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Kolo Muani recusa-se a treinar para forçar negócio com o PSG

A FIFA tem de tomar alguma providência? Nos últimos anos este tipo de práticas têm sido recorrentes e a tendência é aumentarem.

Kolo Muani informou o Eintracht que não vai treinar. O avançado pretende sair para o PSG, que já ofereceu 80 milhões de euros pelo seu passe, mas a equipa de Frankfurt tem bloqueado a sua saída.

11 Comentários

  • João
    Posted Agosto 30, 2023 at 10:02 am

    Está na moda

  • Fireball
    Posted Agosto 30, 2023 at 10:04 am

    Eu continuo a achar que isto só os clubes podem solucionar. É começar a pensar menos no €€ e começar a tomar medidas mais drásticas. Recusa-se a treinar e nao recebe. Simples. Se eu me recusar a fazer o meu trabalho não recebo ou sou despedido. Aqui não se pode despedir porque isso no fundo é o que o jogador quer.

    • JJayy "Non Believer"
      Posted Agosto 30, 2023 at 10:55 am

      Concordo. Mas com o poder que os jogadores têm hoje, não sei se será exequível

    • Sombras
      Posted Agosto 30, 2023 at 12:59 pm

      Basta começarem a criar provisões para tal nos contratos.
      Algo como “no decurso do período de transferências, cada treino falhado representa uma multa por cativação no salário de X mil EUR por ocorrência”.

  • Gunnerz
    Posted Agosto 30, 2023 at 11:15 am

    Os jogadores têm todo o direito de mudar de patrão o problema é q não são trabalhadores normais, se são pagos milhões por eles, passam a ser ativos do clube e portanto saem quando os deixarem sair. Quem se recusa a treinar só tem d comer bancada e perder o salário, e eventualmente indemnizar o clube. É por aqui que a FIFA devia agir, encontrar uma forma para que o jogador tenha o que deseja mas sem nunca prejudicar o clube e se o prejudicar que seja fortemente penalizado. O sistema actual é como a democracia, n é espectacular mas ainda n há nada melhor.

    • Goncalo Silva
      Posted Agosto 30, 2023 at 4:22 pm

      Isso é muito bonito, mas só acontece no topo mundial. Imagina que um jogador da base do futebol profissional (exemplo, Liga 3) recebe uma oferta de um outro clube, onde lhe pagam 10 vezes mais (por exemplo, em vez de 500€ por mês passa a receber 5000€ por mês), e o clube atual rejeita. Aqui os jogadores já deixam de ser ativos do clube só porque não recebem milhões? Se sim, a partir de que valor salarial é que passa a ser um ativo do clube? Nestes casos, porque razão é que um futebolista é diferente dos outros trabalhadores? O que para mim não faz sentido é este tipo de jogadores assinarem por tantos anos, se querem a possibilidade de dar o salto, não assinem contratos tão longos, simples.

  • MR
    Posted Agosto 30, 2023 at 11:36 am

    Se os clubes não chegaram a acordo, porque é que o PSG negociou com o jogador? Isto é que está mal

  • É dia de jogo
    Posted Agosto 30, 2023 at 11:40 am

    É tudo igual, se derem poder aos clubes eles vão se aproveitar como fizeram anos antes do caso Anelka, se derem o poder aos jogadores eles também se vão aproveitar, o ser humano na sua maioria procurará sempre o melhor ou o que acha melhor para si mesmo que tenha que pisar os outros, seja gerente de um clube ou um jogador de futebol.

  • Pormenor Tatico
    Posted Agosto 30, 2023 at 5:03 pm

    Isto é claramente ideia dos agentes, para forçar a saída, os jogadores são usados como cobaias, este tipo de chantagem/pressão sobre os clubes tem de acabar, ninguém apontou uma pistola aos jogadores para assinarem contrato.

    Os jogadores só tem de ser professionais até ao fim, estão a receber e não é pouco da sua entidade patronal, só tem que demonstrar gratidão e respeito a quem lhes paga, se querem rescindir, que paguem do seu bolso.

    A FIFA tem que rever isto, não pode valer tudo para se conseguir atingir o objetivo.

    Descontando isto, bom jogador, mas não é com este tipo de jogadores, que o PSG vai dar o salto a nível europeu e até nacional, porque até aí não tem um domínio avassalador.

  • Flavio Trindade
    Posted Agosto 30, 2023 at 7:57 pm

    Os jogadores que fazem isto não percebem que fazem pior à carreira deles do que melhor.

    Qualquer trabalhador (e os jogadores incluem-se aqui) tem todo o direito de mudar de clube e de trabalhar noutro sítio qualquer.

    Mas assim como eu se quiser sair do meu trabalho ou dou o tempo devido à casa ou pago para sair, aqui temos jogadores que não querem pagar nem querem jogar enquanto os clubes se acertam.

    E nestes casos meus amigos, sou completamente a favor do tratamento “Simeone”.

    Não queres jogar aqui?
    Continuas a receber o teu mas…
    Ficas no banco, convoco-te todos os jogos para não ficares em casa, não entras em nenhum e treinas com os iniciados.

    Vai acabar por sair na mesma, mas sai desvalorizado, provavelmente com o salário revisto em baixa, mas o jogador não faz o que quer, o empresário que o aconselha mal não mama comissão e passa a mensagem para quem a quiser ouvir.

    Em Portugal tivemos um caso destes que até acabou bem.
    Taarabt andou uns tempinhos com a mesma atitude, mas engoliu o orgulho e acabou por ser um jogador recuperado e importante.

    • Francisco Parrinha Guerreiro
      Posted Agosto 31, 2023 at 2:38 am

      Não me parece que o caso do Taarabt fosse parecido a isto. Acho que o Taarabt nunca se recusou a treinar, ou jogar, ou a fazer o que quer que fosse, por querer sair. Acho que o Taarabt pura e simplesmente se estava a cagar. Na fase em que andou “desaparecido em combate” ele não tinha sequer jogado pelo Benfica, certamente não tinha clubes a querer pagar-lhe para jogar por eles. O Taarabt foi um péssimo profissional por vários anos, mas por outras razões.
      Mas isto de os jogadores serem maus profissionais também depende dos clubes onde jogaram e das capas de jornais que fizeram. Se jogaram em clubes que “controlam a comunicação social” e fizeram muitas capas, mesmo sem se recusarem a treinar e chegarem a tempo e horas à entidade patronal, já basta fazer má cara num treino ou dizer que gostavam de jogar aqui ou ali para serem péssimos profissionais e flops. Se jogaram em clubes que, coitados, não conseguem fazer capas de jornais com os seus jogadores, podem recusar-se a treinar nos seus clubes e faltar aos seus compromissos contratuais para forçar saídas que continuam a ser excelentes profissionais e exemplos de comportamento e profissionalismo.

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