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José Mourinho foi desafiado a fazer uma previsão sobre o Mundial’2026. “Quem vai ganhar? Gostaria que fosse Portugal, que tem potencial para isso. O Carletto é o Carletto, mesmo que as pessoas não acreditem que o Brasil consiga. Mas, para mim, o Brasil com o Ancelotti é uma coisa e sem ele é outra. Acho que conseguem. A Argentina é a atual campeã do Mundo e parece uma equipa a sério: unida, compacta e feliz por jogar pela seleção. E depois a França, que com todo o talento que tem consegue formar três equipas competitivas. Um dia, terá de chegar a vez da Inglaterra… Mas acho que vou ficar de férias até aos quartos de final: há demasiadas equipas que vão lá apenas para perder. A verdadeira festa começa nos quartos de final”, disse num evento em Itália. Já questionado se vai assumir alguma seleção a curto prazo, referiu: “Selecionador? Ainda não é o momento. Penso nisso, mas depois também penso na minha vida sem o futebol e o dia a dia num clube: sem treinar todos os dias, sem ganhar, perder e empatar três vezes por semana. Ser feliz, estar triste, frustrado, querer melhorar… não consigo imaginar a minha vida sem estas coisas. O momento para assumir uma Seleção Nacional ainda não chegou.”


5 Comentários
maZe
Disse o que todos pensam mas não posso deixar de dizer também que se houver surpresas será sempre uma história bonita e memorável, que é das características mais apaixonantes do futebol enquanto fenómeno social.
Jeco Baleiro
O alargamento do Mundial (assim como já tinha sido no Europeu), foi um tiro no pé na competitividade destes torneios. Não há ninguém que não o constate (é óbvio) apenas gerando dividendos para quem organiza os certames. É bonito vermos seleções inéditas no Mundial mas há muitas que têm um nível demasiado baixo para conseguirem competir com as mais fortes (o Alemanha – Curaçao vai ser um jogo entretidíssimo). Para além de que há confederações em que a qualificação para o Mundial passa a ser quase um pró-forma (a qualificação Sul-Americana por exemplo,nos atuais moldes, deixa de fazer qualquer sentido).
A fase de grupos vai ter muito poucos jogos interessantes e vai acabar por tornar os jogos, à partida, mais aborrecidos, visto que se qualificam 8 de 12 terceiros. Claro que o alargamento torna o Mundial mais “democrático”, mais países têm acesso ao maior evento desportivo do Mundo, mas desportivamente a qualidade do espectáculo tende a diminuir, pricipalmente na fase inicial, Provavelmente nãp voltaremos a ter grupos com Inglaterra, Itália e Uruguai como em 2014 ou Argentina, Inglaterra e Suécia em 2002, onde a pressão da vitória ou eliminação estava presente desde o primeiro dia. As grandes seleções vão entrar compeltamente relaxadas pois mesmo com um eventual (e pouco provável) deslize inicial têm mais que margem para se apurarem.
Fireball
Eu por acaso acho o contrário, a fase de grupos é a minha parte favorita do mundial, jogos “neutros” em que sou indiferente a ambas as equipas, ver novos jogadores, novas culturas, novas formas de jogar, todo o drama das pequenas equipas a conseguirem os seus objetivos modestos.
Petrol
A verdade é que vão existir demasiados jogos e numa fase inicial existirão muitos jogos com pouco interesse de acompanhar.
Chanandler Bong
E tem toda a razão um pouco como era a Champions antes deste novo formato.. no Mundialaté aos 4s será bater bombo, a partir daí é futebol a sério e como Português espero no minimo as meias finais