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Limite salarial em Espanha; Barcelona pode gastar 347 milhões em ordenados, Campeão espanhol apenas 105

Imagem: Marca
E mesmo assim o Atlético consegue rivalizar com os 2 colossos.
A delicada situação financeira de muitos emblemas do campeonato espanhol forçou uma série de controlos financeiros por parte da Liga de Futebol Profissional de Espanha. Medidas que as equipas devem seguir a fim de assegurar a sua subsistência, estando mesmo sujeitas à expulsão da competição caso não as cumpram. Uma delas é o limite salarial. Basicamente é a quantidade de dinheiro que cada clube pode gastar em ordenados e amortizações. Neste sentido, hoje, o jornal Marca, divulga os valores que cada conjunto da La Liga pode gastar. Como era de esperar a diferença entre os grandes e os outros é considerável. O Barcelona, que supostamente vive uma boa saúde financeira (contas saneadas, património e bom saldo entre gastos e despesas), é o clube que mais pode gastar em Espanha, cerca de 347,9 milhões de euros. O Real, que está numa situação idêntica à dos catalães, está em 2.º na lista, com 328 milhões. Sendo que o campeão Atlético ocupa o 3.º lugar, mas já com uma margem muito diferente dos rivais, apenas 105 milhões de euros. Já o Almeria, último da lista, está condicionado aos 11,7 milhões.

0 Comentários

  • Enzo Bearzot
    Posted Setembro 17, 2014 at 12:21 pm

    Os tectos dos grandes deveria ser menor, e o excesso obrigaria estes a pagarem uma multa à Liga que seria posteriormente distribuída pelos que têm menor tecto salarial e cumpridores.

    Acho que de facto deveria haver maior regulação neste aspecto, de maneira a que os grandes não se tornem cada vez maiores e, os pequenos, cada vez menores.

    No entanto, qualquer que seja a medida levará sempre a muitas discussões.

    Considero ainda, que primeiramente se deveria agir localmente, e só depois a UEFA agir a nível europeu. Porque a UEFA agir primeiro será extremamente difícil de conseguir medidas que sejam justas e adaptadas à maioria dos países. Estando já os clubes com regras locais, a intervenção da UEFA será mais ligeira e apenas para colmatar algumas falhas e desequilíbrios que eventualmente possam resultar das medidas locais.

    Um Abraço!

  • Anónimo
    Posted Setembro 17, 2014 at 10:56 am

    Justo uns terem limite de 350 milhoes para gastar só em ordenados e outros terem 101520 milhoes. Disparidades para quem defende o fairplay financeiro. Os ricos nao tem limitações, se as tem contornam-nas, tornando essas limitações inuteis e populistas.

    Joel

    • Jorge
      Posted Setembro 17, 2014 at 12:07 pm

      estes limites são para os clubes não gastarem aquilo que não têm. os responsáveis da La Liga têm medo que se chegue a um ponto em que metade dos clubes vão à falência por não existir uma gestão minimamente responsável e com isso a liga ia sofrer imenso.
      mas estes limites não estão a cortar as pernas a nenhum clube, se um investidor chegar com dinheiro o limite aumenta, se um clube receber muito em vendas de jogadores (estilo Southampton) o limite aumenta, etc. só impede que um clube sem dinheiro invista em muitos jogadores e chegue a meio da época sem dinheiro para salários, por capricho de um presidente maluco ou populista. Em Portugal já se passou o mesmo, em Espanha, mesmo sendo um país maior e mais rico, acontecem as mesmas coisas, comentem-se os mesmos erros. Estas medidas não vêm prevenir nada, apenas remediar.

  • Anónimo
    Posted Setembro 17, 2014 at 10:49 am

    O que mais surpreende é o Villareal, clube de uma micro cidade que até tem um limite bastante elevado.

    Almeida Camelo

    • luis bcn
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:37 am

      Villarreal (oficialmente Vila-real em valenciano) tem mais ou menos a população de Guimarães, a diferença é que está mesmo ao lado de uma cidade que é Castelló de la Plana (um pouco maior que Braga) e ao contrario da cidade dos Arcebispos, não tem um clube na primeira liga (nem na segunda) o que leva a muitos pessoas apoiarem o Villarreal.

      Para alem disso o Villarreal saltou para a primeira liga porque tal como outros tem um dono que investe algum dinheiro quando precisa.

    • Rúben Cardoso
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:58 am

      Compensa ter estádios sempre cheios e investir com cautela.

  • Emigra
    Posted Setembro 17, 2014 at 10:10 am

    Muito interessante.
    E se sobrepusermos a realidade Portuguesa?
    Teríamos por exemplo o Sporting a competir com o Granada… 20m por ano.
    Só vem mostrar que de facto as equipas portuguesas conseguem fazer muito com pouco: temos muito menos recursos que os outros mas mesmo assim conseguimos competir e fazer alguns brilharetes.
    Mas claro que algumas 'engenharias' tem ajudado, nomeadamente os fundos…
    Como principio, nao concordo com os fundos, nao como estao set up agora, em que se imiscuem na gestao e forcam vendas. Mas o futebol portugues, se quer manter niveis de competitivade, tem que achar solucoes creativas para poder competir com outros mercados.

  • Nuno R
    Posted Setembro 17, 2014 at 9:57 am

    O limite devia ser igual para todos.
    Aliás, devia ser igual a nível de UEFA.
    Matéria para post próprio…

    • Mané
      Posted Setembro 17, 2014 at 4:29 pm

      E esqueci-me de referir um factor essencial e que se complementa muito bem com o que estou a dizer que é a sorte/acaso… Para haver o mais forte e o mais fraco a sorte/acaso tem praticamente 100% de influência.

    • Mané
      Posted Setembro 17, 2014 at 4:22 pm

      Nuno R, eu estou a falar de uma perspectiva bem mais ampla. Só te vou perguntar o seguinte : Não continuam a haver exploradores e explorados ? Não continuam haver lobos que exploram as ovelhas apesar das legislações ? E mais , lobos que exploram ovelhas sob as normas legais sem quebrar nenhuma lei ? A lei do mais forte vai sempre imperar… Isso que tu estás a falar de que o ser humano chegou onde chegou porque se organizou em sociedade é ,de facto, verdade. Mas não é por isso que não continua a imperar a lei do mais forte. Em sociedade somos a espécie mais forte em relação aos restantes animais (até domesticamos animais e criamos animais para servirem de alimento)… No entanto a lei do mais forte vai se adaptando a todos os contextos, dentro da nossa sociedade ela continua a existir e a estar em acção… Há opressores e oprimidos, há pessoas mais inteligentes e mais espertas que conseguem enriquecer ( não é por acaso que 90% da riqueza mundial está concentrada em apenas 10% da população) mais que os outros, há indústrias a fazer muito dinheiro com a miséria e sofrimento de milhões de pessoas como a indústria bélica e a farmacêutica , etc… Perante isto , alguém é capaz de dizer que a Lei do mais forte não existe na nossa sociedade sob o argumento de tudo ser regulamentado ? Não brinquem comigo… Existirá sempre alguém mais bem adaptado que outro (seja o que for…) e o mais bem adaptado vai dominar o menos adaptado. Um vive e o outro morre. É uma realidade dura mas é tão simples quanto isto…

    • Nuno R
      Posted Setembro 17, 2014 at 3:09 pm

      Percebo perfeitamente isso do evolucionismo (há uns que o defendem para a economia, mas depois apregoam o creacionismo), mas o ser humano chegou onde chegou porque se organizou em sociedade (se fosse cada um por si, um gajo nem conseguia caçar dinossauros sozinho), e para tal, teve de criar leis e regulações. A discussão acaba por descambar no indivíduo vs sociedade. Há quem defenda que é cada um por si, e o mais forte sobrevive, outros defendem que juntos somos mais fortes, mesmo que andemos mais lentamente de modo a ninguém ficar para trás.

    • Luís Suarez
      Posted Setembro 17, 2014 at 2:55 pm

      Paulo,

      obrigado era exactamente isso que estava a tentar explicar mas eles não querem perceber.

      Mané,

      como tu disses-te e muito bom, antes de se mudar a estrutura os valores têm de mudar.

      Nuno R,

      não te quero atacar nem ofender, mas esse tipo de conversa é claramente de alguém que não dá para discutir, apartir do momento em que me vens com um argumento que não podes fazer isto ou aquilo por causa de leis, só mostra que és revoltado face a uma figura da autoridade, qua aposto que até problemas tinhas em obedecer aos teus pais, porque não eras capaz de te conformar com uma ordem ou algo que te é imposto e que mesmo que não compreendas é feito para teu bem.

      Por último,

      Kafka,

      aquilo que tu não compreendes é a cultura que se vive nos EU, podes saber muito sobre a Alemanha (e admiro-te por isso), mas não percebes que por exemplo nos EUA existe uma descrepancia ainda maior entre o "povo" e esses desportos, muitas pessoas vivem em casa que nem sequer um muro têm é tudo contraplacado porque não têm dinheiro para mais. Nesse grande pais que estás elogiar as condições para o povo são bem piores, se calhar devias entender que se isso é feito é para fechar o dinheiro dentro do país e das equipas. Explica-me lá onde é que a NBA ou a NFL ou até a NHL vai buscar jogadores fora do continente americano?! Não vai (tirando a NHL que vai ao Canadá e à Rússia, embora que muito raramente ao 2º país). Essa ecónomia é tão fechada que pessoas passam 10 anos à espera de um bilhete, e passam a vida toda a pagar empréstimos estudantis, recomendo-te a veres o This With Tonight com o John Oliver sobre esse tema. Agora entende que isso seria a hipocrisia que vive nos EUS, sim funciona muita bem, mas desde quando é que fazer de Robin Hood a UEFA vai ser solução para aumentar a competitividade, nãotemos estrutura para o isso, o futebol ia morrer. Exemplo um bocado parvo mas vê: Imagina a Champions em vez de ser com estrelas de prata ser com estrelas de latão, as pessoas ADMIRAM a riqueza, é isso que faz as pessoas sonharem com ela, com o poder, com o ser melhor. Agora a nossa estrutura se aplicarmos o que acontece os EUA ainda pior vai ficar e maior vai ser a descrepancia economica e o interesse no futebol!

    • Anónimo
      Posted Setembro 17, 2014 at 2:39 pm

      Paulo existe, e é tudo diferente de estado para estado, no entanto cada estado tem pouco mais de uma ou duas equipas a competir em cada liga profissional! só assim é possível que cada equipa tenha um mercado próprio que gere receitas suficientes para a competição ser equilibrada, apesar de não deixar de existirem mercados mais ricos e mais pobres.

      Não é um modelo aplicável na Europa. O mais próximo que vemos é a champions league, que faz a seleção de ir buscar as melhores equipas de cada país, que há partida são as mais ricas.

      José

    • Mané
      Posted Setembro 17, 2014 at 2:31 pm

      Precisamente José. É mesmo essa a minha ideia. Por isso é que nem vale a pena estar com essas ideias Kafka. Na minha opinião…
      Nuno R, a lei do mais forte vai muito para além disso… Nem me estava a referir a isso que escreveste… Se percebeste isso como a lei do mais forte mostra a tua limitação neste campo. Na natureza impera sempre essa lei, se não não estavas cá e provavelmente não havia vida na terra… A lei do mais forte é a base do evolucionismo.

    • Paulo
      Posted Setembro 17, 2014 at 2:18 pm

      Tambem podemos dizer que os Estados Unidos é mais ou menos um continente com paises lá dentro, pois as normas, as leis, os beneficios, impostos, a cultura variam de estado para estado.

    • Anónimo
      Posted Setembro 17, 2014 at 2:07 pm

      Kafka, esse modelo é excelente mas é impossível aplicar a competições desportivas Europeias, qual é a dificuldade de o entender?

      Esse modelo tem sucesso porque é uma liga para um continente inteiro, algo que não é replicável na europa! o modelo que defendes seria um modelo em que apenas teriamos 2 a 4 equipas por país na Europa, algumas com nem isso a competir entre si numa liga milionária, em que o resto não teria espaço para existir porque não gerariam receitas suficientes para ser viáveis! de outra forma não é viável nem funcional! cada estado na América tem uma ou duas equipas!
      Não podes tentar replicar um modelo sem pensar em todas as variáveis.

      José

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 2:05 pm

      Mané,

      Sim claro, mas eu no meu comentário inicial de resposta ao Nuno R, disse isso mesmo, que havia muitas questões de difícil resolução para se implementar um modelo igual aos USA, porque a Europa não funciona como um só País, ao contrário da América…

    • Nuno R
      Posted Setembro 17, 2014 at 2:04 pm

      Por imperar a Lei do mais forte é que a sociedade evoluiu para modelos regulados. Por isso temos instituições, como governos ou tribunais, que legislam e aplicam legislação. Legislação essa que limita a minha liberdade individual (não posso andar pela rua todo nú, vou preso, nem posso pegar no carro e ca#ar para os sinais de trânsito que limitam a minha liberdade de circulação), mas em prol daquilo a que chamamos sociedade.
      É a diferença entre o Estado, e o Estado Falhado, onde um tipo pega numa espingarda e aplica poder, simplesmente porque dispara mais depressa que o parceiro do lado.

    • Mané
      Posted Setembro 17, 2014 at 2:04 pm

      e em relação a isso dos adeptos, para não haver dúvidas , estou a referir-me à ideia da dimensão dos clubes… Acho que nem preciso de me explicar mais.

    • Mané
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:52 pm

      Kafka, a realidade europeia não é a americana… Eu em parte dou-te razão… Mas é impossível e impensável fazer isso aqui na europa. O paradigma tinha que mudar radicalmente … E refiro-me também a o numero de adeptos dos clubes… Não estou a imaginar adeptos conimbricenses do Benfica , Porto e Sporting virarem-se para a académica… Apesar de eu gostar imenso dessa ideia…

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:49 pm

      Mané e JPIRES,

      Portanto a NBA, NFL, MLB e NHL morreram é isso? e não têm noção nenhuma da realidade?

      A NFL é só a competição mais bem organizada do Mundo do desporto, a todos os níveis, onde practicamente todas as equipas dão lucro, os estádios estão a abarrotar (a lista de espera para ter um bilhete para um jogo dos Packers por exemplo, ultrapassa os 10 anos, havendo neste momento quase 200 mil pessoas em lista de espera, e até se chega a inscrever os filhos e netos na lista de espera para assim um dia poderem vir a ter um bilhete quando forem mais velhos) e isso tudo com base no modelo que vocês dizem que é de quem não tem noção da realidade…está certo

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:42 pm

      *investimento estratosférico e não atmosférico…tlm dá nisto

    • Mané
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:38 pm

      Luis Suarez ia para intervir mas tiraste-me as palavras da boca. Nem mais ! Subscrevo tudo.
      Há pessoas que confundem muitas ideias…
      Só para finalizar o que tu disseste agora na ultima parte, a lei do mais forte é lei que mais impera na natureza e em todo o universo. É uma lei tão significativa e tão real como a gravidade , por exemplo. Querer ignorar este facto e achar que no futebol as coisas têm que ser (ou podem) diferentes é uma ilusão de pessoas sem noção nenhuma da realidade em que vivem…

    • JPIRES
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:28 pm

      suarez completamente de acordo. comunismo no futebol era morte certa, e nao so no futebol.

    • Nuno R
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:22 pm

      Vejo que a discussão deu frutos…
      Vou tentar responder a alguns pontos:

      Antes de mais, o ataque pessoa. Suarez, diz-me a incongruência que cometi. No post do Platini nem teci qualquer tipo de opinião, limitei-me a dizer que segundo a legislação o jogador não se pode recusar a ir à selecção, sendo isso um acordo de cavalheiros. Tive o trabalho de ir rever o post, coloquei 1 (UM) comentário, que em nada choca com o que defendo aqui. Em relação ao tema da regulação, sempre tive e terei a mesma opinião. Chamem-me comunista…

      Pessoas não são empresas. Curiosamente, há quem defenda que empresas devam ter o mesmo tratamento que pessoas, nomeadamente os ultra-liberais.

      A NBA não trabalha só no mercado interno, também recruta estrangeiros. Muitas vezes têm de suportar os custos de rescisão dos contratos.

      Gostava de saber em que é que legislar transferências e tectos salariais fecha a europa ao mundo. Laissez faire laissez passer, é isso? Vou bater na mesma tecla, é mercado aberto, isto regula-se por si só, a mão invisível trata da coisa, até que dá bronca…

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:17 pm

      Mesmo em Portugal, tem dado para tudo nos últimos 5 anos…o Porto terminou o campeonato sem derrotas por 2 vezes…e chegámos ao extremos de em 2012/2013 não ter sido um golo do Kelvin nos descontos e Benfica e Porto tinham terminado os 2 o campeonato invicto, ou seja, 2 equipas sem derrotas numa edição de um campeonato devia ter sido caso único na história do futebol mundial…

      Mas lá esta, estes recordes todos, é porque a competitivade é muita…ou então não

    • Rui
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:16 pm

      Porque é que em Espanha e Italia não me apresentou os recentes campeoes ? não convinha eu sei.

      Vou lhe explicar devagar, o Lyon antigamente era o PSG de agora, tinha altos investimentos o que originava altas equipas e nula concorrencia, dai a ter ganho 6 campeonatos seguidos, mas o buraco cresceu tanto que agora andam ainda a tapa-lo, e foi quando apareceu o PSG que no 1º ano desiludiu, mas nos outros passeia a sua vontade.

      Na Alemanha era onde havia mais incerteza em relação ao vencedor, mas agora só uma catástrofe tira o titulo ao Bayern.

      A Juventus se não fosse o caso que houve era campeã 10 anos seguidos, uma equipa que voltou da 2ª divisão ja vai em 4 titulos seguidos acho que diz muito da desigualdade.

      Antigamente era raro ouvir equipa x bate record de pontos, agora é ano após ano.

      Mas vamos analisar os campeonatos dos ultimos 10 anos.

      Espanha: 6 Barcelona, 3 Real Madrid e 1 Ateltico.(Com difernçaas enormes em relaçao 1º/3º e ligas com 100 pontos)

      Italia:5 Inter, 1 Milan e 3 Juventus.houve um ano que nao houve campeão, e nos 5 do Inter 3 foi a juventus campeã, mas depois foram-lhes retirados.

      Portugal: 7 Porto, 3 Benfica.

      França: 1 Bordeus, Marselha, Lille, Montpellier, 2 PSG( á vontadinha), 4 Lyon( que ganhou 7x seguidas) e o espaço entre a queda do Lyon e o aparecimento do PSG é que se deu os 4 campeoes diferentes, não sei se percebeu, o mais certo é que não.

      Alemanha:6 Bayern, 2 Dortmund, 1 Wolfsburg e Estugarda

      Como pode ver existe uma igualdade nos campeonatos incrivel, com os campeoes a serem quase sempre os mesmo, e agora a serem cada vez mais cedo, e com mais facilidade, e com mais diferença de pontos.

      Este ano em Espanha está a reviver uma nova equipa o Valencia, mais uma vez graças a um Peter Lim qualquer.

      Por isso Luis Não defenda a sua mentira que não é por isso que vai virar verdade.

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:14 pm

      Ah acrescentar que o Bayern o ano passado também bateu o recorde de pontos da história da Bundesliga..

      Aliás nos últimos 5 anos assistimos ao bater do recorde de pontos da Liga Espanhola (Real e Barça fizeram-no à vez com 100 pontos em 114 possiveis), da Liga Italiana (Juve com 102 pontos em 114 possiveis). e da Bundesliga (Bayern com 90 em 102 possiveis)

      O que vale é que é tudo muito competitivo, deve ser por serem muito competitivos e as equipas estarem todas ao mesmo nivel que se batem estes recordes

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 1:10 pm

      Em França o Lile está bem encaminhado? mas qual bem encaminhado, teve um bom arranque, mas qual é mesmo a dúvida que o PSG vai passear tranquilamente este ano rumo ao tri?

      Na Alemanha, a diferença do Bayern para o resto é gritante, e a única equipa que lhe podia fazer frente, o Dortmund, não tem banco à altura do Bayern, e deixa começar a Champions em pleno, para começar a perda de pontos e o Bayern começar a ir embora

      Em Espanha, dás o exemplo do Atl. Madrid, quando Atl MAdrid vence 1 campeonato de 15 em 15 anos, uahh fantástico, de 15 em 15 anos há uma surpresa em Espanha, depois volta tudo ao normal, como vai voltar este ano, pois o campeonato será de Barça ou Real, e o Atl. MAdrid vai ficar longe destes 2, mas cá estaremos para ver quem tinha razão…

      Por fim dares o exemplo da Itália, por favor a sério que deste mesmo o exemplo da Itália?? a 15 anos que nenhum clube fora dos 3 grandes (Juve, Inter e Milan) consegue vencer o campeonato, e nesse ano 2001, quando a Roma o conseguiu fui graças a um investimento atmosférico…e o ano passado chegamos ao extremo da Juve ter feito 102 pontos em 114 possíveis, é muito competitivo de facto este campeonato..

    • Luís Suarez
      Posted Setembro 17, 2014 at 12:35 pm

      Rui uma mentira dita muitas vezes não se torna verdade.

      É impressionante como o tempo está tão igual e à coisa de 6 anos atrás tinhamos um Lyon a que vinha de 6 ou 7 vezes campeão consecutivo, mas agora já tivemos PSG e Montepellier, este ano o Lille vai bem encaminhado, ou até o Marselha. A desigualdade na Liga Francesa é enorme.

      Nos últimos 7 anos a Bundesliga teve Wolfsburg, Bayern, Dortmund, Dortmund, Bayern, Bayern. A desigualdade na Liga Alemã é enorme.

      É engraçado como o Real e o Barça que são as euqipas que batem recordes de pontos no campeonato são atropeladas por um camião, que é o Atlético de Madrid numa época a nível de resultados em competições, internas e externas, que se alguém me contasse (pelo teu raciocinio Rui) só pode ser mentira. Já para não falar nos 2 jogos perdidos 3 pelo Real, e os tantos outros que o Barça perdeu o ano passado. A desigualdade na Liga Espanhola é enorme.

      Num campeonato italiano onde a campeã Juventus à 4 anos, tem de enfrentar a concorrência de um top 6 de equipas sempre diferente, ano após ano, Milan, Nápoles, Inter, Udinese, Roma. Onde uma equipa como o Torino pode fazer um brilharete espetacular numa das ligas mais dificeis de praticar futebol. Onde só esta jornada em 10 jogos de um jornada foram marcados 31 golo (uma média de 1,55 golos por equipa). Onde um Milan ganha 5-4 ao Parma. A desigualdade na Liga Italiana é enorme.

      Mas pronto tu lembas-te do Estugarda e do Corunha, do Mónaco e do Celta, mas se calhar o futebol era muito pior na altura, hoje em dia o investimento é aquilo que torna uma equipa competitiva e uma fonte de receitas.

      A UEFA não deve e não pode limitar o capital que uma equipa gasta, quanto mais dividi-lo. A UEFA não é uma professora do jardim infantil, para receber de todos os doces e as bolachas, para depois distribuir igualmente, apenas porque tem de ensinar a partilhar.

      Não é nem nunca foi assim, os que têm mais possibilidades têm mais força, os outros criam imaginam, lutam com as armas que têm e muitas vezes fazem maravilhas e mudam o seu estatuto pelo esforço, pelo trabalho e pelo empenho.

      Queria ver quantos de que vivem em Lisboa mas que são de Barcelos iam lá no fim-de-semana apoiar o Gil só porque ele estava num patamar competitivo igaual a um Benfica/ Sporting/ Porto e por isso merecia o mesmo apoio.

      P.S.: Kafka para tua informação sou adepto do Belenenses e não dos três grandes, e bastante imparcial às três equipas grandes de Portugal, agora só não gosto que venham dizer que isto é que era bom e isto é que é bom, que na Alemanha se faz isto e aquilo, e que se distribuissemos o dinheiro ou imposessemos um tecto para o dinheiro que podiam gastar é que era bom, e que se dividisse a conta da agua e da luza por todos os clubes da UEFA, isto não faz sentido.

    • Rui
      Posted Setembro 17, 2014 at 12:01 pm

      o que é para si recentemente ?
      é que eu lembro-me dos big times dos USA dominarem tudo o que lhes aparecia á frente, e em 2004 quando ficaram em 3º lugar estavam presentes, Iverson,Carmelo, Marion, James, Odom,Bozzer, Wade etc etc vai me dizer que estes jogadores não tinham contrato ?

      Mas esta visto que para si é melhor a desigualdade presente, onde 6/7 equipas dominam a seu belo prazer, está visto que o senhor gosta de ver campeonatos como Frances/Alemão onde só existe uma equipa a lutar pelo titulo, ou 2 como nos casos de Italia/Portugal/Espanha.

      Eu ainda sou do tempo dos Valencias campeoes, Corunhas,Estugarda, Werder das grandes equipas que tinham o Celta etc, mas se calhar não ganhavam as suas equipas não era ?

    • Anónimo
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:59 am

      Eu sei disse, mas esses ditos pobres têm parte das receitas da liga obrigatoriamente como por exemplo a receita dos equipamentos, receitas televisivas globais…não é comparável como indiquei a cima…
      mas há coisas que se podem usar no mercado europeu de futebol que foi as que referi, são as mais ajustadas à realidade, deve haver mais mas só me lembrei destas.

      Achas que o modelo de gestão de uma liga, e o mercado desportivo é aplicável ao EUropeu é ridículo, e como referi acima começa logo pela composição geográfica da América e da Europa. Na NBA temos 30 equipas e área geográfica é gigante, na Europa tinhas que ter essas mesmas 30 equipas para o modelo ser viável, prova disso é os estudos já realizados para possíveis alargamentos da NBA que mostram que economicamente seria um desastre! A menos que vejas o futebol dessa forma estás a ser utópico.

      José

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:49 am

      Meti a pata na poça? porquê? antes também havia escravatura e hoje já não há…

      Sabes o que se chama evolução? como tu disseste e bem antes havia essa cláusula sim e eu sei disso, aliás, antigamente os jogadores da NBA nem sequer podiam ir à Selecção, o que obrigava os Estados Unidos a jogar com os jogadores universitários, e isso só mudou no inicio da década de 90 com o Dream Team em 92, portanto a mim não me estas a dar novidade nenhuma…

      Mas como é óbvio essa cláusula por ser um atentado aos direitos individuais de cada um, teve que ser tirada, óbvio…tanto que hoje um Lebron é livre de ir ou não ir à Selecção, como se provou a semana passada, mais uma vez o modelo Americano na linha da frente…

    • Luís Suarez
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:35 am

      Kafka,

      Obrigado, acabas-te de meter a pata na poça, provavemente nem fazes a mínima ideia mas já a muitos anos que a NBA coloca uma claúsula no contrato dos jogadores que os impede de ir à selecção enquanto representam a equipa, só recentemente é que se commeçou a abandonar essas claúsulas. Portanto estás a ver, mais uma vez os interesses da empresa superiorizaram-se, não aos do ser humano e da sua liberdade, mas das escolhas que faz e que o condicionam para tal! Nomeadamente os contratos que assinam.

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:33 am

      *Como é óbvio escreve-se SER e não SerE

    • Luís Suarez
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:31 am

      Nuno R,

      Queres comparar o raio de prospeção das escolas de jogadores dos EUA na NBA, é produto interno, é mercado fechado, o dinheiro não saí daquele país, não circula.

      A Europa já é o exponente máximo em futebol no Mundo e agora ainda queres fechar mais ao resto do Mundo, para não falar na quantidade de pessoas e postos de trabalho queo futebol europeu movimenta.

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:27 am

      Nuno R,

      Subscrevo inteiramente o teu comentário das 12.01

      E o teu ultimo parágrafo resume tudo, para os portugueses este modelo é impensável porque para eles o que importa mesmo é que o clube deles vença, nada mais importa…

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:24 am

      Luís Suarez

      A tua comparação não faz sentido algum…tu acabaste de comparar uma empresa com um Ser Humano…

      A liberdade individual de qualquer Ser Humano, está acima de TUDO…mas que eu saiba o Real Madrid e o Barcelona não são Seres Humanos, são empresas/Instituições etc… a regulação de um mercado que é composto por empresas não tem nada que ver com liberdade individual de um Sere Humano

      Ah mas olha, já que falas nisso, mesmo naquilo que tu chamas de utopia (o mercado Americano), os jogadores são livres de não ir à Selecção (como se viu esta semana que passou com a ausência das grandes estrelas da NBA como Lebron ou Durant), e isso não invalida que haja na mesma regulação na NBA, porque lá esta, a tua comparação não faz sentido algum

      Comparar liberdade individual do Sere Humano, com regulação do mercado de empresas, é a mesma coisa que comparar batatas com morangos

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:18 am

      Exactamente Nuno R,

      A América percebeu que por mais dinheiro que os clubes até possam ter, se não houver equilíbrio a competição perde espectadores pois deixa de haver interesse, e sendo o desporto um espectáculo, a vertente de equilíbrio tem de estar acima de tudo o resto, pois só assim se mantém apelativa para quem vê…isso a América já percebeu, mas a Europa ainda não percebeu…

    • Luís Suarez
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:12 am

      Nuno R e Kafka,

      Muito obrigado por demonstrarem como numa semana têm uma opinião, mas não semana a seguir mudam, como quem muda de casaco.

      É impressionante, quando saiu o tema do Platini proibir o abandono à seleção/renuncia à selecção tanto defenderam (especialmente o Kafka) que isso não podia existir, porque o ser humanao é livre e mais umas quantas coias, que eu achei ridiculo, e o Nuno foi a mesma coisa.

      Quer dizer para uma coisa a UEFA está cá e para fazer o que tu achas melhor Nuno já vale a pena, mas depois quando insere regras para tentar melhorar na óptica deles o futebol europeu, já está mal.

      isso é de uma incoerência, aqui sempre partilhei a minha opinião pessoal e fincada, agora nem vou dar-me a mais trabalho porque já vi que se vier aqui para a semana o Nuno já tem uma opinião diferente.

      Cumprimentos

    • Anónimo
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:11 am

      De referir ainda que o modelo Americano (NBA Especificamente) é apenas uma liga, toda regulada pela mesma entidade, e foi criada segundo estas bases. O tamanho da América não se equivale ao tamanho de nenhum país da Europa individual. O que estás a dizer pelos teus argumentos é tiras um clube ou dois por país consoante a sua riqueza (ex: Real, Barça, Atlético, Bayern, Chelsea, City…..) e fazes uma liga com estes clubes, porque é isso que acontece no modelo que vocês defendem. No modelo que usam como ideal há equipas pobres sim, mas essas equivalem às equipas ricas no futebol praticamente, geram milhões! Lá não há espaço sequer para aumentar a liga por exemplo…
      As coisas devem ser pensadas com cabeça, não se pode comparar alhos com bugalhos só porque sim, deve haver regulamentação e essa deve consistir em algo do género num horizonte temporal de 4 anos num todo não se pode gastar mais do que se tem, e as dívidas devem responder a x%.

      Pedir mais do que isto é ser utópico e não conhecer as disparidades que existem entre equipas grandes e pequenas, e querer acabar com o futebol como existe.

      José

    • Nuno R
      Posted Setembro 17, 2014 at 11:01 am

      Jose

      Por haver um tecto, não quer dizer que todos o alcancem. Na NBA (não conheço a NFL, e o baseball) há equipas mais ricas, e mais pobres. Até porque têm donos mais ricos, e assim como que remediados. E há diferenças entre direitos televisivos. E receitas de bilheteira. E os jogadores também recebem salários variáveis, pois a carga fiscal varia de Estado para Estado (logo, há equipas em vantagem).
      Mesmo assim, as tais regras "comunistas" que os comunas gringos implementaram têm como objectivo minimizar as desigualdades. Se fosse tudo à balda, os mais fortes iam buscar cada um os 20 melhores jogadores (há limite de jogadores sob contrato), e tinham 2 ou 3 emblemas a jogar, enquanto que os outros serviam de saco de pancada. quem é que queria ver uma competição dessas???
      Mas lá está, é difícil explicar o conceito de uma competição desportiva justa, apelativa e renhida ao típico tuga, que quer única e exclusivamente ver a sua equipa ganhar.

    • Anónimo
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:47 am

      O limite salarial deve ser dado consoante os gastos e despesas, e nisso a uefa com a sua regra para as competições europeias está bem.

      Nuno R, definir um tecto salarial em futebol é errado, porque ele nunca vai ser pequeno o suficiente para que os pequenos não se endividem porque tens sempre que ajustar a clubes grandes. Imagina este cenário:
      É definido para a liga espanhola um tecto salarial de 50 milhões, para as equipas pequenas é mais do que podem pagar ou seja para elas o nível de dívida vai se manter elevado e a qualidade não vai diferir agora; para as equipas grandes podem pagar isso à vontade, mas o que vai acontecer é que as receitas mantém-se as despesas diminuem tal como a qualidade da equipa diminui.

      Ou seja teremos um modelo em que a qualidade diminui, os pequenos endividam-se e os grandes só têm mais lucro.

      O modelo Americano não pode ser adaptado por vários motivos,(no caso da NBA) não há despromoções, o patrocínio dos equipamentos é um absurdo mas é geral, ou seja a Adidas patrocina a liga inteira, a capacidade de gerar receitas não se compara…sim têm um tecto salarial, mas por exemplo no próximo ano como as receitas aumentam este vai aumentar..mas apesar de haver mercados muito ricos todos têm dinheiro para pagar o máximo desse tecto, no futebol não.

      No entanto há várias coisas que a meu ver podiam ser feita para aumentar o equilibro:
      -Definir salários máximos, por exemplo nenhuma equipa pode pagar mais que 10 milhões;
      -Obrigatoriedade de jogadores formados localmente, até a nível de custos é compensatório;
      -Direitos televisivos divididos de uma melhor forma;
      -Rácio entre gastos e despesas de modo a evitar o endividamento exagerado.

      José

    • Nuno R
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:44 am

      Kafka
      Não é curioso que o desporto profissional seja tão regulado, logo num país 101% liberal??????
      (sim, há uns tempos disse que os EUA tinham uma matriz socialista, mas era IRONIA!!!!)
      Vê lá, que até mete sindicatos ao barulho e tudo, de x em x anos há negociações entre patrões e sindicatos, só lá falta o Mário Nogueira.
      É que eles têm a noção de que o negócio tem de ser SUSTENTÁVEL e tem de haver equilíbrio de forças para ser APELATIVO ao público.

    • Nuno R
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:41 am

      Para isso existe a UEFA. Estás registado na UEFA? Jogas com as suas regras. Se não, podes sempre ir competir na CONCACAF.
      Por mais que as pessoas queiram fingir que não, o futebol hoje debate-se com os mesmo problemas da restante sociedade: a finança tomou conta, e não existe qualquer tipo de regulação, o que não só aumenta as desigualdades, como promove negócios menos claros, que posteriormente têm as consequências que sabemos. Hoje, contribuintes, salvamos o BES, amanhã salvamos o SLB (hipótese hipotética, não venham já com conversas). Do mesmo modo que há quem lute por uma regulação europeia na Banca, há quem o faça em relação ao futebol. Curiosamente, as vozes discordantes aparecem em ambos os casos com os mesmos argumentos; deixem o mercado trabalhar livremente, é complicado acabar com os off-shores, é difícl obrigar todos a seguir as mesmas regras, e aí por diante.
      Estes problemas já se colocavam antes, só que enquanto houve dinheiro a rolar, com negociatas e mais-valias a aparecerem do nada, ninguém se importou. Vivíamos na sociedade da abundância, ninguém se ralava de como e porquês o dinheiro aparecia no bolso. O mesmo se passa no futebol; enquanto as trutas desaguarem nas nossas águas e as bolas forem entrando, é ir rindo e cantando.

    • Coríntio
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:40 am

      Trazer o comunismo para o futebol? Vai dar bom resultado vai…

    • André Santos
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:36 am

      O limite salarial iria trazer igualdade entre todas as equipas e competição pura. Mas também não tenho dúvidas que metade das pessoas se iam afastar do futebol se os seus clubes deixassem de ganhar como antes.

      E com menos pessoas envolvidas, menos dinheiro entra no futebol.

    • Luís Suarez
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:31 am

      Isso não faz sentido nenhum! Então se o Real vence a Champions num ano, no ano a seguir volta à estaca zero, o que é que faz com o dinheiro, chega a um ponto que investir em infraestruturas não vale a pena, clubes como o Barça e o Real, vão fazer o quê, doar o dinheiro as caridades, ou ao estado.

      Já para não falar que isso ainda menos sentido faz porque:

      Se o limite era igual para todos, tinha de existir o mesmo número de adeptos dentro de cada estádio, porque se estamos a limitar o investimento, também limitamos o ganho, é consequente. Depois, todos os bilhetes dentro da UEFA deveriam custar o emso, porque estar a limitar um orçamento salarial, se isso também será imposto em tudo o que seja quotas de sócios, preço de bilhetes, tudo…

      Em que mundo, utopico e, acima de tudo comunista, visto que se é igual para todos e todos partem da casa de partida com o mesmo é de facto a base teorica (não aplicável nunca neste caso) da politica comunista. Estando a limitar o ganho que um clube pode ter, o crescimento que pode ter e tornar a UEFA responsável pelas finanças dos clubes.

      Isso não ia gerar mais responsábilidade, ia era fechar o futebol e torna-lo num desporto de "jaula", visto ter os valores que difereciam os clubes roubados, sendo assim um animal que vive dentro de uma jaula e que só saí para fazer um espetáculo no circo.

      A diferenciação seja por imagem, valor, ou mesmo imposição (pelo reconhecimento que quer obter, institucionalizado), é algo que tem de existir no mundo, porque se formos todos iguais e nos obrigarem a sermos todos iguais estamos a concordar com valores de "ovelhas" que andam sempre em reanho e que a única coisa que fazem é pastar, para depois lhe tirarem leite e lã (às que toverem mais tiram mais, e depois às que estão "boas de mais" são retiradas para servirem de alimento.

      Espero que consiga escrever um grande post.Cumprimentos.

    • Luís Suarez
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:31 am

      Isso não faz sentido nenhum! Então se o Real vence a Champions num ano, no ano a seguir volta à estaca zero, o que é que faz com o dinheiro, chega a um ponto que investir em infraestruturas não vale a pena, clubes como o Barça e o Real, vão fazer o quê, doar o dinheiro as caridades, ou ao estado.

      Já para não falar que isso ainda menos sentido faz porque:

      Se o limite era igual para todos, tinha de existir o mesmo número de adeptos dentro de cada estádio, porque se estamos a limitar o investimento, também limitamos o ganho, é consequente. Depois, todos os bilhetes dentro da UEFA deveriam custar o emso, porque estar a limitar um orçamento salarial, se isso também será imposto em tudo o que seja quotas de sócios, preço de bilhetes, tudo…

      Em que mundo, utopico e, acima de tudo comunista, visto que se é igual para todos e todos partem da casa de partida com o mesmo é de facto a base teorica (não aplicável nunca neste caso) da politica comunista. Estando a limitar o ganho que um clube pode ter, o crescimento que pode ter e tornar a UEFA responsável pelas finanças dos clubes.

      Isso não ia gerar mais responsábilidade, ia era fechar o futebol e torna-lo num desporto de "jaula", visto ter os valores que difereciam os clubes roubados, sendo assim um animal que vive dentro de uma jaula e que só saí para fazer um espetáculo no circo.

      A diferenciação seja por imagem, valor, ou mesmo imposição (pelo reconhecimento que quer obter, institucionalizado), é algo que tem de existir no mundo, porque se formos todos iguais e nos obrigarem a sermos todos iguais estamos a concordar com valores de "ovelhas" que andam sempre em reanho e que a única coisa que fazem é pastar, para depois lhe tirarem leite e lã (às que toverem mais tiram mais, e depois às que estão "boas de mais" são retiradas para servirem de alimento.

      Espero que consiga escrever um grande post.Cumprimentos.

    • Pedro Alves
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:23 am

      Inicialmente, pensei o mesmo. Mas repare que esta medida serve também para acabar com as investidas dos milionários em clubes de segundo plano, evitando assim que atraiam jogadores com salários avultados que a longo prazo nunca seriam sustentados pelo clube, exemplos do Getafe e Málaga

    • Kafka I
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:10 am

      Nem mais, defendo isso à imenso tempo…

      O modelo Americano parece-me o melhor de todos (tem as suas falhas como é óbvio, mas não há modelos perfeitos, portanto não é por aí), pois é de todos o que fomenta melhor o equilíbrio entre todas as equipas.

      No entanto, há aqui várias questões que complicam a implementação do modelo Americano na Europa, é que os Estados Unidos são um País, um mercado único, e como tal com regras únicas…na Europa a questão complica-se porque não é um só País, logo fica mais complicado de implementar uma regra única para Países diferentes com legislações diferentes, regras diferentes, etc etc…

  • Diogo Palma
    Posted Setembro 17, 2014 at 9:44 am

    E quanto é que cada equipa está a gastar actualmente?

    • Anónimo
      Posted Setembro 17, 2014 at 9:55 am

      eu acho que estes números dúbios, se eu pagar milhares por um empréstimo de um ou dois anos estes valores são facilmente contornáveis…acho que era mais razoável fazer um rácio obrigatórios que todas as equipas tivessem que respeitar..por exemplo podem gastar menos em tranferências e mais em salários por exemplo.

      josé

  • Ricardo Ricard
    Posted Setembro 17, 2014 at 9:36 am

    Parece que sou bruxo,ainda ontem falei sobre isto…

    É uma vergonha o dinheiro que o futebol movimenta,não só em transferências como em ordenados e comissões,perdeu-se completamente a noção da realidade do mundo que temos lá fora. Os clubes terem dinheiro não justifica ordenados de 1 milhão por mês a ninguém.

    • Coríntio
      Posted Setembro 17, 2014 at 10:38 am

      É meterem jovens jogadores portugueses na Liga espanhola. A Liga é mais competitiva, os jovens portugueses são baratos e têm qualidade e em Portugal nunca ninguém vai apostar neles.

      Portanto todos ficam a ganhar.

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