Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Liverpool só derrubou Monterrey nos descontos; Klopp teve de meter Arnold, Firmino e Mané; Mexicanos foram mais perigosos

Imagem: Daily Mail

Futebol de 2019… são 11 contra 11 mas no final ganha o Liverpool. O Monterrey teve mais remates, as melhores oportunidades, e ameaçou várias vezes o 2-1, mas no final sorriu novamente o conjunto de Klopp, que passou por muito mais dificuldades do que previa, o que obrigou mesmo o alemão a lançar Mané, Firmino e Alexander-Arnold. Mérito dos mexicanos, que tiraram as transições aos Reds, e conseguiram ser perigosos nos momentos que se lançaram para o ataque. Carlos Rodríguez destacou-se no meio campo. Já Alisson foi o MVP, com várias boas paradas. Também Salah teve um papel importante, ao estar nos 2 golos.

O Liverpool apurou-se para a final do Mundial de Clubes ao bater o Monterrey, por 2-1. Os Reds, que vão defrontar o Flamengo na decisão, só resolveram no minuto 91, por intermédio de Firmino (que foi lançado no 2.º tempo juntamente com Mané e Alexander-Arnold), num jogo em que Alisson assumiu o protagonismo, com várias intervenções importantes. Quanto ao encontro, Naby Keita, bem isolado por Salah, fez o 1-0 aos 12′, mas praticamente na resposta Funes Mori empatou para o Monterrey. O conjunto mexicano foi mais perigoso até ao intervalo, e ameaçou mesmo o 2-1 por Dorlan Pabon, em duas ocasiões, mas o resultado não se alterou. No 2.º tempo Pabon começou logo a ameaçar mas Alisson respondeu com uma grande defesa. Aos 58′ Keita teve tudo para marcar, no entanto o lance foi anulado por Barovero. Aos 66′ voltou a ser Pabon a desperdiçar, num lance em que Alisson hesita. O Liverpool respondeu mas Origi falho um golo cantado. Até que nos descontos, Firmino (que tinha sido lançado uns minutos antes) aproveita um cruzamento de Arnold para dar a passagem ao Liverpool.

XI Monterrey: Marcelo Barovero; Stefan Medina, César Montes, Nico Sánchez, Leonel Vangioni; Celso Ortiz, Carlos Rodríguez; Rodolfo Pizarro; Dorlan Pabon, Jesús Gallardo; Rogelio Funes Mori.

XI Liverpool: Alisson; Milner, Gomez, Henderson, Robertson; Lallana, Keita, Oxlade-Chamberlain; Shaqiri, Salah, Origi.

8 Comentários

  • Pactum Santorum
    Posted Dezembro 18, 2019 at 7:34 pm

    Resultado: check.
    Ritmo de jogo: check.
    Substituições do Liverpool: check.

    Em suma, pouco ou nada fugiu ao guião.

  • Af2711
    Posted Dezembro 18, 2019 at 7:35 pm

    Cheguei a falar ontem do Liverpool que jogariam em modo gestão, e colocar alguns dos melhores jogadores no banco demonstrou isso.
    Fui acompanhando o jogo a espaços, e o Monterrey teve algumas oportunidades de fazer o 2-1 e perdoou. Após as mudanças, o Liverpool mostrou que quando sobem o nível, marcam com facilidade. Grande percepção de Arnold cruzando rasteiro (acredito que haviam 6 jogadores do Monterrey e 3 do Liverpool na área) para Firmino finalizar.

    É de salientar apenas que por razões variadas como gestão de plantel, desleixo na preparação ao adversário, complacência, e etc. os Mundiais de Clubes têm sido bem amarrados e os jogos são decididos em detalhes (o jogo de hoje mostra isso). É claro que não devemos levar isso como parâmetro de qualidade dos clubes, até porque o Liverpool está à anos luz dos demais participantes, mas apenas um ponto que merece ser salientado. Talvez o Flamengo tenha uma palavra a dizer, mas as possibilidades são baixas.

  • Joga_Bonito
    Posted Dezembro 18, 2019 at 8:20 pm

    Em que canal passará a final?

  • Kafka
    Posted Dezembro 18, 2019 at 9:20 pm

    O Liverpool de Klopp tem de passar a estar na luta com a Juventus ao longo do século todo, o Real Madrid da 1a versão Zidane e o United de Ferguson como as 4 melhores equipas do século nos descontos, é surreal a quantidade de golos nos descontos ou nos últimos 5 min que o Liverpool de Klopp tem marcado

    • Pactum Santorum
      Posted Dezembro 18, 2019 at 10:00 pm

      É uma tendência generalizada já, agora até já se fazem reviravoltas totalmente depois dos 90 minutos. Lazio há dias, Bayern hoje…

      • Joga_Bonito
        Posted Dezembro 18, 2019 at 10:17 pm

        Acho que tem de ver com um futebol onde tudo se estuda ao pormenor e onde os fenómenos são como que descodificados. Hoje já não é um papão impossível dar a volta a um 3-0 ou marcar nos descontos.
        Todos já estudaram essas situações e perceberam que entrar num jogo de uma 2ª mão a perder por 3-0 do jogo prévio nada significa. Se marcares nos primeiros 15 minutos, podes embalar e marcar mais 2, são 90 minutos na mesma e tudo pode acontecer. Marcar no último minuto é tão lógico como no primeiro.
        Até agora foi o bloqueio mental das equipas que partem derrotadas à partida ou que já descrêem quando falta pouco para acabar o jogo, que inibiu mais reviravoltas. O jogo só acaba aos 90 minutos e não é por acaso que este Klopp derrotou o Barça em Anfield após levar três secos em Barcelona.

Deixa um comentário