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Lillard está de volta aos Trail Blazers

Ainda vai conseguir acrescentar? Neste momento até está lesionado, e a passagem por Milwaukee não correu bem, mas parece dar-se bem em contextos como os de Portland, onde será a principal estrela e não tem grande pressão.

Damian Lillard deixou os Bucks e assinou até 2028 pelos Trail Blazers. O base, de 35 anos, regressa assim à equipa que representou durante 11 das treze épocas da carreira profissional.

3 Comentários

  • Goncalo Silva
    Posted Julho 18, 2025 at 9:12 am

    Os Blazers agora começam a ter armas para os play-offs, e ao mesmo tempo conseguem preparar o futuro com vários jovens e várias picks futuras. Os Bucks ficaram mesmo a arder com a troca: perderam Holiday, Brogdon, Camara e picks por Lillard, e dois anos depois os Blazers ficam com Holiday, Camara e Lillard, mais as picks dos Bucks (que dariam jeito para o rebuild).

    Lillard, Holiday, Avdija, Grant e Williams III é um 5 jeitoso, e ainda ficam com excelentes peças no banco como os miúdos Scoot Henderson, Shaedon Sharpe, Camara, Clingan e o rookie Yang Hansen.

    Para além do treinador, que gostei bastante do trabalho dele no ano passado. Veremos, mas estou bastante confiante numa ida aos play-offs. Esperemos que nessa altura Lillard já esteja perto dos 100%.

    • Marcelo C.
      Posted Julho 18, 2025 at 1:06 pm

      Tem tudo para voltar a ser peça importante nos Blazers e foi onde expalhou a sua qualidade vamos ver como volta da lesão pois já não parece estar no seu prime.

  • Veridis Quo
    Posted Julho 19, 2025 at 1:14 am

    Bases pequenos não tendem a envelhecer bem (inacreditável, pelo lado positivo, o Chris Paul e até o Kyle Lowry ainda estarem na liga) e ter uma lesão destas a caminho dos 36 anos não deixa grandes sensações.
    Não deixa de ser surpreendente voltar, tendo o contrato de Milwaukee garantido. Podia facilmente arranjar um contender e ir em busca do anel, mesmo como figura terciária, mas parece que voltar a casa chamou mais alto.
    Olhando ao que foi a carreira dele, com ou sem título, é uma pena que não a tenha feito na totalidade em Portland, até pelo facto da experiência em Milwaukee não ter trazido nada de relevante. Seria uma história bonita e rara numa era em qualquer superstar, ao mínimo descontentamento, pede para ser trocado para uma nova situação e as equipas, enquanto conjunto e construção, parecem ter uma janela bem mais reduzida.
    A NBA tem-se tornado uma liga de “hired guns” e uma porta rotativa, em termos do que são as superstars e a suas equipas, pelo que é importante dar algum apreço a jogadores como o Lillard que tentaram como puderam trazer sucesso ao seu franchise (no caso do Lillard, até foi quase mútuo e Portland procurou o rebuild).

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