A seca do FC Porto já era longa e Pinto da Costa decidiu rasgar os papéis novamente. Depois de experiências falhadas com Lopetegui e José Peseiro, Nuno Espírito Santo também não conseguiu conquistar qualquer título e abandonou o Dragão. Entrava Sérgio Conceição, outra referência do clube enquanto jogador e que, após várias experiências em diferentes realidades (Standard Liège, Olhanense, Académica, SC Braga, Vitória SC e Nantes), dizia-se pronto para este desafio. Não era fácil, uma vez que neste plantel eram poucos os jogadores com cultura de vitória e também porque sabia que o capital para investir era praticamente nulo, em face das restrições do fair-play financeiro. Não houve problema, Sérgio não virou a cara à luta e chamou todos os elementos com contrato. Sem surpresa, activos como Ricardo Pereira e Aboubakar foram aproveitados, ao passo que outros menos esperados como Marega, Sérgio Oliveira, Reyes e Hernâni também mereceram a sua confiança. O único reforço até meio do ano foi mesmo Vaná e praticamente não contou. Rapidamente se construiu uma equipa forte e coesa, que assumiu a liderança da Liga desde muito cedo e conseguiu atingir os oitavos da Champions, onde esbarrou no finalista Liverpool. Nessa fase já tinham os Azul e Brancos ido ao mercado, recuperando Gonçalo Paciência e recrutando Osorio, Waris e Paulinho. O comprometimento era notório, mesmo daqueles em fim de contrato (Reyes, Maxi, Aboubakar, Marcano e Casillas) e Sérgio tinha o balneário na mão, como comprovam os casos de Soares, Óliver e Casillas. Pelo meio perdeu-se Danilo, um dos pilares, mas mais uma vez a turma uniu-se e soube dar a volta, com Herrera a subir de nível e o surpreendente Sérgio Oliveira a assumir-se como titular. Além de Oliveira, foram muitos os elementos potenciados por Conceição, nomeadamente Marega, o melhor marcador da equipa no campeonato, enquanto outros como Brahimi, Herrera e Ricardo ganharam uma nova vida no Dragão. Apesar da incerteza até perto do fim, o FC Porto confirmaria mesmo o título de campeão nacional, um campeonato amplamente desejado e que coloca fim ao jejum de cinco anos, sendo ainda o melhor ataque e a melhor defesa da competição. Já nas Taças os Dragões acabaram por esbarrar no Sporting, perdendo, em ambas as competições, nas grandes penalidades e na meia final.
Baliza
Iker Casillas (37 anos, 31 jogos, 2775 minutos) – Começou o ano a titular e terminou-o da mesma forma, mas, surpreendentemente, perdeu o lugar a meio (entre Outubro e Fevereiro alinhou apenas nas Taças). Recuperou o lugar após uma exibição infeliz de Sá e deu a habitual experiência, qualidade e segurança na baliza, confirmando que ainda é o melhor guardião do plantel. Uma referência, sendo que a sua renovação é uma óptima notícia para as hostes azul e brancas.
José Sá (25 anos, 21 jogos, 1845 minutos) – Mais utilizado do que estava à espera provavelmente, num sinal de que Conceição não descarta qualquer opção. Contudo, Sá está longe de ser o elemento ideal para ser o n.º 1 dos Dragões, não oferecendo a segurança necessária. Chegou a ser chamado para a Selecção, mas naturalmente perdeu o lugar e fala-se que pode estar de saída.
Fabiano (30 anos, 1 jogo, 10 minutos) e Vaná (27 anos, 1 jogo, 80 minutos) – Alinharam ambos apenas na última partida, em Guimarães, de modo a serem campeões. Um regresso e um dos reforços, mas que acabaram por não ter oportunidades durante a época. Perante a permanência de Casillas no próximo ano, terão de sair se quiserem jogar mais.
Defesa
Ricardo Pereira (24 anos, 43 jogos, 3563 minutos) – Foi cedido dois anos ao Nice e cresceu imenso como jogador e como lateral, ao ponto de chegar e pegar de estaca. Um lateral rápido, que dá profundidade e que acrescenta critério na frente (não cruza à toa e tem qualidade para jogar tanto por fora como por dentro, contabilizando sete assistências). Defensivamente tem algumas lacunas, mas compensa com a sua agressividade e velocidade. Não foi espectacular, mas foi regular e como prémio, além do título, recebeu a chamada ao Mundial e uma transferência para a Premier League, sendo, por isso, a primeira baixa para a próxima época.
Maxi Pereira (33 anos, 23 jogos, 1635 minutos) – Depois de muitos anos a titular na I Liga, perdeu o lugar para Ricardo, mas manteve-se empenhado e quando foi chamado cumpriu. Um defesa fiável, que conhece a Liga como poucos. Não será surpreendente se renovar.
Diogo Dalot (19 anos, 8 jogos, 588 minutos) – Uma das maiores promessas da formação azul e branca e que teve já algumas oportunidades este ano do lado esquerdo, em face da saída de Layún e da lesão de Alex Telles. Um lateral forte, equilibrado e com técnica, sendo que, devido à saída de Ricardo, pode explodir no próximo ano. Todavia, a sua situação contratual (termina contrato em 2019) ainda é uma preocupação) –
Miguel Layún (29 anos, 14 jogos, 586 minutos) – Depois de uma época de estreia muito positiva, o mexicano perdeu espaço na época passada e este ano a situação manteve-se, sendo cedido em Janeiro ao Sevilha. Um lateral muito forte no capítulo ofensivo, tanto ao nível do cruzamento como no remate, mas que não garante a mesma segurança de Ricardo, Maxi e Telles.
Felipe (29 anos, 44 jogos, 3938 minutos) – Indiscutível de novo, o brasileiro rubricou uma temporada muito regular, formando uma dupla extremamente sólida com Marcano (apenas 10 golos quando actuaram em simultâneo no campeonato). Já havia apresentado um nível interessante com NES e, apesar do excesso de agressividade em determinadas abordagens, é um central fiável, muito forte na marcação e no jogo aéreo (4 golos) e que não compromete na saída de bola. Além disso, tem velocidade para buscar os avançados na profundidade.
Iván Marcano (30 anos, 45 jogos, 4012 minutos) – Um dos capitães e o líder da defensiva azul e branca. Apesar da fragilidade contratual, o espanhol esteve a um grande nível esta temporada, perfeitamente comprometido com o clube e eficaz nas suas acções. De patinho feio a esteio do eixo central da retaguarda, Marcano é importante na saída de bola e destacou-se igualmente pela capacidade nas bolas paradas ofensivas, apontando sete golos que o tornam um dos melhores marcadores da equipa na temporada. Pinto da Costa está a tentar segurar o central de 30 anos a todo o custo, mas não será fácil.
Diego Reyes (25 anos, 24 jogos, 1490 minutos) – Foi o backup da dupla titular e cumpriu quando foi chamado, apontando inclusivamente três golos. Com outra rodagem e experiência, fruto das duas épocas em Espanha, o internacional mexicano está mais forte no jogo aéreo e manteve a habitual velocidade e qualidade na saída de bola. Termina contrato e não é crível que continue, pelo que obrigará a uma ida ao mercado.
Osorio (24 anos, 1 jogo, 72 minutos) – Chegou em Janeiro, mas teve apenas uma partida para se mostrar e que não lhe correu nada bem (derrota no Restelo). No Tondela não esteve a um nível fora do comum, o que tornou a sua aquisição surpreendente (a boa exibição no Dragão terá ajudado), pelo que o que poderá acrescentar no futuro é uma incógnita.
Alex Telles (25 anos, 45 jogos, 4022 minutos) – O melhor lateral do futebol português, na senda de bons laterais esquerdos dos Dragões neste século, e um dos poucos elementos da Liga que pode aspirar a actuar numa formação de topo do futebol europeu. Tão importante nas acções ofensivas da equipa como os avançados foi Telles, o lateral que desequilibra ofensivamente por aquilo que consegue acrescentar no cruzamento e nas bolas paradas (ganhou critério com Sérgio Conceição, já que estava algo “viciado” em cruzar no ano passado), somando 20 assistências (o jogador com mais passes para golo no campeonato, com 13) e 4 golos na época. Além disso, é agressivo (difícil batê-lo no um contra um) e completo a defender, posicionando-se bem e fechando bem por dentro.
Meio-campo
Danilo Pereira (26 anos, 30 jogos, 2434 minutos) – A 100% é um dos indiscutíveis, tendo rubricado uma primeira metade de temporada verdadeiramente excepcional. Capacidade física e de pressão únicas, um raio de acção determinante no modelo de jogo da equipa e muita força nos duelos e no jogo aéreo. Depois lesionou-se e parecia que sem ele nada era possível. A equipa reagiu bem, mas Danilo é daqueles que faz sempre falta. Ainda regressou, mas foi sol de pouca dura e, por isso, perdeu a fase decisiva da época e falhará o Mundial. Deseja-se que regresse revigorado no próximo ano.
Héctor Herrera (28 anos, 42 jogos, 3513 minutos) – Outra das peças basilares dos Azul e Brancos. Começou a temporada como suplente, mas desde que surgiu em Vila do Conde na 4.ª jornada que nunca mais perdeu o lugar. Capitão e um dos elementos do plantel com mais anos de casa, o mexicano, seja a “8” ou como médio mais recuado desde a lesão de Danilo, apresentou um excelente rendimento, evidenciando-se pela capacidade de pressão e recuperação de bola e revelando-se verdadeiramente decisivo na conquista do título ao apontar o golo na Luz. Tido como dispensável outrora e criticado pelos adeptos noutras épocas, Herrera conquistou o seu espaço com o seu profissionalismo e assumiu-se como um dos homens fortes da turma de Sérgio Conceição.
Sérgio Oliveira (25 anos, 27 jogos, 1905 minutos) – A revelação da temporada. Apareceu surpreendentemente a titular no Mónaco, rubricou uma boa exibição e durante algum tempo foi visto como o “jogador dos jogos grandes”, visto que era aposta de Conceição recorrentemente para fortalecer o miolo nesses desafios. Com a lesão de Danilo assumiu-se como titular e realizou uma 2.ª volta de bom nível, ao ponto de se falar na sua ida à Rússia. Após muitos anos marcados pela irregularidade e pela mudança de camisolas, o médio parece estar a estabilizar e subiu na hierarquia do plantel a pulso, oferecendo a sua agressividade, característica que reforçou nos últimos tempos, qualidade de passe e de remate (4 golos).
Óliver Torres (23 anos, 28 jogos, 1540 minutos) – A desilusão do ano. Arrancou a titular ao lado de Danilo, mas rapidamente perdeu o lugar no XI para Herrera e foi aparecendo apenas a espaços. Tem técnica e visão de jogo, mas não parece talhado para as ideias de Conceição, que prefere centrocampistas que circulem mais rápido e mais objectivos na procura do golo. Motivou um investimento avultado (20M), mas terá de pedalar muito para voltar a convencer o treinador.
André André (28 anos, 24 jogos, 989 minutos) – Outra das peças que perdeu espaço progressivamente. É abnegado, mas não possui a qualidade para ser opção regular num candidato ao título. Se ficar no plantel no próximo ano será apenas por ser português.
Paulinho (23 anos, 3 jogos, 127 minutos) – Um dos mistérios do ano. Fez uma 1.ª volta notável em Portimão, sendo mesmo um dos melhores jogadores extra-grandes da Liga, mas, após dar o salto para o Dragão, raramente mereceu oportunidades. Curiosamente, nos três desafios em que actuou a equipa teve dificuldades e em dois deles perdeu pontos (Moreirense e Belenenses), o que não terá ajudado à sua afirmação na equipa. O negócio da sua transferência foi algo caricato, mas ficando no clube é provável que tenha outro peso no próximo ano, visto que possui técnica, criatividade e qualidade de passe e remate para vingar.
Otávio (23 anos, 21 jogos, 1140 minutos) – O próprio admitiu que a temporada não lhe correu bem (as quatro lesões musculares não ajudaram), mas nota-se que é um elemento do agrado do treinador, que já o havia rentabilizado em Guimarães, tendo, por isso, terminado a época a titular. Tem alguma técnica e reage bem à perda de bola, mas é curto para ser titular, tendo beneficiado da irregularidade de Corona.
Ataque
Jesús Corona (25 anos, 41 jogos, 2147 minutos) – Já não é um jovem, mas tarda em confirmar o seu talento. Muita técnica, qualidade no drible e no remate, mas muita irregularidade também (apenas 3 golos e 5 assistências). Não raras vezes foi o primeiro a ser substituído e, apesar do seu talento, é provável que os Dragões procurem outra solução no mercado, uma vez que o mexicano está longe de convencer.
Yacine Brahimi (28 anos, 49 jogos, 3913 minutos) – Após um ano complicado com NES, o mago argelino voltou a ganhar a importância que o seu talento merece e, sem surpresa, foi um dos maiores desequilibradores da equipa, acrescentando a sua técnica, qualidade no transporte, no drible e no passe (10 assistências). Por vezes não dá a melhor sequência aos lances (agarra-se muito a bola e perde-se em fintas na linha), falta-lhe alguma visão e outra assertividade na finalização (marcou 12 golos, alguns de elevado recorte técnico, mas podiam ter sido mais), mas é um diamante e um elemento do qual Conceição sabia que não podia prescindir. Será difícil de segurar, até porque termina contrato em 2019.
Hernâni (26 anos, 19 jogos, 594 minutos) – Conceição integrou-o no plantel, mas, apesar da velocidade, esteve longe de convencer. Falta-lhe técnica e outra capacidade no drible quando lhe encurtam o espaço, pelo que poderá estar na porta de saída.
Majeed Waris (26 anos, 8 jogos, 233 minutos) – Chegou no mercado de Inverno com algum cartel, fruto do que havia feito no Lorient nos dois anos anteriores e que não passou despercebido a Conceição, mas acabou por ser um flop. Tem uma cláusula de compra obrigatória de 6M, mas para já não convenceu, não conseguindo desequilibrar nem marcar qualquer golo.
Moussa Marega (27 anos, 41 jogos, 3322 minutos) – Num ápice passou de patinho feio a herói. Poucos esperavam que o maliano apresentasse este nível (chegou a ser alvo de chacota) e no início da temporada era o n.º 3 do ataque. Contudo, dando seguimento ao que havia feito em Guimarães no ano passado, entrou de rompante na equipa, após a lesão de Soares na 1.ª jornada, e nunca mais saiu. Quando esteve lesionado os Dragões sentiram a sua falta (existia uma certa dependência do maliano), sendo que Marega foi, provavelmente, o jogador mais determinante da equipa este ano. Muita velocidade, potência e capacidade física, mostrando que a ideia de que só poderia alinhar numa equipa que apenas explora o contra-ataque era um erro. 3.º melhor marcador do campeonato com 22 golos e uma temporada em cheio.
Gonçalo Paciência (23 anos, 12 jogos, 243 minutos) – Regressou em Janeiro a casa, após uma primeira metade de época muito positiva em Setúbal (melhor fase da carreira com 11 golos), mas não teve muitas chances e não marcou qualquer golo. Tem porte físico, joga bem de costas e possui um remate fácil e potente, mas não era fácil competir com Marega, Soares e Aboubakar, pelo que o fim do seu empréstimo fez pouco sentido. Veremos se continua, pois tem sido associado a clubes estrangeiros.
Soares (27 anos, 34 jogos, 1703 minutos) – Um tanque. O brasileiro era uma das primeiras opções para o ataque no início, mas lesionou-se na primeira jornada e perdeu o lugar. Viria a terminar o ano a titular, fruto das lesões e menor rendimento de Aboubakar numa fase mais adiantada da época, mas pelo meio passou por mais lesões e ainda protagonizou um episódio com o treinador, que acabou resolvido a bem. Acabou por marcar menos que no ano passado (11 golos), mas teve uma fase fulgurante em Fevereiro (8 golos em 6 desafios) que manteve a equipa lançada para o título. Não é um avançado de topo, mas faz mossa na nossa Liga pela sua agressividade, força nos duelos e pela profundidade que oferece. Nota para as sete assistências.
Vincent Aboubakar (26 anos, 43 jogos, 2969 minutos) – Voltou ao FC Porto e foi determinante na campanha dos Azul e Brancos na Liga e na Champions (5 golos). Durante a primeira metade da temporada apresentou um nível fulgurante, não só ao nível da finalização (no início de Janeiro já tinha 25 golos), mas por aquilo que também oferecia com as suas movimentações, combinações com os companheiros e sem bola. Posteriormente, foi perdendo gás, sofreu uma lesão muscular também e nunca mais apresentou o mesmo rendimento (apenas 1 golo depois de Janeiro), sendo relegado para o banco de suplentes. Renovou em Outubro até 2021, com os Dragões a assegurarem a restante parte do seu passe (7,2M que se juntam aos 4M iniciais), e é, sem dúvida, uma mais-valia para o grupo.
Neste sentido, apesar das dificuldades financeiras, o maior objectivo foi alcançado e Conceição mostrou ser o homem certo para guiar a formação da Invicta. No próximo ano, revalidar o título de campeão nacional voltará a ser o objectivo principal, sendo que a forte receita da Champions poderá permitir outro fulgor a nível financeiro. Não é crível que o investimento seja avultado, deverão existir saídas além de Ricardo, mas existirá outra margem negocial seguramente. Além do título, igualar, no mínimo, a prestação na Europa será importante, assim como melhorar o desempenho nas Taças.
Pontos Negativos: Queda nas Taças, sendo que na Taça de Portugal deu a ideia que os Dragões poderiam ter feito mais em Alvalade; Estranha dependência de Marega.
O que é necessário corrigir: Brahimi é o único que acrescenta criatividade (Corona foi muito irregular) e, por isso, seria recomendável encontrar mais desequilibradores; Melhorar em ataque organizado, visto que algumas vezes a tal dependência das investidas de Marega ou das bolas paradas de Alex Telles foi evidente.
MVP: Marega
Desilusão: Óliver Torres
Flop: Waris
Rodrigo Ferreira


13 Comentários
De Carvalho
O mercado do PORTO pode ser bastante interessante.
Vender
Fabiano: jogador com muita qualidade e bem visto internacionalmente, pode dar uns bons trocos
Ricardo(já foi)
Layun: boa integração no sevilha, pode render uns bons milhões
Maxi: Apesar da importancia que parece ter no plantel, recebe muito dinheiro para ser suplente.
Andre Andre: só fica se o porto necessitar de tugas. bruno costa pode fazer o lugar dele.
Corona: já esgotou todos os creditos que tinha no dragão. Vender é a melhor solução.
Brahimi: um craque que se aparecer uma excelente proposta tem de ser considerada.
HErnani: nem para banco serviu.
Waris: Nunca percebi o que veio fazer.
Abuba: tal como brahimi pode dar um excelente lucro permitindo por exemplo ficar com marega no plantel(nunca pensei dizer isto)
Resgatar
Mikel e chidiozie
Contratar:
Rafa Soares
2 extremos ( Nakagima era espetacular )
T. Pinto13
O Marega esteve endiabrado este ano…
MiguelF
Para além do Ricardo ainda vão haver outras saídas no FC Porto. É preciso vender e também será preciso contratar mas com critério.
Sinceramente acho que Brahimi vai sair neste mercado de transferências e Marcano também (fim de contrato). Fora os jogadores que foram emprestados e vão render dinheiro, como por exemplo Boly e Layun.
Sendo assim é preciso ir buscar jogadores para as posições essenciais.
Guarda-Redes – Iker deve manter a titularidade, José Sá é para emprestar ou vender, entre Vana e Fabiano algum ficará como alternativa outro não. O 3° Guarda-Redes deveria ser o Diogo Costa da B, que tem muito potencial e pode aprender com Iker.
Centrais – terá de chegar um central caso o Marcano saia, e acredito que os outros 3 centrais serão Felipe, Chidozie e Osorio (este para mim deveria ser emprestado subindo o Diogo Leite).
Laterais – é urgente renovar com Dalot, Maxi deve ser a alternativa. Telles espero que continue e faria regressar o Rafa Soares para alternativa.
Medio defensivo – Danilo continua porque se lesionou (se não acontecesse e tivesse continuado ao mesmo nível de certeza que iria ser vendido) e espero que recupere rapidamente. Mikel deve ser a alternativa (por mim não tinha sido emprestado este ano).
Medio-centro – se Herrera não for vendido é o dono do lugar, Sérgio Oliveira é alternativa. Oliver, que na minha opinião tem muita qualidade não sei se irá permanecer (mal jogou e já se sabe que Sérgio Conceição não explora muito os criativos). André André deveria sair (mas não sei se sai) e vir alguém no seu lugar, seja um reforço ou o regresso de João Carlos Teixeira (que também não deve ser opção para SC)
Extremos – uma das posições que para mim é preciso reforçar. Brahimi acho que vai ser vendido, Corona tem qualidade mas faz 1 bom jogo e 5 maus. Por mim comprava-se o Nakajima ao Portimonense e emprestava-se a equipa de Portimão o Paulinho (que ainda mal foi utilizado) e mais 1 jogador (André Pereira ou Galeno). Depois fica a faltar mais 1 extremo.
Avançados – se alguém sair é preciso reforços senão é manter Marega, Aboubakar, Soares e entre Waris e Gonçalo Paciência algum terá de sair.
RodolfoTrindade
Gosto muito destes post´s!!!! Excelente Rodrigo.
Percebes o nível da nossa liga quando este plantel é campeão.
Muito mérito para o FCP e Sérgio Conceição, mas ainda mais desmérito de LFV e RV e do Sporting.
AngeloGJ
Com SC e o FCP ainda debaixo do jugo da UEFA pouco se pode especular acerca do que será o FCP na próxima época, SC deu uma entrevista de 8 páginas ao OJogo(ontem) muito interessante, onde abordou vários temas e dois deles(os mais interessantes para esta conversa questão), 1. foi a necessidade do FCP melhor a sua capacidade de scouting dizendo que o FCP tem se aproveitar bem melhor certos mercados e ter um papel mais activo no scouting (acho que isso mostra que SC entende que o scouting atual é fraco, como eu a muito tempo venho dizendo), 2. Que o FCP tem de começar a monitor ar de perto os jogadores que empresta, aparantemente o que estava a se feito antes de SC era que os jogadores iam emprestados e ninguém do clube os contactava no sentido de saber como estavam antes progredir, se estivessem a fazer boas épocas ninguém lhes visitava mo sentido de os motivar para voltar e resumindo os jogos que acompanhavam dos emprestados eram quase nulos, o que mostra bem o que era o FCP antes de SC. Dito isto, parece me que na próxima época ainda teremos uma aposta em jogadores regressados de empréstimo e uma aposta em mercados que o FCP outrora pouco ou nada explorou e já que se falou no que se falta melhorar eu acredito tambem que passa por:
1. Manter a dimensão física mas aumentar a qualidade técnica.
2. Diversificar o modelo de jogo trazendo jogadores capazes de desequilibrar e criar para o resto da equipa diminuindo a dependência no Marega.
3. Consolidar o processo defensivo da equipa e aprimorar o envolvimento da defesa no jogo ofensivo da equipa
Nesse sentido deixo aqui analisando o mercado aqueles que julgo serem boas opções de mercado para o FCP melhorar o seu plantel:
Laterais: DD – Caso Maxi saia (pessoalmente espero que seja assim) Bruno Peres da Roma (o jogador é considerado prescindivel) seria um reforço de peso para este FCP subir um patamar, DE – para suplente de Alex Telles gostava de ver a aposta num jogador português com experiência e qualidade ou com potencial real para dar cartas no FCP nesse sentido boas opções seriam:
Antunes (torna se um jogador livre próximo mês) Pedro Rebocho (custou 250k ao Guingamp mas não é titular lá, ainda assim tem bastante qualidade e seria um excelente suplente, seria um jogador para SC potenciar). ps: Rafa Soares ja não é jogador do FCP.
Centrais: O regresso de Chidozie parece me estar garantido, e pela entrevista de SC, Osório terá nova oportunidade na pre-epoca, sobram Felipe, e as duvidas da permanência de Reyes e Marcano, nesse sentido caso os dois saiam uma boa aposta poderia passar por:
Pezzella (emprestado pelo Betis a Fiorentina, um central que faz lembrar o Otamendi na forma de jogar mas com a vantagem de ser mais alto, julgo inclusive ser melhor do que Marcano e caso a Fiorentina não avance para a sua contratação(parece que não) esta aqui um jogador experiente para fazer dupla com Felipe).
Rodrigo Caio (diz se no Brasil que é talvez o melhor central que por lá anda neste momento, está em litígio com o São Paulo(que prometeu que não dificultaria a sua saida) clube que curiosamente ainda deve alguns milhões ao FCP, não tem experiência de Europa mas é um jogador de muita qualidade.
Médios: Será também uma incógnita, SC disse que irá avaliar emprestados(Mikel e Omar Govea) e que os que vieram em Janeiro teriam oportunidades na pre-epoca(Paulinho), não é uma certeza que fiquem mas serão avaliados, caso não fiquem e o FCP olhe para o mercado para substituir alguém que sair boas opções seriam:
Bissouma (MD/MC, Lille)
Adrian Tameze (MD/MC, Nice)
Lucas Evangelista (MC, Udinese)
Mateus Uribe (MC, América)
Xeka (MC, Lille)
Extremos: Posição mais fraca do plantel e que precisa de um claro upgrade, como adepto espero a saída de quase todos os elementos neste sector(Brahimi e Hernâni), e segundo as palavras de SC a aposta em Waris pelo menos para a pré época é para manter (não sei até que ponto não está arrependido), mas são precisos reforços sérios para essa posição e boas soluções poderiam passar por :
Quaresma, (muitos experts dizem ser um jogador conflituoso e que a caminho dos 35 anos já não acrescenta nada ao futebol, aos que dizem isso, sugiro ver as entrevistas do Helton e outros portistas que partilharam balneário com o “cigano” e ver os jogos do Quaresma no Besiktas, a vejam se acrescenta ou não).
Nakajima
Kenedy (Chelsea)
Avançados:
Podem sair muitos(2) como pode não sair ninguém, é esperar para ver mas caso saia alguém:
Chang Kwon é o jogador certo.
Khal Drogo
Nota ainda para Galeno (3 jogos), André Pereira (2 jogos), Bruno Costa (1 jogo), Luizão (1 jogo) e Jorge Fernandes (1 jogo), que também participaram na época oficial da equipa principal.
Vespas
Época péssima do Corona que tem muito futebol nos pés, acho-o inclusive superior ao Brahimi mas este ano passou ao lado.
Acho que o Rafa pode regressar ao Porto, para suplente do Telles serve. Falta perceber quem vai fazer dupla com o Felipe, se um jogador que é do Porto ou se uma contratação.
De resto era vender o Marega (dificilmente vai valer tanto para o ano) e Brahimi (acaba contrato) e contratar um extremo . Waris e Paulinho acho que ainda podem dar muito ao clube.
luisantos8
O Porto precisa urgentemente de um extremo direito de qualidade, com credenciais para ser um indiscutível naquele lado. Ainda sonho com Pavón.
Ze Maria
Um grande plantel este do Porto. Estou claramente indeciso entre quem apontar ao título já próxima época, a equipa do Benfica também é muito boa.
Veremos como estará Marega e sobretudo, quem será o ponta de lança do Porto.
SP
Judge_Dredd
Grande plantel onde???
Se este é um grande plantel nem imagino como se classificaria o plantel do AVB à 7 anos atrás.
Para o nivel FCP este é um plantel relativamente fraco, com poucos jogadores superlativos onde a componente tecnica é inferior a outros planteis que o FCP já teve.
O FCP é campeao por causa da competencia do seu treinador que fez um trabalho soberbo
Ze Maria
SP=SL como é óbvio enganei-me.
El Pipito
O mercado fecha dia 1 de setembro e ainda estamos em Maio.
Não percebo como estás indeciso quando tanto o Benfica como o Porto ainda podem fazer aquisições/vendas na janela de transferências…
Ze Maria
É evidente que falo ao dia de hoje.
Nunca se sabe se o Messi ou o Ronaldo assinam pelo Tondela e talvez mude de opinião.