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OFICIAL: Benfica contrata avançado húngaro

Vieira tem assumido em todas as entrevistas que a posição de avançado é o calcanhar de Aquiles na formação. 

O Benfica anunciou a contratação de Rajmund Molnár. O jovem avançado húngaro, de 17 anos, chega às águias proveniente do Budapest Honvéd-MFA, sendo que ainda é júnior de 1.º ano. Molnár este ano participou no Campeonato da Europa de sub-17.

8 Comentários

  • Joga_Bonito
    Posted Outubro 2, 2019 at 5:21 pm

    Não conheço o jogador. Mas espanta que não consigamos criar um 9. Temos grande técnica e criamos 2A capazes de como poucos (caso de Félix) receber de costas e saber direcionar a bola e algo mais simples como seja o encostar parece uma travessia do Rubicão.
    Não sei até que ponto terá que ver com o gosto luso pela técnica, que gera jogadores talentosos, mas pouco focados no golo e que gostam mais de passar. Por outro lado, pode ter que ver com a falta de frieza dos jogadores lusos.
    O Domingos Paciência disse uma vez que quando se está sob pressão é mais fácil marcar a 30 metros num tiro do que encostar de baliza aberta, devido ao medo de errar que bloqueia o jogador.
    Talvez a questão seja essa. Não em teoria excesso de técnica, mas num jogador com medo da pressão, quando se tem muito talento tem-se em certa medida várias soluções. A questão é a leitura da situação. Quando o teu talento se resume a encostar e finalizar (vide Gerd Muller) o mundo é fácil, a decisão é óbvia e o gajo nem pensa duas vezes, recebe a bola mete-a lá dentro.
    Mas os mais talentosos, tendem a complicar a coisa, pois tendem a querer fazer golos bonitos e por vezes decidem mal.
    Junte-se a isto o medo de errar e vemos que parece que o cérebro paralisa em vários jogadores talentosos quando estão sob pressão. Quando não tens talento, não há nada em que pensar, manda a broa para lá dentro e sem espinhas.
    Pode ter que ver com isso.

  • Chico
    Posted Outubro 2, 2019 at 2:56 pm

    Ninguém tem resultado. Portugal tem um problema histórico com a formação de 9s. Talvez esse tipo de talento tenha que ser estimulado a um nível competitivo superior mais prematuramente (apesar de corrermos o risco de ter mais um Zé Gomes). Alguns miúdos tornam-se avançados combinativos e trabalhadores, mas golos… nem vê-los.

    • Alvaromoreira
      Posted Outubro 2, 2019 at 3:33 pm

      Apesar de concordar em parte com o teu comentário, existe Fábio Silva a aparecer, que tem características para se tornar um dos melhores 9’s do mundo. Não confundas Portugal com o Benfica

      • Chico
        Posted Outubro 2, 2019 at 7:00 pm

        Vamos ver até onde vai o Fábio Silva. Até agora demonstrou zero a jogar contra graúdos. Ainda tem tempo e não nos vamos precipitar a mandar bocas escusadas. Calma com o hype. O Nelson Oliveira também era o melhor do mundo a jogar contra putos e o Betinho parecia o Inzaghi.

      • Primo1904
        Posted Outubro 2, 2019 at 4:22 pm

        Alvaromoreira o Zé Gomes também estava a “aparecer” à uns tempos atrás. Portanto até o Fábio Silva ser uma certeza o problema é de Portugal e não só do Benfica.
        E quem fala no Fábio Silva pode falar do Pedro Mendes do Sporting.

      • Antonio Clismo
        Posted Outubro 2, 2019 at 4:16 pm

        Fábio Silva também não vai a lado nenhum. O mais provável é começar a jogar a segundo avançado e servir um brasileiro qualquer.

        Isto está no DNA português de formação há decadas. Desde os anos 50 que se o assunto é marcar golos, então é preciso trazer estrangeiros.

        Não é uma crítica à formação do Benfica, Porto ou Sporting, é uma crítica à formação em geral em Portugal.

        • Alvaromoreira
          Posted Outubro 2, 2019 at 6:26 pm

          António, é imprudente afirmar que um avançado não vai a lado nenhum quando tem 17 anos. Como é óbvio nesta altura o importante é somar minutos e não marcar dezenas de golos. Provavelmente deveria ter passado pela equipa b antes de integrar a principal, pois a ausência de jogos seniores está a pesar. Quanto a este problema é mais de mentalidade que outra coisa, existiram bons atacantes formados em Portugal, e outros por vir(nos 3 grandes). O problema está mesmo nos dirigentes dos clubes portugueses, que põem sempre as comissões em frente aos interesses dos jogadores da casa.

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