Cumpriu-se na Nova Zelândia a terceira ronda da fase de grupos do campeonato do mundo de rugby e as grandes potências começam já a apontar baterias para as partidas dos quartos-de-final da competição, pois as classificações finais da primeira fase começam a ficar muito perto da definição total, pelo menos no que toca ao primeiro classificado do grupo. Quanto ao segundo bilhete para a fase final, nos grupos B, C e D, os terceiros e quartos classificados estão todos com 10 pontos, como tal portas em aberto à passagem para a próxima fase da competição e o sonho vivo mas bastante complicado para algumas das nações.
No grupo A jogou-se a partida mais esperada da jornada entre All Blacks e Gauleses, cifrando-se o resultado final em 37-17 favorável aos maori. Os anfitriões da competição que lutam esperançadamente pela conquista do ceptro mundial que foge desde a primeira edição, aproveitaram o espaço concedido pela defensiva azul e obtiveram uma vitória bastante segura. No Eden Park em Auckland, os All Blacks dominaram em todos os sectores do terreno e venceram com ensaios de Thomson, Israel Dagg, Cory Jane(2) e S.B.Williams, Carter terminou com três transformações e um pontapé de ressalto, já os franceses marcaram por Maxime Mermoz, François Tinh.Duc com os restantes 7 pontos a saírem dos pés de Dimitri Yachvili. A Nova Zelândia lidera o grupo com o pleno de vitórias e irá defrontar o 2º classificado do grupo B, que será Argentina ou Escócia, visto que a Inglaterra presumivelmente já não deverá deixar fugir o primeiro lugar. Nas outras partidas Tonga venceu o Japão por 31-18 e conseguiu assim a primeira vitória na competição. Dias mais tarde o Japão despediu-se do sudoeste do Oceano Pacífico com o primeiro empate da competição, frente ao Canadá, com o marcador a fechar nos vinte e três para cada lado.
Quanto às contas relativas ao grupo B, um grande ensaio de Lucas Amorozino nos minutos finais do encontro deu à Argentina a vitória sobre a Escócia, por 13-12 que deixa assim os Pumas com um pé nos quartos. Assistiu-se no Wellinton regional stadium a um jogo complicado, com os escoceses a serem os grandes culpados pela derrota, devido às péssimas decisões que tomaram durante a partida que resultaram em vários turnovers. Do lado dos sul americanos destaque para Marcelo Bosh. Na outra partida do grupo D a Inglaterra venceu em Dunedin a Roménia por 67-3 com destaque para os hat-tricks de Mark Cueto e Chris Ashton. Os Romenos voltaram a entrar em campo para a sua última partida da competição onde perderam com a Geórgia por 25-9 e abandonam assim a competição só com derrotas. A selecção da Rosa é líder do grupo B isolada enquanto Escócia e Argentina lutam pelo segundo lugar.
No Grupo C a Austrália regressou às vitórias após a surpreendente derrota com a Irlanda e venceu os EUA por 67-5, com destaque para o facto do espectacular Adam Ashley-Cooper ter precisado apenas de sete minutos para fazer o hat-trick mais rápido de sempre. A Irlanda venceu a Rússia por 62-12 e segue em grande, isolada no primeiro lugar, apenas com vitórias. A fechar, Italianos e americanos defrontaram-se com a vitória por 27-10 a sorrir para a seleção europeia que luta ainda por um lugar na próxima fase, já os EUA vão para casa e terminam assim a sua participação nesta edição do RWC.
No grupo D, A África do Sul esmagou a Namíbia por 87-0, naquele que foi o resultado mais pesado da prova até ao momento. Bryan Habana fez história e chegou aos 39 ensaios, número recorde em partidas do mundial. Noutra partida do grupo, Samoa venceu Fiji por 27-7 e mantém em aberto as perspectivas de acesso á fase seguinte. Já o País de Gales entrou em campo para fazer as despedidas da Namíbia mas não teve pena nenhuma dos africanos e venceu por 81-7 com destaque para o jovem Galês George North que se tornou no mais jovem jogador de sempre a marcar em Campeonatos do Mundo com 19 anos e 166 dias.
A próxima jornada define os jogos da próxima fase, onde se esperam encontros de um nível verdadeiramente magnífico.
Quanto às contas relativas ao grupo B, um grande ensaio de Lucas Amorozino nos minutos finais do encontro deu à Argentina a vitória sobre a Escócia, por 13-12 que deixa assim os Pumas com um pé nos quartos. Assistiu-se no Wellinton regional stadium a um jogo complicado, com os escoceses a serem os grandes culpados pela derrota, devido às péssimas decisões que tomaram durante a partida que resultaram em vários turnovers. Do lado dos sul americanos destaque para Marcelo Bosh. Na outra partida do grupo D a Inglaterra venceu em Dunedin a Roménia por 67-3 com destaque para os hat-tricks de Mark Cueto e Chris Ashton. Os Romenos voltaram a entrar em campo para a sua última partida da competição onde perderam com a Geórgia por 25-9 e abandonam assim a competição só com derrotas. A selecção da Rosa é líder do grupo B isolada enquanto Escócia e Argentina lutam pelo segundo lugar.
No Grupo C a Austrália regressou às vitórias após a surpreendente derrota com a Irlanda e venceu os EUA por 67-5, com destaque para o facto do espectacular Adam Ashley-Cooper ter precisado apenas de sete minutos para fazer o hat-trick mais rápido de sempre. A Irlanda venceu a Rússia por 62-12 e segue em grande, isolada no primeiro lugar, apenas com vitórias. A fechar, Italianos e americanos defrontaram-se com a vitória por 27-10 a sorrir para a seleção europeia que luta ainda por um lugar na próxima fase, já os EUA vão para casa e terminam assim a sua participação nesta edição do RWC.
No grupo D, A África do Sul esmagou a Namíbia por 87-0, naquele que foi o resultado mais pesado da prova até ao momento. Bryan Habana fez história e chegou aos 39 ensaios, número recorde em partidas do mundial. Noutra partida do grupo, Samoa venceu Fiji por 27-7 e mantém em aberto as perspectivas de acesso á fase seguinte. Já o País de Gales entrou em campo para fazer as despedidas da Namíbia mas não teve pena nenhuma dos africanos e venceu por 81-7 com destaque para o jovem Galês George North que se tornou no mais jovem jogador de sempre a marcar em Campeonatos do Mundo com 19 anos e 166 dias.
A próxima jornada define os jogos da próxima fase, onde se esperam encontros de um nível verdadeiramente magnífico.
Francisco Paiva


