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NFL – Semanas 7/8/9 – Midseason – Os Patriots e os outros

Oct 16, 2016; Foxborough, MA, USA; New England Patriots quarterback Tom Brady (12) congratulates tight end Rob Gronkowski (87) on a touchdown during the third quarter against the Cincinnati Bengals at Gillette Stadium. Mandatory Credit: Stew Milne-USA TODAY Sports
Imagem: Chowder and Champions

Chegamos a meio da temporada regular e já se começam a perspectivar os primeiros prognósticos para o Superbowl. Alguns dos favoritos assumem desde cedo a sua candidatura, parecendo equipas imbatíveis, outras equipas mantém a rota de evolução sustentada das épocas anteriores, outras são verdadeiras surpresas, outras desilusões, e outras que tão bem começaram começam a perder gás face a outras que porventura preferem como acaba e não como começa. Analisamos divisão a divisão o estado desta temporada 2016 da NFL, com destaques de permeio.

AFC

AFC EAST

New England Patriots – 7-1
Miami Dolphins – 4-4
Buffalo Bills – 4-5
NY Jets – 3-6

Se dúvidas houvessem, esta é a divisão dos Patriots. Aliás, se ainda existirem dúvidas, os Pats são a melhor equipa da NFL (pelo menos por agora, porque no ano passado as lesões fustigaram os homens de Bellichik na fase decisiva) e por agora o principal candidato a levantar o caneco. Tom Brady só voltou à quinta semana, mas desde então tem sido um fartar vilanagem, e se na época passada Edelman, Amendola e Gronkowski já eram ameaça mais que suficientes, com a adição de Martellus Bennet, Chris Hogan e com um Le Garrett Blount em grande forma, Brady pode dar-se ao luxo de jogar de olhos vendados e de atirar à sorte que a probabilidade de acertar em alguém na end zone é enorme. Aliás desde o seu regresso, Brady já está a jogar em modo MVP, e para já os Pats parecem imparáveis. Em Miami mora uma agradável surpresa. Os Dolphins elevaram o nível do seu jogo esta época, e mesmo com um QB em part-time (Tannehill só joga quando lhe apetece), os homens da Flórida têm contado com um running game imparável e com um Jay Ajayi fenomenal, bem acompanhado por Jarvis Landry, sendo que na defesa Ndamukong Suh e Cameron Wake têm dominado. Os Bills são uma equipa à imagem do seu treinador. Rex Ryan é excêntrico e os Bills por inerência também o são. Rex Ryan poderia ser comparado ao Jorge Jesus da NFL, já que o tamanho do seu ego é igual ao do seu conhecimento pelo jogo e volta e meia essa ambiguidade resulta em vitórias improváveis (a única equipa a vergar os Patriots esta época) como em derrotas ridículas. Uma equipa praticamente sem passing game (a pior da NFL), mas em segundo lugar no running game com LeSean McCoy como figura de proa e principal desequilibrador. Já os Jets depois de morrerem na praia na época passada, esta época são uma das grandes desilusões. Nada corre bem aos homens de verde (a começar pela rábula do QB e pelo contrato de Fitzpatrick que se arrasta desde a offseason) e tudo indica que melhorias só em 2017…

AFC North

Baltimore Ravens – 4-4
Pittsburgh Steelers – 4-4
Cincinatti Bengals 3-4-1
Cleveland Browns – 0-9

A divisão tinha tudo para ser quase um passeio para os Steelers, mas os obstáculos do costume lá surgiram aos piratas. Com a lesão de Big Ben Roethlisberger o ataque demolidor dos Steelers deixou de funcionar na perfeição, Antonio Brown é hoje tão marcado como Messi em jogo do Barcelona (já não é a primeira vez que uma man coverage dá direito a 3×1 sobre Brown) e a defesa não corresponde em qualidade ao volume ofensivo da equipa. Com isto… Os Ravens correndo por fora, e jogando precisamente ao contrário (defesa, defesa, defesa e um kicker excelente) lá vão no mesmo score. Ainda assim, Flacco, Terrance West e o eléctrico Mike Wallace têm números muito interessantes, Justin Tucker é o Pirlo dos Field Goals e Terrell Suggs, Lardarius Webb e Eric Weddle têm sido monstros na defesa. Os Bengals parece que atravessaram a fase inicial onde eram saco de pancada e começam a mostrar as garras (que sempre tiveram). Um dos líderes em passing game na NFL (4º) é sempre uma equipa a ter em conta e Andy Dalton, tem armas mais que suficientes em AJ Green, Brandon La Fell, Tyler Boyd ou Tyler Eiffert e mesmo no running game com Hill e Bernard. Daquelas equipas cujo score é deveras enganador… Os Browns…enfim, são os Browns. Depois da vitória na NBA dos Cavaliers a euforia em Cleveland instalou-se. LeBron James parece ter iluminado os caminhos, mas tudo parece voltar à normalidade, já que em Cleveland normalmente tudo se perde. Nas World Series de baseball, os Cleveland Indians conseguiram perder a final frente a uma amaldiçoada equipa dos Chicago Cubs, e na NFL vão chover bebidas de borla nos pubs, quando os Browns ganharem um jogo. A equipa é demasiado fraca para este nível, não há QB (chegaram a ter todos lesionados ao mesmo tempo) e conseguiram desperdiçar vários jogos em que estiveram em vantagem durante vários minutos. Nem LeBron os salvará…

AFC South

Houston Texans – 5-3
Indianapolis Colts – 4-5
Tennessee Titans – 4-5
Jacksonville Jaguars – 2-6

Uma divisão equilibrada em teoria, mas nivelada por baixo. Os Texans são de facto a melhor equipa da divisão. Já tinham a melhor defesa (ter JJ Watt, se bem que não têm tido muito, ajuda sempre) e passaram a ter uma equipa ofensivamente equilibrada. Não fosse a rábula do contrato milionário de Brock Osweiler (um dos flops da época até agora), e Lamar Miller e De Andre Hopkins teriam certamente melhores números. Os Colts são maus. Muito maus. Os fans da equipa de Indianapolis não merecem uma equipa tão fraca como esta, que só sobrevive devido à genialidade (quando saudável) do seu QB Andrew Luck, e aos dois alvos ofensivos primordiais, Frank Gore e T.Y Hilton. Mesmo assim, este é daqueles casos em que o QB faz de facto toda a diferença. Dos Titans esperava-se mais. Estão na luta ainda é certo, mas esperava-se que este jovem grupo cheio de talento já tivesse dado o salto. Marcus Mariotta ainda é muito inconstante, e DeMarco Murray tem feito a diferença no ataque com a companhia do rookie Derrick Henry (uma das boas surpresas). Os Jaguars são outro exemplo disso mesmo. O talento está todo lá. Blake Bortles gosta de espetáculo, e tem armas de tremenda qualidade em Allen Hurns e Allen Robinson como receivers e em Chris Ivory para o run game. Reforçaram-se com dois dos melhores rookies defensivos desta época e do draft como são o caso de Jalen Ramsey e de Myles Jack, mas até ver muito pouco parra para tanta uva.

AFC West

Oakland Raiders – 7-2
Kansas City Chiefs – 6-2
Denver Broncos – 6-3
San Diego Chargers – 4-5

Se no caso da AFC West o equilíbrio é nivelado por baixo, no caso da AFC West esse nivelamento dá-se por cima. Os Raiders são a equipa que mais evoluiu de uma época para a outra em resultados e o ataque demolidor dos homens de negro parece imbatível. Concedem muitos pontos? É um facto, mas os Raiders jogam no risco e assumem que ganhar sofrendo 30 pontos é o mesmo do que ganhar sofrendo apenas 1, desde que se marque pelo menos 31… Derek Carr está a jogar a um nível MVP, e Michael Crabtree, Amari Cooper, Seth Roberts como WR e Latavius Murray como RB aparecem em jogo sempre com fome de pontos. Caso sério estes Raiders. Os Chiefs de Andy Reid, são o exacto oposto dos Raiders, já que são das equipas que melhor defende na NFL. Alex Smith o QB gestor, não precisa de pensar muito já que quem se dá ao luxo de ter na defesa Marcus Peters (dos melhores CB do jogo), Eric Berry, Dee Ford ou Tamba Hali está sempre bem protegido. Os campeões Denver Broncos pagam hoje o preço de estarem numa das divisões mais duras da competição. Se acabasse agora a fase regular, das 6 equipas apuradas para o playoff, 3 seriam desta divisão e a última apurada seriam precisamente os campeões. O score dos comandados por Gary Kubiak nem sequer é mau (aliás seria o suficiente para liderar quase todas as outras divisões) mas a super defesa de Denver comandada pelas estrelas Von Miller, Aqib Talib ou Chris Harris, não tem tido o acompanhamento necessário dos receivers e running backs de Denver (quase todos em sub rendimento) apesar das boas indicações do rookie de segundo ano, Trevor Siemian como QB. Os Chargers são outro desses exemplos. Os homens de San Diego têm jogado muito e bem, mas nesta divisão isso não é suficiente. Os anos parecem não passar por Philip Rivers que continua a jogar muito, Melvin Gordon tem sido dos melhores RB desta época, Hunter Henry é uma agradável surpresa como TE e na defesa o também rookie Joey Bosa depois de começar mais tarde veio para rebentar. Uma pena se estes Chargers não forem aos playoffs.

NFC

NFC East

Dallas Cowboys – 7-1
NY Giants – 5-3
Washington Redskins – 4-3-1
Philadelphia Eagles – 4-4

Esta divisão é para além do equilíbrio, uma enormidade de grandes jogos! Nem mesmo os fans mais hardcore da equipa da América imaginariam que nesta altura da temporada estariam a liderar a divisão com esta pujança. Afinal há vida para além de Tony Romo, e a juventude inquieta dos rookies Dak Prescott e Ezekiel Elliot tem jogado e feito jogar como há muito não se via em Dallas. Quer um quer outro estão com números e performances que os colocam como Pro Bowlers logo na sua primeira época, e até os mais experientes da equipa, principalmente a nível defensivo elevaram o seu jogo. Já não há surpresa em Dallas, mas sim confirmação. Os Giants continuam a sua senda de momentos inconstantes. Defensivamente os Giants até são bastante competentes, mas Eli Manning tem jogado a um nível paupérrimo, e sobra apenas Odell Beckham Jr para alegrar os fans de Nova Iorque com as suas highlights e momentos dignos da Broadway. Os Redskins são daquelas equipas de quem nunca se pode esperar nada e de quem se pode esperar tudo. Ofensivamente Kirk Cousins tem armas de qualidade para marcar muitos pontos (Crowder, Reed, Garçon, Jackson ou Jones), defensivamente uma das contratações do ano, Josh Norman fez elevar o nível, mas os Skins sofrem de um bloqueio mental mais forte que a soma das suas qualidades. Os Eagles começaram em modo de todo o gás. Carson Wentz o nº 2 do draft, pegou de estaca e os Eagles foram conquistando vitória atrás de vitória. Mas nas últimas semanas um choque de realidade assolou a equipa de Philadelphia e os resultados têm sido menos positivos, e nesta divisão os deslizes pagam-se caro.

NFC North

Minesotta Vikings – 5-3
Detroit Lions – 5-4
Green Bay Packers – 4-4
Chicago Bears – 2-6

Os Vikings foram a grande surpresa do início de época começando a destruir tudo o que lhes aparecia à frente. Sam Bradford como QB deu outro elan à manobra ofensiva dos Vikes, deixando-a menos exposta às corridas de Adrian Peterson e mais polivalente. Contudo após a bye week os Vikings voltaram a um registo de erros do passado e a paragem fez mal, muito mal, já que vão em 3 derrotas consecutivas. Ao contrário vão os Lions. Para mim, das mais agradáveis surpresas desta época, já que não contava com um score tão bom, e com um Matthew Stafford a jogar a um nível MVP (talvez a sua melhor época até agora), com Marvin Jones no ataque e Kerry Hyder na defesa em gtande destaque. Os Packers acabasse agora a época e estariam fora dos playoffs. Aaron Rodgers parece atravessar uma fase de falta de confiança, no banco as decisões também parecem contraditórias, Eddie Lacy não carburou ainda e a defesa dos Packers comete erros atrás de erros. Valha o regresso com bons números de Jordy Nelson, e a esperança da massiva claque dos cheeseheads que o momento pode mudar. Os Bears, ao contrário dos seus conterrâneos Cubs que venceram o título do baseball, quanto muito podem aspirar a vencer o título de uma das piores equipas da NFL. Muito há que mudar em Chicago (Jay Cutler acabou) e pouco se aproveita na cidade do vento.

NFC South

Atlanta Falcons – 6-3
New Orleans Saints – 4-4
Tampa Bay Buccaneers – 3-5
Carolina Panthers – 3-5

A divisão do passing game e do airball e dos QB´s de eleição. No momento presente será mais ou menos consensual que o MVP da temporada vai direitinho para Matty Ryan. O QB dos Falcons está literalmente a partir tudo, e distribui bolas como o Pacman come monstros verdes. Julio Jones continua a envelhecer como o vinho do Porto, Mohamed Sanu tornou-se um parceiro temível e Tevin Coleman também marca de qualquer lado. Estes Falcons num dia bom podem ganhar a qualquer um e fossem mais consistentes defensivamente seriam candidatos ao Superbowl. Os Saints são a equipa de Drew Brees, ou Drew Brees e todo o resto. Outro jogador que envelhece com qualidade e que continua a teleguiar os seus passes de forma quase automática, fazendo crescer à sua volta receivers e tight ends que sendo razoáveis parecem muito bons. Os líderes da NFL em passing game têm em Brees o seu guru, e Willie Snead, Brandin Cooks, Coby Fleener e o rookie longilíneo Michael Thomas (este não tem big balls mas sim big arms) nos jogadores que o QB faz brilhar. Em Tampa Bay mora outra daquelas equipas que a par dos Titans e dos Jaguars toda a gente espera que cresça de um momento para o outro tal a qualidade de talento à disposição. Jameis Winston é QB de alto nível e habitualmente dá espetáculo mas apenas Mike Evans se tem mostrado à altura do seu QB no ataque. Falta ser um pouco mais constante esta equipa dos Bucs. Os vice campeões tiveram um início de temporada verdadeiramente escabroso. A saída de Josh Norman da defesa do Panthers não pode explicar tudo, mas foram muitos os erros (principalmente defensivos) que os comandados de Ron Rivera têm cometido, sendo igualmente das equipas que mais pontos sofre. No ataque apesar do mega ego que irrita adversários e mesmo alguns fãs, Cam Newton continua a liderar as tropas e a fazer os seus dabs. O ataque dos Panthers continua forte e existem sinais de retoma nestes últimos jogos.

NFC West

Seattle Seahawks – 5-2-1
Arizona Cardinals – 3-4-1
LA Rams – 3-5
San Francisco 49’ers – 1-7

Pudesse arriscar hoje numa equipa da NFC para estar presente no Superbowl, arriscaria sem pensar muito nos Seahawks. Não, de facto os números não são esmagadores. Não, os Hawks já não têm a melhor defesa da NFL, apesar da Legion of Boom continuar a ser temida (Richard Sherman faz muito por isso…) E não, o ataque dos Hawks não é nada de especial, principalmente depois da reforma de Marshawn Lynch. Mas apesar de tudo isto os Seahawks são dos colectivos mais fortes, mais competitivos e mais agressivos da NFL e marcar-lhes pontos não é tarefa fácil. Junte-se a isto Russell Wilson que cada vez mais assume o papel de maestro (gere o jogo como nenhum outro QB) e os homens de Pete Carroll têm que ser vistos como uma força. Quem perdeu força já que era uma das apostas fortes para esta época, foram os Cardinals. Inconsequente tem sido o melhor adjectivo para descrever a performance dos Cards, e os veteranos Carson Palmer e Larry Fitzgerald têm visto o seu RB David Johnson assumir o papel de estrela da companhia. Mudança para Los Angeles, significa estar perto das estrelas. Os Rams não fizeram a coisa por menos. Já tinham o Rookie ofensivo da época passada em Todd Gurley, draftaram o nº1 deste ano o QB Jared Goff (que fica até ver na sombra de Case Keenum), e no final desta época terão o mais que provável jogador defensivo do ano, direitinho para o DT Aaron Donald um autêntico monstro defensivo. Apesar de tudo isto, os Rams ainda não são uma equipa que jogue para títulos como almejam em Los Angeles, mas já faltou mais… Sobre os 49’ers, pode-se resumir a época do conjunto de San Francisco num nome e numa frase: Carlos Hyde e “Kneel down for the national anthem of the United States of America” by Colin Kaepernick

Jogos a seguir na semana 10

New Orleans Saints vs Denver Broncos – Um dos melhores ataques e uma as melhores defesas. Os vários momentos do jogo para observar com atenção.

New England Patriots vs Seattle Seahawks – O meu preview do Superbowl 51…

NY Giants vs Cincinatti Bengals – Apesar da inconstância dos dois conjuntos, argumentos mais do que suficientes para prender a atenção.

Flávio Trindade

VM
Author: VM

9 Comentários

  • Patrick
    Posted Novembro 8, 2016 at 11:21 pm

    Excelente post.
    Parabéns.
    Visto que já se fala de NBA e NFL, só falta mesmo a NHL, fica a dica.
    Cumprimentos

  • Kafka
    Posted Novembro 8, 2016 at 11:48 pm

    Excelente post e excelente resumo da época…vai ser mais um Ano de seca para os meus Packers, enfim…o comando técnico tem de ser mudado no fim da época…ofensivamente então a equipa esta literalmente cristalizada..

  • Miguel Vasconcelos
    Posted Novembro 9, 2016 at 12:14 am

    Corridas de Adrian Peterson?! Mas ele mal jogou este ano, lesionou-se logo no início e com o Bradford jogou apenas meia dúzia de minutos.

  • M Freitas
    Posted Novembro 9, 2016 at 1:31 am

    Excelente post.
    Os meus Saints estão a recuperar mas agora tem um embate muito difícil.
    Concordo que o Mat Ryan está a jogar muito mas o Brees não fica atrás, distribui a bola por tudo que mexe.
    A continuar assim o MVP decide-se na NFC South.
    Os Patriots já estão em modo SB.
    Não gosto dos Seahawks, são bons mas falam demais e geralmente são protegidos pelos árbitros, o único jogo em que possivelmente não foram ajudados, contra os Saints, fizeram um chinfrim.
    Não estou a ver ali qualidade de jogo suficiente para SB mas nunca se sabe-
    Penso que com a excepção dos Patriots ainda é cedo para grandes conclusões até porque começam agora aparecer as lesões que mandam para o estaleiro alguns dos melhores jogadores.
    Um Abraço….

    • Pedro Santos
      Posted Novembro 9, 2016 at 11:18 pm

      MVP decide-se na NFC South ???? Amigo o Brady AFC North…

      E se Mat Ryan ainda esta nessa luta (o inicio foi mesmo muito bom) o Brees não consigo ver.
      Eu sei que ele começou só no quarto jogo mas para termos noção já tem as mesmas vitórias que o Bree na época toda e nenhuma das derrotas. Já só tá a 8 TD do Bree (com menos 4 jogos) e sem INT.

      Se o Brady conseguir manter este nível os outros tão todos uns degraus abaixo. Na minha opinião claro.

  • Sh3ik
    Posted Novembro 9, 2016 at 10:29 am

    Excelente post. Os Patriots parecem os Spurs. Favoritos ou não estão sempre na luta pelo título.

    PS: Gostaria de saber se o Visão de Mercado irá fazer alguma menção ao UFC 205. Pela primeira vez em Nova York no Madison Square Garden. Vai ser um dos maiores eventos do ano.

  • João Chambel
    Posted Novembro 9, 2016 at 5:37 pm

    De uma forma geral, bom resumo da época. So nao concordo com a parte do Aaron Rodgers estar a atravessar uma fase de falta de confiança. Acho que no início da época passou por isso, mas nos ultimos 3 jogos tem sido ele contra o mundo. Tem passado para mais de 200 yards e sem nenhuma interception, se nao me engano. Agora as lesões de todos os Rb’s disponiveis, e de uma passing defense inexistente (aliado às falhas nas decisões do treinador) nao têm abonado a favor dos Packers. Algo tem de mudar em Green Bay porque o QB mais talentoso de sempre não pode ter só 1 SB. Estao-se a perder anos de carreira.
    Maior surpresa das surpresas têm de ser os Dallas cowboys, que até a mim já me convenceram. Se Jerry Jones não cometer o erro de exigir que Romo jogue, não vejo porque não possam ser os Cowboys a chegar ao SB LI.
    Para mim a grande desilusão da época já nem sao os panthers, é sim Todd Gurley. Nada sai bem desde o inicio da época ao craque e com tudo o que se passa nos Rams parece estar mais que provado que Fisher tem de sair e que muito provavelmente Jared Goff não era aquilo que todos previam (incluindo eu). Muita coisa tem de mudar em LA.

    • Filipe Ribeiro
      Posted Novembro 10, 2016 at 8:00 pm

      Mais talentoso de sempre??
      O que te faz dizer isso?
      Com que bases?

      • João Chambel
        Posted Novembro 11, 2016 at 8:11 pm

        É a minha opinião e a de muitos americanos e comentadores americanos. Aaron Rodgers tem passes quase impossiveis (vai ver videos dos Hail Mary’s nos finais dos jogos já sem tempo no relogio para jogar), tem um arm talent dos melhores que existe e tambem é excelente com a usar as pernas (em scramble), é incrivel a gerir o tempo de jogo e a jogar com o tempo, tem dos melhores indices de QB de sempre (passer rating e QBR) – se nao me engano tem o melhor passer rating da regular season de sempre e de uma época completa -, tem o melhor racio TD-interception de sempre e a menor percentagem de interceptions na regular season de sempre.
        Isto tudo, e ainda mais, com “armas” mais fracas do que outros grandes QB e com uma O.line e defesas de qualidade muitas vezes duvidosa?
        A unica vez que teve uma defesa decente foi quando ganhou a unica Super Bowl que tem.
        Brady teve Wes Walker, Randy Moss, tem Gronk (o melhor TE de sempre), Edelman, Amendola e teve Bill Belichick como treinador. Montana teve Jerry Rice e Bill Walsh como treinador.
        Russel Wilson teve o Beast Mode e tem agora Michael Sr, Graham e Boldwin, BIg Ben tem Antonio Brown, LeVeon Bell, Ladarius Green, Cam tem Olsen e Benjamin, Manning tem Odell Beckham Jr, Victor Cruz e o Payton Manning tinha Sanders e Thomas…Aaron Rodgers teve quem? Eddie Lacy, Jordy Nelson e Kuhn (que está nos Saints) – nem se comparam com os nomes de cima (fora os AJ green’s, fitzgerald’s e afins deste mundo). Teve Greg Jennings quando ganhou a SB, verdade. Além disso queres comparar Mike McCarthy com Bill Belichick e Bill Walsh???
        Brady e Montana são os melhores de sempre – sem duvida- , mas Aaron Rodgers é indiscutivelmente o QB mais talentoso que existiu e existe até agora.
        Para mim o top 3 de QB mais talentosos de sempre é:
        1- Aaron Rodgers, 2-Dan Marino 3-Montana

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