Fabio Baldé, Noah Saviolo e Mateus Mané passaram a integrar as seleções jovens de Portugal e Luís Freire, no canal 11, revelou que a FPF está a investir na prospecção de jogadores com dupla nacionalidade.
Luís Freire fala sobre a identificação de jogadores com dupla nacionalidade como Fabio Baldé, Noah Saviolo, Mateus Mané:
🗣️ “Foi uma aposta a criação de um gabinete de inteligência mais robusto e orientado para a identificação deste tipo de jogador.” pic.twitter.com/pTgXHI5ODZ
— Canal 11 (@Canal_11Oficial) April 9, 2026


4 Comentários
Um Jasomp
Com tão escassa aposta na formação e no jogador nacional que se vê em Portugal, só pode ser este caminho.
Quem tem dupla nacionalidade, é tão português como quem só tem a portuguesa.
Antonio Clismo II
Para travar a “fuga” de talentos e garantir que Portugal continua no topo, a FPF precisa de ser mais do que uma federação como qualquer outra e tem que se assumir como uma Universidade de Alto Rendimento. Numa era onde a fisicalidade e o QI Futebolístico são tão determinantes quanto a técnica, a estrutura técnica tem de ser uma “escada” de competências científicas.
Eu acho que deveria haver uma revolução nos quadros técnicos das seleções jovens em Portugal:
Sub-15 (O Laboratório): João Plantier / Tiago Capaz. Foco na alfabetização tática e nos fundamentos teóricos. Ensinar a “pensar” o jogo antes de o executar.
Sub-16 (A Transição): Luís Araújo. A introdução ao rigor e aos hábitos do futebol profissional.
Sub-17 (A Triagem): Rúben Teles. O primeiro grande choque de competição oficial e rendimento sob pressão.
Sub-18 (O Polimento): Filipe Celikkaya. Versatilidade tática e intensidade física de elite.
Sub-19 (O Grupo): Bino. Gestão de egos, dinâmica de balneário e maturidade em torneios curtos.
Sub-20 (O Choque de Realidade): Jorge Maciel. Trazendo a experiência de Lyon e Lille para forjar o caráter e a especialização mental necessária para o futebol sénior.
Sub-21 (A Antevisão): Luís Freire. O patamar final de rendimento máximo antes do salto para a Seleção A.
Antonio Clismo II
Também não vi ninguém vir a público falar do despedimento do maior tacho de sempre na FPF, o José Couceiro que deixou de fazer parte da estrtura da FPF (pouco ou nada fez enquanto lá esteve). A mesma FPF que deixou fugir o Joaquim Milheiro, um dos melhores coordenadores e profissionais na formação atualmente em Portugal…
Antonio Clismo II
A mesma federação que deixou fugir o Kevin Pinto para os sub20 de Inglaterra, Daniel dos Santos (Suiça) e o Diego Moreira para a Bélgica?
Mas uma coisa é convencer (os atletas costumam tomar estas decisões por pura opção e carreira ($$$) e muitas vezes saltam do barco à primeira adversidade (Fábio Carvalho).
Mais importante do que convencer jogadores com passaporte português, é saber criar ambientes de meritocracia, nível, responsabilidade que promova o desenvolvimento dos jogadores a todos os níveis, especialmente o mental e social, porque a questão tecnico-tática vem é da responsabilidade dos clubes.
Já passou uma semana e ainda não vi ninguém da FPF a vir a terreiro dizer o que quer que fosse sobre o debacle das seleções jovens este ano que conseguiram a proeza de não se qualificar para os europeus da categoria (sub17 e sub19) o que impossibilita a presença nos respetivos mundiais posteriormente. A seleção de sub17 conseguiu a proeza de perder os 3 jogos na ronda de elite (até contra a Islandia perderam…) Filipe Ramos e Emílio Peixe não têm condições para continuar nos quadros da FPF, que precisa de profissionalizar estas seleções jovens… qual o sentido os sub15 do João Santos andarem a convocar 72 atletas na última convocatória?? É para agradar as Federações Distritais? Para agradar os 5 clubes que controlam os votos na FPF e por consequinte controlam as seleções jovens em Portugal (Sporting, Porto, Benfica, Braga e Vit. Guimarães)…