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Miguel Cardoso vergado por Jardim; Rony desbloqueou, Falcao brilhou

O Nantes deu bastante luta, sobretudo no 1.º tempo (revelou uma boa assimilação das ideias de Miguel Cardoso, com períodos de muito boa circulação de bola), mas pecou na finalização e defensivamente deu muitas veleidades, sendo que na parte final a equipa “desapareceu” do jogo. Sorriu Leonardo Jardim, que a partir do momento em que lançou Falcao (um golo e uma assistência) viu o encontro mudar. Nota de destaque também para Rony Lopes, que já leva 14 golos em 2018. 

No embate entre treinadores portugueses na 1.ª jornada da Ligue 1, o Mónaco, de Leonardo Jardim, foi ao reduto do Nantes, de Miguel Cardoso, vencer por 3-1, num encontro em que os monegascos só chegaram aos golos nos últimos 25 minutos. O jogo foi bastante interessante, com oportunidades de golo para ambos os lados, ainda que a iniciativa tenha sido maioritariamente do Nantes. Aos 67′, Falcao substituiu Mboula e o desafio mudou, chegando os forasteiros ao 1-0 dois minutos depois através de Rony Lopes, num desvio ao segundo poste. O golo afectou bastante o Nantes e Tătărușanu ia evitando o golo do Mónaco, mas a turma de Leonardo Jardim ampliou mesmo a vantagem aos 80′, por Jovetic (a passe de Falcao), e aos 83′ por Radamel Falcao. Até final, o melhor que os da casa fizeram foi reduzir aos 92′, através de Sala.

XI do Nantes: Tătărușanu, Kwateng, Djidji, Diego Carlos, Lima, Touré, Moutoussamy, Lucas Evangelista, Rongier, Dabo, Coulibaly.

XI do Mónaco: Benaglio, Pierre-Gabriel, Glik, Jemerson, Barreca, Aholou, Tielemans, Mboula, Diop, Rony Lopes, Jovetić.

10 Comentários

  • Dca
    Posted Agosto 11, 2018 at 5:55 pm

    O processo defensivo de Miguel Cardoso pode ser um grande handicap na sua carreira.

    • Eusebio
      Posted Agosto 11, 2018 at 6:31 pm

      Consegues justificar o que dizes ou foi porque está na moda usar chavões do futebol?
      No ano passado o Rio Ave de Miguel Cardoso foi a 5ª defesa menos batida, só atrás de Braga, Benfica, Porto e Sporting.

      • Eusebio
        Posted Agosto 11, 2018 at 6:38 pm

        Já agora e para os restantes leitores não se deixarem influenciar por falsas conclusões, eis a forma como o Nantes (não era nem de perto favorito para este jogo para se ter uma noção) sofre os golos:
        – 1º golo oriundo de um péssimo acompanhamento ao lateral direito do Monaco que, já dentro da área, faz um cruzamento-remate e a bola acaba por entrar após um ressalto de bola (primeiro golo sofrido apenas aos 69′).
        – 2º e 3º golos: Nantes vai atrás do resultado e sobe as linhas até à linha de meio campo e acaba por sofrer estes golos de contra-ataque (expectável quando se sobe tanto as linhas).
        Adicionalmente o Nantes consentiu menos remates do que aqueles que fez.

        • Francisco Torgal
          Posted Agosto 11, 2018 at 6:59 pm

          Não vi o jogo mas também me disseram que o Nantes estava muito bem no jogo. Em todo o caso, não desvalorizando o que disseste e à semelhança do Benfica ontem, bastam uns minutos de desconcentração para um bom jogo se tornar num mau jogo, porque qualquer “erro” tem repercursões muito maiores que uma exibição agradável.

      • stanpanan
        Posted Agosto 11, 2018 at 6:56 pm

        Ficou em 5, faz sentido que seja a 5 melhor defesa. Mas houve jogos que, a ganhar via se os adversários contra atacar com superioridade numérica… A transição defensiva este longe de ser ao nível da transição ofensiva, pelo menos é a minha opinião, mas é algo que pode evoluir

        • Eusebio
          Posted Agosto 11, 2018 at 7:21 pm

          Então mas o problema está no processo defensivo ou exclusivamente na transição defensiva? E porquê?
          Eu vi bastante jogos do Rio Ave e não me lembro de ver assim tantos adversários contra atacar em superioridade numérica (pelo menos não mais do que acontece a Benficas e Portos desta vida).

          • João Ribeiro
            Posted Agosto 11, 2018 at 7:45 pm

            Revê o Rio Ave-Vitória SC do ano passado e vês um jogo onde uma equipa tão frágil como era o Vitória o ano passado criava situações atrás de situações no contra-ataque. E foram mais os jogos, de cabeça lembro-me também de um Tondela-Rio Ave que o Rio Ave acabou por vencer. Na transição defensiva o Rio Ave era muito permeável, agora isso é algo corrigivel. Eu lembro-me do Vitória de SC ser a pior coisinha a defender este tipo de situações que alguma vez vi e hoje o Porto comporta-se bem neste aspeto.

          • stanpanan
            Posted Agosto 11, 2018 at 7:50 pm

            Não fui eu que mencionei os processos defensivos, de kk forma a transição defensiva faz parte dos processos defensivos. Lembro me de ver os jogos contra o Belenenses e contra o Tondelas e reparei nessas situações que mencionei

      • Dca
        Posted Agosto 11, 2018 at 10:56 pm

        A transição defensiva ainda faz parte do processo defensivo. Depois, contra Benfica, Porto e equipas boas, a transição é péssima, ou seja, a transição só não é péssima contra equipas que são fracas (jogadores fracos -> Maus tecnicamente e na tomada de decisão). E em campeonatos melhores, ou seja, melhores equipas, cada vez isso mais se vai notar. Ou ele tem essa noção e vai preparando a equipa ou então, ui.
        Monaco, PSG, Marselha, Lyon, Bordeaux, Lille, são algumas das boas equipas.

  • Einstein de Avanca
    Posted Agosto 11, 2018 at 8:40 pm

    Rony tem de ter uma oportunidade na Seleção. Bruma também, mas num patamar mais abaixo do luso brasileiro.

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