Dia muito positivo para o português, que, ao seu estilo, não foi ao choque quando o trio Carapaz-Landa-Bardet descolou, mas nunca perdeu a liderança da corrida de vista. De trás para a frente, o ciclista da UAE-Emirates subiu no seu ritmo e é agora o melhor colocado dos favoritos ao triunfo na geral. Já Jai Hindley foi o outro vencedor do dia, enquanto Simon Yates (perdeu mais de 11 minutos), que era o segundo principal candidato à conquista do Giro, está fora da disputa.
Kelderman, Porte, Hugh Carthy ou Sosa também deixaram de contar para a rosa.
Jay Hindley venceu a etapa 9, na chegada a Blockhaus, ao bater Bardet e Carapaz no sprint final. João Almeida ficou em 5.º, chegando integrado no grupo da frente e falhou por pouco a conquista da camisola Rosa, que continua no corpo de Juan Pedro López. O português é agora 2.º na geral do Giro, a 12 segundos do espanhol. Bardet é 3.º, a 14”, estando Carapaz a 15” e Hindley a 20” da liderança.



27 Comentários
P. Pereira
Grande João, sempre no seu ritmo e a ir sempre atrás dos “tubarões”. Hindley tem o seu mérito pela vitória como é óbvio mas bem que pode agradecer ao João que andou a puxar e a fechar os espaços enquanto ele ia na roda e não passava na frente. Esperemos que o João consiga manter esta performance e que consiga o seu grande objetivo que é o pódio ou quem sabe algo mais.
BOTA LUMEEEEEEEEE!
Joaopcalves
A grande questão hoje é saber: aJihad Tuga vai pegar em quê para criticar a equipa do João Almeida?
DNowitzki
Já se sabe que o João, a subir, é um ciclista de ritmo. Hoje, rebocou dois papalvos: o poçomorto decidiu fazer um ataque maluquinho; o Hindley aproveitou a boleia para ganhar a etapa.
Dito isto, o João só tem -SÓ – de se aguentar na roda do Carapau, porque no CR é superior. Vamos ver se se aguenta no muito que ainda falta de montanha, até porque os três aventureiros não cavaram nenhum fosso para os demais.
Como previ, o Yates não é de confiar: tanto tem um dia em que parece imparável, como logo a seguir se afunda.
vilut
Penso que desta vez Yates não quebra pela irregularidade, mas por limitações físicas. Ele caiu durante a semana. Aparentemente nas etapas mais planas não foi um problema, mas hoje deve ter sido a gota de água.
DNowitzki
Eu sei, mas o que pretendi dizer é que nunca confio no Yates. Até prova em contrário, o inimigo número 1 é o Capataz.
Olheiro da 2ª
Continuo a dizer (falo como um dos maiores fãs dele), João não é candidato ao pódio, mas sim à vitória. Sei que hoje estava com problemas musculares e gástricos. Mas como sempre, ja é a sua imagem de marca, marcou o ritmo dele e foi anulando todas as tentativas de fuga do Carapaz, Bardet e Hindley. O grupo onde o João estava, portou-se mal… sabia que o João podia sair de camisola rosa a 10 km da meta e mete-se no reboque sem asssumir alguma vez a perseguição…. Obrigaram o João a assumir todas as despesas e com ele condicionado.
Amanhã folga e se o João sair com mais de 10”s no final da 2ª semana para o 2º classificado dissipam-se as duvidas que teremos pela primeira vez na historia do ciclismo portugues, um lusitano a vencer uma das três maiores provas de ciclismo do Mundo.
Nota de agradecimento – Obrigado Rui Costa e Davide Fromolo pelo apoio!!! Acreditem que o João irá brindar-vos com a vitoria final!!
Jan the Man
Grande dia do Português, no seu estilo habitual de ir a ritmo conseguiu fechar a diferença para o trio da frente e só a falta de forças não o deixou discutir a etapa, naquela que seria provavelmente a tirada mais passível de perder tempo. Hindley bem lhe pode agradecer a vitória de hoje, já que foi completamente rebocado Blockhaus acima.
Com Yates fora das contas e Bilbao já algo atrasado (a queda deve ter deixado mazelas), acredito que a luta ao pódio se resume agora entre Landa, Carapaz, Bardet e ele.
Ainda há muitos kms pela frente, mas se mantiver este nível tem tudo para sorrir no final. Força João!
paulosousaw
A maneira do João correr enerva qualquer pessoa que não perceba de ciclismo, porque parece permanente que vai descolar, no entanto é a maneira dele correr, nunca vai ao choque, vai sempre a impor o seu ritmo, não se levanta nas subidas, faz quase toda a subida sentado, o que não é comum, no entanto, consegue quase sempre recolar ao grupo dos favoritos, dos que chegam na frente.
Apesar desses todos elogios, hoje achei que ia rebentar, o sinal disso mesmo é que não consegue sprintar quando era dos mais fortes daquele grupo de 6 que chegou junto, a par do Carapaz.
Agora é lutar para tentar o pódio!
Bota Lume ??
Antonio Clismo
João Almeida já começa a ser consensual em termos de vir a ser o melhor ciclista português de todos os tempos.
Joaopcalves
Quando conseguir o desejado pódio talvez se possa começar a pensar nisso.
Jan the Man
Calma, tem potencial para isso mas precisa de resultados para lá chegar. Muitos foram os que prometeram no ciclismo mas nunca conseguiram alcançar.
Mesmo para chegar aos resultados de Joaquim Agostinho, ainda vai ter de pedalar bastante, literalmente.
FIRESNAKE
Tem potencial. Mas não o é ainda. O Joaquim Agostinho foi 3° 2 vezes no tour.
Yazalde1906
É muito muito cedo para isso, que é o melhor ciclista português da actualidade não há dúvida, mas daí a ser o melhor da história….
No ranking do procyclingstats o João é neste momento o 5º melhor português da história.
Tem à sua frente o Cândido “foguete da Rebordosa” Barbosa, Acácio da Silva, Joaquim Agostinho e o Rui Costa.
Creio que tem todas as condições para vir a tornar-se o melhor da história, mas é preciso tempo.
Boneco21
Algumas notas sobre esta etapa:
– Yates deu a entender que vai abandonar a corrida, depois de perder 11m15s (não 8)
– O João é espetacular! E isto num dia em que alegadamente não tinha boas sensações, imaginem quando ele se sentir bem…
– Sabendo das limitações do João, qual a explicação para a Emirates ter passado pela frente no início da última subida? Terá o João achado que estava melhor do que na realidade viria a estar? Ou foi só para descartar o Yates?
– Inacreditável como os repórteres que entrevistaram o Hindley e os diretores da Bora falaram sempre que ele conseguiu recuperar quando parecia fora da corrida, da grande capacidade dele, e ninguém foi capaz de mencionar que ele foi autenticamente rebocado pelo João Almeida até ao sprint… Não é crítica nenhuma ao Hindley, nada disso, mas não custava nada aos jornalistas relatarem o que verdadeiramente aconteceu.
Eu acredito que o João terá o seu pico de forma na terceira semana, como na época passada. Até lá, só tem de se manter na luta e não ter nenhum dia como teve hoje Carthy (como Yates ou Ciccone nem falo). Em relação ao resto, Bilbao a defender-se bem depois da queda, Valverde será o líder da Movistar a partir de agora, a Jumbo parece fora da luta pelo top10 com quem quer que seja e a Bora parece que encontrou o seu líder. Não percebo porque o artigo menciona Porte na luta da rosa, quando o próprio disse que está a trabalhar a 100% para Carapaz, como ainda hoje se viu, pelo que já seria expectável.
João Ribeiro
Creio que a intenção da UAE passou precisamente por descartar o Yates.
Syd Barrett
Desculpa mas não faz sentido o que dizes. Porque razão um ciclista da Bora iria mencionar um ciclista de outra equipa. Porque razão iriam os jornalistas entrevistar um ciclista da Bora mencionado o trabalho do Almeida. O que se passou acontece em todas as corridas por favor. O Hindley também trabalhou no início e sim o Hindley teve muito mérito em conseguir recolocar-se. Não ia propriamente com uma corda colada ao Almeida em ritmo de passeio. Ir na roda ajuda, mas os watts para conseguir ir naquela roda exigem muito esforço. E o mais engraçado disto é que vês muita gente opinar da mesma forma, no entanto, tivemos no Rui Costa o verdadeiro “chupa rodas” do pelotão em quase todas as suas conquistas e nc nenhum jornalista lhe perguntou se dava mérito a quem lhe dava roda. Diziam que era um “ciclista inteligente”. E os portugueses adoravam no por isso.
Boneco21
Como podes ver no meu comentário, eu disse que não era uma crítica ao Hindley, ele fez a corrida dele, e muito bem. E se não critico o Hindley, não me podes “exigir” que critique o Rui Costa por fazer o mesmo. Tal como o Rui Costa, o Hindley e o Pozzovivo foram inteligentes e não lhes tenho nada a apontar.
Quanto ao jornalistas, o que não faz sentido é o que tu dizes… No ciclismo, as entrevistas fazem-se de mencionar os adversários e de falar do que se passou na corrida. E o que lhe perguntaram foi algo do género: “o Carapaz, o Bardet e o Landa fugiram, mas tu depois conseguiste aguentar e conseguiste apanhá-los outra vez e ainda foste ganhar, foi um grande trabalho teu, como foi?”. E ora, se o jornalista quer relatar os factos, na minha opinião devia mencionar que assim que o Carapaz ataca, é o João que assume a perseguição sempre até ao último quilómetro, falar duma grande recuperação do Hindley ignorando que ele foi completamente a reboque é incorretos, para mim. Eu não acho que o Hindley ou os diretores da Bora tenham de falar do João, a única coisa que apontei foi aos jornalistas. Se estão a descrever o que aconteceu, deviam descrever… o que aconteceu: o Hindley nunca trabalhou na perseguição e com isso chegou mais fresco ao final e ganhou. Até lhe podiam gabar a frieza de o ter feito, que era merecido. É só um pormenor, mas não gostei que eles falassem como se o Hindley tivesse feito um comeback incrível.
Quanto ao esforço, é obviamente incomparável o desgaste que ambos tiveram naquela perseguição, acho que isso é um bocado óbvio.
Mais uma vez reforço: zero crítica ao Hindley! Mas essa do “porque iam os jornalistas falar dum ciclista que não é da Bora” faz zero sentido, isso é o pão nosso de cada entrevista no fim duma etapa… Olha, ao João Almeida, logo a seguir, perguntaram-lhe se algum candidato o tinha surpreendido pela positiva ou pela negativa, por exemplo.
Yazalde1906
*just my two cents*
ambos têm razão no que dizem, os jornalistas de ciclismo raramente dizem “hey amigo, tu andaste a ser rebocado a subida toda e no final ganhaste, queres agradecer ao zeca reboque?” mas o seu oposto também é normal já que raramente oiço “que grande azar, vieste a rebocar o grupo a subida toda e no final perdeste a etapa, estás arrependido?”
Faz parte do mundo do ciclismo não se fazer esse género de questões, já que penso que seja algo perfeitamente normal.
Tal como o Syd referiu, o Rui Costa andou a chupar rodas grande parte da carreira – foi WC assim – e não me recordo de isso ser questionado por jornalistas. Era até bastante elogiado por ser um corredor muito cínico e calculista, claro que isso não lhe trouxe muitos amigos no pelotão.
O Hindley fez o que tinha a fazer, quiçá não se estava a sentir numa forma formidável e sabe que o João sobe a ritmo, foi nesse ritmo até ao último km onde depois até andou pela frente. Não me espanta que fora das câmaras o Hindley tenha dado uma palavra ao João pelo “reboque” mas não vamos fingir que o corredor da Bora estava sem pernas, porque se assim fosse teria ficado para trás durante a subida como o Nibali e Valverde ficaram. Nunca se sabe se na próxima montanha não terá de ser o João a ir alguns kms na roda do Hindley. Ah, não esquecer que o próprio João andou na roda a subida toda até ao ataque do Carapaz.
Quanto à etapa em si, o João quase que pode escrever a versão portuguesa do manual 101 do sofrimento em cima da bicla, já que nas entrevistas rápidas antes da etapa tinha referido não se sentir muito bem, notou-se durante a subida que não estava nos seus dias, teve felizmente ajuda do Rui Costa e Formolo durante os primeiros kms da última subida (antes que venham aí os do costume que apenas comentam nos posts de ciclismo para chamar jihad tuga a tudo, mas sem nunca falar de ciclismo), evitou ir ao choque, nunca entrou em pânico quando o elástico partiu (e se partiu tanta vez) seguiu no ritmo que sabia conseguir manter até ao fim, foi sempre a a bom sofrer e no fim foi feliz. Digo feliz porque penso ser positivo não vestir a maglia rosa neste momento, da etapa 10 à 13 são etapas de transição sem aparente problemas de maior, a 14 é de meia montanha com 4 contagens de 2ª cat e chega finalmente a alta montanha novamente à 15ª, pelo que são uns dias valentes que espero que sirvam para poupar a equipa de andar a rolar na frente.
Boneco21
Eu claramente não me expressei bem, porque nenhum dos dois percebeu o que eu disse…
Como tu disseste, e bem, o Rui Costa foi elogiado por ser cínico e calculista. E os 3 estamos de acordo que o Hindley (e o Pozzovivo, já agora) também o foram nesta subida, certo? E é precisamente o meu ponto: aqui ninguém o elogiou por ser frio e calculista, elogiaram-no pela excelente recuperação que fez…
Eu não estou a dizer que lhe deviam ter perguntado se queria agradecer ao João ou o que quer que seja, a minha ideia era mesmo mais numa de “foste inteligente a seguir a roda do Almeida e chegaste mais fresco, foi isso?” ou “estavas confiante que ir na roda do Almeida seria suficiente para chegar à frente da corrida?”, algo deste género. Até porque eu gostava de saber a resposta dele a estas perguntas… Será que o João transmite essa “segurança” de que ele vai chegar lá e então só têm de o seguir, ou foi mesmo incapacidade? Era nesse aspeto que eu falava, porque seria interessante para entender a corrida. Bem mais interessante do que lhe dizer “que grande recuperação fizeste, ainda os conseguiste apanhar e ganhar”, que trás pouco conteúdo à discussão. Mas, como disse, foi apenas um pormenor.
Da mesma maneira, podiam ter perguntado aos 3 da frente o que pensavam quando olhavam para trás, quem lhes metia mais medo, etc. De certa maneira, o Bardet acabou por explicar: ficaram a olhar uns para os outros demasiado tempo, e deixaram-se apanhar. Isto é indiferente de ser o João ou outro qualquer, era mesmo numa de entender a corrida.
Yazalde1906
Já entendi o que querias transmitir, lamento não ter percebido inicialmente.
Seria sem dúvida interessante ter feedback desse lado mais táctico por parte dos ciclistas, mas também entendo que muitos não tenham interesse em abrir o jogo, até porque em ciclismo todos os pequenos pormenores contam. Recordo-me por exemplo de quando a Sky (creio que eram eles) no seu programa de “marginal gains” dormiam em autocaravanas com colchões adaptados a cada atleta para evitarem problemas de adaptação a camas diferentes ao logo das provas, ou de como agora foi notícia que o equipamento utilizado pelo Yates no ITT tinha sido o mais caro de sempre porque tinha uma tech qualquer que faria ganhar x segundos.
Gosto bastante dessa vertente mais táctica e até limpei todos os PCM até 2019, onde cheguei a tentar ganhar o Tour com o Sagan, como podes imaginar correu mal xD
Vejo actualmente os vídeos do Chris Horner e adoro perceber os insights dele que só um tipo que andou lá anos a fio tendo sido desde aguadeiro até vencedor da Vuelta consegue transmitir.
(Pergunta para o VM: não há a opção de ser notificado quando alguém responde a um comentário nosso? Procurei mas não fui capaz de encontrar, se existir indiquem-me como activar sff, caso contrário era interessante ter essa opção)
RuiMagas
Grande etapa dos 6 primeiros classificados da tirada e de Juan Pedro Lopez (rosa dá asas sem dúvida) mas mais que João, Lopez e os outros, elogiou alguém como Pozzovivo com quase 40 anos estar com os melhores numa etapa destas de uma GV.
Agora nos últimos dias tivemos imensos “ataques” nas redes sociais da UAE por parte dos portugueses e eu não entendo. Sim, falta um Bennett, Soler ou Majka para ser o último homem com o JA, mas o objetivo da equipa este ano é o Tour de Pogacar, e este Giro é a oportunidade do JA ganhar mais entrosamento dentro da equipa e acima de tudo, ele não entrou como favorito (Carapaz e Yates tinham esse favoritismo) e as equipas da INEOS, Bahrain ou BORA são equipas de nível Tour. E hoje mostrou isso a UAE, não é equiparável a essas 3 equipas mas tem ciclistas competentes e a equipa veio com outros objetivos também (vencer etapas). Só vamos aceitar isso, e não colocar pressão em cima do JA de um Pogacar que tem de vencer tudo e mais alguma coisa.
João Ribeiro
O próprio João também ainda tem de conquistar a sua posição dentro da equipa até poder ser um líder indicutível e colocar ciclistas já consagrados dentro da própria estrutura, como o Ulissi ou o Formolo, a trabalharem para ele a tempo inteiro.
FIRESNAKE
Grande etapa do João. Isto sim é correr com qualidade. Quem acompanhou a etapa esteve muito tempo a vibrar com o português.
João Almeida fez uma corrida de trás para a frente sempre ao seu ritmo, sem ir ao choque e no final chegou com o favoritos e é o melhor colocado entre os candidatos que têm de ir a procura da vitória.
Quando carapaz acelerou a 5 km da meta pensei que ele fosse ganhar (ao estilo do Pogacar) no Tour. Nota para Hindley que fez a subida toda na roda do João e no final foi ganhar a etapa, e Yates que está fora da luta da geral (parecia o mais forte até esta etapa).
Muita água vai correr e corrida para andar mas este ano o podeo pode ser que chegue ao português
MM
Impressionante etapa, parecia que ia ficar para tras mas conseguiu sempre recolar!
Grande sangue frio do Joao!
Agora é recuperar na 2a semana e na 3a dizer presente! Acredito no podio! Vencer ainda é dificil, na alta montanha ha melhores que ele
Bayern de Monchique
No Blockhaus só fiquei com uma certeza: há muito respeito pelo João Almeida dentro do pelotão quer por parte dos ciclistas como por parte dos diretores desportivos. Basta ver os últimos 5km de ontem.
É sabido que ele não é o típico trepador mas é alguém que se defende bastante bem em alta montanha. Por outro lado o que mostrou em 2020 (resiliência incrível) e em 2021 (confirmação para 3 semanas e subida de forma na última) são indicadores alarmantes para os diretores desportivos. A INEOS não deve limitar a sua estratégia à imposição de ritmos. E na Bahrain há que meter Bilbao a dinamitar a corrida – está a uma distância em que pode ter alguma liberdade para ganhar 20-30s. DSM idem.
Resumindo, acho que as principais equipas vão ter que adaptar um pouco a sua estratégia um pouco à semelhança do que aconteceu na Catalunha caso contrário deixar o João para trás só vai acontecer quando ele tiver um dia meeesmo mau.
Joao Ferreira
Admito que fiquei surpreendido com a Emirates: aliados à Ineos para arredar Yates e Kelderman da Maglia Rosa.
A Bora teve qu
Joao Ferreira
Admito que fiquei surpreendido com a Emirates nesta etapa: muito bem aliada com a Ineos para arredar Yates e Kelderman de vez da corrida pela Maglia Rosa.
O que também não deixa de ser engraçado é ver Jay Hinley a ultrapassar novamente Kelderman na hierarquia em pleno Giro! Wilco deve ter um trauma com o australiano!
Quanto ao final de etapa, mais uma demonstração de força do João “Indurain” Almeida. Ao que parece, estava limitado fisicamente e estamos na primeira semana, altura em que ele passa sempre pior.
Espero que Formolo esteja bem a partir da 15a etapa no apoio ao seu líder e aí sim, podemos sonhar com uma vitória de João Almeida!