Mediante a indefinição do processo Maxi Pereira, que apesar de terminar contrato no final da época ainda não foi abordado pelo Benfica para renovar, o Liverpool, de acordo com a imprensa inglesa, poderá avançar para a contratação do lateral já na reabertura do mercado de transferências. Os “Reds” tem tido alguns problemas na lateral, Flanagan está lesionado, Manquillo (além de estar no clube por empréstimo) ainda é inexperiente e Glen Johnson, também está em final de contrato (ao que parece não vai renovar), e Brendan Rodgers parece querer mais uma solução (e como o City demonstrou com Sagna, a idade não é um obstáculo em Inglaterra).
Grupo E – A Inglaterra esteve a perder em casa (auto-golo de Henderson), mas superou a Eslovénia (3-1) e manteve de maneira a destacada o 1.º lugar (mais 6 pontos que a selecção helvética). Rooney marcou na sua 100.ª internacionalização, enquanto que Welbeck bisou. Nos outros jogos a Suíça (Arlauskis na p.b. Schar e bis de Shaqiri) cumpriu e goleou a Lituânia, por 4-0. Enquanto que San Marino fez história ao empatar a 0 frente à Estónia, conseguindo assim o 1.º ponto em jogos oficiais desde 2001 (no total foram 67 derrotas consecutivas).
Grupo C – Isco brilhou pela Espanha, mas quem lidera é a Eslováquia. Os eslovacos, com golos de Kucka e Nemec, foram vencer à Macedónia e chegaram aos 12 pontos. Mais 3 que a La Roja, que, com Isco (marcou um golaço) em destaque, bateu a Bielorrússia por 3-0 (Busquets e Pedro fizeram os outros golos). Nota ainda para Yarmolenko que marcou todos os 3 golos da Ucrânia na deslocação ao Luxemburgo.
Grupo G – Grande jornada para a Áustria, que ao bater a Rússia, por 1-0, golo de Okotie, está já com uma margem importante. Os austríacos lideram com 10 pontos, mais 4 que a Suécia, que empatou a um em Montenegro (Ibrahimovic marcou), e 5 que os russos e montenegrinos. Já o Liechtenstein (que venceu fora na Moldávia, por 1-0, golo de Burgmeier… foi apenas o 3.º triunfo fora na história do pequeno Principado), está com 4 pontos.



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Matt Le Tissier
San Marino conseguiu somar um ponto após 61 derrotas seguidas, e consequentemente, 61 jogos seguidos a sofrer golos. Isto numa jornada estranha até agora para as selecções medianas, com as vitórias das Ilhas Faroe (ontem), do Liechtenstein (hoje frente à Moldávia) e do "bom" resultado de Gibraltar frente à Alemanha, onde alinhou com apenas dois jogadores profissionais no onze inicial.
Cumprimentos
Grilo Falante
Na verdade, foram mais que 61 jogos seguidos a sofrer golos. Nesse jogo, em 2001, empataram 1-1 com a Letónia, e sofreram golo, claro. O último jogo em que não sofreram golo em jogos oficiais foi em 1993 contra a Turquia no apuramento para o Mundial de 94. Portanto, foram muito mais que 61 jogos seguidos a sofrer golos.
Arnold S
61 jogos seguidos a sofrer golos. O Matt está certo Grilo Falante. Eles venceram o Liechtenstein em 2004 por 1-0 (jogo amigável) e daí para cá foi sempre a perder, 61 jogos seguidos no total.
Grilo Falante
Ok. Pensei que estava a contar apenas os jogos oficiais.
NS
O super Maxi é já um símbolo Benfiquista. Jogador aguerrido, forte, inteligente na recuperação da bola e dá profundidade no ataque. Além do mais, tem quase sempre a clarividência de levantar a cabeça, lendo o posicionamento dos jogadores, quando faz os cruzamentos laterais (o Capel podia aprender muito neste aspecto). Pelo seu rendimento é claramente o melhor lateral direito do Benfica — ainda não se sabe como vai voltar o Sílvio após a lesão — e assim sendo, não se entende como o Benfica pode libertar um jogador indiscutível a custo zero.
Guilherme Silva
É certo que os Reds têm problemas na lateral direita, mas não me parece que a solução fosse o Maxi. Era um bom elemento para ter no plantel, mas não para assumir a titularidade, até porque não deve durar muitos mais anos em alta roda.
Danilo era uma excelente solução, e o Montoya também poderia ser uma boa contratação, embora tenha receio que fosse sofrer do mesmo mal do Manquillo.
Ninja
O Danilo nao me parece para a bolsa do liverpool. O Porto vai negocia lo por um valor considerável.
Anónimo
Incrivel aqui na Eslovaquia ninguem liga ao futebol. Estou a jogar um torneio de poker num casino e o jogo está a passar num ecrã gigante. A eslovaquia marca golos e nao ha uma unica reacção de ninguém. .. nada nem um comentario. Aqui so se liga ao hoquei.
Vitor Hugo
Awesome_Mark
Digam o que disserem mas nestes moldes a qualificação para o Europeu ganham outra atratividade.Equipas medianas como Áustria ou Eslováquia motivam-se ainda mais pois vêm a possibilidade de qualificação elevar-se e surgem com uma outra força.
Gonçalo
O Maxi é o melhor lateral direito em Portugal na última década. Só no nosso país é que se desvaloriza o 2.º mais internacional de sempre de um país que já venceu 2 Mundiais.
Fábio Jesus
Conheces o Bosingwa?
Renato Teixeira
Bosingwa, Danilo, Paulo Ferreira …
Luis Miguel
Nunca deves ter conhecido Paulo Ferreira, Danilo, Miguel, Bosingwa
O Maxi tem é muita raça e corre para a frente, porque de resto é muito limitado.
Zé Maria
Sou sportinguista mas reconheco tudo o que o Maxi fez pelo Benfica. É certo que houve outros laterais bons, mas o Maxi foi regular e é muito seguro.
PS: Paulo Ferreira saiu há mais de 1 década.
SL
Mario
Sabe que uma decada são 10 anos, certo ? Se Paulo Ferreira sai do Porto em 2004, e estamos no ano 2014 penso eu que são 10 anos.
Zé Maria
Nao! O Paulo Ferreira saiu no verão de 2004. Ora o verão de 2014 já passou amigo
Rodolfo Trindade
Este empresário do Maxi é do pior que pode haver!
Awesome_Mark
Qto ao Maxi,não sei qual a disponibilidade financeira dos Reds(para o que apostaram no último mercado não devem estar mal) mas a contrtar um lateral direito em Portugal o Danilo seria a melhor escolha.
Contudo,penso que o ideal seria tentar renovar com o Glen Johnson.
LuisRafaelSCP
Neste momento não vejo o Benfica com melhores opções que o Maxi. E deixá-lo sair, pode ser negativo em vários aspectos: perde uma referência dentro e fora de campo, perde garra e de alguma forma, "mística".
Penso que o plano poderá passar por comprar Sílvio, mas é bom relembrar que a lateral esquerda não está também ela resolvida (Eliseu e Benito.. desenrascam), e saindo Maxi, juntando aos problemas físicos constantes de Sílvio, o Benfica pode ficar com algumas dificuldades a nível de laterais. Por outro lado, se houver realmente este interesse, poderá ser o próprio Maxi a querer novos desafios e um contrato superior, agora que vai entrar na fase descendente.
Em relação ao Liverpool, não ganha nenhum upgrade com Maxi Pereira.
MosqueteiroSLB
renovem com o maxi. o grande sub-capitao.
imparavel em campo, da tudo o que tem. demonstra o que e o benfica aos adeptos, e sobretudo aos mais novos.
certamente poderia ensinar qualquer coisita ao cancelo.
Pedro Ramos
Data simbólica para os espanhóis: há precisamente 8 anos, a Espanha sofria a última derrota caseira oficial até aos dias de hoje (Cádiz, frente à Roménia, por 1-0). Destaque para a grande exibição de Isco (está a atravessar um grande momento), autor de um golaço (primeiro golo na selecção e logo no primeiro jogo como titular), e para Busquets, que por incrível que pareça, é o único jogador com dois ou mais golos (neste caso dois) de fora de área, da presente fase de qualificação europeia. São já 13 (!) vitórias consecutivas da Espanha, como visitado, naquela que é a melhor série de toda a história de La Roja. Em Wembley, Rooney fez história: tornou-se no jogador mais novo de sempre (29 anos e 22 dias) a atingir as 100 internacionalizações pela sua selecção. Golo número 44 de Rooney pela selecção, igualando Jimmy Greaves (está a 5 golos de Sir Bobby Charlton). Pouco tempo depois, entrou em cena Welbeck, com um bis. Quinto golo do striker do Arsenal, nos últimos quatro jogos pela Inglaterra. Notável. A equipa de Roy Hodgson continua 100% vitoriosa nesta campanha e só uma hecatombe afastará a Inglaterra do Euro 2016. Destaque ainda para Bostjan Cesar, o capitão da Eslovénia, que hoje atingiu a 81ª internacionalização pelo seu país, tornando-se agora no jogador com mais jogos pela Eslovénia. 61 jogos depois, São Marino volta a pontuar. Na recepção à Estónia, o keeper Aldo Simoncini conseguiu manter a sua baliza inviolável. É apenas o quarto (!) jogo de São Marino sem sofrer golos e a quinta (!) vez que evita a derrota, em 124 jogos. Incrível. Luta pelo segundo posto ao rubro. Suíça, Eslovénia e Lituânia têm ambos 6 pontos.
Realçar o facto do Liechtenstein ter jogado com braçadeiras negras, em memória de Rainer Hasler, considerado o melhor jogador da história do Liechtenstein nos últimos 50 anos. Noite perfeita para a Áustria, não só pela vitória sobre a Rússia, o mais forte adversário do grupo, mas também pela conjugação de resultados dos outros jogos. Os comandados de Marcel Koller permanecem invictos e têm tudo para marcar presença no Europeu. Bastou uma jogada de 7 segundos para a Áustria "abater" os Czares.
Cumprimentos
Anónimo
Maxi já deu o que tinha a dar, para o liverpool é um bom jogador para ter no plantel mas para mais que isso não acho que valha a pena…
André Filipe.
PedroCastela
Acredito que para o Maxi seja aliciante, pois representa a última hipótese de jogar na liga mais fascinante do mundo, mas para o SLB seria uma perda dificílima de colmatar a curto e médio prazo.
Mas com esta direcção já nada me surpreenderia..
E o empresário do jogador também é um traste do pior.
Cumprimentos
van Basten
O Áustria – Rússia foi mais ou menos aquilo que se esperava, já que pelo historial e forma recente das equipas dificilmente o jogo não daria ou um empate a uma bola, ou uma vitória magra de uma das equipas. Tenho que dar todo o mérito à equipa da casa, já que, apesar de nem sempre saber bem o que fazer à bola, mostrou, em todos os momentos, mais vontade de vencer. A Rússia nunca conseguiu ser clarividente frente à baliza de Almer – como excepções, apenas o remate ao poste de Kokorin e um cabeceamento perigoso, ambos na primeira parte. É algo triste ver esta equipa a jogar e Capello está muito, mas muito longe de justificar em campo o salário principesco (que pelos vistos, nem tem vindo a receber). É-me muito difícil perceber e aceitar algumas das suas escolhas.
Ao contrário, diga-se que o futebol austríaco tem evoluído muito bem nos últimos tempos, e apresenta-se agora com uma equipa que já impõe algum respeito. Hoje, nem sequer pôde contar com a sua estrela maior, e para meu espanto também não vi Baumgartlinger a titular. Aliado ao jogador do Mainz, um meio-campo com Alaba e Junozović é garantia de cobertura defensiva, velocidade, técnica e criatividade. Arnautović, com pouco tempo de jogo pelo Stoke mas que corresponde sempre que joga pela selecção, e Harnik, talvez o segundo melhor elemento desta equipa, seriam os complementos ideais a um ponta de lança que se pudesse equiparar ao resto da equipa em termos de qualidade. Mas esse ainda não existe. Não percebo a insistência no ex-portista Janko, que nunca foi nada de especial, e acresce agora estar na fase descendente da carreira. Okotie tem estado em grande no Munique 1860, voltou a ser decisivo hoje, já o tinha sido frente a Montenegro, e quanto a mim merece uma aposta a sério. Também se espera para ver como se irá desenvolver Weimann, que começou muito bem no Villa mas que tem vindo a perder gás, um pouco à imagem do que tem sido a campanha da equipa. Mesmo na defesa há claros valores. Klein, Dragović e Hinteregger principalmente, mas até Fuchs consegue ser excelente num dia bom. Sendo que ainda há Prödl para backup. Almer, na baliza, também não está ao nível qualitativo do resto da equipa, não oferece a segurança necessária e, tapado pelo excelente Zieler no Hannover, não tem de momento possibilidade de tempo de jogo regular.
Agora, só uma catástrofe irá impedir a participação da Áustria na primeira grande competição meritória desde o Mundial de 98' (obviamente, omito aqui o Euro 08 para o qual se qualificaram via organização). Koller tem feito um trabalho discreto mas muito positivo à frente do país, e com a maturação que esta geração atingiu, a tendência só pode ser ascendente.
Uma palavra final para o Suíça – Lituânia, que também acompanhei. Apesar do jogo se ter tornado bastante fácil a partir do primeiro golo, até então era palpável o nervosismo da equipa da casa. Claro que os helvéticos já estavam há muito a justificar a vantagem, mas a Lituânia ainda conseguiu assustar a sério um par de vezes. Veremos o que estas duas vitórias consecutivas irão trazer à moral da equipa, mas o que é certo é que Petković tem estado muito longe de encantar os adeptos (ainda tenho muitas dúvidas que tenha sido o homem certo para substituir Hitzfeld. Destaque, claro, para a exibição de Shaqiri quando abriu o livro (o segundo golo é a imagem perfeita do seu talento) e da estreia em grande de Moubandje no lado esquerdo da defesa – quanto a mim o segundo melhor jogador da equipa esta noite. Do outro lado, Djourou voltou a mostrar a perfeita dicotomia corpo atlético/falta de cérebro. Dois passes perfeitamente absurdos com o resultado ainda a 0-0, que só não sentenciaram a equipa porque o adversário de hoje era a Lituânia. Ao menos Schär já faz parte integrante do 11, o que sempre ajuda.