2016 será, ao que tudo indica, a temporada de despedida de 2 dos mais bem sucedidos ciclistas da história: Fabian Cancellara e Alberto Contador. Cancellara fará o último assalto às suas clássicas favoritas (Milano-Sanremo, Tour des Flandres e Paris-Roubaix) e Alberto Contador tentará destronar Chris Froome no Tour de France.
Segmentando a temporada por tipo de corrida:
Clássicas do pavé: as principais provas são o Tour des Flandres (3 de Abril) e o Paris-Roubaix (10 de Abril). Outras provas deste género incluem a Strade Bianche, Gent-Wevelgem e a H3 Harelbeke. Será a última oportunidade de vermos um duelo entre Fabian Cancellara (3 vezes vencedor tanto na Flandres como em Roubaix) e Tom Boonen (4 vezes vencedor em Roubaix e 3 vezes vencedor na Flandres). Os dois velhos rivais têm sofrido inúmeras lesões nos últimos anos (Cancellara fracturou uma clavícula em 2013 e uma vértebra em 2015 e Boonen tem passado mais tempo na enfermaria do que na estrada, destacando-se uma queda em Outubro passado no Abu Dhabi Tour que o deixou com uma perda parcial de audição). Cancellara, como já é habitual, não terá uma equipa muito forte à sua volta (um veterano Stijn Devolder e os jovens Stuyven e Theuns serão os mais ajudantes mais capazes) e terá pela frente uma temível Etixx-QuickStep liderada por Boonen e com outros potenciais vencedores como Stybar e Terpstra. Não nos podemos esquecer de outros dois protagonistas: Alexander Kristoff e John Degenkolb. Kristoff venceu com autoridade a Flandres 2015 – mostrando que não precisa de esperar por um sprint para ganhar – e tentará juntar Roubaix a um currículo que já tem Sandremo e Flandres. Degenkolb, vencedor da Sanremo e da Roubaix em 2015, será o grande ausente. O alemão (juntamente com vários colegas da equipa Giant Alpecin) foi uma das vítimas de um atropelamento enquanto treinava em Espanha e apesar de ter evitado (felizmente) lesões permanentes, irá perder toda a temporada de clássicas de 2016. Outros nomes importantes para estas corridas: Geraint Thomas, Sep Vanmarcke, Tiesj Benoot, Lars Boom, Greg Van Avermaet, Peter Sagan ou Edvald Boasson Hagen.
Outras clássicas: a primeira clássica Monumento da época, a Milano–SanRemo, disputar-se-á no dia 19 de Março. Peter Sagan – o campeão do mundo – é o principal favorito porque tanto pode ganhar ao ataque (quem não se lembra da descida inacreditável que lhe deu a vitória em Richmond) como num final ao sprint. Numa Sanremo tradicional, teremos o Poggio como o momento decisivo em que os oportunistas ou puncheurs como Philippe Gilbert, Greg Van Avermaet, Simon Gerrans ou até mesmo Fabian Cancellara tentarão distanciar os velocistas para evitar uma chegada ao sprint que favorece a velocidade de Kristoff, Sagan ou Michael Matthews.
Em Abril, teremos a tradicional semana das Ardenas, que inclui o trio de clássicas repletas de colinas curtas e extremamente inclinadas – Amstel Gold Race, Flèche Wallonne e Liège-Bastogne-Liège, a mais importante das 3 e um dos 5 monumentos da temporada. Os “velhos” espanhóis Joaquím Rodríguez e Alejandro Valverde são crónicos candidatos, encabeçando uma lista onde podemos incluir o “nosso” Rui Costa, Michal Kwiatkowski, e outros homens “explosivos” como Philippe Gilbert, Simon Gerrans, Daniel Martin, Rafal Majka, Carlos Betancur, Diego Ulissi, Julian Alaphilippe ou Esteban Chaves. Outros nomes a seguir com atenção neste período: os irmãos Simon e Adam Yates, Tim Wellens, Alexis Vuillermoz, Davide Formolo ou Fabio Felline.
Grandes Voltas: a maglia rosa do Giro d’Italia não será defendida por Alberto Contador. O vencedor de 2015, na sua temporada de despedida, irá apontar todas as suas baterias para o Tour de France.
O traçado do Giro deste ano parece equilibrado. O início será na Holanda, com um contra-relógio de 9,8 kms em Apeldoorn (especialistas como Fabian Cancellara e Tom Dumoulin tentarão arrecadar a camisola rosa nesta dia) e teremos 3 dias de descanso que irão atenuar as habituais críticas às longas deslocações dentro da prova italiana. Um contra-relógio de 40 kms pela vinhas do famoso Chianti fará as primeiras diferenças e depois teremos uma semana final repleta de montanha. Infelizmente, não teremos subidas míticas como Stelvio, Marmolada, Mortirolo, Gavia ou Zoncolan porque os organizadores temem os fortes nevões que se têm feito sentir nos últimos anos, mas ainda assim, teremos subidas duras como o Colle dell’Agnello que será a Cima Coppi deste ano a 2144 metros de altitude. Na minha opinião, o Giro perde muito do seu encanto sem a “brutalidade” das suas principais montanhas. Quanto a favoritos, parece haver um nome acima de todos os outros: Vincenzo Nibali. O “tubarão de Messina” vem de uma temporada frustrante (apesar de um assomo de brio na parte final da época que lhe deu o Giro di Lombardia) e parece ter perdido a liderança interna na Astana para o jovem Fabio Aru. Nibali fará tudo para mostrar o seu valor e, quem sabe, marcar a sua posição para um eventual assalto duplo ao Tour de France com Aru. Como principais rivais, aparecem Mikel Landa (ex- Astana) e líder de uma Sky muito forte com König, Intxausti e Henao, Richie Porte, líder da BMC, Rafal Majka, líder da Tinkoff, Rigoberto Uran, líder da Cannondale, Esteban Chaves, líder da Orice-GreenEdge e ainda Alejandro Valverde, que aos 36 anos irá fazer a sua estreia na corrida italiana. Corredores como Tom Dumoulin e Ilnur Zakarin poderão aproveitar este traçado menos montanhoso para fazerem a diferença nos contra-relógios.
A nível de sprinters – terão várias oportunidades -, o Giro deverá proporcionar grandes espectáculos entre Kittel e Greipel. Outros bons finalizadores, como Nizzolo, Viviani, Démare, Modolo e Caleb Ewan também estarão presentes.
Tour de France: tudo indica que será uma luta a 3 entre Froome, Contador e Quintana. Estará Fabio Aru à altura deste trio? O Tour deste ano não deverá penalizar muito os trepadores (um contra-relógio ondulado de 37 kms e uma crono-escalada de 17 kms não beneficiam tanto Chris Froome como no ano anterior) e não teremos a já habitual incursão pelos paralelos do norte de França que tanto pânico causou a homens como Froome nas últimas edições. É difícil prever um vencedor: espera-se um duelo equilibrado e um jogo táctico entre equipas fortes (Contador terá Majka, Rogers, Kreuziger e Trofimov, Froome terá Thomas, Poels, Kwiatkowski, Nieve, König ou Kennaugh, Quintana terá Valverde, Moreno, Amador e Betancur e Aru terá Füglsang, Rosa, Kangert e provavelmente Nibali). A armada francesa também estará bem representada: Pinot parece ter amadurecido, está mais sólido nos contra-relógios e não se intimida perante os adversários. Bardet também tem talento para se intrometer na luta pelo top-5 e terá Vuillermoz a seu lado. Warren Barguil e Pierre Rolland (agora na Cannondale) também têm nível para entrar no top 10. Outros nomes para o top 10: Tejay Van Garderen, uma eterna promessa que tarda em apresentar resultados consistentes em 3 semanas, Bauke Mollema, Robert Gesink, Joaquim Rodríguez e Rui Costa. O português parece determinado a tentar a sua sorte na classificação geral, apesar de não ter no seu currículo nenhum top 10 numa Grande Volta. Não seria pertinente, num ano de Jogos Olímpicos, tentar algo de novo como um pico de forma em Abril/Maio (clássicas das Ardenas/Giro) e outro em Agosto para os Jogos? O Rui e a sua equipa terão os seus motivos, mas duvido que se consiga intrometer na luta dos gigantes Froome, Quintana, Contador e Aru.
Na guerra dos sprints, os melhores do mundo deverão marcar presença: Andre Greipel foi o rei da edição de 2015 (4 vitórias), mas em 2016 terá pela frente um revigorado Marcel Kittel e um Mark Cavendish à procura da glória de outros tempos. Peter Sagan não é tão rápido como os já citados, mas a sua habitual consistência tem tornado a competição por pontos numa monotonia. Este ano há mais etapas traiçoeiras (pequenas subidas perto do final), algo que só deverá ajudar Sagan, mas também trará oportunidades e ciclistas como Matthews, Degenkolb e Kristoff. Atenção ainda a Nacer Bouhanni e a Bryan Coquard. Não se sabe como vai ser encaixado o jovem prodígio colombiano Fernando Gaviria (na sombra de Kittel) mas poderá ter a sua oportunidade na Vuelta.
Portugueses no World Tour: Portugal estará representado por Rui Costa e o seu irmão, Mário, na Lampre-Merida, Nélson Oliveira irá correr na Movistar, Sério Paulinho na Tinkoff, André Cardoso na Cannondale e Tiago Machado na Katusha. A nível Profissional/Continental, José Mendes vai correr pela Bora-Argon 18, Ricardo Vilela e os irmãos José e Domingos Gonçalves vão correr na Caja Rural e Bruno Pires vai representar a Team Roth.
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Marcos Santos



0 Comentários
David
Excelente post.
E obrigado por voltarem a fazer o Fantasy, é um dos melhores de ciclismo que já joguei.
Cristiano Messi
O Nibali deixou de ser candidato a vencer o Tour?
Já não é o líder da Astana!?!
Anónimo
nibali teve uma epoca muito abaixo do esperado no ano passado, teve inclusive alguns problemas internos, falou se ate em sair da equipa, mas como tinha contrato continuou, no ciclismo nao tem transferencias como no futebol, so se muda de equipa quando o contrato acaba, com isto tudo o nibali tem de voltar a mostrar valor dentro da equipa porque devido a excelente epoca do fabio aru ele subiu na hierarquia da equipa, com isso ele e o lider da equipa no tour, relegando o nibali para segundo lugar, logo para o giro, sua participaçao no tour e´ pouco provavel, mesmo que va, depois de ir ao giro nao vai lutar pela geral.
mmpm
Bernardo Barreiros
Tou curioso para ver como será esta época, porque uma época de ciclismo é sempre uma incógnita, uma época onde há Jogos Olímpicos, é quase um baralha e volta a dar, por assim dizer.
Porque temos os ciclistas de clássicas que apontam a Abril e normalmente a uma das grande voltas e temos os voltistas que apontam a 1 ou 2 grandes voltas por ano, ora com os JO, existem ciclistas que porventura aponta a uma grande volta e aos JO, penso que Nibali tem a sua época apontada ao Giro e os Jogos, logo não acredito por exemplo em Nibali no Tour.
E ao contrário de muita gente continuo a achar que Nibali é o líder da Astana, a questão é que ele quer ir aos JO, logo Aru teria de ir sempre ao Tour.
Depois penso que para Sagan este ano ainda vai ser "pior" que os anteriores e não digo isto em termos de resultados, digo sim em termos de corridas, isto porque Sagan já leva uma daquelas marcações por parte dos outros adversários, ora sendo campeão do Mundo, penso que ainda será pior para ele, porque muitos ciclistas a estar num ataque ou fuga com Sagan vão pensar, "ele é campeão do Mundo, então ele que puxe". Ainda assim espero que Sagan se farte de ganhar este ano, visto que é o meu ciclista favorito.
Quanto ao Rui Costa, penso que esta época seria a ideal para ter um pico de forma nas clássicas da primavera, depois em agosto com os JO e tentar o Top 10 na Vuelta, mas o Rui acredita que vai ao Top 10 do Tour, vamos ver se é este ano que não tem nenhum azar.
Quanto a Contador espero que ganhe o Tour, apesar de não acreditar.
Quanto a jovens ciclistas, quero ver o que ciclistas como Kudus, Alaphillipe e Mentjies irão fazer este ano.
Para finalizar, vou voltar a jogar o fantasy depois do ano passado na minha estreia ter feito 14º lugar, para ver se consigo melhorar a minha prestação.
Anónimo
so um pormenor, em relaçao ao sagan, isso ja acontece, ser campeao do mundo nao vai mudar nada
mmpm
José Silva
Exacto, o Sagan nas fugas em que entra é quase sempre o homem mais rápido e por isso os seus adversários têm de jogar tacticamente para o desgastar, independentemente de este ser ou não o campeão do mundo.
Em relação ao Nibali acho que ele vai mesmo ao Tour mas apenas como preparação para os jogos, um dia ou outro poderá dar uma ajuda ao Aru ou tentar uma fuga mas não vai andar no limite todos os dias.
Em relação ao Rui também acho que devia apostar nos Jogos que tem um percurso à sua medida, se bem que na minha opinião ele dá-se melhor com frio e chuva do que propriamente com o calor do Brasil.
Rodolfo Trindade
Excelente post! Obrigado.
Será com muita pena minha que vejo o meu ciclista preferido despedir-se das estradas.
Gostava muito que se despedisse com a vitória no Tour, mas infelizmente essa vitória não deverá fugir a Froome.
Anónimo
Muito bom post. Gosto muito de ciclismo, embora já não consigo acompanhar com a regularidade que desejava.
Impressionante o que o Sagan já conseguiu fazer com apenas……..26 anos feitos já em Janeiro. Gostava que ele evoluísse mais no sentido de tentar ganhar provas de uma semana e afins, visto que a camsiola verde começa a ser "pouco" para a qualidade dele. Infelizmente não é propriamente o "melhor" em nada, mas é o melhor All-around do pelotão. E com a idade que tem ainda tem MUITOS anos para dar ao ciclismo.
Quanto ao Contador, e com todo o respeito pela carreira dele, nunca fui um grande fã, acima de tudo porque era um admirador dos Shlecks e consequentemente nos duelos entre Contador e Andy (que invariavelmente ficava em 2º) apoiava sempre o último.
Hoje em dia não tenho propriamente um ciclista favorito no que diz respeito a grandes voltas (não consigo gostar do Froome ou do Quintana ou mesmo do Nibali), uma vez que aquele que realmente gosto nunca irá ganhar nada em grandes voltas (e ainda hoje se deve perguntar como conseguiu ganhar uma Vuelta), mas é para mim dos mais espectaculares, falo claro do Valverde!!!
Vamos ver como evolui este ano o calendário tendo em conta os JO. Acho que vai ser uma boa corrido, uma vez que para toda uma geração que marcou o ciclismo nos últimos 10 anos será certamente a última oportunidade de brilhar nos JO. Falo dos Rodriguez, dos Valverdes, dos Contadors, dos Cancellaras, dos Boonens etcs.
Cumps,
Rui Sousa
Anónimo
Sem duvida dois dos meus ciclistas preferidos de sempre. Gostaria de ver Contador retirar-se com uma vitoria no Tour e Cancellara com uma no Paris-Roubaix.
Bio
Calu
Um à parte:
O Contador acusou positivo. É um dos maiores de sempre? Vale a pena endeusar um mentiroso e um batoteiro?
E quem diz Contador diz Valverde, Schleck ou Armstrong.
Ou Moh Farah, tyson gay ou Powell.
Ou Soderling e Gasquet.
Não falo no futebol, porque os positivos sonantes são raros. Mas toda a gente sabe que eles andem aí..
O típico discurso que toda a gente não aprova as substâncias dopantes, no entanto, quando afeta o seu ídolo ou desporto, nada se passa e é tudo boatos e perseguição.
E por isso é que os honestos nunca passarão disso mesmo, honestos, enquanto os batoteiros, serão batoteiros, vencedores e ídolos…
Marcos Santos
Calu, concordo em boa medida com o seu comentário.
O meu objectivo era fazer uma previsão da época e aproveitei para destacar a retirada de 2 ciclistas com palmarés excelente: Alberto Contador e Fabian Cancellara.
Não procuso endeusar Alberto Contador. Simplesmente, o seu currículo (mesmo subtraindo um Giro d'Italia e um Tour de France) é dos melhores dos últimos 25 anos.
Não aprovo o uso de substâncias dopantes.
Calu
Sim, concordo em absoluto com a sua previsão e entendo o seu ponto de vista, daí ser um "à parte".
No entanto, o Contador não me fascina de maneira nenhuma. Ja ganhou vueltas na ressaca de pernas partidas, giros com ombros deslocados. Poderá ser um herói, talvez, mas se conjugarmos estes pequenos milagres com o "bife contaminado", com os seus colegas de equipa (Basso, Rogers, etc), com os diretores desportivos, com o próprio Armstrong (na sempre muito suspeita Astana) e com Tinkov (terá este polémico russo principios morais?) o puzzle pode encaixar, ou não.
Mas cada um com a sua crença, respeito.Parabéns pela análise.
José Silva
Como é óbvio não ponho as mãos no fogo por nenhum ciclista e por isso admito perfeitamente que o Contador possa ter usado doping ao longo da sua carreira, mas o que mais admiro no Contador é o facto de nunca desistir e de conseguir vencer mesmo quando não é o mais forte o que torna as corridas onde está presente sempre emocionantes.
Em relação ao Cancellara é sem dúvida uma força da natureza e espero que tenha mais sorte nesta época de despedida.
Rui Magalhaes
Podiam ter submetido o meu comentário a dizer que o Degenkolb não ia participar nas clássicas por lesão. Quanto ao resto do post acrescento se colocam o nome do Majka tem obrigação de colocar Kreuziger, Matthews, Gallopin e entre outros todos estes já fizeram mais do que o próprio Majka nas clássicas das Ardenas.
Marcos Santos
Rui, uma boa parte do meu comentário sobre as clássicas do pavé é sobre a ausência do Degenkolb. Não deve ter lido.
Quanto ao Majka, já fez 3º num Giro di Lombardia e tem boa explosão, portanto é um potencial candidato a qualquer das clássicas das Ardenas, sobretudo quando aposta forte no Giro d'Italia. Penso que o Kreuziger já foi ultrapassado por Majka na hierarquia da Tinkoff, o Gallopin tem como melhor resultado nas Ardenas um 6º na Amstel e o Matthews já tinha sido mencionado na antevisão da Milão-São Remo.
Rui Magalhaes
Estamos a falar das Clássicas das Ardenas não da clássica de Outubro, o Majka só foi o ano passado as Ardenas e trabalhou para o Kreuziger e este ano deve acontecer o mesmo se ele for já como dizes ele deve ir ao Giro e se vai ao Giro deve ir ao Giro del Trentino que é durante as clássicas das Ardenas portanto não deve ir este ano a pensar numa vitória.
Quanto ao Degenkolb eu li e não estava ali por acaso deve ter sido uma correção que deves ter feito depois certamente ou o próprio VM.