Ainda vai conseguir acrescentar? Neste momento até está lesionado, e a passagem por Milwaukee não correu bem, mas parece dar-se bem em contextos como os de Portland, onde será a principal estrela e não tem grande pressão.
Damian Lillard deixou os Bucks e assinou até 2028 pelos Trail Blazers. O base, de 35 anos, regressa assim à equipa que representou durante 11 das treze épocas da carreira profissional.
BREAKING: Nine-time NBA All-Star Damian Lillard is finalizing a three-year, $42 million contract to return to the Portland Trail Blazers, sources tell ESPN. Deal is expected to include a player option in 2027-28 and a no-trade clause. A storybook reunion home for the 35-year-old. pic.twitter.com/mm1uUtMgO6
— Shams Charania (@ShamsCharania) July 17, 2025


3 Comentários
Goncalo Silva
Os Blazers agora começam a ter armas para os play-offs, e ao mesmo tempo conseguem preparar o futuro com vários jovens e várias picks futuras. Os Bucks ficaram mesmo a arder com a troca: perderam Holiday, Brogdon, Camara e picks por Lillard, e dois anos depois os Blazers ficam com Holiday, Camara e Lillard, mais as picks dos Bucks (que dariam jeito para o rebuild).
Lillard, Holiday, Avdija, Grant e Williams III é um 5 jeitoso, e ainda ficam com excelentes peças no banco como os miúdos Scoot Henderson, Shaedon Sharpe, Camara, Clingan e o rookie Yang Hansen.
Para além do treinador, que gostei bastante do trabalho dele no ano passado. Veremos, mas estou bastante confiante numa ida aos play-offs. Esperemos que nessa altura Lillard já esteja perto dos 100%.
Marcelo C.
Tem tudo para voltar a ser peça importante nos Blazers e foi onde expalhou a sua qualidade vamos ver como volta da lesão pois já não parece estar no seu prime.
Veridis Quo
Bases pequenos não tendem a envelhecer bem (inacreditável, pelo lado positivo, o Chris Paul e até o Kyle Lowry ainda estarem na liga) e ter uma lesão destas a caminho dos 36 anos não deixa grandes sensações.
Não deixa de ser surpreendente voltar, tendo o contrato de Milwaukee garantido. Podia facilmente arranjar um contender e ir em busca do anel, mesmo como figura terciária, mas parece que voltar a casa chamou mais alto.
Olhando ao que foi a carreira dele, com ou sem título, é uma pena que não a tenha feito na totalidade em Portland, até pelo facto da experiência em Milwaukee não ter trazido nada de relevante. Seria uma história bonita e rara numa era em qualquer superstar, ao mínimo descontentamento, pede para ser trocado para uma nova situação e as equipas, enquanto conjunto e construção, parecem ter uma janela bem mais reduzida.
A NBA tem-se tornado uma liga de “hired guns” e uma porta rotativa, em termos do que são as superstars e a suas equipas, pelo que é importante dar algum apreço a jogadores como o Lillard que tentaram como puderam trazer sucesso ao seu franchise (no caso do Lillard, até foi quase mútuo e Portland procurou o rebuild).