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FIFA: Os clubes só poderão emprestar um máximo de oito jogadores a partir da próxima época e este número será reduzido para 6 em 2024-25

Boa medida? Os clubes arranjam sempre maneira de contornar estas regras, mas…

A FIFA vai limitar os empréstimos de jogadores a partir da próxima época. Com as novas regras os clubes só poderão emprestar um máximo de oito jogadores e só poderão ter no plantel oito futebolistas cedidos temporariamente por outros emblemas. Esse número será reduzido para sete em 2023/24 e ficará definido em seis em 2024/25. Destas novas regras da FIFA ficam isentos todos os jogadores até aos 21 anos, bem como os futebolistas que fizeram toda a formação no clube com que ainda têm contrato. A FIFA vai também limitar o número de empréstimos entre os mesmos dois clubes, com um máximo de três jogadores para ceder ou receber, e acrescenta que todos os empréstimos têm de ter uma duração mínima de seis meses e que não podem ultrapassar um ano.

43 Comentários

  • Antonio Pinheiro de Campos
    Posted Janeiro 20, 2022 at 1:24 pm

    É de salutar o esforço, mas sem regular cláusulas de recompra nada impede um clube de vender o jogador e colocar uma cláusula de recompra no mesmo valor.

    • santabarbarajf
      Posted Janeiro 20, 2022 at 7:19 pm

      Tinha sido de valor era limitarem os clubes a terem só 25/ 30 jogadores com mais de 21 anos sob contrato. Aumentaria muito a competitividade.

  • Mota00
    Posted Janeiro 20, 2022 at 1:27 pm

    Fácil de contornar. Basta vender um jogador a um clube por 100 mil euros e meter uma cláusula de recompra de 200 mil. Assim passado um ano o jogador está de volta sem custos praticamente.

  • Dca
    Posted Janeiro 20, 2022 at 1:33 pm

    Vou ter muito mais trabalho assim no FM. Obrigado FIFA.

  • For Dummies
    Posted Janeiro 20, 2022 at 1:34 pm

    Impressionante como na caixa de comentários do VM se pensa mais rapidamente numa coisa básica que a FIFA não pensou em nem 10 minutos.
    Que organismo regulador exemplar.

    • Miguel Lopes
      Posted Janeiro 20, 2022 at 3:17 pm

      Nós Portugueses, é que estamos sempre a pensar em arranjar esquemas. Eles deviam pedir uma assessoria ao pessoal que anda aqui no Visão de Mercado… eheheh.

      • For Dummies
        Posted Janeiro 20, 2022 at 9:54 pm

        Não diria melhor.
        Um “tuga” nestas questões em reunião com a FIFA era mel.
        Faz-me lembrar um sketch à la Gato Fedorento.

  • Goncalo Silva
    Posted Janeiro 20, 2022 at 1:38 pm

    Em teoria é uma excelente medida, no entanto é facilmente contornavel. Em vez de emprestar o jogador, vende-o por um valor pequeno com uma opção de recompra do mesmo valor por exemplo. Pode ser bom é para acabar com os casos de empréstimo com opção de compra obrigatória, modelo muito usado em Itália por exemplo.

    O facto de não contarem os jogadores com menos de 21 anos não impede o uso deste modelo de negócio para o desenvolvimento de jovens, o que é uma boa medida a meu ver.

    • josecarvalho
      Posted Janeiro 20, 2022 at 5:10 pm

      Acho que apesar de diminuir um pouco a questão dos empréstimos em barda este é o ponto fulcral. Terminar com os empréstimos de compra obrigatória no final. Porque isso serve apenas para escamotear o fair-play financeiro e acho que é por aí que a FIFA está a tentar actuar. Relativamente às vendas com valores de recompra isso não é assim tao direto, que pode dar muita barraca. Exemplo visto da questão Aves-Benfica que penso que ainda se encontra em investigação. E isso depende muito da legislação laboral em cada país. Em Portugal, um terceiro não pode ter controlo sobre o vinculo de um trabalhador com uma empresa. E mesmo nas recompras tem de se assinar novo contrato com o jogador, que pode sempre negar.

  • Filipe Ferreira
    Posted Janeiro 20, 2022 at 1:46 pm

    Medida interessante.
    Quem vai sofrer muito com isto é o Chelsea que tem sempre aí mundos e fundos emprestados pelo planeta terra

    • Francisco Ramos
      Posted Janeiro 20, 2022 at 4:49 pm

      Filipe,

      O Chelsea é daqueles que acho que não irá ser afectado porque os jogadores até aos 21 anos não contam nem aqueles que fizeram a formação toda e ainda têm contrato com o clube e o Chelsea o que empresta é da sua formação.

      Quem irá ser afectado são os grandes que têm (ou tinham) jogadores a rodar em todo o lado e mais algum. O Porto tem 8, o Benfica tem 11, o Sporting tem 13, segundo dados do Transfermarkt.

    • João Lains
      Posted Janeiro 20, 2022 at 4:56 pm

      Quem é que é melhor? O Chelsea que tem 21 jogadores emprestados, em que 15 provém da sua formação ou o Sporting que tem 14, em que apenas 5 transitam dos juniores? James, Chalobah, Sarr, Mount, Christensen ou Loftus Cheek. Todos eles estiveram a rodar e agora jogam na equipa principal.

      Todos elogiam o “projeto” da Atalanta mas ninguém refere os 63 jogadores que tem sob empréstimo.

  • Niall joaQuinn
    Posted Janeiro 20, 2022 at 1:58 pm

    Por muitas críticas que se façam, há aspetos positivos:
    – vamos deixar de ver jogadores a fazer carreira com vínculo a um clube e a saltitar de empréstimo em empréstimo;
    – comprar um jogador para emprestar de imediato será muito mais raro;
    – a suspeição em redor dos emprestados será menor;
    – os empréstimos serão cada vez mais usados para o que deveriam ser e não para alargar o poder dos endinheirados ;
    – os jogadores terão mais certezas sobre o seu futuro.

    • Neville Longbottom
      Posted Janeiro 20, 2022 at 4:27 pm

      Mas muitas vezes isso é positivo para o jogador. Por exemplo, jogadores como o Candeias que teve um contrato de 5 anos com o Benfica se não estou em erro, se tiver cabecinha vive confortavelmente até ao fim da vida sem trabalhar. Acho que ele não se importou muito com isso.

      • Niall joaQuinn
        Posted Janeiro 20, 2022 at 6:19 pm

        Para o jogador até pode ser (na maioria das vezes nao será), mas para a credibilidade das competições haver um clube (ou mais) que disseminam emprestados pelos outros é mau.

  • Joga_Bonito
    Posted Janeiro 20, 2022 at 2:08 pm

    Ainda não é o ideal mas vai no caminho. Parecem-me boas medidas.
    Eu por mim creio que para dissipar todas as acusações de favorecimento, sempre que jogam emprestados, proibia equipas do mesmo escalão de terem empréstimos, mesmo que fossem da formação. Os da formação podiam jogar na II liga que não morriam por isso, as segundas ligas em muitos casos têm o mesmo nível nas equipas pequenas da última metade da tabela.
    Para impedir tácticas chico-espertas, fazia-se aquilo que já se faz na liga nacional que é impedir que um jogador recem contratado seja emprestado logo a uma equipa do mesmo escalão (admito que não sei se a FIFA já proíbe isto). Outra coisa é impedir aquelas vendas simuladas em que um jogador é vendido por uma equipa grande a uma pequena, depois é recomprado no mesmo ano, no que é uma forma quer de contornar a proibição de empréstimos quer uma táctica para circular dinheiro e comissões.
    Talvez a proibição de uma recompra de um jogador num espaço de menos de 2 anos após a venda fosse uma maneira de evitar isto. Nunca haverá lei perfeita mas creio que isto ajudava.

  • Antonio Clismo
    Posted Janeiro 20, 2022 at 2:48 pm

    Portugal deveria estar a trabalhar no sentido de se posicionar à frente dos países rivais em termos futebolísticos.

    Sendo um país exportador de talento (única forma de continuar a ter relevância no futebol) não faz sentido nenhum ter a regra de ser obrigatório apenas 4 jogadores formados no clube num plantel de 30 jogadores.

    Se é para ter 60% dos atletas a competir na liga provenientes do estrangeiro para quê que existem 18 clubes na Liga??

    Porquê que há clubes a monopolizarem todo o talento jovem e passarem a formação toda a ganhar jogos por 5-0??
    Por exemplo, um suplente dos sub19 do benfica podia muito bem ser titular num estoril e evoluir 3x mais. Um suplente do Porto ou Sporting que raramente joga podia muito bem ser titular numa académica ou rio ave e evoluir 3x mais.. a competição seria muito mais equilibrada a todos os níveis.

    Sou da opinião que para maximizar a evolução dos jovens jogadores se deveria descomplicar e incentivar a facilidade de trocas de jogadores até aos 20 anos pelo menos.

    Não faz sentido um jogador com talento mas suplente de um grande (como foi bernardo silva por exemplo até aos 17 anos) não poder competir noutro clube porque ninguém quer pagar os direitos de formação que muitas vezes se aproximam dos 100 mil euros…

    Se portugal quiser ter uma palavra a dizer no futuro do futebol tem que ter ações mais progressistas.

    Não chega dar tachos aos couceiros desta vida para não fazer nada. São precisas políticas a sério.

    • Mantorras
      Posted Janeiro 20, 2022 at 4:57 pm

      A regra dos 4 formados faz todo o sentido. Nao me parece que aumentar seja o caminho. Podemos falar em aumentar o numero de jogadores portugueses, ou formados em Portugal, mas formados no clube parece-me que 4/5 esta bem.

      Nao se entende muito bem qual é a ligacao entre a percentagem de estrangeiros e o numero de clubes. Nao cheguei la.

      Porque sao clubes maiores, com melhores condicoes a todos os niveis. Acontece isso em todo o lado, ate no comum cidadao, ha coisas que um rico e um pobre tem e nao tem, que beneficiariam “o panorama geral” se estivessem trocadas… É normal. Os putos podem ir para os Estoris, mas se calhar depois ja nao recebe 2k euros por mes…

      Subscrevo a parte das trocas, mas tanto quanto sei ate ha bastantes, e tambem ha muitos emprestimos.

      • Manel Ferreira
        Posted Janeiro 20, 2022 at 5:52 pm

        Ele nem percebe que, se houvesse redução para 10/12 clubes, seria muitíssimo pior para os jogadores jovens pois a luta pela permanência ia ser tão brutal que não ia haver espaço para projetos a longo prazo. Tudo num clube ia ser pensado para fugir à descida e isso implicaria muito mais aposta em jogadores feitos e menos “experiências”.
        Com 16/18 clubes, ainda há equipas que conseguem fazer campeonatos tranquilos e com isso podem-se dar ao luxo de ir lançando jogadores pois a pressão não é tão grande (Rio Ave e Paços em anos anteriores cresceram muitíssimo graças a esses campeonatos tranquilos).

      • Antonio Clismo
        Posted Janeiro 20, 2022 at 6:21 pm

        4 jogadores formados no clube e 8 jogadores formados em Portugal.

        Posso concordar que 4 jogadores formados no clube é um mínimo exigível mas ter apenas 8 formados em Portugal num plantel de 30 num campeonato como o Português é mesmo pedir aos intermediários internacionais para colocarem cá os seus activos porque é um país das bananas em relação a estas regras.

        Aliás, a única liga que se possa comparar á Liga Portuguesa com regras tão anti-jogador nacional e anti-formação só mesmo o Chipre…

        Vejam a Espanha, apenas 40% de estrangeiros a competir na La Liga (parece-me um número bem mais saudável do que os 60% de Portugal).

        • Mantorras
          Posted Janeiro 20, 2022 at 9:48 pm

          Com isso concordo, e acho que seria caminhar no sentido certo, alias, esse tipo de coisas, correr com os dirigentes zombies que ainda ca andam e renovar quem manda nos conselhos de disciplina e na liga é imperioso antes de centralizarem direitos. So depois disso podemos falar em reduzir equipas ou fazer a competicao noutros moldes, se nao nao sei quem comprara mediocridade.

        • Pyros
          Posted Janeiro 21, 2022 at 12:30 am

          Formados em Portugal? isso existe? é que à primeira vista seria contra as regras da UE…

  • Diogo Moura
    Posted Janeiro 20, 2022 at 2:59 pm

    A ideia em teoria é óptima, na prática não irá resultar.
    Faltam aí os truques de recompras e mais um conjunto de malabarismos.

    • Antonio Clismo
      Posted Janeiro 20, 2022 at 4:44 pm

      Se for bem feito não vejo o mal.

      O Pote foi para o Sporting tendo o Famalicão retido 50% do passe e correu bem. O jogador foi colocado num contexto competitivo que lhe permitiu maximizar a sua evolução.

      O Matheus Nunes foi para os sub23 do Sporting tendo o Estoril ficado com 50% do passe. A mesma coisa.

      O Filipe Soares está a fazer grandes épocas no Moreirense sendo que o Benfica mantem metade do seu passe. Era preferível manter o jogador na equipa B ad eternum?

      O Afonso Sousa está na B Sad sendo que o Porto mantem uma percentagem do seu passe. Numa época e meia leva já mais de 40 jogos na Primeira Liga ao mais alto nível..

      O Penetra tem estado a muito bom nível no Famalicão e o Benfica reteve alguma percentagem do seu passe também, não conta como esmprestado.

      O Duarte Carvalho saiu agora do Sporting para o Estoril (deve começar nos sub23) tendo o clube leonino mantido uma percentagem de passe do jogador.

      Ora se as coisas forem bem feitas, bem reguladas pela FPF e bem claras, só vejo vantagens. Os jogadores podem estar tapados num clube mas podem ser necessários noutros clubes que só cobrariam uma percentagem do passe para apostar neles.

      Em vez de andar a gastar tiros às cegas (alegoria para milhões de euros que os clubes não têm) em brasileiros que vêm para cá à experiência e apenas 1 em 100 conseguem dar jogadores de nível este é um modelo muito mais sustentável e fiável.

      Por exemplo, o Vitória de Guimarães precisa urgentemente de um avançado. O Benfica tem 2 que são 4º e 6º na hierarquia de avançados (Gonçalo Ramos e Henrique Araújo). O Benfica poderia muito bem abdicar de 20% de percentagem do passe e enviar por exemplo o Henrique Araújo para Guimarães. A outra opção é manter o jogador estagnado na equipa B e na Segunda Liga.

      • Mantorras
        Posted Janeiro 20, 2022 at 9:46 pm

        Ainda bem que nao diriges o Benfica.
        Emprestar o Henrique ou o Goncalo é uma coisa, oferecer parte do passe é outra. Isto agora é caridade? Os grandes sao sempre os maus da fita, mas depois se um pequeno quiser um jogador emprestado ja tem que levar parte do passe? Uma coisa é alguem que nao conte, o que nao é o caso desses.

        • Manel Ferreira
          Posted Janeiro 20, 2022 at 11:45 pm

          Não é uma questão de caridade, mas é algo que vai acontecer cada vez mais, quer queiras quer não (e até por bem mais do que 20%). E é bom para todas as partes, o clube que recebe o jogador em definitivo com parte ganha alguma coisa com isso, e sente-se mais motivado para apostar nele, ou seja para o jogador também é bom.
          Agora, claro que isso não vai acontecer com os jogadores que os grandes vêem como as verdadeiras pérolas. Mas vão ter que escolher bem quais são esses, pois as vagas de empréstimos já são limitadas, e ao que parece com esta notícia, vão ser cada vez menos.

          E não, os grandes não são os maus da fita – não percebo de onde vem agora esta mania da perseguição, quando os pequenos até são muito mais maltratados e têm que ouvir coisas absolutamente escabrosas dos adeptos dos grandes, até mesmo em programas de televisão – mas os pequenos/médios vão começar felizmente a ser mais “atores” no mercado de jogadores e a valorizar cada vez mais o que lhes pertence (nem que seja por metade). E os limites de empréstimo ajudam nisso. Os empréstimos sem regulamentação é que são, sim, a tal “caridade” que alguns de vocês gostavam que continuasse).

  • offtopicguy93
    Posted Janeiro 20, 2022 at 3:32 pm

    Para aqueles que falam nas cláusulas de recompra, ora aqui a explicação que isso não é bem assim, basta usar a cabeça para pensar:
    Os clubes até podem vir a fazer isso com 2/3 jogadores no máximo, clubes grandes talvez 4/5 jogadores, onde emprestas e passado um ano tens de voltar a guardar um espaço do teu orçamento para ires buscar de novo os teus jogadores, e o facto desse valor afetar o orçamento e consequentemente o fair play financeiro creio que acabará por fazer sentido!

    O benfica (falo do benfica pois é o meu clube), empresta quantos jogadores por ano? 20? 30? Imagina se o benfica quiser fazer essa operação que dizem, passado um ano só para voltar a ter esses 20 jogadores (mesmo que seja por uma verba pequena como por exemplo meio milhão), só aí vão logo 10 milhões! E como é óbvio nem todos os jogadores valem tão pouco dinheiro… tens o exemplo do gedson, Florentino, vinicius e chiquinho! em primeiro lugar nenhum clube te vai pagar 15 milhões para levar o Florentino emprestado para passado um ano receber esses 15 milhões de volta, não faz sentido nenhum… quem é que paga 15M para receber um jogador emprestado? Claramente que esta medida vem prejudicar os grandes clubes que época após época desfalcam as pequenas equipas e depois emprestam esses jogadores a equipas que lhes interessam ou incluem esses jogadores em negócios! E pegando no benfica, o benfica sempre fez isso, contratar 20 jogadores por ano e depois só ficam 2/3 na equipa principal… recordo que o benfica tem 138 jogadores com contrato profissional, que para mim é um absurdo e isto tem de acabar!

    • johnny balls
      Posted Janeiro 20, 2022 at 4:13 pm

      fácil, vendes com acordo de recompra pelo mesmo preço em que o acordo de pagamento prevê o pagamento apenas um ano após o empréstimo, passa por esta regra e não há dinheiro a mexer de lado nenhum

      • offtopicguy93
        Posted Janeiro 20, 2022 at 7:19 pm

        Então tou a vender jogadores com valor por zero euros? Quer dizer estão a tentar acabar com as espertices e só aparecem espertos! Além de tirares valor ao jogador estás a ir por caminhos apertados! Mais vale fazer tudo branco no preto não?

    • Francisco Torgal
      Posted Janeiro 20, 2022 at 4:21 pm

      Não tens de recomprar os jogadores passado 1 ano, e os que mostrarem valor faz sentido voltarem para tentarem ganhar espaço. Agora, há jogadores que podem estar 2 ou 3 anos no clube para onde foram vendidos.

    • Antonio Clismo
      Posted Janeiro 20, 2022 at 4:33 pm

      No Benfica há imensos jogadores na equipa B que já não têm nada a aprender na Segunda Liga e como têm menos de 21 anos poderiam estar perfeitamente a competir na Primeira Liga, em contextos competitivos mais ajustados ao que precisam e a evoluir mais.

      Uma equipa B no topo da Segunda Liga é mau sinal, porque indica que há lá demasiado talento estagnado que já deveria estar noutro patamar.

      Não há problema nenhum em o Benfica ter 20 jogadores emprestados se esses 20 jogadores tiverem menos do que 21 anos (nem sequer contará para o cálculo de empréstimos na próxima época).

      Ganchas já deveria estar na Primeira Liga
      Umaró Embaló já deveria estar na Primeira Liga
      Henrique Araújo já deveria estar na Primeira Liga
      Duk já deveria estar na Primeira Liga
      Tomás Araújo já deveria estar na Primeira Liga
      Miguel Nóbrega já deveria estar na Primeira Liga
      Pedro Álvaro já deveria estar na Primeira Liga

      Podem ganhar a Segunda Liga com este plantel (grande coisa..) mas a verdade é que estão a retirar um ano de evolução num nível superior a todos estes jogadores…

      • Manel Ferreira
        Posted Janeiro 20, 2022 at 5:47 pm

        “Não há problema nenhum em o Benfica ter 20 jogadores emprestados se esses 20 jogadores tiverem menos do que 21 anos (nem sequer contará para o cálculo de empréstimos na próxima época). ”

        Isto pode ser verdade para estas novas regras da FIFA, mas não é permitido nas regras em vigor na Liga Portuguesa, em que existe um limite de 6 empréstimos por parte de um clube, independentemente da idade. Portanto, não, o Benfica não podia nada ter todos esses jogadores emprestados na 1ª Liga. A menos que estejas a falar de partilha de passes, isso sim seria permitido. E tem sido uma solução bastante boa para os clubes (vá lá que admites isso no post abaixo, já é uma evolução).

        E já agora: não será melhor para o crescimento desses miúdos do Benfica B terem o objetivo de lutar pelo título da Segunda Liga, com toda a “pressão” e motivação que isso implica, do que andarem na Primeira Liga a comer banco? É que tu partes sempre do princípio que os empréstimos dos grandes são garantias de minutos e “evolução”, mas depois vai-se a ver e muitos deles não têm jogado com regularidade nos clubes aos quais são emprestados. Porque é que isso é melhor do que ficar na equipa B?

        Aliás, o pessoal aqui está a falar como se isto fosse tudo alguma novidade, quando já existe esta regra em Portugal há mais de 3 anos. E só trouxe coisas positivas, a todas as partes.

    • Goncalo Silva
      Posted Janeiro 20, 2022 at 5:01 pm

      Não percebi essa do Vinícius valer 15M, mesmo que valha 15M não o pode vender por 150 mil se lhe apetecer?

      • offtopicguy93
        Posted Janeiro 20, 2022 at 7:13 pm

        Eu disse que o Vinicius valia 15M, dei o exemplo desses jogadores pois têm algum valor e estão na calha para ser emprestados ou estão emprestados!

        • Goncalo Silva
          Posted Janeiro 20, 2022 at 7:37 pm

          Pronto, Florentino. O que quis dizer é que um jogador de 15M pode ser vendido por 150 mil se assim entenderem.

      • offtopicguy93
        Posted Janeiro 20, 2022 at 7:17 pm

        Eu disse que o Vinicius valia 15M? Acho que não!

    • Pyros
      Posted Janeiro 21, 2022 at 12:21 am

      refaz os cálculos com venda por mil euros e recompra por igual valor (+uma cláusula de incumprimento de 20 milhões).

      Ou então venda por 20ME, recompra obrigatória por outros 20. O primeiro pago a uma ano, o segundo de imediato com o exercício.

      Ainda venda dos direitos desportivos sem direitos económicos

      Venda com assinatura de contrato por um ano, com contrato futuro com o agente do jogador por valor penal (20ME) em caso de incumprimento (este é estilo Figo).

      Opções não faltarão – com isto tudo quem ganhará ainda serão os empresários…

      • offtopicguy93
        Posted Janeiro 21, 2022 at 2:12 pm

        Claro então agora os jogadores têm valor de mercado de vários milhões e os clubes vão andar a brincar aos mil euros aqui e acolá!

  • JJoker
    Posted Janeiro 20, 2022 at 3:58 pm

    Portanto vamos ter de andar a acrescentar ghost managers e carregar todas as ligas nos FM’s e FIFA’s… é que basicamente esta “regra” só serve para complicar a vida aos gamers, uma vez que os clubes sabem muito bem como lhe dar a volta (já o fazem há anos, porque ter mais de 8 “emprestados” quase que pareceria mal de qualquer maneira).

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