2016 é sem dúvida o melhor ano desportivo da carreira da tenista alemã até à data. Calma e segura de si, a actual número 1 do mundo provou que é possível destronar a campeoníssima Serena Williams (esteve 186 semanas consecutivas no primeiro lugar do ranking).
Angelique Kerber vive um ano feliz. Após a conquista do Open da Austrália, em janeiro, a alemã de 28 anos embalou para uma época verdadeiramente impressionante, onde chegou à final dos Jogos Olímpicos e ao título do US Open e consequente liderança da hierarquia mundial. Pelo meio, Kerber foi ainda finalista em Wimbledon e venceu o prestigiado torneio de Estugarda.
O mediatismo inerente a este “salto” na sua carreira começou a fazer-se sentir, mas a alemã mantém os pés assentes no chão. “Tudo começou no início do ano, na Austrália, onde tive de aprender a lidar com tudo o que se começou a passar à minha volta. Acho que neste momento já lido bem com todas as coisas, porque tive muitos meses para me habituar. Estou muito feliz com tudo o que tenho feito, tem sido um processo de muita aprendizagem”, analisou, em conferência de imprensa.
A conquista de um torneio do Grand Slam e/ou a chegada ao primeiro posto da classificação mundial são, porventura, os dois objectivos mais almejados por quem compete ao mais alto nível no circuito. Não sendo excepção, Angelique Kerber assegura que o número 1 não lhe traz pressão acrescida. “Tento entrar em cada torneio e pensar jogo a jogo, não pensando em demasia no que pode acontecer à minha volta, apenas procuro jogar o meu melhor ténis, estar competitiva nos torneios e fazer uma boa recuperação”, comentou.
João Correia


2 Comentários
Bruno Antunes
Parabéns João Correia, continua com estes posts!
JoaoCorreia
:)