Amigáveis de hoje – A
Inglaterra saiu por cima do sempre escaldante duelo britânico,
derrotando a Escócia por 3-1 com um bis de Rooney. A Itália precisou de
um auto-golo perto do fim para derrotar a Albânia e Varane deu a vitória
à França sobre a Suécia. Ainda em solo europeu mas com protagonistas
sul-americanos, Firmino salvou a honra brasileira após uma exibição
pobre frente à Áustria. No terceiro grande duelo da noite, Kroos
recordou os espanhóis de quem detém as quatro estrelas de Campeã do Mundo
e deu o triunfo à Alemanha em Balaídos, num jogo com mais experiências
que futebol (Nolito, Morata, Bernat, Soriano, Rudy, Rudiger, Zieler e Volland foram titulares).
Inglaterra saiu por cima do sempre escaldante duelo britânico,
derrotando a Escócia por 3-1 com um bis de Rooney. A Itália precisou de
um auto-golo perto do fim para derrotar a Albânia e Varane deu a vitória
à França sobre a Suécia. Ainda em solo europeu mas com protagonistas
sul-americanos, Firmino salvou a honra brasileira após uma exibição
pobre frente à Áustria. No terceiro grande duelo da noite, Kroos
recordou os espanhóis de quem detém as quatro estrelas de Campeã do Mundo
e deu o triunfo à Alemanha em Balaídos, num jogo com mais experiências
que futebol (Nolito, Morata, Bernat, Soriano, Rudy, Rudiger, Zieler e Volland foram titulares).
Dia negro para o desporto português – Depois de ter sido confirmado o fim do torneio feminino, a edição de 2015 do Portugal Open em Ténis foi cancelada. João Lagos, diretor da prova e presidente do Conselho de Administração da Lagos Sport, empresa responsável pela organização da competição, confirmou a decisão em comunicado. “Infelizmente, após variadas tentativas de reunir condições mínimas para tal, a João Lagos Sport não mais terá capacidade para levar a cabo o evento em 2015”, afirma o empresário.
Sempre a facturar – O Real Madrid e a Microsoft anunciaram esta terça-feira um acordo de patrocínio no valor de 24 milhões de euros e com a duração de quatro temporadas, mas ao contrário do que vinha sendo noticiado não inclui o ‘naming’ do renovado Estádio Santiago Bernabéu.



0 Comentários
Pedro
Num País que só se liga a futebol, ou às arbitragens porque são poucos a gostar verdadeiramente de futebol, esta decisão de acabar com o Portugal Open não me surpreende. É triste, muito triste, mas não surpreende. E se acabarem todas as modalidades, como o basquetebol, voleibol, hóquei, também não me admirava.
Portugal não tem cultura desportiva.
João Gonçalves
Infelizmente estou de acordo.. Lembro-me de ver uma reportagem da Vanessa Fernandes na altura em que andava em alta e toda a gente esperava ouro dela em Pequim e ela vinha-se queixar que os apoios eram miseráveis.. O Nelson Evora também se queixou recentemente.. É pena porque embora aprecie futebol, gosto bastantte de outros desportos e era sem dúvida excelente dar-se mais atenção a esses desportos.. Estive um ano na Sérvia e lá o basket, pólo aquático, ténis (principalmente quando jogava o Nole) estavam ao mesmo nível do futebol ou até superior.. Era de certa forma refrescante e não é nem um país com mais gente, nem com mais dinheiro que Portugal! Hábitos..
Rui Cardoso
Este comentário era para receber likes? Não dá. As pessoas gostam das modalidades que lhes dão prazer assistir. É de lamentar o desaparecimento de algumas modalidades, mas se elas não ocupam a agenda de ninguém, para que é que gostam de lançar afirmações como essa "Portugal não tem cultura desportiva"? Sinceramente, não entendo essas bicadas.
Kafka I
Pedro e João
Subscrevo inteiramente os vossos comentários
Kafka I
Rui Cardoso,
É óbvio que as pessoas são livres de gostarem do que quiserem e portanto podem só gostar de futebol apenas, como é óbvio, isto é uma democracia e cada um gosta do que lhe apetece, no entanto isso em nada invalida que mesmo as pessoas apenas gostando só de futebol, não tenham cultura desportiva na mesma, e basta ver que em Portugal à 2ª feira existem uns 3 ou 4 programas com 3 estarolas (do Benfica, Porto e Sporting) que em 99% das vezes não percebem nada de futebol, a falarem de sabe-se lá bem o quê, mas de futebol e jogo jogado não é de certeza, e no entanto esses programas tem imensa audiência, ao contrário dos programas onde apenas se fala de futebol (jogo jogado)
Portanto como podes ver, mesmo a grande maioria dos portugueses que gosta de futebol não tem cultura desportiva, porque prefere ver 3 estarolas a discutirem arbitragens e teorias da conspiração, a verem um programa sobre o jogo jogado…
Nuno R
Quem vai patrocinar uma prova de atletismo? Ninguem vê…
Quem vai patrocinar um atleta? Não aparece em lado nenhum…
Até o Ricardo depois de retirado consegue arranjar contratos publicitários.
João Gonçalves
Rui não é bem assim.. Tens de pensar que isto é um círculo.. As pessoas gostam das modalidades que são populares e essas são populares porque as pessoas gostam delas.. Mas os míudos novos em geral quando começam a ver essas modalidades já têm uma influência pesada à partida.. É um bocado como a história dos 3 grandes.. Maior parte dos putos só gostam de futebol porque é a única coisa que vêem praticamente e depois quando crescem só gostam de futebol porque foi a única coisa que aprenderam a gostar.. E quem gere os fundos destinados ao desporto em Portugal sabe perfeitamente disso e alimenta ainda mais essa situação.. Acaba por ser um ciclo vicioso que ninguém faz nada por quebrar.. Se deveriam fazer? Provavelmente não se é isso que maior parte das pessoas querem!
Rui Cardoso
Isso para mim acaba por ser normal. O facto de gostar de futebol não quer necessariamente que eu tenha de o perceber do ponto de vista táctico. Por isso é que um Vítor Pereira não serve para estar junto de um comentador durante os jogos. O discurso é aborrecido, cansativo, etc. E um espectador quer é desfrutar do espectáculo. Gosto de ténis de mesa, de andebol, etc, mas não sei todas as técnicas de remate, e por aí fora.
Kafka I
Rui Cardoso
Sem dúvida, agora entre um programa com 3 "paineleiros" a discutirem níveis de intensidade na queda e teorias da conspiração nos bastidores, ou um vitor pereira a explicar o jogo jogado, o que é preferivel?
JesusTheLamego
Kafka isso acontece ("programas de paineleiros de futebol que nunca o jogaram") pela propaganda futebol… é bom para certas pessoas que Portugal fique ocupado com bola e polémicas da bola, assim como com casas dos segredos e afins… infelizmente é a cultura que o estado, por exemplo ao dar o serviço tdt à pt, dá aos contribuintes. Imagina se esta gente não tem o futebol ou a novela da noite,os trabalhos que isso não dava ao povo dos mercedes.
Nuno R
A RTP nem um "Domingo Desportivo" tem.
Serviço público… resultados, resumos…
O que interessa é vender. A capa do DN de hoje em relação o jogo de ontem diz tudo.
Rúben Cardoso
A RTP continua a ter a melhor programação sobre futebol (Grande Área e 4x4x3).
Nuno R
o meu comentário foi sobre desporto, e não futebol
Rúben Cardoso
Certo, Nuno. Má interpretação da minha parte, peguei no futebol porque falavam dos "pa(i)neleiros" ;) e sim, faz muita falta um programa desportivo.
Bruno Fonseca
João Gonçalves concordo contigo. São hábitos…
Eu sou um grande adepto de motociclismo e aqui ao lado em Espanha este desporto é quase tão popular quanto o futebol e o ciclismo, o ténis e o basket também atingem elevados níveis de popularidade no país vizinho.
de Carvalho
Senhor RUI CARDOSO
Sou treinador de BASKET e um amante de futebol. Mas não posso deixar de concordar com a falta de cultura desportiva que existe no nosso pais. É triste ver pavilhões a cair, com os telhados cheios de buracos. É triste não se criar condições para que todas as modalidades possam evoluir. É mais fácil por um sintético numa cidade para um club regional do que compor um pavilhão que suporta 3 ou 4 modalidades.
Este é o estado do nosso desporto e SÓ vai mudar se as mentalidades mudarem.
joao
Só 2 observações. A rtp ja nem domingo desportivo tem… o domingo sobre desporto pouco teve. Qualquer dia ja nem basquetebol temos… pouco falta ou nem sei se já temos
Anónimo
Eu fui praticante de tênis e por isso é com enorme tristeza que vejo isto acontecer o nosso maior torneio a desaparecer. E em resposta ao Sr. Rui Cardoso eu digo que sou um super amante de futebol quer na componente do espetáculo quer no aspeto tático mas isso não invalida que eu possa prestar bastante atenção a outras modalidades como o tênis, o esqui, o basquetebol (não tanto mas também gosto de ver), o voleibol, futsal, futebol de praia, desportos de combate, atletismo, halterofilismo, bom basicamente quase todos os desportos e como eu haverá mais uns quantos talvez até um milhão e para esses a perca deste espetáculo todo em detrimento de um só espetaculo (futebol) é um sofrimento pois qualquer pessoa prefere 2,3,4 as que forem a apenas 1 coisa que as agrade e você por apenas gostar de futebol não quer dizer que concorde com a extinção de todas as outras modalidades por exemplo eu não sou fã de snooker acho algo entediante (apenas gosto de ver o grande Ronnie em ação) mas isso não implica que queira que se extinga essa modalidade.
Rafael
Litos
Ainda há uns anos tivemos um Masters em Portugal, agora já nem estamos representados no calendário ATP.
Rodolfo Trindade
O Lagos já andava a "ameaçar" à uns tempos…
Pedro Ramos
O Prater testemunhou o prolongar da campanha vitoriosa de Dunga no comando da 'Canarinha'. Quando todos pensavam que Dunga estaria perto de perder o registo 100% vitorioso neste seu regresso ao comando técnico do Brasil, eis que surge a magia de Roberto Firmino (jogada que teve 14 toques na bola antes da finalização), jovem craque do Hoffenheim. A Dinamarca, adversária de Portugal na campanha europeia, foi derrotada perante uma Roménia que está a atravessar um grande momento. Claudio Keserü (3 jogos e 3 golos pela selecção), com um bis, foi a grande figura do encontro. 'Los Cafeteros' continuam sem perder em solo europeu, já lá vão cinco jogos (3 vitórias e 2 empates). Desta vez a "vítima" foi a Eslovénia, graças ao golo de Adrián Ramos. James Rodríguez participou em três dos últimos quatro golos colombianos: um golo e duas assistências.
Em pleno Aviva Stadium, goleada irlandesa perante os 'Yankees'. Desde 2008 que os Estados Unidos não sofriam, pelo menos, quatro golos numa partida. Polónia e Suíça, duas equipas extremamente interessantes e das mais "chatas" (perceba-se "ossos duros de roer") no prisma europeu, empataram a dois, com o jovem Zyro a ser a grande figura da partida, mas pelos piores motivos: entrou aos 53' e acabou expulso, por acumulação de amarelos, aos 83'. No renovado Vélodrome, Varane salvou a França, aos 84', de um nulo perante os suecos. O ex-Dragão, Mangala, foi titular, mas a grande figura foi mesmo Pogba, que participou no jogo número 19, seguido, ao serviço dos 'Les Bleus'. É cada vez mais um imprescindível para Deschamps. São já 34 os golos marcados pelos gauleses em 2014. Estão a 6 de igualarem a melhor marca de sempre, cometida em 2003.
No Luigi Ferraris (15 vitórias, 8 empates e 3 derrotas, é o registo da Itália em Génova), a Albânia, adversária de Portugal no Grupo I de qualificação europeia, quase voltava a fazer uma "gracinha" (empate com a França há poucos dias, em solo gaulês). Um golo do suplente (e homem da "casa", se considerarmos a 'Samp') Okaka, aos 82', foi suficiente para a 'Squadra Azzurra' derrotar os albaneses. Vitória simbólica para Antonio Conte, já que desde Cesare Maldini que ninguém vencia, após assumir o comando italiano, os dois primeiros amigáveis. De Génova passamos para Vigo, onde nos Balaídos, 'nuestros hermanos' averbaram a primeira derrota caseira, em termos de amigáveis, sob o comando de Vicente del Bosque. Isco voltou a estar em destaque: jogador com mais toques na bola nos primeiros 45 minutos.
Cumprimentos
Nuno R
Ora, ora, ora…
Ponto prévio; a empresa do Lagos já viu melhores dias, afinal os tempos das vacas gordas e apoios governamentais às iniciativas "privadas" já lá vão, e assim a coisa fica mais difícil. Fica a perder o país, e a trupe do rissol.
Perder o Estoril Open (sou um saudosista) é mais uma machadada no desporto nacional. O tal que dá títulos e prestígio, mas só à vezes, e aos quais poucos ligam. E nem vale a pena mai uma vez desfiar este rosário, as Olimpiadas estão a ano e meio, e aí teremos um mês para falar dos assuntos de sempre. Mas não é difícil prever estes desfechos quando lemos comentários depreciativos em relação às modalidades de "alta" competição, reflectem a cultura desportiva que temos. Depois é isto.
Kafka I
No teu primeiro parágrafo, faltou frisar "…apoios do grande amigo Ricardo Salgado (BES)…" que durante muitos anos também foi dos principais financiadores, e agora a torneira também fechou por aí…
Quanto ao 2º parágrafo, já foi debatido por várias vezes isso…os Portugueses lembram-se que há vida para além do futebol apenas de 4 em 4 anos, na altura dos Jogos Olimpicos…
Nuno R
Sim, é verdade que falta mecenato. O BES, a PT…
Eu sigo o Open há anos, e aquilo foi-se degradando em termos de público, inicialmente era para os aficcionados do ténis, depois evoluiu para a malta das revistas (que não pagam bilhete, e ainda emborcam umas chamuças). A organização também pagou por isso.
Rúben Cardoso
Concordo plenamente com os vossos comentários. No ano passado dei lá um saltinho ver o Wawrinka bater o Ferrer, e estava rodeado de pessoal do "croquete".
Acrescentar Kakfa, que mesmo nos Jogos Olímpicos a atenção é algo reduzida, também pela pouca atenção que se dá a essas competições por parte das televisões nacionais (excepção feita à RTP 2). Vá lá que temos a Eurosport, e antes ainda davam alguns meetings na 2, agora só na SportTV.
Anónimo
O Real Madrid com este patrocínio mesmo assim penso que ganha menos que o United com a Chevrolet…
Em relação aos amigáveis a Albânia volta a dar muitas dificuldades e destaque ainda para o duelo quente entre Escócia e Inglaterra com Rooney a bisar e a tornar-se praticamente o melhor marcador de sempre da Inglaterra, ainda a derrota pesada dos States, a crise grega, a vitória da campeã do mundo sobre a Espanha e a vitória sofrida do Brasil (ainda não foi desta que Talisca se estreou)…
Peter Griffin
João-Pedro Cordeiro
Parafraseando LFL, para mim, acima disto não há mais nada. Clássico dos clássicos. Para os Historiadores do Jogo, amantes da tradição e do cavalheirismo futebolístico, dificilmente algo superioriza um encontro entre Escoceses e Ingleses. O encontro mais antigo da História do jogo. Afinal, estas são as duas federações mais antigas da História do Jogo. Um encontro que, apesar da recente irrelevância em que caiu face à evolução do jogo e daquilo que o rodeia, terá sempre uma carga emocional muito própria. São séculos de História entre dois países que estão, também, durante hora e meia, em jogo.
Foram vários os anos que o futebol esteve privado de um Escócia – Inglaterra, principalmente em Glasgow. O último havia sido em 1999, altura em que também se jogou o último encontro entre ambas as equipas até ao embate do ano passado em Wembley. Um regresso do jogo, de forma anual, seria uma vitória do futebol e do adepto.
Quando se esperava que os Escoceses fizessem do jogo de Glasgow uma batalha, no bom sentido, atenção, aproveitando a embalagem de intensidade que viria das bancadas (os assobios ao Hino Inglês, quer no início do jogo, quer sempre que os adeptos Ingleses o entoaram foi exemplo de que este não era um jogo qualquer), foram os Ingleses quem sentiram ter algo a provar. Aos Escoceses. Ao Mundo. Mas, principalmente, a si mesmos. Um jogo que nunca fora tão viril quanto alguns poderiam supor. Os Ingleses entraram, e jogaram quase todo o jogo, de forma pressionante e evitaram que os Escoceses conseguissem construir jogo. A pressão exercida sobre a defensiva Escocesa, sobre a primeira fase de construção dos Escoceses foi a chave da vitória para a equipa de Roy Hodgson e à vista ficaram mais que delimitadas as diferenças em termos de qualidade técnica entre ambas as equipas. Não é algo mereça qualquer tipo de desconsideração, mas sempre que os Escoceses não conseguirem igualar a intensidade e a raça do adversário, não terão capacidade técnica e táctica que os superiorize a um adversário como a Inglaterra. E o jogo contra a Irlanda, dias atrás, foi decisivo para um menor fulgor dos Escoceses. Esse, sim, era o jogo que importava. Por muito que este fosse o “Auld Enemy”, contra a Irlanda estava outro tipo de questões em jogo. Desportivamente, pelo menos, mais importantes.
João Lains
Na tua opinião, quais são os "most technically gifted british players" da actualidade e de sempre?
Por outro lado, quais foram os jogadores britânicos que tiveram maior sucesso no estrangeiro?
Kafka I
É sempre um prazer ler os teus textos, mas neste em particular, só discordo do parágrafo inicial, pois para mim, um River-Boca/Boca-River é que é o topo do Universo para qualquer adepto :) ..mas claro são meras opiniões :)
Pedro Ramos
Cordeiro, para 500€: qual a maior jovem promessa da liga irlandesa? Chris Forrester?
João-Pedro Cordeiro
Diria que os Britânicos mais talentosos da História do Jogo, pelo menos assim de cabeça, seriam: Tom Finney, Stanley Matthews (melhor jogador inglês de sempre), Dalglish, Law, Charlton, Best, Gascoigne, Le Tissier, John Barnes, Scholes, Beckham (se pensarmos mais na forma como tratava a bola em termos de passe e remate, o que não deixa de ser capacidade técnica, apenas diferente, vá), Hoddle, Jimmy Greaves, Bryan Robson, Gordon Cowans, McManaman… e de certeza me esqueço de alguém.
Da actualidade diria que o Wilshere tecnicamente é o jogador Inglês/Britânico mais evoluído, até porque não acho que miúdos como o Sterling, o Ox ou o Barkley sejam incrivelmente técnicos. Ou o Bale. Não são Xavis, Iniestas, Silvas, Hazards, Neymars, Messis, mas compensam com capacidade física e raça. Ao nível de Wilshere… o Will Hughes, o Lallana. E dos mais jovens, o Lewis Baker ou o Izzy Brown, ou o Ledson. Até há uns meses atrás dir-te-ia o Gauld mas nem sei como se encontra actualmente.
De resto, o estilo do jogador Britânico realmente nunca foi muito propenso a ter grande sucesso no estrangeiro. Keegan na Alemanha. O John Charles na Juve. O Beckham teve sucesso no estrangeiro. O Lineker teve bons numeros em Barcelona. O Platt em Nápoles. O Glenn Hoddle no Mónaco. O Cunningham (esqueci-me do Cunningham lá em cima) no Real, pelo menos na primeira época até ter sofrido uma lesão que deitou tudo por terra, o Gascoigne em Itália e, vá, na Escócia, o Waddle (também só me lembrei dele agora) no Marselha, o Lambert no Dortmund… mas talvez o melhor sucedido de todos tenha sido mesmo o John Charles. Não é um jogador qualquer que é votado como o melhor estrangeiro de sempre da equipa pelos fans.
João-Pedro Cordeiro
Adorava ver o Chris Forrester jogar em Inglaterra. Do que vi no St. Pats não dá para ter grande ideia, dada a diferença de qualidade que mostra contra praticamente toda a gente. O Cork City também tem dois miúdos interessantes o Daryl Horgan e o Danny Morrissey, mas sim, diria o Chris Forrester. Realmente não é fácil ter grande ideia do quão bons são os miúdos naquela liga.
João-Pedro Cordeiro
De qualquer maneira, há que referir que o Waddle e o Keegan ganham o prémio para os melhores penteados da História do Jogo :D
João-Pedro Cordeiro
Eheh, Kafka, não tenho como negar o meu interesse por um Boca-River, também. E, já agora, mesmo um América-Chivas e Rangers-Celtic. Estes são os meus topos do topo.
Rodolfo Trindade
Nunca virão um Amiais-União de Santarém :D ehehehh
João Lains
Eu sei que é "irlandês", mas o McGeady não cabia aí?
Rui Miguel Ribeiro
Faltou o Trevor Francis. Grande em Inglaterra e bem sucedido em Itália.
João Lains
Bem, ainda ontem tive a percorrer toda a história da Juventus e foi a primeira vez que ouvi o nome de um tal John Charles. Melhor jogador estrangeiro da história da Juventus? Não fazia a menor ideia.
Lambert era companheiro do Paulo Sousa, quando o Dortmund foi campeão europeu? Diria que estavas a gozar comigo, incrível.
Pedro Barata
E Peter Beardsley, João? Parece-me um dos melhores britânicos de sempre, era fantástico.
Em relação aos super-jogos, os meus preferidos também são os Boca-River, e, em termos de futebol da ilha, ter saudades do "Old Firm", o Celtic-Rangers.
Nuno R
o Chris Waddle teve sucesso em França.
Rúben Cardoso
Ainda houve o McManaman no Real Madrid ;)
Matt Le Tissier
Pior ano da selecção espanhola desde 1991. Com a derrota de hoje, La Roja somou a 5ª derrota em 2014. Superou o ano de 2006, com Aragonés ao comando da selecção, em que acumulou quatro derrotas. 2014 para a Espanha: 12 jogos, sete vitórias, cinco derrotas, 22 golos marcados e 12 sofridos.
Com a derrota de hoje, terminou também a série vitoriosa de 34 jogos seguidos sem perder em casa por parte dos espanhóis. Desde 2006 (0-1 frente à Roménia) que tal não acontecia. Oito anos e quatro dias, e 32 vitórias e dois empates depois, Kroos acabou com a fabulosa marca.
E pela primeira vez desde a final do Europeu de 2008 (também frente à Alemanha), a Espanha terminou um jogo com menos posse de bola do que o adversário (47%-53%). No total foram 86 jogos seguidos a dominar a posse de bola.
Cumprimentos
Rúben Cardoso
Firmino é isto e muito mais. Craque, craque, craque.
Pedro Ramos
Mesmo Rúben. Em 2015/2016 não deverá (nem pode, até porque seria um crime) continuar no Hoffenheim.
Cumprimentos