Skip to content Skip to sidebar Skip to footer

Modrić: «Não gosto do vídeo-árbitro»

Concorda? Recorde-se que o golo de Cristiano Ronaldo, já nos descontos, foi alvo de análise da ferramenta, sendo que o sucedido gerou alguma confusão entre os jogadores (entre eles Luka, que pensou que o golo tivesse sido anulado) e o próprio árbitro.

No final do jogo entre Real Madrid e América, Luka Modrić, chamado a dar a sua opinião sobre o vídeo-árbitro referiu: «Não sei o que dizer. É novo, mas não gosto. Acho que apenas cria mais confusão. No outro dia tivemos uma reunião e não escutei muito porque espero que esta regra não continue. Para mim não é futebol e não gosto. Temos que estar concentrados no jogo, no nosso futebol e o que o irá acontecer. A primeira sensação não é boa».

VM
Author: VM

62 Comentários

  • luis
    Posted Dezembro 16, 2016 at 3:15 pm

    Eu sou 100% a favor da verdade. Portanto, sou 100% a favor do vídeo-árbitro.
    Mas se os intervenientes não gostam, tudo bem, não se implemente. Mas combinamos uma coisa: acabam-se duma vez para sempre os protestos sobre a arbitragem! Se não querem ferramentas que diminuam o erro dos árbitros, também não têm legitimidade para protestar quando eles erram!

  • Pedro Maciel
    Posted Dezembro 15, 2016 at 6:20 pm

    Sou da mesma opinião do Modric.
    Não gosto muito deste vídeo árbitro, e prefiro na minha forma de analisar o futebol, que existam o mínimo de pausas durante um jogo.
    Este vídeo arbitro, tem alguns problemas:

    1- o relógio não pára (não gosto da ideia de parar “cronómetros”, parece-me contraproducente, num desporto como o futebol). A solução tem de passar por não se quebrar ritmos de jogo com decisões dos arbitros;

    2- As repetições e decisões dependem da análise do árbitro principal, o que faz com ele se tenha de deslocar até à linha para analisar o lance (criem uma espécie de ecã, que possa andar sempre com este, algo pequeno e funcional, uma espécie de smartwatch);

    3- Quem vê em casa o jogo até é porreiro, pode mandar umas postas de pescada aos amigos, e no final dizer “Eu não te disse, seu caraças!!” Para quem está no estádio, não tem grande piada … Utilizem os ecrã gigantes, como acontece no ténis e rugby, para mostrar ao pessoal que está no estádio o que realmente aconteceu, de forma precisa e clara.

    Fala-se aqui da questão do anti-jogo, o que é uma questão interessante … A meu ver a solução é criar uma espécie de guião, que identifique de forma clara o que é ou não anti-jogo, aprovado por todos os clubes da competição e com multas pesadas (ajustadas a um rácio de capacidade financeira de cada clube).

    • Brunoflip
      Posted Dezembro 15, 2016 at 7:51 pm

      Nunca entendi o porque de não darem um melhor uso aos ecrãs gigantes nos estádios. Parece-me um enorme desperdício ter um ecrã assim para mostrar o resultado, tempo e substituições…

      • Diogo L
        Posted Dezembro 16, 2016 at 2:25 am

        Pelo menos no Dragão, nos jogos de Champions, mostra os resultados de jogos a ocorrer ao mesmo tempo e depois mostra os golos do todos os jogos no intervalo. Não é muito, mas já é alguma coisa.

  • Dca
    Posted Dezembro 15, 2016 at 4:08 pm

    Acho que nos pênaltis mais duvidosos era deixar a jogada correr até “parar” e depois assinalar algo (ou não). Nos foras de jogo (mais duvidosos e perigosos) era a mesma situação, era deixar correr até a jogada acabar e depois ver. Obviamente que o acabar é algo entre os 10/20 seg.

    • Cláudio Rocha
      Posted Dezembro 15, 2016 at 5:08 pm

      Deixar a jogada correr? E se nessa jogada a equipa marca golo?

      • FIlipe
        Posted Dezembro 15, 2016 at 10:40 pm

        Se a jogada der em golo, anula-se o golo ou não consoante a ilegalidade do inicio da jogada. É simples. Não tem absolutamente nada de polémico e não muda em absolutamente nada a história de um jogo. No lance do Pizzi, o Jorge Sousa (ou um 5º árbitro) vê o lance, analisa, repara (ou não) na sua ilegalidade e anularia (ou não) o golo do Benfica, marcando ao invés uma grande penalidade para o Sporting. O único se não (especialmente em Portugal) é garantir a isenção da BTV nestes lances, visto que podem decidir mostrar ou não todos os angulos dos lances duvidosos. Acho que a partir do momento que exista video-árbitro o realilzador de cada jogo tem que ser acompanhado pelo 5º árbitro, que vê todas as camaras disponiveis.

      • Fefe Varanda
        Posted Dezembro 15, 2016 at 5:17 pm

        Então era aí que o Dca queria chegar..se a jogada prosseguir e for golo, depois de analisar, se foi fora-de-jogo é invalidado, senão foi, é validado, não percebi a dúvida Cláudio.

        • Dca
          Posted Dezembro 15, 2016 at 7:15 pm

          Exactamente. Assim nenhuma equipa sai prejudicada.

        • Rui Carvalho
          Posted Dezembro 15, 2016 at 6:13 pm

          e se der contra-ataque? é ai que o Claudio me parece querer chegar..

          isso nunca poderá ser assim.

          • Fefe Varanda
            Posted Dezembro 17, 2016 at 2:07 pm

            Leia por favor de novo o que disse (se der golo..). Já agora eu não concordo com o Dca só estava a interpretar as suas palavras para o Cláudio.

          • Dca
            Posted Dezembro 15, 2016 at 7:26 pm

            Já agora, o que eu falei é em lances extremamente duvidosos. Não constantemente. O do Pizzi, por exemplo, parece-me que o árbitro não teve dúvidas do que estava a fazer.

          • Dca
            Posted Dezembro 15, 2016 at 7:17 pm

            Dai eu ter dito os tais 10/20 seg.

  • Humberto Cruz
    Posted Dezembro 15, 2016 at 3:55 pm

    Como alguém já aqui disse, cronometragem parece me boa ideia. Vídeo-árbitro não concordo. Acho que uma grande diferença do futebol para os outros desportos, maioria americanos, é o facto de não ter muitas paragens, de ser um jogo corrido. Com o vídeo-árbitro acredito que poderá haver uma tendência para parar o jogo demasiadas vezes para analisar um determinado lance e isso diminuiria a intensidade do jogo. Talvez se pudesse fazer como no ténis e cada equipa teria um par de oportunidades de recorrer ao vídeo mas mesmo assim não sei se me convence

    • Buck Rogers
      Posted Dezembro 16, 2016 at 6:07 am

      Acima de tudo, sou a favor da verdade desportiva. O Futebol tem de evoluir nesse sentido, não há outro caminho.

      É estudar o conceito e aprimorar a meu ver. Lembro-me que houve pessoas que também não estavam de acordo quando introduziram a placa numérica/digital dos descontos… hoje em dia é algo perfeitamente normal. Obviamente que foi um grande e simples passo para a verdade desportiva.

      É verdade que também não gosto das constantes paragens de jogo Humberto, mas certamente existem maneiras de contornar as decisões e diminuir as paragens de jogo. ;)

    • Sergio Pereira
      Posted Dezembro 15, 2016 at 4:13 pm

      O rugby é um desporto europeu de jogo corrido e tem TMO.

      • Humberto Cruz
        Posted Dezembro 15, 2016 at 5:16 pm

        É um jogo corrido como a maioria dos desportos, mas é bastante mais parado e pausado do que o futebol. O que muito me atrai no futebol inglês é o facto de os árbitros deixarem o jogo andar e ser sempre “bola cá, bola lá”. Se se vai estar a introduzir o vídeo-árbitro no futebol, esse tipo de jogo pode acabar. Se no nosso campeonato já qualquer maria amélia se manda ao chão e o árbitro marca falta, com o vídeo-árbitro vai ser só mais uma razão para parar/abrandar o ritmo de jogo. Pessoalmente não concordo com esta medida. O sensor na linha de baliza tudo bem. Diria o mesmo dos árbitros de baliza mas na europa vejo com cada cegada deles que nem sei se vale a pena.

        • Sergio Pereira
          Posted Dezembro 15, 2016 at 6:13 pm

          Mas o vídeo-árbitro não vai servir para toda e qualquer jogada, de onde se tirou essa ideia? Neste momento só pode ser utilizada para esclarecer golos, penalties, cartões vermelhos e troca de identidades (dar amarelo a um jogador quando foi outro que cometeu a falta). Mesmo no rugby existem situações muito específicas em que o TMO pode ser usado.

          Quanto ao rugby ser mais parado que o futebol, é uma questão de contabilizar o tempo útil em jogos de cada um dos desportos. Acabava-se rapidamente com esse mito.

          • Humberto Cruz
            Posted Dezembro 15, 2016 at 6:25 pm

            O tempo útil pouco interessa para ver se um jogo é parado ou não. O tempo útil do futebol americano há de ser quase 100% e eu não conheço desporto mais parado. Tempo útil pouco interessa se o jogo é jogado 5 minutos e depois se estão 2 minutos parados (exagero como é óbvio, apenas para mostrar o ponto).
            Percebo que não seja para todo e qualquer lance, mas mantenho a ideia de que seria apenas mais uma razão que tornaria o jogo mais lento, a meu ver sem necessidade.

      • Cláudio Rocha
        Posted Dezembro 15, 2016 at 5:09 pm

        Mas o rugby está constantemente a parar com as faltas. Ou achas que é um jogo tão fluido como o futebol?

        • Sergio Pereira
          Posted Dezembro 15, 2016 at 6:06 pm

          O futebol não pára com as faltas? E era interessante contabilizar o tempo útil de um jogo de futebol e de um jogo de rugby, para acabar com essa conversa de “futebol é mais fluido”.

  • Cavenaghi
    Posted Dezembro 15, 2016 at 3:49 pm

    Na minha opinião o video-árbitro devia funcionar um pouco à imagem de como funciona na NBA ou no ténis: podia ajudar para decidir entre a falta dentro ou fora da grande área; para ver se a bola entrou (ou saiu) na totalidade ou não e pouco mais. Acho que este molde em teste não faz grande sentido, mas o conceito em si tem potencial para ser útil no futebol.

  • Observador
    Posted Dezembro 15, 2016 at 3:43 pm

    No seu contexto geral, após algumas adaptações naturais a uma nova situação, o video-árbitro só vai beneficiar o desporto! Qual a dúvida? Já não se usa noutros desportos? Já não se vai ver no ténis se foi fora ou dentro, ao cruzar a meta nos 100m para aferir dignamente posições, no ciclismo…qual é a cena? Só se for quem é beneficiado ter medo de deixar de o ser. Eu quero desporto justo, responsável, digno, verdadeiro.

  • Observador
    Posted Dezembro 15, 2016 at 3:40 pm

    Opinião para mim incompreensível! Não..é melhor deixar erros grotescos poderem influenciar a verdade desportiva..golos mal anulados, foras de jogo mal tirados, golos validados erradamente, agressões a passar impunes, vermelhos por mostrar por mau juízo do árbitro..enfim. Então não é melhor o árbitro principal toma as decisões como sempre foi, em caso de dúvida questiona o vídeo árbitro. Se for algo escandaloso, digno de realce, o próprio vídeo árbitro pode informar o árbitro da partida! Mas qual confusão?! Isso já nao acontece? Então quantas vezes o auxiliar corrige o arbitro mudando a sua decisão?! Mas está tudo doido? A não implementação de vídeo árbitro só vai incentivar à manipulação de resultados, à troca de favores, a mais um apito dourado ou outras coisas. Ainda para mais num desporto que move milhões, que a diferença entre ganhar um título pode projectar um clube logo na receita como nas vendas de jogadores e até ser mais fácil aliciar um jogador a juntar-se aos seus quadros! A ideia não é eliminar o erro e a condição humana do jogo, mas sim limitar erros grosseiros, ou até corrupção por erros propositados!

    • MikA77MiKe
      Posted Dezembro 16, 2016 at 11:00 am

      As pessoas ao longo da história sempre tiveram dificuldade em lidar com a mudança, não vai ser fácil, mas na minha opinião as tecnologias são o único caminho possível para a verdade desportiva, existe são outros tipos de tecnologias alem do vídeo arbitro, como a linha de golo, ou para a linha de fora de jogo, como no futebol americano onde existe uma câmara que acompanha smp o ultimo jogador e deve apitar ou dar sinal smp que há uma infração!

    • Rui Carvalho
      Posted Dezembro 15, 2016 at 6:18 pm

      mas curiosamente o primeiro lance decidido com video arbitro foi escabroso e nem era penalti por fora de jogo.

      como ja vi por aqui escrito, o erro nunca será eiminado da equação, acho que para situações como foras de jogo, bola dentro ou fora existe tecnologia que pode e deve ajudar mas o resto é muito dubio, como ficou patente no tal penalti declarado pelo novo metodo.

  • Pulga
    Posted Dezembro 15, 2016 at 3:24 pm

    Cada equipa tinha direito a duas paragens por jogo e estava feito..

  • Mário Nunes
    Posted Dezembro 15, 2016 at 3:23 pm

    Discordo em absoluto do Modric. Mas sendo ele de um clube muitas vezes beneficiado não admira.

  • Bouça Nova
    Posted Dezembro 15, 2016 at 3:04 pm

    Tem toda a razão o Modric.
    Nunca vai ser possível eliminar o erro do futebol, e esta abominação de parar o jogo e ir à linha ver repetições ainda torna tudo isto mais ridículo.
    Como já foi dito abaixo, no mínimo o 5º arbitro teria que ser o decisor final, levantando logo a questão: deixaria de ser o arbitro principal a decidir todas as acções, o que só por si levanta mais duvidas que respostas.
    Na minha opinião o video arbitro não valoriza o jogo, também não me parece que nestes moldes tenha pernas para andar e de uma coisa tenho a certeza absoluta, não vai acabar com os erros, e duvido que os condiga diminuir.

  • RodolfoTrindade
    Posted Dezembro 15, 2016 at 2:27 pm

    Normal não gostares Modric!

    Isto é uma autêntica trampa, uma fantochada e uma palhaçada, por isso é normal não gostares.

  • troza
    Posted Dezembro 15, 2016 at 2:25 pm

    Numa fase inicial, isto obviamente vai correr mal. Quem trabalha em áreas onde há projectos para planear e desenhar sabe muito bem que faltam sempre detalhes sobre a versão final pois ninguém tem a visão sobre tudo.

    Primeiro: o que pode ser analisado pelo vídeo-arbitro tem de estar bem definido. E até que ponto vai a análise. Na NBA já vi (finais de 2010, se não me engano) os árbitros a reverem se a falta era para dois ou três lances livres e na repetição via-se que não era falta (ou então o contrário… já foram muitos anos) porque eles não podem ver tudo. Isto tem de estar bem definido para ajudar os árbitros e até para os adeptos perceberem o que é…

    Depois é preciso definir bem os ângulos que têm de ser filmados e tal… mas isso entra para o campo acima mencionado. Também é preciso definir como se vê. Concordo quando dizem que o jogo devia ser cronometrado e as regras serem alteradas de forma a incluir isso (remate a meio da trajectória e acaba o tempo, como é?) e aí depois a forma de ser ver.

    Por fim, também acho que é preciso que os adeptos percebam que isto não acaba com os erros dos árbitros: melhora e muito as condições deles para fazerem um bom trabalho mas não acaba com todos os erros.

    O que o Modric diz só tinha razão de ser nas seguintes condições:
    a) ninguém fala de arbitragem (jogadores, treinadores, dirigentes, jornalistas e adeptos);
    b) sistema de avaliação de arbitragem objectivos e imparciais, mas feitos por gente competente.

    Como isto não acontece, o vídeo árbitro tem de ser incluído. Agora é preciso é tirar conclusões destas primeiras utilizações e melhorar.

    • Buck Rogers
      Posted Dezembro 16, 2016 at 5:35 am

      O apito final deve de ser dado após a bola sair das 4 linhas, nunca mas nunca num remate a meio da trajectória. Nem livres, nem penáltis, nem expulsões, nem substituições, apenas quando a bola sair das 4 linhas ou golo. É claro que levanta alguma discussão ;)

  • Tiago Silva
    Posted Dezembro 15, 2016 at 2:21 pm

    O Modric tem toda a razão! No futebol discute-se muito a arbitragem e muitas vezes desculpa-se um resultado devido à arbitragem.

    As equipas deviam preocupar-se mais em jogar futebol e não com a arbitragem. O futebol é algo humano e esta tecnologia vai tirar alguma magia que este desporto traz.

  • Sergio Pereira
    Posted Dezembro 15, 2016 at 2:06 pm

    Obviamente que uma tecnologia que só agora começa a ser aplicada ainda tem muitas falhas, é como se estivéssemos ainda na fase beta ou em early access. Com o uso, porém, tem tudo para ser mais eficaz e as decisões acontecerem mais rapidamente. Mas, e este é um grande mas, o vídeo-árbitro nunca fará sentido enquanto o tempo de jogo não for cronometrado, pois no rubgy (de onde surgiu a inspiração) o árbitro pede timeout quando quer recorrer ao TMO, e depois de tomada uma decisão o cronómetro é ajustado para o tempo exacto em que o jogo foi parado ou para a altura em que ocorreu o lance sob análise. Aqui tem de ser igual, porque por muito que queiram as compensações não compensam nada, nenhum árbitro alguma vez dará todo o tempo útil que foi “roubado” durante o tempo regulamentar, o tempo extra é e sempre foi apenas um fraco remedeio.

    Ora, se até esta questão do vídeo-árbitro já cria insatisfação entre adeptos e jogadores como o Modric, passar a cronometrar os jogos deixaria os “românticos” a fumegar de raiva, por isso não vejo o futebol a sair tão cedo da mentalidade de século XX.

    • Kallstrom
      Posted Dezembro 15, 2016 at 2:37 pm

      Estou completamente de acordo contigo. Mas realmente há muita gente a achar que, se tudo pode e deve evoluir, fazer o mesmo no futebol é “acabar com a magia” do desporto. Obviamente, não estou a ver essas pessoas a defender um jogo disputado em campos de terra com bexigas de porco. Isso sim, seria manter a formatação original, e se se mudou, foi para aumentar a qualidade do jogo (trata-se do mesmo agora).

      • Cláudio Rocha
        Posted Dezembro 15, 2016 at 5:11 pm

        A questão é que é impossivel haver 90 minutos de tempo util de jogo… Na maioria das casos nem metade disso há! Para cronometrar o tempo, era necessário reduzir o tempo de jogo para aí para metade. Isso seria uma polémica extrema que destruiria o futebol.

        • Kallstrom
          Posted Dezembro 17, 2016 at 4:51 pm

          No futsal há 40 minutos de jogo cronometrado, e os jogos demoram cerca de 70-80 minutos. No futebol, podiam ser 50 (25+25), por exemplo, para chegar aos tais 90 minutos de duração. Quanto à polémica, concordo, mas é precisamente aí que eu quero chegar: para quê a perspectiva tão conservadora, se o objectivo é melhorar o desporto?… Gente retrógrada será gente retrógrada, independentemente do contexto.

  • Pedro 102016
    Posted Dezembro 15, 2016 at 2:06 pm

    Penso que além do vídeo, deve-se implementar a cronometragem para evitar perda de tempo.

    • DM
      Posted Dezembro 15, 2016 at 3:56 pm

      Depois iamos ter jogos de 3h e verdade seja dita, 90min de tempo de jogo ninguém aguentava, para isso tinhamos que reduzir de 90 para 60

      • Pedro 102016
        Posted Dezembro 16, 2016 at 6:24 pm

        Futebol não é futebol americano. Um erro pode ser visto em 10-20 segundos. Com cronómetro um jogo pode no máximo durar 1 hora (desconsidero o intervalo nesse tempo).

        • DM
          Posted Dezembro 16, 2016 at 6:48 pm

          Falava mais na questão do cronômetro.
          O vídeo árbitro a ser implementado só se fosse como bo tenis, com possibilidade de recorrer 2 ou 3 vezes e se o jogo para no máximo até um minuto depois do lance, esta é a minha opinião

    • Ricardo Ricard
      Posted Dezembro 15, 2016 at 2:18 pm

      A cronometragem deveria ser usada a meu ver em lesões,substituições e pontapés de baliza.

  • Romeu Paulo
    Posted Dezembro 15, 2016 at 1:59 pm

    Concordo com o Modric.

    Existem medidas melhores que deveriam ser implementadas, como por exemplo a linha de golo ou os árbitros de baliza.

    O vídeo-árbitro a ser implementado tem de ser mais rápido a tomar decisões, nunca pode demorar mais de 20/30 segundos. Futebol não é como o ténis que tem mais paragens.

    Outra medida que podem tomar é limitar o número de repetições televisivas de cada lance; é fácil dizer que o árbitro errou depois de ver o lance dezenas de vezes e em câmara lenta.

    Ainda no domingo passado, houve um excelente jogo, mas nos programas e jornais desportivos fala-se de tudo menos futebol.

    • Renato
      Posted Dezembro 15, 2016 at 2:29 pm

      Não me parece que a solução passe pelos árbitros de baliza. Olhe-se para o lance do Jonathan Silva contra o Schalke, por exemplo.

      • Romeu Paulo
        Posted Dezembro 15, 2016 at 3:11 pm

        Erros acontecem sempre, aliás errar é humano.

        Se formos por esse prisma, a primeira grande decisão do vídeo-árbitro é precedida de um outro lance irregular que o vídeo-árbitro não detectou.

        Não digo que o árbitro de baliza seja a solução de todos os problemas da arbitragem, mas, para controlar o que acontece dentro da grande área, é a melhor opção no momento.

        Pessoalmente, considero que uma das principais soluções para os problemas do futebol português, é limitar o número de repetições dos lances de futebol, bem como criar cultura desportiva para se falar mais de futebol e menos de arbitragem.

    • Sergio Pereira
      Posted Dezembro 15, 2016 at 2:08 pm

      O rugby é um desporto parado? Porque as paragens do TMO não duram apenas 20/30 segundos.

      • Romeu Paulo
        Posted Dezembro 15, 2016 at 3:03 pm

        Não falei em desportos parados, o ténis é um desporto bem rápido.

        E, apesar de não acompanhar regularmente o rugby, considero que tem mais paragens, até pela questão do ganhar metros para fazer um ensaio (peço desculpa se fiz confusão com o futebol americano), por isso acho com mais sentido a implementação do sistema de vídeo-árbitro no rugby.

        A minha perspectiva é sempre a redução das polémicas, em 20/30 segundos é mais que possível uma das equipas marcar um golo e recomeçar a partida, se o vídeo-árbitro tomar uma decisão de interromper o jogo, aqueles segundos apagam-se da memória? Ou pior, o árbitro dá o final do jogo, se o vídeo-árbitro decidir algo diferente vamos buscar os jogadores aos balneários?

        O árbitro tem de tomar decisões no momento, logo se o vídeo-árbitro não o conseguir fazer, deixa de fazer sentido no futebol.

        • Sergio Pereira
          Posted Dezembro 15, 2016 at 4:10 pm

          O futebol americano é jogado em pequenos intervalos (poucas jogadas duram mais de 10 segundos) porque tudo é feito em potência e grande esforço físico, daí haver tantas paragens e as épocas só durarem 5 meses. O rugby é muito menos parado e incrivelmente físico para o corpo todo. Mesmo as duas paragens mais habituais – scrums e lineouts – exigem bastante dos jogadores. E se falarmos nas fases de uma jogada, que chegam facilmente à dúzia ou mais (podendo estender-se por 10 minutos) e envolvem enorme concentração e dedicação de todos os jogadores em campo, é fácil perceber que o rugby é mais intenso e exigente do que o futebol, onde dá para tirar frequentemente sonecas de meia hora. Por isso não me venham com essa de “ah as paragens do vídeo-árbitro prejudicam mais no futebol do que no rugby”.

          Se o golo for ilegal ou precedido de um lance irregular, porque não “apagar”, ou emendar, esse lance? E em que situação é que o vídeo-árbitro decidia que o jogo ainda não tinha terminado? Para essa situação eu até defendo a cronometragem.

          • Romeu Paulo
            Posted Dezembro 15, 2016 at 6:17 pm

            Por jogo ser aborrecido e dar para tirar “sonecas de meia-hora” não quer dizer que o jogo esteja parado ou estejam a existir muitas paragens.

            No futebol, independentemente do ritmo ser lento ou rápido, podes estar vários minutos sem a bola sair ou sem haver faltas, logo, consequentemente, sem haver paragens.

            Como disseste, os scrums e os lineouts são as “duas paragens mais habituais”, não estou a discutir se é exigente ou não, estou a falar de paragens.

            Mais, se fores consultar que desportos utilizam o vídeo-árbitro, praticamente todos eles são desportos com muitas paragens.

  • bmcrl
    Posted Dezembro 15, 2016 at 1:50 pm

    Concordo a 100%. Falar disto como se fosse a salvação do futebol (como tem acontecido, especialmente em Portugal) é de uma estupidez tremenda. O futebol tem de evoluir, mas existem coisas que não fazem muito sentido.

  • Ricardo Ricard
    Posted Dezembro 15, 2016 at 1:47 pm

    Não percebo qual é o problema de algumas decisões serem mais justas…

    • Gepeto
      Posted Dezembro 15, 2016 at 3:28 pm

      Video arbitro e parar o cronometro quando os jogadores estão lesionados para ontem, estou farto que a maioria da discussão de futebol seja fomos roubados ou o adversário só sabe fazer anti-jogo

    • João Lains
      Posted Dezembro 15, 2016 at 2:30 pm

      O que eu acho que não faz sentido é ter de ser o árbitro principal, depois de visualizar as imagens, a tomar a decisão final. Deveria ser um quinto árbitro que deveria validar ou não a jogada, e transmitir essa informação para o principal.

      • Buck Rogers
        Posted Dezembro 16, 2016 at 6:10 am

        Exactamente :)

      • Tavares
        Posted Dezembro 15, 2016 at 4:23 pm

        Concordo com a sua perspectiva (demora no processo), mas discordo a ser um quinto árbitro a decidir. Imagine o passado jogo Sporting-Benfica, houve ex-árbitros que consideraram a mão de Pizzi como penalti e houve quem não achasse. Eu sou o árbitro principal e não acho que seja penalti, mas você como quinto árbitro acha que sim, como era nesta situação?
        Em relação ao jogo do Atlético-Kashima, fiquei com a ideia que o video-árbitro também decide, dizendo ao árbitro principal que houve falta (Kassai mandou esperar por três vezes o lançamento lateral), indo depois o mesmo verificar se para ele era ou não falta.

        Cumprimentos

      • Bouça Nova
        Posted Dezembro 15, 2016 at 3:08 pm

        Seria a solução mais operacional, mas depois teríamos dois responsáveis por assinalar as faltas distribuindo a responsabilidade, o que me parece que só viria a criar mais confusão.

        Há outro ponto que me deixa com o pé atrás em relação a este sistema. Isto teria que ficar limitado aos jogos com transmissão televisiva criando uma diferenciação na arbitragem de uns jogos e de outros, o que em termos de justiça parece um grande “don’t do”.

      • José Lopes
        Posted Dezembro 15, 2016 at 2:43 pm

        O árbitro principal já tem uma ideia do lance da sua perspectiva, e terá agora de uma outra ou mais perspectivas para dissipar qualquer duvida. Acho que faz sentido

Deixa um comentário