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O comunicado do FC Porto sobre a situação de Nanu

Que recupere rápido e que este lance sirva para melhorar algumas regras no futebol português. Fez pouco sentido o FC Porto ter de disputar o resto do encontro com 10 jogadores devido a uma situação destas. Por exemplo na Premier League vão ser introduzidas duas substituições extra em caso de diagnóstico ou suspeita de comoção cerebral durante um jogo.

O FC Porto informou que “Nanu teve uma concussão cerebral e traumatismo vértebro-medular com perca de conhecimento. Neste momento está estável, consciente e já está orientado no tempo e no espaço e os exames realizados no Hospital S. Francisco Xavier não revelaram alterações de gravidade clínica. Continuará em observação no hospital”. Recorde-se que o lateral ficou inanimado depois de um violento choque com Kritciuk no empate do FC Porto diante da B SAD.

20 Comentários

  • Jeremias
    Posted Fevereiro 4, 2021 at 11:40 pm

    Na minha opinião estava a ser o melhor em campo e trata-se de um jogador que aprecio bastante, ainda que um pouco limitado. Mas obviamente que não é por isso que lhe desejo as melhoras e que volte incólume deste acidente! Força!

  • PogChamp
    Posted Fevereiro 4, 2021 at 11:51 pm

    Não sei se concordo com o negrito. Se entendi que situações destas são horríveis não vejo qual a diferença prática de outras lesões quaisqueres.
    E mais: como se decide o que é grave o suficiente? Quando o jogador sai de ambulância? É que as vezes pode ser quase igualmente grave e não der preciso ambulância…

    • DNowitzki
      Posted Fevereiro 5, 2021 at 12:59 am

      Partir uma perna é menos grave.

      • PogChamp
        Posted Fevereiro 5, 2021 at 1:03 pm

        Eu percebo mas não entendo porque é que o procedimento havia de ser diferente só porque a lesão é muito grave.
        Claro é horrível que se sofram lesões como a do nanu,mas não vejo o porquê disso levar a uma substituição extra.
        Penso que seria mais uma medida que levaria a mais controvérsia.
        Mas estou completamente aberto a outras opiniões até porque não tenho uma opinião assim tão consolidada sobre o assunto

        • AbbasK
          Posted Fevereiro 5, 2021 at 2:04 pm

          Um trauma dos membros inferiores não coloca tipicamente a vida em risco. Uma pessoa pode bater com a cabeça de forma violenta, nao perder a consciência e continuar a jogar para nao se perder um jogador, e no final tem uma hemorragia cerebral maciça ou semelhante. Estas situacoes é para levar logo para o hospital, mas é recorrente vermos atletas a jogarem com bandas e toucas após choques muito violentos. Uma substituição extra nestes casos podia levar os clubes a não forçarem o jogador a continuar, quando está a colocar a sua vida potencialmente em risco.

    • Joaopcalves
      Posted Fevereiro 5, 2021 at 4:54 am

      precisamente pela ultima frase é que se deve colocar essa substituiçao extra. Uma pancada no joelho, com mais o menos spray e gelo, pode conseguir voltar. Uma pancada forte, se houver indício de concusão deve parar e fazer exames. Isso só acontece se o jogador sair de ambulância.

    • Littbarski
      Posted Fevereiro 5, 2021 at 9:06 am

      Concordo que devia ser para todo o tipo de lesões, mas em países como em Portugal, onde assim que sai uma lei se começa logo a pensar como a contornar, ia dar confusão com simulações de lesão para beneficiar de mais uma substitução.
      Por outro lado, tenho ideia que hoje em dia há indicação de que o jogador que se veja envolvido em qualquer choque violento de cabeça que ponha em risco a sua integridade seja substituído, independentemente da sua situação ser grave ou não, até porque só serão possíveis de verificar eventuais sequelas em meio hospitalar.
      Tendo em conta que este tipo de situações, como a de ontem, são muito difíceis de simular, já que para serem credíveis colocam seriamente a integridade dos intervenientes em causa, ainda para mais com o auxílio do video-arbitro nos principais campeonatos, concordo que seja concedida mais uma substituição a equipa que esteja nas mesmas condições que ontem o Porto estava.

    • Patton
      Posted Fevereiro 5, 2021 at 2:47 pm

      Aqui a questão é que as concussões são lesões silenciosas, o jogador pode até estar consciente e continuar a jogar agravando a lesão cerebral e isso só se manifestar a posteriori.
      Assim sendo, há uma pressão no jogador para continuar a jogar, muitas vezes até do jogador com ele próprio para não deixar a equipa com menos 1 jogador. Havendo a possibilidade de ser substituído, essa pressão não existe.

      Por isso, concordo com esta medida para este tipo de lesões mas não para outras, seria uma confusão.

      Relativamente à questão dos fingimentos, simular uma concussão para o treinador poder fazer uma substituição extra, tem que haver regras. Primeiro o diagnóstico tinha que ser feito pelo médico que o assiste que tem por obrigação deontológica não fazer diagnósticos falsos. Por outro lado, por exemplo na NBA, quando um jogador é diagnosticado como tendo sofrido uma concussão, põe-se em prática um protocolo pré-determinado que inclui repouso absoluto durante um tempo específico (não me lembro quantos dias são) e onde o jogador não pode treinar e muito menos jogar. Poderia ser essa a forma de dissuadir os fingimentos, jogador que saísse com uma concussão diagnosticada ter que ficar, por exemplo, 10 dias em casa.

  • Gregor Samsa
    Posted Fevereiro 5, 2021 at 12:24 am

    Que melhore o mais rapidamente possivel e sem consequencias futuras!

    Saude para todos

    SL

  • Mantorras
    Posted Fevereiro 5, 2021 at 12:45 am

    Boa e rapida recuperacao para o Nanu. Nao ganha para o susto…

  • Estigarribia
    Posted Fevereiro 5, 2021 at 8:22 am

    Que recupere sem pressas. O futebol neste momento não interessa para nada quando a vida humana está em primeiro lugar.

    Saudações Leoninas

  • coach407
    Posted Fevereiro 5, 2021 at 9:54 am

    Eventualmente faz pouco sentido que uma equipa tenha de jogar com 10… por qualquer lesão.

    Ser uma comoção cerebral, ter uma rotura de ligamentos, partir a perna… Há muitas lesões que é impossível o jogador poder continuar e não vejo nenhuma coerência do ponto de vista desportivo que um jogador com um potencial problema no cérebro possa ser substituído, mas um jogador com uma perna partida não possa. Não vejo a diferença. Seja qual for o caso o jogador não pode continuar de certeza absoluta e se a lógica é a equipa não ser prejudicada desportivamente por esse infortúnio então ambas deveriam ser tratadas da mesma forma – ou continua como está ou muda-se tudo.

  • Filipe Ferreira
    Posted Fevereiro 5, 2021 at 10:01 am

    A questão é que na premier só se podem fazer 3 substituições, mais essas 2. Nos já temos 5. Sendo que o Porto até tinha uma substituicao, ficou foi sem momentos para substituição, se calhar ia mais por esses momentos do que propriamente pelo número de substituições

  • Tiago Silva
    Posted Fevereiro 5, 2021 at 11:38 am

    Parece-me grave e poderá ficar de fora por tempo indefinido. Acima de tudo que consiga recuperar em termos de saúde e mentais e na melhor das hipóteses que possa voltar a fazer o que mais gosta. As melhoras Nanu!

  • Pyros
    Posted Fevereiro 5, 2021 at 1:28 pm

    Do ponto de vista desportivo, se o jogador tiver de ser substituido devido a uma situação destas ou por ter uma lesão muscular é exatamente igual: o jogador sai porque não está em condições de continuar.
    Não vejo qualquer lógica em políticas diferentes de acordo com a gravidade da lesão. A ideia é quanto pior, melhor par aa equipa do jogador que se lesionou?ª
    Não só não tem lógica, como é obviamente difícil ser minimamente consistente na aplicação destas regras. Se esperamos um relatório de exames médicos, o jogo fica interrompido por horas. Se é a “olhometro”, a simulação é fácil. E nem sequer podemo basear-no em choques: qualquer jogador pode cair redondo no chão e queixar-se de um qualquer sintoma potencialmente grave.

    • Troilare
      Posted Fevereiro 5, 2021 at 1:46 pm

      Estas errado. A concusao esta directamente relacionada com problemas de demencia no longo prazo. Ao trata-la com qualquer outra lesao, encoraja o jogador a permanecer em campo depois de um choque na cabeca e dizer que nao e nada. Isto foi um problema grave tanto no futebol americano com no rugby e hoje tornou-se na maior preocupacao para ambos os desportos.

      O sistema utilizado no rugby, em que ha uma sustituicao temporaria enquano o jogador e analisado atraves de um exame baseado num protocolo cientifico, seria o ideal. A substituicao tem o limite de 10min e a partir dai torna-se permanente. Se o jogador esta em condicoes, volta ao campo. Se nao esta em condicoes a substituicao e permanente.

      • bong0
        Posted Fevereiro 5, 2021 at 3:11 pm

        Acrescentaste um ponto importantíssimo porque a primeira coisa que pensei e penso é o mesmo que o Pyros, em termos desportivos é uma lesão. A melhor solução não será deixar que os médicos do clube decidam se tem ou não condições para continuar a jogar?

    • hmarques
      Posted Fevereiro 5, 2021 at 1:53 pm

      Mas desde quando é que ter um jogador parado não sei quanto tempo e ter que fazer uma substituição para a qual pode nem ter alguém para substituir é melhor para a equipa?

    • AbbasK
      Posted Fevereiro 5, 2021 at 2:00 pm

      A questão é que numa situação de potencial lesão cranioencefalica sem perda de consciência, muitas vezes os jogadores continuam em campo e só são avaliados imagiologicamente no final do jogo, o que é gravíssimo para os atletas.

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