Só dá Djokovic. O sérvio arrebatou o ATP World Tour Finals pelo 4.º ano consecutivo (5.ª vez que vence o torneio) e consolidou, se é que ainda havia dúvidas, ainda mais o estatuto de melhor jogador do Mundo. Na final Novak bateu Federer por 6-3 e 6-4. O suíço até tinha derrotado o n.º 1 do Ranking na fase de grupos mas desta vez entrou mal no 1.º set e, apesar de ter equilibrado no 2.º, nunca mais recuperou. E agora a dúvida, que se alastra há já algum tempo, é até que patamar vai chegar o sérvio: melhor de sempre, n.º 2 ou Top 3? E noutro cenário, quem será próximo grande dominador do ténis mundial? Quem vai verdadeiramente substituir Novak Djokovic?
O sérvio cumpriu a árdua tarefa de substituir Roger Federer, para muitos o melhor jogador de todos os tempos, e tem dominado o Ténis Mundial como nem Nadal, apesar do espanhol ter mais títulos de Grand Slam, conseguiu. FedEx venceu o seu primeiro Grand Slam com 22 anos ao passo que Djoko venceu com 21 anos. Novak, tal como o seu antecessor, conseguiu ser temido no circuito, e nos dias que correm o facto de o seu nome aparecer como o adversário que se segue, para muitos jogadores, é razão para começar a preparar o próximo torneio. Porém, já vai a caminho dos 29 anos e como tal com naturalidade a sua performance, no espaço de 2/3 anos, terá forçosamente de diminuir. Mas, analisando o ranking ATP rapidamente verificamos que existem jogadores com muita qualidade, mas dificilmente conseguimos rotular alguém como a estrela que vai tomar as rédeas do circuito. Isto é de facto um problema e a estatística trata de nos exibir o panorama actual. Olhando para o top-10 do ranking ATP, salta à vista a idade avançada da maioria dos jogadores. A média de idades neste segmento é de 29,6, onde a única excessão há regra é Kei Nishikori que completa 26 anos no antepenúltimo dia do ano. Podemos então argumentar que o top-10 não é representativo de todo o circuito e por isso alarguei a amostra para o top-40, onde a média de idades se situa nos 28,1. Finalmente, e aumentando ainda mais a amostra constate-se que a média de idades no top-100 é de 27,44. Estes dados são preocupantes pois além de se verificar que os melhores jogadores estão mais envelhecidos, não é possível identificar o natural substituto de Djoko. Como em todos os desportos é possível apontar uma lista de atletas que podem, conjugados um número indeterminado de factores, chegar a esse patamar. O problema é que este número de factores, no momento actual, é muito grande e como tal a previsão estaria sempre enviesada pelo gosto pessoal e muito pouco fundamentada em termos quantitativos. E apesar de haver jogadores que anseiam que o seu ticket seja chamado. Como o canadiano Milos Raonic, o trio australiano composto por Bernard Tomic, Nick Kyrgios e Thanasi Kokkinakis e o duo oriundo da Asia Oriental formado por Kei Nishikori e Hyeon Chung. No continente europeu, há promessas como Dominic Thiem, Gregor Dimitrov e Borna Coric e do alemão Alexander Zverev, não se vê actualmente quem posso ser o próximo Rei do Ténis Mundial.
Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar com o VM aqui!): Tiago João Castelo de Morais Pimentel
Djoko é realmente fantástico, talvez venha a ser o melhor de sempre.
Em termos de classe não há como o Federer.
Anónimo
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Novembro 23, 2015 at
12:58 am
O Novak sempre foi o menos adorado deste trio (RF e Nadal), talvez por não ter nenhuma característica no seu jogo que seja deslumbrante e facilmente visível, como Federer tem na sua classe e na quase perfeição técnica em todas as suas pancadas, ou Nadal com a sua garra e entrega física e com um estilo de jogo muito diferente de todos os outros. Djokovic não gera esse entusiasmo, mas neste momento começa a ser difícil não gostar deste monstro. Que força mental brutal, que forma física incrível. Ainda nenhum jogador conseguiu arranjar a forma de bater o sérvio actualmente, e se continuar assim, tem tudo para bater todos os recordes. A questão do melhor de sempre já é uma questão de gosto pessoal de cada um, mas números são números, e os que Djokovic apresenta começam a ser assustadores.
Em relação ao futuro líder, de facto ainda não apareceu uma estrelinha capaz de chegar ao patamar destes três, e acredito que vamos ter de esperar mais uns anos para que outro fenómeno apareça. É esperar para ver, e até lá aproveitar os últimos anos desta geração de ouro.~
Tomás Carvalho
Anónimo
Posted
Novembro 22, 2015 at
9:01 pm
Magnífico artigo. Uma boa investigação sobre a modalidade do momento no nosso país, como comprova o brilhante trabalho que o nosso conquistador João Sousa nos tem brindado.
João
RMSO
Posted
Novembro 22, 2015 at
9:00 pm
Concordo com o artigo. Ou aparece algum prodígio, tal como apareceu Nadal durante o reinado de Federer e logo de seguida Djokovic, ou então o sérvio vai continuar a limpar tudo com maior ou menor dificuldade. Quando o seu maior adversário da temporada foi um "velho" de 34 anos, de nome Federer (5-3 no head to head de 2015, não me lembro de cabeça se houve alguém a ganhar-lhe mais vezes, mas acredito que não), está tudo dito. Murray prometeu muito, mas nunca vai passar daquilo que já apresentou (a não ser que algo muito estranho aconteça). Nadal, embora tenho feito uma melhor reta final de temporada, não me parece que consiga atingir os índices físicos do passado que o tornavam num monstro, no bom sentido da palavra.
Quanto à next big thing, sinceramente não vejo ainda ninguém que possa dominar tanto o desporto como este trio o fez nos últimos largos anos. Para isso teriamos que ver alguém a conseguir pelo menos chegar regularmente a meias finais de Masters e Grand Slams, e a verdade é que tal pouco acontece. Não há ninguém tão consistente.
Quanto à final de hoje. Federer esteve particularmente mau no serviço (44% de segundos serviços ganhos é manifestamente muito pouco). Curiosamente, esteve melhor nos rallys (12-9 em pontos acima das 9 pancadas). No primeiro set, o primeiro serviço também não esteve nada de outro mundo, tendo conseguido apenas 1 ás. No jogo de rede conseguiu alguns bons pontos, mas isso não chegou. Djokovic por exemplo, só foi duas vezes à rede, e concretizou ambas subidas, o que diz bem do seu jogo calculista. Venceu quem foi mais consistente, e menos errou. Vitória incontestável.
rafael simões
Posted
Novembro 22, 2015 at
8:57 pm
Melhor de sempre, e sou grande fã do rei federer. Mas este homem não é humano.
luis bcn
Posted
Novembro 22, 2015 at
10:54 pm
Fazendo um paralelismo (e já sei que poucos podem gostar), o Federer é o Messi e o Nole o Ronaldo.
O Djo pode ganhar muito mas quando se olha para um e para outro a jogar o Federer é uma coisa nunca vista. É pura classe.
Para mim o Federer é de longe o melhor que vi jogar…e a seguir ainda vem o Nadal (que acredito que para o ano vai voltar com tudo)
Este ano o sérvio não teve rival mas fruto também das lesões de Nadal e da pré-reforma do Federer.
PS. Cuidado com o Nadal…tou com um pressentimento
diogoribeiro
Posted
Novembro 22, 2015 at
9:52 pm
Sérgio, o Djokovic com 20 anos bateu várias vezes o Federer quando este estava no seu auge (se não estou em erro até o fez com 19 anos). A final do USOpen de 2007 foi muito renhida apesar do resultado (Djokovic teve set points nos dois primeiros sets mas não tinha a mesma capacidade mental que tem hoje) num court que favorece mais o suiço do que o sérvio. E no Australian Open de 2008 eliminou-o em 3 sets. Com 20 anos e longe do seu auge.
Na Austrália é melhor o Djoko. Em Wimbledon é melhor o Federer. Em Roland Garros e USOpen seria ela por ela. Embora, eu pessoalmente, desse uma ligeira vantagem ao Federer.
Anónimo
Posted
Novembro 22, 2015 at
9:20 pm
Nem top 4. Federer no auge vs Djoko no auge. Faz esse exercicio. O servio so cheirava no Australian Open.
Sergio Ribeiro
diogoribeiro
Posted
Novembro 22, 2015 at
8:43 pm
Desculpem a parede de texto, mas aqui vai.
Em 2009 parecia inevitável que o Federer fosse vencer mais de 20 Grand slams. Em 2013 parecia inevitável que o Nadal fosse apanhar o Federer. A verdade é que no ténis, o declínio acontece muito rapidamente e muitas das vezes é completamente imprevisível.
Será possível o Djokovic apanhar o Federer? Sim. Mas não é provável que isso aconteça. Vi uma estatística que o número de Grand Slams que um jogador ganhou depois de ter 27 anos (ou 28, já não me lembro) foi apenas 5. Ora, desde que fez 27 anos, o Djokovic já vai em 4 (e desde que fez 28 vai em 2), ou seja, teria de vencer 11 Grand slams depois de ter festejado o seu vigésimo sétimo aniversário para apanhar o Federer, batendo o anterior por 6 Grand Slams.
Para o ano, ele de certeza que não vai estar tão bem e é praticamente garantido que o Murray e o Nadal melhorem. Jogadores como o Nishikori e o wawrinka também já o eliminaram de Grand Slams e os jogadores com grandes serviços como o Cilic, Karlovic ou Anderson (este quase que o fez em Wimbledon) também o podem eliminar.
Quanto ao próximo nº1, eu não gosto muito de fazer previsões para um futuro distante, e tendo em conta que o Djokovic podia não jogar até Abril e continuar como número 1, o futuro é mesmo distante. Mas apostaria no Murray. Pode não ser muito tempo, só algumas semanas mas acho que vai conseguir fazê-lo. Depois disso, o Kyrgios parece o mais provável. Depois disso, o Chung é o meu preferido da geração seguinte (o jogo que fez contra wawrinka no us open convenceu-me). Ainda mais que Zverev ou Coric.
Por fim, só alguns pontos que achei interessantes:
– o Federer acaba esta época com o menor número de derrotas desde 2007 – Djokovic acaba o ano com um head to head empatado contra Nadal e Federer (23-23 e 21-21) – Murray acaba o ano pela primeira vez como número 2 (e teve um ano underrated) – Nadal teve o seu melhor período pós US Open de sempre e está pronto para 2016 – Podia acrescentar 30 linhas a falar do Djoker e dos recordes que bateu este ano, mas este comentário já está demasiado longo.
Que venha 2016.
RMSO
Posted
Novembro 22, 2015 at
11:09 pm
Deve ter sido o que eu também li. So 10% dos majors foram ganhos por tenistas com mais de 29 anos, e apenas 3 ou 4% com mais de 31. Terá que ser mesmo algo épico. Apesar de todos os recordes que Djokovic bateu, não conseguiu ultrapassar os 12 títulos do Federer num ano ( o record é de 16!!! Guillermo Vilas em 1977).
Diogo Silva
Posted
Novembro 22, 2015 at
8:37 pm
Adoraria ver Nadal voltar à sua melhor forma (mas é quase impossível). Pode ser que agora com descanso volte mais forte mentalmente, que consiga subir mais um pouco o seu nível de jogo e talvez no futuro consiga dar mais luta. Quem sabe voltar a vencer em RG.
diogoribeiro
Posted
Novembro 22, 2015 at
8:53 pm
Um Nadal na sua melhor forma é impossível mas um Nadal suficientemente bom para vencer mais um Roland Garros não seria nada do outro mundo. Aliás, neste momento apostar contra ele para o vencer em 2016 seria um grande erro.
Ainda falta meio ano, mas já está tudo à espera de um Djokovic vs Nadal na final de Roland Garros. Se o Nadal continuar a melhorar, tem tudo para ser épico.
Pedritxo
Posted
Novembro 22, 2015 at
8:24 pm
Djokovic domina em toda a linha, neste momento, o tenis, e e provavel que bata o record de Fedex nos GS, o que muita gente achava utopico,mas tambem acredito que nao sera tao facil assim, porque Nadal espero que volte no proximo a todo o nivel. Fedex no proximo ano, deve voltar-se mais para os jogos, logo podera descurar uma ou outra competiçao. Murray e Stan ha que ter sempre em conta, Kei para ja nao tem estaleca para ninguem deles, mas quiça pode fazer algo. Espero e ver Joao Sousa, top 30 e seria perfeito top 20.
karabatic13
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:56 pm
Nos próximos 3 anos ele ganhará entre 10 ou 12 GS. Federer é o único que tem mais talento mas a idade vai avançando. Murray, Stan e Nadal não têm hipótese. Em Roland Garros talvez e mesmo assim…
RMSO
Posted
Novembro 22, 2015 at
10:46 pm
Tal como disse acima, para isso terá que fazer o que nenhum outro tenista conseguiu na história: Dominar claramente o circuito depois dos 2930 anos… Não acredito que será assim tão fácil, mas também não vejo ninguém pronto para assumir o reinado…
Anónimo
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:51 pm
É dificil prever se o nivel de Nole irá ou não baixar nos proximos 2/3 anos. Até acho bem possivel que não. Penso que o Nishikori ainda irá a tempo de colocar o seu nome nos vencedores de GS, mas o resto é mesmo muito dificil de prever. Talvez apostasse em Kyrgios, esquecendo todos os "problemas mentais" que tem.
Tomás
Anónimo
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:59 pm
Só acrescentar que o Felix Auger Aliassime pode muito também entrar nestas contas para o futuro.
Tomás
Sombras
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:47 pm
Djokovic vai seguramente cimentar o seu lugar na história do ténis. Será o grande dominador do ténis mundial nos próximos 3/4 anos com relativa facilidade, podendo sê-lo ainda mais 1 ou 2 após esse período caso se mantenha afastado das lesões. Uma vez que não joga um ténis propriamente exigente a nível físico (isto é, não é um jogador tipo Nadal) os requisitos exigidos ao corpo são substancialmente melhor e caso ganhe Roland Garros – claramente o seu calcanhar de aquiles – e o ouro no Rio de Janeiro, terá forçosamente de ser considerado um dos 3 melhores da história a par de Sampras e Federer e, caso ultrapasse o Suiço no número de Grand Slams – o que sendo realista não é propriamente "difícil" mantendo-se mais 3/4 anos a dominar – vença em Paris, e ganhe o ouro Olímpico, no Rio ou em Tóquio, será quanto a mim o melhor tenista da história.
João Pedro
Posted
Novembro 22, 2015 at
11:49 pm
Meu caro, dada a geração em que está, ter os 4 Slams, ter mais Masters 1000, o ouro olímpico, o carisma, ser mais completo… o Nadal está bastante acima do Sampras; igual só número de Grand Slams… 14! E não creio que o Nadal fique por aqui, apesar de tudo…
Logen
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:47 pm
Claramente que não existira um ET no pós Nole. Presenciamos uma era com Federer /NAdal / Nole ,o que só temos que agradecer. Nole ainda continuará pelo menos por mais 2 anos a dominar todo o circuito .
No pós , poderemos considerar Nishikori como um grande candidato ,mas ,e sobretudo , existirá um plano aberto ,com diferentes jogadores a vencer GS .
Dentro de 3/4 anos ,prevejo que Coric , Nishikori ,Thiem , Zverev ,Kyrgios (apesar do seu feitio) e Tomic no Top 10 ,sabendo sempre que é muito difícil de prever tal coisa. O Próprio Tomic já deveria tere assumido um lugar no Top 10 ,se o talento basta-se ,mas não … Raonic ,será sempre equacionado para um top 10 ,mas penso que não tem muito por onde "crescer".
A nível de curiosidade ,o aparecimento de novos jovens dos States ,que têm feito boa figura ,e com estilos mais europeizados ,como T.Fritz !
Diogo Palma
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:46 pm
O Federer perdeu o jogo por culpa própria, o sérvio esteve bem (não no seu melhor) mas o suíço cometeu demasiados erros não forçados para um encontro deste nível. É incrível o números de bolas do Federer que ficaram na rede …
Nuno FMS
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:45 pm
Armando-me em João Dias do Ténis, diria: O próximo será João Sousa.
Daniel Carvalho
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:44 pm
Excelente análise e de facto interessante a média de idades do top mundial, algo que nunca tinha ponderado. Os meus parabéns aos autores.
Para mim FedEx é o melhor de sempre, não só pelos numerosos títulos conquistados (record de 17 títulos do Grand Slam ainda imbatível) mas também pelo carisma e personalidade que apresenta, algo que o diferencia dos restantes (sei que isto é muito discutível e relativo, apenas é a minha opinião). Do mesmo modo que Maradona e Senna são os melhores de sempre nas respetivas modalidades, sem que no entanto sejam os que têm mais títulos, simplesmente há algo que os diferencia. E tenho ideia que o VM uma vez publicou um artigo relacionado com esta questão.
Nuno
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:43 pm
Duvidas não havia, nenhumas. Djokovic é o melhor no mundo neste momento, e talvez desde 2012….
Quanto a quem será o proximo a dominar, não vejo um jogador tão acima da média que possa ser o proximo a dominar a modalidade. Vai haver uma maior divisão dos vencedores dos torneios. Mas isto só vai começar a partir de 2018 ou 2019. Até lá Novak vai continuar a dominar e quem sabe se não passa mesmo os 17 titulos do GS do Federer. A brincar a brincar já leva 10 titulos. Dominando no US Open, Australia e Wimbledon, tem 9 finais para ganhar. Fora o principal objectivo que devera ser o Roland Garros e a medalha olimpica! Por isso estou seriamente convicto se o Novak para o ano não faz o "True Golden Slam"… Seria verdadeiramente excepcional e capacidades ele tem porque está no Auge e a concorrência está mais fraca… Seria de outro mundo e se ele o fizer, será o melhor jogador de sempre. Embora para mim seja dificil ultrapassar o King Suiço… Mas torço pelo Novak que aseguir ao Rei, é o jogador que mais prazer me dá.
Kafka I
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:42 pm
Já agora como complemento ao post do João Pimentel, se verificarmos o Djokovic é o jogador mais novo a ter vencido um Masters 1000, ou seja, NINGUÉM que nasceu depois do Djokovic (portanto ninguém que tenha nascido na década de 90) conseguiu vencer um MAster1000, o que diz bem do rotundo ZERO que esta a ser esta nova geração…
Kafka I
Posted
Novembro 22, 2015 at
9:21 pm
Nuno
Concordo inteiramente contigo, vejo muito hype em redor de Coric, Kyrgios e afins, mas depois analisamos um pouco as carreiras e vejo é muito fantochada e extra-tenis e pouco ou nenhum foco no jogo…
Alguns como o Kyrgios devem achar que basta terem um pouco de jeito e uns milhares de likes na pagina do Twitter para se julgarem estrelas e é essa a diferença deles para Fedex/Nole/Nadal, estes 3 sempre tiverem foi focados no ténis e andaram em pouco show-off fora dele e os resultados estão à vista com 3 carreiras enormes
diogoribeiro
Posted
Novembro 22, 2015 at
8:48 pm
A geração dos jogadores de 21 a 27 anos é bastante fraca. Mas a geração seguinte vai ser bastante forte. Chung, Zverev, Coric, Kyrgios, Rublev e uns 5 ou 6 americanos ainda jovens têm tudo para ter bastante sucesso. Alguns deles vão fracassar mas outros vão ser estrelas. 2016 vai ser um ano interessante para ver como estes jovens melhoram.
Pedritxo
Posted
Novembro 22, 2015 at
8:18 pm
Nuno,
Concordo contigo em relaçao ao feminino, neste momento para ja ha mais talento nas menninas mais jovens.
Nuno
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:54 pm
Completamente de acordo! Esta nova geração é muito diferente da geração de Federer, Novak e Nadal! Esta geração é uma geração que acredita que vai deixar marca no ténis por aquilo que fazem fora do court! Por exemplo o Coric. Muitos embandeiraram o Coric como "The next big thing". Mas o que é que ele fez realmente para tal? Foi ter ganho um jogo ao Nadal? Sendo que depois nada mais conseguiu?…Ou o Kyrgios, um puto mimado e mal comportado que ganhou ao Nadal em Wimbledon e levaram-no em ombros? Eu sinceramente não vejo grande talento nesta nova geração. É mais "Show Off" que outra coisa…
Pelo contrário no circuito feminino vemos muito talento! Há cabeça a Garbine Muguruza! Jogadora fantástica que tem ténis suficiente para ser uma das principais referências nos próximos 8-10 anos. Adoro vê-la jogar!
E podemos acrescentar muitos mais nomes! Caroline Garcia, Madison Keys, Svitolina, Schmiedlova, Bencic etc, a acrescentar às já rodadas mas jovens Kvitova, Halep, Wozniacki.
Diogo Palma
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:54 pm
O Milos Raonic é o atleta melhor posicionado no ranking (14º) desta geração dos anos 90, seguido por Goffin (16º), Tomic (18º), Thiem (19º), etc.
O Nishikori está em 8º lugar no ranking e nasceu a 29 de Dezembro de 1989, por pouco não pertence a essa geração da década de 90.
Kafka I
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:39 pm
Para quem a uns dias atrás dizia que o Djokovic estava acomodado só porque perdeu 1 jogo nos últimos 24, a resposta esta aqui, foi mais um titulo em ritmo de passeio…na final teve de se esforçar um pouco mais, mas a vitória nunca esteve em causa..
Ou muita coisa muda nas próximas 3 épocas, ou ele irá bater 2 recordes que pareciam impossiveis, ou seja, o nr de Grand Slams (só precisa de vencer 8 dos próximos 12 e dentro de 12 Grand Slams só terá ainda 31 anos)…e já só precisa de mais 129 semanas (menos de 2 anos e meio) como nº1 para bater as 302 do Federer
Olhando para o panorama e para os adversários, não parece de todo impossível, e se não acontecer parece ser mais por uma queda abrupta do Djoko do que uma subida súbita de alguém
Anónimo
Posted
Novembro 25, 2015 at
1:46 am
Kafka I,
A título meramente de curiosidade é o Rafa Nadal que tem a melhor percentagem de vitórias por jogos efectuados actualmente.
Para isso terá que contrariar a história. Se não estou em erro,ainda há bem pouco tempo vi um artigo em que apenas 10% dos majors foram ganhos por tenistas acima dos 29 anos. Então acima dos 31, a percentagem baixava para os 3 ou 4%… Não digo que é impossível, mas é realmente difícil. A seu favor tem a falta de concorrência de peso a curto prazo, a não ser que Murray finalmente suba mais um patamar e Nadal regresse em grande.
Philippe Oak
Posted
Novembro 22, 2015 at
9:54 pm
Sim, Kafka, de acordo. Mas o "só" que menciinaste não é tão pouco ou simples quanto parece, é só continuar ao mais alto por mais quase três anos. É muito tempo e muito pode acontecer, mas a verdade é que "se" mantiver este nível o cenário passará a realidade. Ph
Daniel Carvalho
Posted
Novembro 22, 2015 at
7:47 pm
Nem mais Kafka. Neste momento só vejo o Djoko regredir por alguma lesão grave, dado o seu estilo de jogo físico, como aconteceu com o Nadal, embora não me parece que tal venha a acontecer. Que nível soberbo.
0 Comentários
Rodolfo Trindade
Djoko é realmente fantástico, talvez venha a ser o melhor de sempre.
Em termos de classe não há como o Federer.
Anónimo
O Novak sempre foi o menos adorado deste trio (RF e Nadal), talvez por não ter nenhuma característica no seu jogo que seja deslumbrante e facilmente visível, como Federer tem na sua classe e na quase perfeição técnica em todas as suas pancadas, ou Nadal com a sua garra e entrega física e com um estilo de jogo muito diferente de todos os outros. Djokovic não gera esse entusiasmo, mas neste momento começa a ser difícil não gostar deste monstro. Que força mental brutal, que forma física incrível. Ainda nenhum jogador conseguiu arranjar a forma de bater o sérvio actualmente, e se continuar assim, tem tudo para bater todos os recordes. A questão do melhor de sempre já é uma questão de gosto pessoal de cada um, mas números são números, e os que Djokovic apresenta começam a ser assustadores.
Em relação ao futuro líder, de facto ainda não apareceu uma estrelinha capaz de chegar ao patamar destes três, e acredito que vamos ter de esperar mais uns anos para que outro fenómeno apareça. É esperar para ver, e até lá aproveitar os últimos anos desta geração de ouro.~
Tomás Carvalho
Anónimo
Magnífico artigo. Uma boa investigação sobre a modalidade do momento no nosso país, como comprova o brilhante trabalho que o nosso conquistador João Sousa nos tem brindado.
João
RMSO
Concordo com o artigo. Ou aparece algum prodígio, tal como apareceu Nadal durante o reinado de Federer e logo de seguida Djokovic, ou então o sérvio vai continuar a limpar tudo com maior ou menor dificuldade. Quando o seu maior adversário da temporada foi um "velho" de 34 anos, de nome Federer (5-3 no head to head de 2015, não me lembro de cabeça se houve alguém a ganhar-lhe mais vezes, mas acredito que não), está tudo dito.
Murray prometeu muito, mas nunca vai passar daquilo que já apresentou (a não ser que algo muito estranho aconteça). Nadal, embora tenho feito uma melhor reta final de temporada, não me parece que consiga atingir os índices físicos do passado que o tornavam num monstro, no bom sentido da palavra.
Quanto à next big thing, sinceramente não vejo ainda ninguém que possa dominar tanto o desporto como este trio o fez nos últimos largos anos. Para isso teriamos que ver alguém a conseguir pelo menos chegar regularmente a meias finais de Masters e Grand Slams, e a verdade é que tal pouco acontece. Não há ninguém tão consistente.
Quanto à final de hoje. Federer esteve particularmente mau no serviço (44% de segundos serviços ganhos é manifestamente muito pouco). Curiosamente, esteve melhor nos rallys (12-9 em pontos acima das 9 pancadas). No primeiro set, o primeiro serviço também não esteve nada de outro mundo, tendo conseguido apenas 1 ás. No jogo de rede conseguiu alguns bons pontos, mas isso não chegou. Djokovic por exemplo, só foi duas vezes à rede, e concretizou ambas subidas, o que diz bem do seu jogo calculista. Venceu quem foi mais consistente, e menos errou. Vitória incontestável.
rafael simões
Melhor de sempre, e sou grande fã do rei federer.
Mas este homem não é humano.
luis bcn
Fazendo um paralelismo (e já sei que poucos podem gostar), o Federer é o Messi e o Nole o Ronaldo.
O Djo pode ganhar muito mas quando se olha para um e para outro a jogar o Federer é uma coisa nunca vista. É pura classe.
Para mim o Federer é de longe o melhor que vi jogar…e a seguir ainda vem o Nadal (que acredito que para o ano vai voltar com tudo)
Este ano o sérvio não teve rival mas fruto também das lesões de Nadal e da pré-reforma do Federer.
PS. Cuidado com o Nadal…tou com um pressentimento
diogoribeiro
Sérgio, o Djokovic com 20 anos bateu várias vezes o Federer quando este estava no seu auge (se não estou em erro até o fez com 19 anos). A final do USOpen de 2007 foi muito renhida apesar do resultado (Djokovic teve set points nos dois primeiros sets mas não tinha a mesma capacidade mental que tem hoje) num court que favorece mais o suiço do que o sérvio. E no Australian Open de 2008 eliminou-o em 3 sets. Com 20 anos e longe do seu auge.
Na Austrália é melhor o Djoko. Em Wimbledon é melhor o Federer. Em Roland Garros e USOpen seria ela por ela. Embora, eu pessoalmente, desse uma ligeira vantagem ao Federer.
Anónimo
Nem top 4. Federer no auge vs Djoko no auge. Faz esse exercicio. O servio so cheirava no Australian Open.
Sergio Ribeiro
diogoribeiro
Desculpem a parede de texto, mas aqui vai.
Em 2009 parecia inevitável que o Federer fosse vencer mais de 20 Grand slams. Em 2013 parecia inevitável que o Nadal fosse apanhar o Federer. A verdade é que no ténis, o declínio acontece muito rapidamente e muitas das vezes é completamente imprevisível.
Será possível o Djokovic apanhar o Federer? Sim. Mas não é provável que isso aconteça. Vi uma estatística que o número de Grand Slams que um jogador ganhou depois de ter 27 anos (ou 28, já não me lembro) foi apenas 5. Ora, desde que fez 27 anos, o Djokovic já vai em 4 (e desde que fez 28 vai em 2), ou seja, teria de vencer 11 Grand slams depois de ter festejado o seu vigésimo sétimo aniversário para apanhar o Federer, batendo o anterior por 6 Grand Slams.
Para o ano, ele de certeza que não vai estar tão bem e é praticamente garantido que o Murray e o Nadal melhorem. Jogadores como o Nishikori e o wawrinka também já o eliminaram de Grand Slams e os jogadores com grandes serviços como o Cilic, Karlovic ou Anderson (este quase que o fez em Wimbledon) também o podem eliminar.
Quanto ao próximo nº1, eu não gosto muito de fazer previsões para um futuro distante, e tendo em conta que o Djokovic podia não jogar até Abril e continuar como número 1, o futuro é mesmo distante. Mas apostaria no Murray. Pode não ser muito tempo, só algumas semanas mas acho que vai conseguir fazê-lo. Depois disso, o Kyrgios parece o mais provável. Depois disso, o Chung é o meu preferido da geração seguinte (o jogo que fez contra wawrinka no us open convenceu-me). Ainda mais que Zverev ou Coric.
Por fim, só alguns pontos que achei interessantes:
– o Federer acaba esta época com o menor número de derrotas desde 2007
– Djokovic acaba o ano com um head to head empatado contra Nadal e Federer (23-23 e 21-21)
– Murray acaba o ano pela primeira vez como número 2 (e teve um ano underrated)
– Nadal teve o seu melhor período pós US Open de sempre e está pronto para 2016
– Podia acrescentar 30 linhas a falar do Djoker e dos recordes que bateu este ano, mas este comentário já está demasiado longo.
Que venha 2016.
RMSO
Deve ter sido o que eu também li. So 10% dos majors foram ganhos por tenistas com mais de 29 anos, e apenas 3 ou 4% com mais de 31. Terá que ser mesmo algo épico.
Apesar de todos os recordes que Djokovic bateu, não conseguiu ultrapassar os 12 títulos do Federer num ano ( o record é de 16!!! Guillermo Vilas em 1977).
Diogo Silva
Adoraria ver Nadal voltar à sua melhor forma (mas é quase impossível).
Pode ser que agora com descanso volte mais forte mentalmente, que consiga subir mais um pouco o seu nível de jogo e talvez no futuro consiga dar mais luta. Quem sabe voltar a vencer em RG.
diogoribeiro
Um Nadal na sua melhor forma é impossível mas um Nadal suficientemente bom para vencer mais um Roland Garros não seria nada do outro mundo. Aliás, neste momento apostar contra ele para o vencer em 2016 seria um grande erro.
Ainda falta meio ano, mas já está tudo à espera de um Djokovic vs Nadal na final de Roland Garros. Se o Nadal continuar a melhorar, tem tudo para ser épico.
Pedritxo
Djokovic domina em toda a linha, neste momento, o tenis, e e provavel que bata o record de Fedex nos GS, o que muita gente achava utopico,mas tambem acredito que nao sera tao facil assim, porque Nadal espero que volte no proximo a todo o nivel.
Fedex no proximo ano, deve voltar-se mais para os jogos, logo podera descurar uma ou outra competiçao.
Murray e Stan ha que ter sempre em conta, Kei para ja nao tem estaleca para ninguem deles, mas quiça pode fazer algo.
Espero e ver Joao Sousa, top 30 e seria perfeito top 20.
karabatic13
Nos próximos 3 anos ele ganhará entre 10 ou 12 GS. Federer é o único que tem mais talento mas a idade vai avançando. Murray, Stan e Nadal não têm hipótese. Em Roland Garros talvez e mesmo assim…
RMSO
Tal como disse acima, para isso terá que fazer o que nenhum outro tenista conseguiu na história: Dominar claramente o circuito depois dos 2930 anos… Não acredito que será assim tão fácil, mas também não vejo ninguém pronto para assumir o reinado…
Anónimo
É dificil prever se o nivel de Nole irá ou não baixar nos proximos 2/3 anos. Até acho bem possivel que não. Penso que o Nishikori ainda irá a tempo de colocar o seu nome nos vencedores de GS, mas o resto é mesmo muito dificil de prever. Talvez apostasse em Kyrgios, esquecendo todos os "problemas mentais" que tem.
Tomás
Anónimo
Só acrescentar que o Felix Auger Aliassime pode muito também entrar nestas contas para o futuro.
Tomás
Sombras
Djokovic vai seguramente cimentar o seu lugar na história do ténis. Será o grande dominador do ténis mundial nos próximos 3/4 anos com relativa facilidade, podendo sê-lo ainda mais 1 ou 2 após esse período caso se mantenha afastado das lesões. Uma vez que não joga um ténis propriamente exigente a nível físico (isto é, não é um jogador tipo Nadal) os requisitos exigidos ao corpo são substancialmente melhor e caso ganhe Roland Garros – claramente o seu calcanhar de aquiles – e o ouro no Rio de Janeiro, terá forçosamente de ser considerado um dos 3 melhores da história a par de Sampras e Federer e, caso ultrapasse o Suiço no número de Grand Slams – o que sendo realista não é propriamente "difícil" mantendo-se mais 3/4 anos a dominar – vença em Paris, e ganhe o ouro Olímpico, no Rio ou em Tóquio, será quanto a mim o melhor tenista da história.
João Pedro
Meu caro, dada a geração em que está, ter os 4 Slams, ter mais Masters 1000, o ouro olímpico, o carisma, ser mais completo… o Nadal está bastante acima do Sampras; igual só número de Grand Slams… 14! E não creio que o Nadal fique por aqui, apesar de tudo…
Logen
Claramente que não existira um ET no pós Nole.
Presenciamos uma era com Federer /NAdal / Nole ,o que só temos que agradecer.
Nole ainda continuará pelo menos por mais 2 anos a dominar todo o circuito .
No pós , poderemos considerar Nishikori como um grande candidato ,mas ,e sobretudo , existirá um plano aberto ,com diferentes jogadores a vencer GS .
Dentro de 3/4 anos ,prevejo que Coric , Nishikori ,Thiem , Zverev ,Kyrgios (apesar do seu feitio) e Tomic no Top 10 ,sabendo sempre que é muito difícil de prever tal coisa.
O Próprio Tomic já deveria tere assumido um lugar no Top 10 ,se o talento basta-se ,mas não …
Raonic ,será sempre equacionado para um top 10 ,mas penso que não tem muito por onde "crescer".
A nível de curiosidade ,o aparecimento de novos jovens dos States ,que têm feito boa figura ,e com estilos mais europeizados ,como T.Fritz !
Diogo Palma
O Federer perdeu o jogo por culpa própria, o sérvio esteve bem (não no seu melhor) mas o suíço cometeu demasiados erros não forçados para um encontro deste nível.
É incrível o números de bolas do Federer que ficaram na rede …
Nuno FMS
Armando-me em João Dias do Ténis, diria: O próximo será João Sousa.
Daniel Carvalho
Excelente análise e de facto interessante a média de idades do top mundial, algo que nunca tinha ponderado. Os meus parabéns aos autores.
Para mim FedEx é o melhor de sempre, não só pelos numerosos títulos conquistados (record de 17 títulos do Grand Slam ainda imbatível) mas também pelo carisma e personalidade que apresenta, algo que o diferencia dos restantes (sei que isto é muito discutível e relativo, apenas é a minha opinião). Do mesmo modo que Maradona e Senna são os melhores de sempre nas respetivas modalidades, sem que no entanto sejam os que têm mais títulos, simplesmente há algo que os diferencia. E tenho ideia que o VM uma vez publicou um artigo relacionado com esta questão.
Nuno
Duvidas não havia, nenhumas. Djokovic é o melhor no mundo neste momento, e talvez desde 2012….
Quanto a quem será o proximo a dominar, não vejo um jogador tão acima da média que possa ser o proximo a dominar a modalidade. Vai haver uma maior divisão dos vencedores dos torneios. Mas isto só vai começar a partir de 2018 ou 2019. Até lá Novak vai continuar a dominar e quem sabe se não passa mesmo os 17 titulos do GS do Federer. A brincar a brincar já leva 10 titulos. Dominando no US Open, Australia e Wimbledon, tem 9 finais para ganhar. Fora o principal objectivo que devera ser o Roland Garros e a medalha olimpica! Por isso estou seriamente convicto se o Novak para o ano não faz o "True Golden Slam"… Seria verdadeiramente excepcional e capacidades ele tem porque está no Auge e a concorrência está mais fraca… Seria de outro mundo e se ele o fizer, será o melhor jogador de sempre. Embora para mim seja dificil ultrapassar o King Suiço… Mas torço pelo Novak que aseguir ao Rei, é o jogador que mais prazer me dá.
Kafka I
Já agora como complemento ao post do João Pimentel, se verificarmos o Djokovic é o jogador mais novo a ter vencido um Masters 1000, ou seja, NINGUÉM que nasceu depois do Djokovic (portanto ninguém que tenha nascido na década de 90) conseguiu vencer um MAster1000, o que diz bem do rotundo ZERO que esta a ser esta nova geração…
Kafka I
Nuno
Concordo inteiramente contigo, vejo muito hype em redor de Coric, Kyrgios e afins, mas depois analisamos um pouco as carreiras e vejo é muito fantochada e extra-tenis e pouco ou nenhum foco no jogo…
Alguns como o Kyrgios devem achar que basta terem um pouco de jeito e uns milhares de likes na pagina do Twitter para se julgarem estrelas e é essa a diferença deles para Fedex/Nole/Nadal, estes 3 sempre tiverem foi focados no ténis e andaram em pouco show-off fora dele e os resultados estão à vista com 3 carreiras enormes
diogoribeiro
A geração dos jogadores de 21 a 27 anos é bastante fraca. Mas a geração seguinte vai ser bastante forte. Chung, Zverev, Coric, Kyrgios, Rublev e uns 5 ou 6 americanos ainda jovens têm tudo para ter bastante sucesso. Alguns deles vão fracassar mas outros vão ser estrelas. 2016 vai ser um ano interessante para ver como estes jovens melhoram.
Pedritxo
Nuno,
Concordo contigo em relaçao ao feminino, neste momento para ja ha mais talento nas menninas mais jovens.
Nuno
Completamente de acordo! Esta nova geração é muito diferente da geração de Federer, Novak e Nadal! Esta geração é uma geração que acredita que vai deixar marca no ténis por aquilo que fazem fora do court! Por exemplo o Coric. Muitos embandeiraram o Coric como "The next big thing". Mas o que é que ele fez realmente para tal? Foi ter ganho um jogo ao Nadal? Sendo que depois nada mais conseguiu?…Ou o Kyrgios, um puto mimado e mal comportado que ganhou ao Nadal em Wimbledon e levaram-no em ombros? Eu sinceramente não vejo grande talento nesta nova geração. É mais "Show Off" que outra coisa…
Pelo contrário no circuito feminino vemos muito talento! Há cabeça a Garbine Muguruza! Jogadora fantástica que tem ténis suficiente para ser uma das principais referências nos próximos 8-10 anos.
Adoro vê-la jogar!
E podemos acrescentar muitos mais nomes! Caroline Garcia, Madison Keys, Svitolina, Schmiedlova, Bencic etc, a acrescentar às já rodadas mas jovens Kvitova, Halep, Wozniacki.
Diogo Palma
O Milos Raonic é o atleta melhor posicionado no ranking (14º) desta geração dos anos 90, seguido por Goffin (16º), Tomic (18º), Thiem (19º), etc.
O Nishikori está em 8º lugar no ranking e nasceu a 29 de Dezembro de 1989, por pouco não pertence a essa geração da década de 90.
Kafka I
Para quem a uns dias atrás dizia que o Djokovic estava acomodado só porque perdeu 1 jogo nos últimos 24, a resposta esta aqui, foi mais um titulo em ritmo de passeio…na final teve de se esforçar um pouco mais, mas a vitória nunca esteve em causa..
Ou muita coisa muda nas próximas 3 épocas, ou ele irá bater 2 recordes que pareciam impossiveis, ou seja, o nr de Grand Slams (só precisa de vencer 8 dos próximos 12 e dentro de 12 Grand Slams só terá ainda 31 anos)…e já só precisa de mais 129 semanas (menos de 2 anos e meio) como nº1 para bater as 302 do Federer
Olhando para o panorama e para os adversários, não parece de todo impossível, e se não acontecer parece ser mais por uma queda abrupta do Djoko do que uma subida súbita de alguém
Anónimo
Kafka I,
A título meramente de curiosidade é o Rafa Nadal que tem a melhor percentagem de vitórias por jogos efectuados actualmente.
https://www.atpworldtour.com/en/performance-zone/win-loss-index/career/all/all/
João B
RMSO
Para isso terá que contrariar a história. Se não estou em erro,ainda há bem pouco tempo vi um artigo em que apenas 10% dos majors foram ganhos por tenistas acima dos 29 anos. Então acima dos 31, a percentagem baixava para os 3 ou 4%… Não digo que é impossível, mas é realmente difícil. A seu favor tem a falta de concorrência de peso a curto prazo, a não ser que Murray finalmente suba mais um patamar e Nadal regresse em grande.
Philippe Oak
Sim, Kafka, de acordo. Mas o "só" que menciinaste não é tão pouco ou simples quanto parece, é só continuar ao mais alto por mais quase três anos. É muito tempo e muito pode acontecer, mas a verdade é que "se" mantiver este nível o cenário passará a realidade.
Ph
Daniel Carvalho
Nem mais Kafka. Neste momento só vejo o Djoko regredir por alguma lesão grave, dado o seu estilo de jogo físico, como aconteceu com o Nadal, embora não me parece que tal venha a acontecer. Que nível soberbo.