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Sp. Braga perde Pedro Santos até final de 2016; Chelsea sofre 1 golo mas continua líder; AC Milan goleia Empoli

vtOportunidade para Benítez (na única que vez foi utilizado demonstrou pouco)? Peseiro tentou poupar Santos e acabou por ficar sem o elemento que mais desequilibra, aquele que pode acrescentar a criatividade que falta à equipa.

Pedro Santos vai ficar afastado dos relvados durante um mês. O extremo foi lançado no minuto 89 contra o Gent mas lesionou-se no período de descontos, limitando assim as opções de Peseiro até final de 2016. Santos esta época já leva 7 golos em 18 jogos.

Suso voltou a brilhar com um golo e duas assistências – O AC Milan segurou o 2.º lugar na Série A ao golear, fora, o Empoli, por 4-1. Lapadula colocou os rossoneri na frente, Saponara ainda empatou, mas com golos Andrea Costa (na própria baliza), Lapadula e Suso a equipa de Montella conseguiu os 3 pontos. Com esta vitória o Milan chegou aos 29 pontos, menos 4 que a Juventus. No outro jogo do dia, o Torino bateu o Chievo, por 2-1, Falque, com um bis, deu a vitória à equipa da casa.

Conjunto de Conte voltou a sofrer um golo 551 minutos depois (o último tinha sido há mais de 2 meses), mas vão ao terreno do City na liderança, Spurs (a 7 pontos) estão a afastar-se dos lugares da frente – Na jornada 13 da Premier League, o Chelsea recebeu o Tottenham e venceu por 2-1, conseguindo assim a 7.ª vitória consecutiva. Em Stamford Bridge, os Spurs entraram por cima e Kane viu um golo ser-lhe anulado logo nos primeiros minutos. Todavia, a turma de Pochettino ia conseguindo anular os criativos dos Blues e o golo de Eriksen surgiu com naturalidade, num excelente remate de fora da área. Dembelé e Wanyama dominavam o miolo, Eriksen e Son movimentavam-se a seu belo prazer, Kane obrigou Courtois a uma excelente intervenção depois de ultrapassar três adversários e Walker ia desequilibrando pelo corredor direito com a sua velocidade e potência habituais. Todavia, o conjunto de Conte reentrou na partida a fechar a 1.ª parte, tendo Pedro tirado um coelho da cartola e finalizado com grande qualidade, num remate de fora da área, em arco, que não deu qualquer chance de defesa a Lloris. No 2.º tempo, o Chelsea esteve quase sempre por cima e Moses, que tem estado em destaque desde que os Conte adoptou o novo figurino táctico, fez o 2.º da equipa da casa aos 55 minutos depois de um bom trabalho de Diego Costa. Perante a desvantagem, o Tottenham tentou responder com um futebol mais directo, mas sem sucesso. Deste modo, o Chelsea voltou ao 1.º lugar depois dos triunfos de City e Liverpool esta tarde, tendo agora 31 pontos. Já o Tottenham é 5.º com 24.

10 Comentários

  • O Cantinho do Morais
    Posted Novembro 27, 2016 at 1:48 am

    Pressão intensíssima do Tottenham a anular por completo o jogo do Chelsea na 1a parte. Há muito que não via uma pressão assim.

    Na segunda parte a equipa deixou de conseguir pressionar da mesma maneira e as individualidades do Chelsea acabaram por fazer a diferença…

    Este Chelsea modo Conte é uma maravilha!

  • KopMeister
    Posted Novembro 27, 2016 at 12:07 am

    Pochettino tinha a lição bem estudada e o Tottenham anulou o Chelsea na 1ª parte, onde foram de longe a melhor equipa, com golaços de Eriksen e Pedro Rodríguez , o empate era uma resultado injusto para os Spurs, o Lloris de que me lembro fez apenas uma defesa com um remate do David Luiz de longe.

    Na 2ª parte a estratégia do Tottenham foi-se por água abaixo e o Chelsea foi bastante melhor, onde o Diego Costa cria e oferece o segundo golo ao Victor Moses. Momentos depois o Diego cria outra vez e oferece o terceiro, mas o Marcos Alonso desperdiça. O Nkoudou quanto entrou deve ter sido o mais inconformado do Tottenham, onde tem uma jogada em que finta dois defesas do Chelsea e quase faz o empate, mas Courtois segurou.

  • Rodrigo Ferreira
    Posted Novembro 26, 2016 at 11:52 pm

    Grande 1.ª parte do Tottenham, sendo que, por não ter assistido à 2.ª parte fiquei algo surpreendido com o resultado. Ainda assim, tendo empatado em cima do final da 1.ª parte era de prever que os Blues fossem para cima nos 45 minutos seguintes. Golaços do Pedro e do Eriksen, diga-se.

    Por outro lado, encontravam-se duas das melhores organizações defensivas da prova. Foi fantástica a forma como Pochettino anulou o Chelsea no 1.º tempo. Dei por mim a relembrar o tempo em que o Tottenham era somente um fornecedor dos grandes clubes. Certamente que Walker, Dembelé ou Kane já não estariam por aquelas bandas. Bela exibição do lateral direito, Dembelé e Wanyama a superiorizarem-se, Eriksen e Kane muita qualidade. Por outro lado, é claro que Alderweireld e Rose fazem falta. Lamela também, mas aí há outro tipo de soluções.

    Quanto ao Chelsea, Moses merecia isto. Ele que tem estado tão bem. Pedro também a deixar uma posição bem vincada, dando um sinal a Willian, enquanto que a entrada de Óscar acabou também por ser uma das notas desta partida. Em sentido contrário, David Luiz já teve mais dificuldades hoje.

    Em relação ao Milan, excelente vitória, frente a uma das equipas que está em dificuldades na tabela. Bom ver Suso a este nível, Lapadula também começa a marcar alguns golos e Montella tem uma equipa cada vez mais estabilizada e confiante. Avanti Milan!

  • João-Pedro Cordeiro
    Posted Novembro 26, 2016 at 11:46 pm

    Hoje Kevin Keegan dorme descansado. Rafa não lhe roubou o recorde. O Newcastle recebia um frágil Blackburn Rovers numa sequência de oito vitórias consecutivas mas, no fim, quem sorriu foram os Rovers. Charlie Mulgrew aos 75′ fez o único golo do jogo que invalidou a possibilidade do Newcastle igualar o feito de Kevin Keegan quando em 1994 levou o Newcastle United a nove vitórias consecutivas (ainda que repartidas por duas temporadas). O curioso? O recorde ter sido invalidado pela equipa que, nesse ano de 1994, acabaria por se sagrar campeã inglesa com um tal de Alan Shearer, nascido e criado em Newcastle, adepto dos Magpies e filho de um doente pelo clube, na frente de ataque. O Newcastle? Foi sexto e dava início a um período de alguma glória.

    Esta que foi uma tarde para esquecer no que a séries vitoriosas diz respeito. O Plymouth Argyle que o diga. Depois de ter visto chegar ao fim a sua série caseira imbatível há um par de semanas atrás, hoje foi a vez do Argyle perder fora (ia numa série recorde de sete vitórias forasteiras consecutivas) e são já três as derrotas seguidas para uns Pilgrims que até entravam na época como os principais candidatos ao título na League Two. A vários níveis, parecem ser o Newcastle da quarta divisão. Um dado deprimente? Há oito dias o Argyle tinha sete pontos de avanço sobre o Carlisle United. Hoje? Nenhum. Iguais.

    Esta que foi mais uma jornada marcada por protestos em Coventry e no The Valley. Se em Coventry os adeptos simularam o funeral do clube às mãos da impiedosa SISU e espalharam as cinzas do mesmo sobre os terrenos de Highfield Road, antigo estádio do clube, em Londres, no The Valley, Karl Robinson “foi recebido” com tochas, táxis e bolas de borracha arremessadas das bancadas. O Charlton lá salvou um ponto nos descontos (não evitando a 14ª partida sem perder do Sheffield United), bem melhor que o Coventry City que não foi além de um 1-2 caseiro perante o MK Dons.

    Coisas mais alegres: Steve Bruce e o seu Aston Villa não abrandam e finalmente o clube está na mó de cima. Oficialmente. O Villa já não conquista pontos somente com resultados melhor que as exibições e nesta fase já se suplanta claramente perante os adversários. Um jogo tão forte do Villa que o Cardiff City não soube o que fazer para parar os Villans a não ser recorrer à falta. 21, seis amarelos e um vermelho. Neil Warnock, que até começou a semana a dizer que ficou desiludido por não ter recebido uma chamada da direcção do Villa aquando do processo de recrutamento de Steve Bruce, acabou a fazer esperas a Jack Grealish acusando-o de ser fiteiro. Ele que, reza a lenda, sofreu a bom sofrer aos pés dos galeses.

    Quem também não abranda é o Derby County e a vitória pela margem mínima perante o Norwich deixa Alex Neil em ainda piores lençóis. A direcção diz que está com Neil, os jogadores dizem que estão com Neil, mas os resultados é que não querem nada com o escocês. Nem os resultados, nem Bradley Johnson que depois de ter sido um dos principais obreiros da promoção do Norwich em 2014/15, pode muito bem ter sido agora o carrasco de Neil. Foi a quinta (!) derrota consecutiva para os Canaries. Já o Brighton bateu um Fulham em boa forma no Amex e não perde há 12 jogos (está a dois pontos da ldierança), ao passo que o Reading de Jaap Stam segue imparável e a vitória por 2-1 frente ao Bristol City é a quinta consecutiva para os Royals.

    Quem parece seguir longe dos holofotes, sem grande exaltação mas, como habitual, a fazer um trabalho fabuloso, é Gary Rowett. A vitória perante o Brentford, em Londres, não foi só uma vitória perante uma equipa que luta pela chegada aos playoff. Foi uma vitória que deixou os Blues de Birmingham a nove pontos da liderança e surpreendentemente instalada na quarta posição. Não há limites para Rowett. Já Ian Holloway regressou à terra e com estrondo ao ser batido por um esclarecedor 3-0 em Ipswich. No final do jogo, Mick McCarthy esteve ao seu nível quando confrontado com uma justificação para a inclusão de dois médios combativos no centro do terreno (Jonathan Douglas e Cole Skuse): “yeah, we might lose a bit of that sexyness but who gives a fuck? I just want to win”. E nós queremos mais entrevistas destas, Mick.

    Já agora, na League One, o destaque tem de ser dado ao Bolton Wanderers e a Zach Clough. Não se percebe muito bem como é que Clough ainda está perdido por Bolton, mas os Trotters agradecem. Sétimo golo do miúdo para a única vitória de uma equipa do Top-8 da League One.

    • Dca
      Posted Novembro 27, 2016 at 2:16 am

      Como está o Carvalhal? E os Wolves?

      • João-Pedro Cordeiro
        Posted Novembro 27, 2016 at 11:21 am

        Não sei se serei um bocadinho injusto em considerar o início de época do Wednesday um bocado desilusão, mas estava sinceramente à espera de um Wednesday mais confiante, mais dominador, mais brigão. É verdade que os Owls só estão a um ponto da zona de play-off e que equipas como o Newcastle ou o Brighton estariam sempre numa primeira linha para vencer a liga/conquistar a promoção directa. Ou seja, está tudo a correr dentro da normalidade para o Wednesday. Agora… Não vejo o Wednesday com o mesmo fulgor que vi a época passada. Parece-me que o Carvalhal ainda não conseguiu recuperar totalmente a equipa a nível psicológico do bloqueio total que tiveram em Wembley. Por esta altura na época passada o Wednesday era considerado a melhor equipa em futebol jogado na liga e este ano parecem estar a passar um bocado despercebidos. Competentes sim, mas sem encantar.

        Também me parece que há jogadores que baixaram o nível de uma época para a outra, como o Kieran Lee, o Bannan, o Ross Wallace mas principalmente o Forestieri. O Forestieri que o ano passado partiu tudo, este ano não parece ter vindo com o mindset certo para a nova época. Desde logo na pré-época quando quis sair e não sei se entretanto ficou totalmente focado em Sheffield. O Steve Coppell disse algo muito interessante no último Premier League World. Justificando o bloqueio do Reading na segunda época da Premier League em 2007/08 com a saída de Steve Sidwell, e o efeito que as declarações de Sidwell, dizendo que para alcançar os seus objectivos desportivos teria de sair de Reading, tiveram no restante plantel. Forestieri tendo dito o mesmo pode ter enviado uma mensagem de dúvida para o restante plantel de que o Wednesday ainda não é o produto acabado com que todos os jogadores sonham. Isto é relativamente óbvio para quem está de fora, mas dentro do plantel cabe ao treinador fazer os jogadores acreditar que não há sítio melhor que aquele, naquela altura. E eu não tenho a certeza que o Carvalhal tenha o plantel na mão como o teve no ano passado. Aí sim, remaram todos para o mesmo lado.

        Depois, há a questão de que o reforço do plantel não aconteceu. Chegaram alguns jogadores, é certo, mas o plantel não foi transportado para outro nível. Foram contratações de profundidade e não contratações para aumentar a qualidade. E depois quando os avançados não marcam golos não há muito mais a fazer. O Wednesday tem mesmo um saldo de golos quer a favor, quer contra, perfeitamente medianos e que até justificariam uma posição bem pior na classificação. Apesar de tudo, é uma das três melhores equipas da liga em termos de posse de bola média, passes bem sucedidos e % de acerto de passe. É uma das trÊs melhores equipas da liga em termos de “key passes” e chances criadas. No fim do dia, nenhuma justificação entra no campo da possibilidade e do psicológico caso Hooper, Fletcher e Forestieri comecem a acertar com a baliza.

        Quanto ao Wolves, está a ser um inicio para esquecer. Estão à porta da despromoção e tem sido uma equipa muito mal trabalhada até aqui. Curioso para ver o que Lambert poderá fazer com um plantel que é talentoso, tem bastante potencial mas ao mesmo tempo é de uma inconsistência monumental.

  • António
    Posted Novembro 26, 2016 at 11:34 pm

    Este Peseiro já não há palavras…o Benitez pode continuar onde está, seja o banco ou a bancada….

    • Fernando A.
      Posted Novembro 27, 2016 at 12:47 am

      É um argumento muito distorcido esse.

      Então o Peseiro é agora culpado também por um jogador se lesionar em apenas 5 minutos de jogo? O homem foi criticado por não o meter em campo mais cedo, e agora de repente é culpado por o Pedro Santos partir o pé nos descontos? A maior parte dos jogadores de alta competição até se lesiona a treinar.. Também é culpa do treinador, porque os põe a treinar? Nenhum jogador é de porcelana; azares acontecem, ponto.

    • Dca
      Posted Novembro 26, 2016 at 11:43 pm

      Não há palavras porque?

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