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Jogadores do Passado – “Batigol”


Nome: Gabriel Omar Batistuta
Data de Nascimento: 1 Fevereiro de 1969 (42)
Nacionalidade: Argentina
Altura: 185cm
Posição: ponta-de-lança

Há uma estátua à porta do Artemio Franchi, em Florença, com um homem a
segurar uma bandeirola de canto em jeito de celebração. Inscritas nessa
estátua estão as palavras: “Ele é um guerreiro que não se renderá: duro
na batalha, mas justo e leal de alma.” Esse guerreiro é Gabriel
Batistuta. Lenda da Fiorentina. Lenda do Calcio. Endeusado pelos seus
adeptos, o monumento é uma forma de tributo pelo também tributo que
Batistuta deu ao clube de Florença durante nove temporadas, durante os
quais rechaçou propostas de emblemas sagrados como Manchester United ou
Barcelona. Passando os seus primeiros tempos como futebolista na
Argentina, encontrava as redes adversários com regularidade pelo
Newell’s Old Boys, River Plate e Boca Juniors, até se dar a mudança para
a Fiore em 1991, tornando ainda mais apetícel e bela
uma cidade já então conhecida pela sua bela arquitectónica. Durante a
sua carreira no clube toscano, Batistuta tornou-se o seu melhor marcador
de sempre com 168 golos, enquanto derretia o recorde de golos de
Maradona com a mítica camisola da Argentina. Apesar da massiva
contribuição e sociedade que tinha com o golo, BatiGol apenas foi
reconhecido com três medalhas de vencedor (Série B, Taça de Itália e
Supertaça Italiana) – uma tragédia para um avançado de potência sem
rival e com um pé direito que era por si só um animal predador – e como
deve ter causado um sem fim de pesadelo às suas presas, os guarda-redes!

A entrada do ano 2000 não só marcou a chegada de um novo milénio, mas
também a chegada de BatiGol a Roma. Marcado desde cedo como o homem que
traria o Scudetto de volta à Cidade Eterna. Cappelo lutou muito por
Batistuta, inventando até, na altura, junto da imprensa, que o argentino
já estava contratado numa altura em que, de facto, ainda não estava.
Foi esta a forma encontrada para pressionar o presidente a fazer um
esforço pela sua aquisição. Mesmo com alguns problemas nos seus joelhos,
BatiGol não deixou os seus créditos por mãos alheias e, logo na sua
época de estreia, ofereceu aos fervorosos fãs de La Maggica o título
caseiro, marcando 20 golos. As queixas nos joelhos não terminaram e,
após um empréstimo ao Inter de Milão em 2003, Batistuta embarcou rumo ao
dinheiro árabe, jogando na liga do Qatar. Chegava ao fim uma carreira
que merecia muitos mais títulos e, acima de tudo, o reconhecimento como
um dos melhores avançados estrangeiros que agraciou os relvados
italianos.

Vídeos – Youtube

Mais informação: zerozero e wikipedia

Que memórias têm de “Batigol”? Que lugar ocupou no top de goleadores dos anos 90? Estará no pódio dos melhores de sempre da Argentina, atrás de Maradona e Messi?

António B.

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