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Moreirense impõe derrota pesada ao Gil

O Moreirense perdeu peças importantes nesta janela de transferências, mas, e depois de já ter deixado boas indicações contra o Sporting de Braga, estreia-se em casa no campeonato da melhor maneira, num jogo em que os reforços (Fábio Abreu e Luther Singh – que assinou há apenas 3 dias – marcaram) deixaram a sua marca.

Moreirense, no primeiro jogo da Liga em casa, derrotou o Gil Vicente, por 3-0. Depois do desaire na primeira jornada, aos pés do Sporting de Braga, a turma de Vítor Campelos entrou decidida a amealhar os primeiros pontos da época, e aos 22 minutos já vencia por 2-0, graças aos golos do reforço Fábio Abreu (aos 8′) e Bilel (aos 22′). Em desvantagem, o Gil procurou dar a volta, inclusivamente substituiu dois jogadores ao intervalo, mas, e apesar de ter rondado com perigo a baliza de Mateus Pasinato (sobretudo no segundo tempo), não teve arte nem engenho para reduzir as diferenças. Agradeceu a equipa da casa, que fecharia o jogo com um golo incrível de Luther Singh, aos 72′ (marcou apenas 4 minutos depois de entrar em campo).

O golaço de Luther Singh:

António Hess
Author: António Hess

1 Comentário

  • coach407
    Posted Agosto 17, 2019 at 9:39 pm

    Com Alex Pinto de fora, jogou um melro qualquer que não sei o que anda a fazer na I Liga.

    Antes do golo do Moreirense, o jogo só teve história graças a uma enorme arrancada do Lourency, mas as equipas estavam ainda encaixadas… até que o tal melro faz uma entrada completamente disparatada e na sequência da falta dá o golo do Moreirense em que Sandro Lima, o avançado do Gil, falha clamorosamente na marcação e Fábio Abreu finaliza com enorme qualidade.

    A partir daí, o Moreirense conseguiu ter bola e com executantes da qualidade de Fábio Pacheco, Filipe Soares, Alex Soares, Bilel e Pedro Nuno, com os apoios dos laterais João Aurélio e Djavan… foi demasiada qualidade individual para o Gil Vicente. Seguiram-se algumas oportunidades do Moreirense e o 2-0 surge com naturalidade com o Arthur Henrique a dormir e Bilel a aproveitar um enorme passe do Pacheco (melhor em campo, que jogador).

    A partir dos 30′, o Gil Vicente começou a discutir mais o jogo e até a ter uma ligeira superioridade que se acentuou com a mudança para 3x2x3x2 (e com a saída do tal melro, ufa…).

    O Moreirense desceu as linhas, consentindo ainda mais o domínio da posse de bola por parte do Gil Vicente que ia anulando as transições com um duplo pivot com muita amplitude (Soares – João Afonso).

    Faltou mais engenho para desmontar o autocarro do Moreirense que, com maiores ou menores sobressaltos, pareceu ter o jogo controlado e a qualquer momento poderia chegar ao terceiro numa transição. Acabou por acontecer com um enorme golo do Luther em mais um erro individual de palmatória do Rodrigão que o deixou rematar à vontade (já havia cometido uma grande penalidade estúpida contra o FC Porto).

    Individualmente, tinha dito que Kraev não poderia ser considerado o craque desta equipa, mas sim o “Jovem a seguir”. Deixou o título de “craque” para o Rúben Fernandes, mas vou ter de dividir o rótulo com o Lourency. Que jogador! Sempre que toca na bola o ritmo de jogo muda. Rápido, fortíssimo fisicamente, joga bem de pé direito, pé esquerdo, decide bem, meteu cuecas, ganha os ressaltos todos, o espetáculo é sempre dele, não divide holofotes. Por vezes peca pelo individualismo, mas voltou a acrescentar muito mais que qualquer outro jogador. O Kraev tem muito hype, mas tem muito para crescer. Continuo a achar que tem demasiado cabelo e demasiado estilo para tão pouco craque, mas a verdade é que alia qualidade física a técnica e isso é uma questão de tempo até fazer imensa diferença numa equipa como o Gil Vicente.

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