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Mbappé chega aos 50 e França termina Liga das Nações no pódio

Imagem: Equipe de France

Jogo entretido, com uma parte dominada por cada um dos lados, mas onde a Alemanha, tal como perante Portugal, voltou a não ser eficaz (várias oportunidades criadas nos primeiros 10 minutos, com Maignan a emergir na baliza francesa) e depois não teve antídoto para travar Kylian Mbappé (golo e assistência) e as velozes transições dos franceses. O astro do Real Madrid chegou aos 50 golos e será uma questão de tempo até ser o melhor marcador da história dos Bleus, sendo que Loic Badé (muito seguro), Rabiot (muita qualidade em todos os momentos) e Cherki (facilidade com os dois pés) também marcaram pontos. Já Thuram e Randal Kolo Muani tiveram impacto com a sua potência, mas nem sempre definiram bem, enquanto Tchouaméni atravessa uma má fase (Kone deu outra qualidade quando entrou). No lado germânico, Nagelsmann, que voltou a uma defesa a 4, ficará a lamentar as ausências de Musiala e Rudiger nesta final-4, mas a Alemanha terá de dar muito mais ao longo dos 90′ se quiser ser candidata em 2026. Wirtz esteve discreto, ao contrário de Adeyemi e Woltemade, que massacraram no 1.º tempo, mas vacilaram sempre no remate (falta claramente mais qualidade no último terço quando comparado com as seleções rivais). Já Kimmich, Tah e Ter Stegen (duas super defesas no 2.º tempo) foram os mais regulares.

A França bateu a Alemanha por 2-0 e fechou a Liga das Nações em 3.º lugar. A Mannschaft até entrou melhor e dominou o 1.º tempo, com várias ocasiões na cara de Mike Maignan, mas Mbappé abriu o ativo antes do intervalo, com um golo que lhe permite chegar aos 50 pela seleção, menos sete do que Giroud, o melhor marcador de sempre dos gauleses. No 2.º tempo, o conjunto de Deschamps somou várias ocasiões (Thuram acertou no ferro), mas o resultado só ficou sentenciado aos 84′, com Koch a isolar Mbappé indevidamente e o avançado do Real Madrid a assistir Olise para o 2-0 final.

XI Alemanha: Ter Stegen; Kimmich, Robin Koch, Tah, Raum; Goretzka, Gross, Wirtz; Adeyemi, Woltemade, Fullkrug.
XI França: Maignan; Gusto, Loic Badé, Lucas Hernández, Digne; Tchouaméni, Rabiot; Randal Kolo Muani, Cherki, Marcus Thuram, Mbappé.

1 Comentário

  • Tiago Silva
    Posted Junho 8, 2025 at 6:38 pm

    Foi uma França igual a si própria, coesos em termos defensivos e fortíssimos no contra-golpe. É pena que uma equipa como estas com estes jogadores tenha que jogar desta forma, mas a realidade é que parece uma boa forma de jogar para estes jogadores que são mais fortes em transição. Penso que foi um resultado justo.
    *
    A Alemanha parece-me ter estado bem melhor do que quando jogou contra nós e este 4-2-3-1/4-4-2 parece-me ser claramente a melhor opção para esta seleção.
    Mais uma vez faltou a transição defensiva e falta um tampão a esta equipa sendo que a dupla Koch-Tah também não má pareceu segura. Acredito que o Nagelsman tenha que começar a apostar em Pavlovic e Stiller que me parecem as 2 melhores opções para o meio-campo no presente e futuro. Outra opção seria jogar com o Kimmich no meio-campo mas teria que surgir um bom lateral direito algo que falta a esta seleção.

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