primeira parte Keane e Barkley colocaram os britânicos na frente e, no segundo tempo, o mesmo Barkley, Harry Kane e Sterling confirmariam a goleada, num grupo em que Kosovo e Bulgária não foram além de um igualdade (1-1). Também a França somou o segundo triunfo consecutivo, desta feita sobre a Islândia (4-0). A jogarem em casa, e sem qualquer alteração no sistema táctico face ao último confronto, os gauleses não tiveram dificuldades de maior, vencendo com os golos de Umtiti (aos 12′), Giroud (68′), Mbappé (78′) e Griezmann (84′). Ainda no grupo H, a Albânia levou a melhor sobre Andorra (3-0), beneficiando dos tentos de Sadiku, Balaj e Abrashi, ao passo que a Turquia despachou a Moldávia (4-0), tendo tido em Tosun, que bisou, a principal figura. Por fim, a Ucrânia necessitou de um autogolo de Gerson Rodrigues, aos 90′, para triunfar no Luxemburgo (2-1). A selecção da casa até esteve na frente do marcador, graças a um golo de Turpel, mas Tsyngankov, aos 40′, empataria, um resultado que só seria desfeito bem perto do final.

António Hess
Author: António Hess

8 Comentários

  • E o que temos
    Posted Março 25, 2019 at 10:41 pm

    Só de pensar que podiamos estar a jogar alguma coisa semelhante e assistimos a esta pobreza.

  • Rodrigo Ferreira
    Posted Março 25, 2019 at 10:43 pm

    Estas diagonais do Hudson-Odoi são fantásticas. A Inglaterra está com uma grande geração e é a selecção que melhor joga a par da Holanda como tenho dito. 2 goleadas a abrir, impressionante. Nota para o Barkley também, que passou um período complicado, mas está de volta ao melhor nível.

  • Antonio Clismo
    Posted Março 25, 2019 at 11:37 pm

    Inglaterra e França serão facilmente as selecção que vão dominar a próxima década no futebol Mundial.

    Grande investimento, todos os clubes investem forte na formação e tiram dividendos daí. Todas as semanas são lançados jovens talentos com facilidade e regularidade. O resultado? Talvez as melhores gerações de sempre de ambos os países a serem criadas.

  • paulosousaw
    Posted Março 25, 2019 at 11:46 pm

    Incrível o salto qualitativo da seleção Luxemburguesa, passou de uma equipa em que jogava para levar o menos possível, para uma equipa que se bate bem contra equipas de segunda linha e que ganha sistematicamente a equipas mais frágeis europeias .
    Não é por acaso que ainda esta temporada o Dudelange chegou á fase de grupos da Liga Europa .

  • Khal Drogo
    Posted Março 26, 2019 at 8:33 am

    Praticamente todas as seleções de primeira e segunda linha limpam com facilidade estas qualificações, com boas exibições e goleadas. E nós andamos cá nisto. Só com o Scolari no apuramento para 2006 é que senti que a nossa Seleção era efetivamente de topo.

  • RodolfoTrindade
    Posted Março 26, 2019 at 9:58 am

    Está a jogar muito em Inglaterra… também a França vai mostrando a sua força…

  • rmatos24
    Posted Março 26, 2019 at 10:06 am

    Inglaterra a mostrar que esta geração vai dar que falar. No último mundial já fizeram uma gracinha e o futuro parece risonho. Veremos se conseguirão ultrapassar os momentos das grandes decisões, onde habitualmente acabam por ceder, mas a amostra do último mundial augura um futuro positivo. Pelo menos, nestas fases de qualificação vão passeando com naturalidade, tal como a França e a maioria das seleções ditas poderosas. Já nós, campeões da Europa, gerações de grande qualidade… andamos nisto. Respeitando a Ucrânia e a Sérvia, equipas com bons elencos, empatar em casa estes dois jogos foi algo bastante negativo. Tudo bem, poderíamos muito bem ter ganho, mas temos vários períodos do jogo em que não sabemos o que fazer, jogadores que parecem deslocados das posições, muitos a quererem resolver sozinhos… A correr atrás do prejuízo, foi tudo demasiado atabalhoado, à semelhança do que vem acontecendo sobre o leme de Fernando Santos. O melhor futebol praticado na gestão do Engenheiro foi na Liga das Nações, mas parece que ficou aí confinado.

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