Quando apareceu no Feyenoord e depois explodiu no Twente, esperava-se que fosse ter uma carreira melhor. Ter chumbado nos testes médicos no Everton, numa fase em que estava em grande, também não o ajudou.
Leroy Fer foi anunciado como reforço do Alanyaspor, equipa turca que conta com João Novais, Wilson Eduardo, Candeias, Davidson, Borja ou Marafona. O médio, internacional holandês, de 31 anos, deixa assim o Feyenoord, onde esteve nas últimas duas épocas. Recorde-se que Fer já passou pelo Twente, Swansea, QPR e Norwich.


9 Comentários
MansoFrancisco
Tinha muito potencial, havia um FM que era uma besta mas depois nunca teve uma carreira fantástica
Estigarribia
MansoFrancisco,
Há muitos jogadores nessa situação. Como o Leroy Fer tens ainda o Matías Cahais, Reimond Manco, Kerlon, Rodrigo Possebon, Fran Mérida, Amaury Bischoff (sucessivamente apontado ao Sporting) ou Atila Turan.
Saudações Leoninas
Af2711
O Manco apagou-se muito rápido. Fez ali um grande sulamericano sub-20 (era muito falado aqui na América do Sul) proporcionou uma transferência para o PSV e nada fez. Estes fenômenos do FM acabaram por não singrar uns por falta de qualidade e outros porque não tinham estrutura psicológica para lidar com a pressão.
Af2711
sub-17*
Estigarribia
Af2711,
E o Matias Cahais? Esse também tinha muito potencial mas nunca deu em nada… E só teve uma passagem pela Europa com a camisola do Groningen.
Saudações Leoninas
MansoFrancisco
Estigarribia,
Sem dúvida, que nostalgia de FM que me pregaste agora!
O Fierro, Saivet e adiante, eheh
Um abraço
Estigarribia
O Fierro também prometia muito, assim como o Saivet, com este último a ser comparado com Thierry Henry.
E lembro-me que no FIFA 2009 contratei o Matias Canais e o Kerlon para o Sporting e consegui recuperar a carreira deles ?
Saudações Leoninas
Estigarribia
*Cahais
Diogo Moura
Nos Swans ainda deu cartas, mas a partir daí foi sempre a cair.
Contudo, é o normal no futebol. Se formos a ver bem, são raros os jogadores que prometem e acabam por ter uma carreira digna da expectativa criada. Arrisco-me a dizer que 70% passa completamente ao lado, 20% têm uma carreira q.b. e só os restantes 10% é que realmente atingem o topo.