Duelo muito amarrado, até sofrível. A equipa de Guardiola não consegue fazer a pressão do passado e a posse de bola que faz é quase inócua. Elementos como Foden (passou de MVP da Premier League a nulidade e ainda falhou uma oportunidade cantada), Bernardo Silva (sempre cansado nas suas ações), Gundogan (sem dinâmica) ou Kevin de Bruyne (não conseguiu criar uma oportunidade) foram o espelho do que tem sido esta época do campeão inglês. Já Amorim deu a iniciativa ao rival, apostando essencialmente no erro e em transições, mas os Red Devils até tiveram alguns lances de desequilíbrio na frente, contudo faltou qualidade para os potenciar. Bruno Fernandes voltou a ser dos mais esclarecidos, enquanto Hojlund e Garnacho continuam a acrescentar pouco.
United e City não passaram do 0-0 no dérbi de Manchester. A turma de Amorim só teve 42% de posse de bola mas até fez mais remates e conquistou mais cantos. Já os Citizens com este nulo não aproveitam os deslizes de Chelsea e Nottingham e ainda podem ser ultrapassados pelo Aston Villa.
XI Man Utd: Onana, Mazraoui, Maguire, Yoro, Dalot, Dorgu, Casemiro, Ugarte, Bruno Fernandes, Garnacho, Hojlund.
XI Man City: Ederson, Nunes, Dias, Gvardiol, O’Reilly, Gundogan, Kovacic, De Bruyne, Bernardo, Foden, Omar Marmoush


4 Comentários
luislaliga
O que é que se passa com o Bernardo Silva ha pelo menos 1 ano? Faz uma corrida de 2 metros para a frente vai para dentro e passa para traz ou pro lado. Sinceramente não sei o que 1 jogador destes acrescenta à equipa a jogar assim
Martinator
Creio que já é assim há mais tempo mas concordo com a inutilidade dele.
Flavio Trindade
O United com um ponta decente tinha ganho este jogo.
E este United inócuo ofensivamente, embora já bem mais consistente de Amorim, conseguiu não perder jogo nenhum contra o City de Guardiola cuja época miserável não dá para apagar assim como não dá para apagar que mesmo mal o City voltou a gastar uma fortuna em Janeiro e continua miserável.
DNowitzki
A tática do Amorim é sempre a mesma.