Foi titular no Europeu de sub-21, em 2007, e aos 32 anos parece estar a passar pela melhor fase da carreira.
A France Football revelou hoje o melhor XI de jogadores africanos de 2019. Numa selecção com vários nomes conhecidos do público mundial, a inclusão de Manuel da Costa, jogador do Istanbul Basaksehir e internacional por Marrocos (esteve presente no último Mundial), que chegou a representar Portugal, até aos sub-21, é a principal surpresa (Benatia, por exemplo, ficou para trás). Os restantes escolhidos pela prestigiada publicação francesa foram: Onana (Camarões; guarda-redes), Youcef Atal (Argélia; lateral), Kalidou Koulibaly (Senegal; defesa central), Achraf Hakimi (Marrocos; lateral), Thomas Partey (Gana; médio), Wilfried Ndidi (Nigéria; médio), Hakim Ziyech (Marrocos; médio ofensivo), Sadio Mané (Senegal; extremo), Riyad Mahrez (Argélia; extremo) e Mohamed Salah (Egipto; avançado).


17 Comentários
ShutterIsland
Em condições normais sem contar com momentos de forma, qual será o melhor 11 africano?
Onana, Aurier, Benatia, Koulibaly, Ghoulam, Bentaleb, Naby Keita, Ziyech, Salah, Mané e Aubameyang.
RodolfoTrindade
Se tivesse um cérebro poderia ter feito uma carreira interessante…
Estigarribia
Pessoalmente nunca achei o Manuel da Costa (ou Marouane da Costa) nada de especial. Nunca consegui perceber o que é que o pessoal via nele.
Mas, mesmo assim, desejo-lhe toda a sorte do mundo pela “sua” Seleção de Marrocos.
Saudações Leoninas
Goncalo Silva
Onana, Aurier, Benatia, Koulibaly, Hakimi, Partey, Keita, Zyeich, Salah, Mané, Aubameyang
Khal Drogo
Olhando para este 11, constato que seria interessante organizar-se um torneio de seleções continentais.
Tiago Silva
Seria muito interessante, um torneio que eu acompanharia de certeza. Até se poderiam fazer uma divisão dentro da Europa, tipo Europa de Leste, Europa Ocidental ou assim, para equilibrar mais. É uma ideia que deve ser explorada!
DYI
Penso que tal não seria possível, pelo simples facto de haver rivalidades (dentro e fora do futebol) demasiado grandes para se superar. Em regiões/continentes como o asiático e na América Central, ou mesmo na península balcanica seria muito problemática a inclusão de jogadores de diferentes nacionalidades na mesma equipa. Mas posso estar redondamente enganado.
Khal Drogo
Levantou uma boa questão. Não seria fácil ultrapassar esse tipo de situações. Na Europa temos os casos da Rússia/Ucrânia e Sérvia/Albânia, pelo menos.
Kostadinov
Gosto bastante dessa ideia, já desde há uns anos a esta parte, embora houvesse naturalmente algum desnível entre continentes. Mas também o há no Mundial. Seria algo interessante de perceber como se desenrolaria, numa fase em que a FIFA parece desejosa de introduzir novos modelos e torneios:
– América do Sul com Brasil e Argentina maioritariamente, mas também Chile, Colômbia e Uruguai. Claramente uma das grandes favoritas;
– Europa, o outro grande candidato e o mais diversificado também em termos de possibilidade de escolha. Alemanha, Espanha, França, Itália, Croácia, Bélgica, Portugal, Inglaterra, Holanda, Sérvia, Suíça… enfim, um sem-número de possibilidades. Se se instituísse por exemplo uma regra de X número limite de jogadores por países, passaria sem dúvida a ser o candidato destacado;
– África, o terceiro no ‘pódio’, que como está implícito no comentário do Kahl Drogo começa a fazer sombra aos outros dois. Gana, Senegal, Egipto, C. Marfim, Argélia, Marrocos, Guiné, Mali, Nigéria, Camarões Gabão, Tunísia. Há menos opções de qualidade por país comparativamente a América do Sul e Europa, mas ao mesmo tempo há muitos países por onde escolher;
– Ásia, e aqui começa a haver uma quebra de qualidade significativa. Ainda assim seria capaz de ser o melhor continente dos menos fortes. Japão e Coreia do Sul à cabeça claro, mas depois ainda haveria potencial para países como Irão, Arábia Saudita, EAU ou até China. Se a Turquia fosse considerada para estas contas (o que faria sentido pelo menos do ponto de vista puramente geográfico) então este continente ficaria significativamente mais forte;
– América do Norte e Central, e aqui não haveria muito mais para além de México, EUA, Canadá e Costa Rica;
– Oceania, que seria o ‘saco de pancada’ do torneio devido às suas limitações em termos de países considerados (Austrália, Nova Zelândia e pouco mais digno de registo em termos de futebol). Não sei se para efeitos deste torneio não poderia ser equacionada como parte da equipa asiática.
Com isto também dá para perceber que, se se instituísse a regra que mencionei em cima (x limite de jogadores por país), então pelo menos 3 continentes sairiam claramente prejudicados. Mas ao mesmo tempo isso faria a África aproximar-se da América do Sul em termos de valor por exemplo. Ainda assim seria uma competição muito interessante que eu acompanharia de certeza.
Khal Drogo
Excelente análise, Kostadinov. Não tenho muito mais a acrescentar. Como disse, haveria um desnível óbvio entre alguns dos continentes, mas – lá está – também já existe nas outras competições de seleções.
Em relação à Turquia e à Austrália, se a FIFA se regesse pela distribuição das confederações (UEFA, CONMEBOL, etc.), os turcos teriam mesmo de jogar pela Europa e os autralianos pela Ásia.
Seria uma competição, no mínimo, entretida.
Tiago Silva
Estranha a não presença do Aubameyang neste XI. Trocava-o pelo Mahrez. De resto nada a dizer.
T. Pinto13
Muito estranho mesmo. A ausência dele e do Benatia.
Fabio Teixeira
Atal é grande lateral direito, quem sabe a solução para os grandes de Portugal.
Senna
Será que o Nice venderá a preço acessível aos cofres PT?
Rodrigo Ferreira
Aubameyang está no top-3 e não está aqui… Estranho.
PauloDybala1O
Enfim
Senna
Porque este 11 é da FF e o top 3 não é da CAF?