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O maior arrependimento de Wenger no Arsenal

Teria mudado a história dos Gunners? Curiosamente coincidiu com o fim da tremenda equipa de 2003/04 (Pires também saiu e Bergkamp terminou a carreira) e com um jejum de títulos que durou até 2014. 

Questionado sobre os maiores arrependimentos no Arsenal pela BeIN Sports, Arsène Wenger relembrou o fracasso na renovação de Ashley Cole, um dos melhores laterais esquerdos deste século, e que vinha de seis épocas de muita utilização: “Eu diria que, durante a maior parte do tempo, os jogadores davam-nos sete, oito ou nove anos e saíam depois. A geração mais jovem, de [Cesc] Fàbregas, perdemos mais cedo e gostaria que não o tivéssemos perdido. Mas um jogador que eu penso ter sido um erro perder foi Ashley Cole, porque ele já jogava pelo clube aos nove ou dez anos de idade”. O francês prosseguiu e relevou que em causa estiveram quantias financeiras ínfimas para a realidade dos Gunners: “Eu sabia que, tirando o Fàbregas do Barcelona, ele haveria de querer regressar a dada altura, mas o Ashley Cole saiu do clube e eu penso que o desentendimento [com ele] foi por causa de alguns milhares de libras. Na altura, foi quando [Roman] Abramovich entrou no jogo e o Ashley Cole foi um dos poucos jogadores que se tinha desenvolvido e que continuou a desenvolver-se ainda mais após sair”. Recorde-se que Ashley Cole trocou o Arsenal pelo Chelsea em 2006, por 7,5 milhões de euros mais o passe de William Gallas.

1 Comentário

  • Joga_Bonito
    Posted Março 14, 2022 at 6:48 pm

    Aquele Arsenal de Wenger, Bergkamp e companhia❤❤❤
    Uma das equipas que mais gostei de ver. Quanto ao Cole, foi um tremendo lateral mas não sei se o impacto dele foi tanto pelo que faria dentro do campo como sobretudo na questão de o Arsenal passar uma imagem de clube pouco ambicioso e pouco comprometido em manter os seus principais símbolos, para assim continuar a ganhar. As grandes equipas da história do futebol mantiveram sempre os seus melhores jogadores e alguns que eram referências e assim mantinham mística e experiência de vencer. Assim foi com o Barça nos melhores anos do tiki-taka, com o grande United dos anos 90, etc.
    O Arsenal pareceu ser sempre aquele clube mais focado no show que a equipa dava mas com pouca inteligência em perceber como vencer de forma constante. Atenção, que a nível de futebol foi das equipas que mais gostei de ver, ma sempre me pareceu que faltava qualquer coisa mais para serem um papa-títulos como o United dos anos 90.

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