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Os 5 desafios de André Villas-Boas

15336 dias, mais de 1300 títulos e 15 mandatos depois, o Futebol Clube do Porto dobrou no sábado a última página do capítulo mais importante da sua história. O clube regional que Pinto da Costa herdou há 42 anos foi catapultado de vitória em vitória para se afirmar inequivocamente como um baluarte de Portugal no plano desportivo Europeu e mundial. Não obstante, numa demonstração exemplar de associativismo e vivacidade, os sócios puxaram a si mesmos as rédeas do clube para lembrar a Pinto da Costa que o Portismo que ajudou a definir nunca se extinguiu.

Independentemente do que se pense de Pinto da Costa, deverá ser absolutamente consensual que suceder ao homem que presidiu à total mutação de uma instituição com a dimensão desportiva, social e política do FC Porto acarreta um conjunto de pressões que poucos invejarão. Nesse sentido, importa enumerar os mais urgentes desafios que a administração de André Villas-Boas enfrentará:

  1. A reestruturação do passivo da SAD: A SAD do FC Porto acumulava a 31 de Dezembro de 2023 uma dívida financeira de mais de 215 milhões de euros, à qual se somam dívidas a fornecedores acima dos 100 milhões de euros. Para uma SAD que nos últimos anos nunca gerou resultados operacionais (antes da transação de passes de jogadores) acima de cerca 25 milhões de euros (exercício 2018/2019), o problema afigura-se claro. Mais premente é o problema de tesouraria. A SAD apresenta um passivo corrente (vencendo em menos de um ano) de 265 milhões de euros, ao qual um ativo corrente de menos de 90 milhões não fará face. A necessidade de refinanciar a dívida, estender maturidades e garantir flexibilidade operacional é a principal premissa para qualquer que venha a ser a política financeira e desportiva desta administração. Numa qualquer outra indústria, esta seria uma questão existencial.
  2. O reforço do plantel principal de futebol: Desengane-se quem pensa que a emoção coletiva da vitória eleitoral conferirá a AVB tempo para se habituar à cadeira que ocupará nos próximos quatro anos. Após dois anos de fraco rendimento desportivo, a pressão para montar um plantel capaz de devolver o clube às vitórias é imediata. O ponto de partida é a intersecção do quadro financeiro descrito acima com um plantel que atualmente apresenta carências atrozes em praticamente todos os sectores.
  3. A continuidade (ou não) de Sérgio Conceição: São muitas as lentes através das quais se pode julgar a potencial continuidade de SC. Por um lado, o treinador foi crescendo progressivamente dentro do clube e agregando responsabilidades que normalmente pertenceriam a um diretor desportivo, fruto de uma estrutura órfã de figura fortes. Com as chegadas de AVB, Jorge Costa e Zubizarreta, é difícil imaginar um cenário em que o treinador mantenha a amplitude de poderes de que hoje usufrui. Por outro lado, o modelo de jogo de SC não parece enquadrar-se com o tipo de futebol que AVB enquanto treinador privilegiava. Na mesma linha, também não é clara a forma como AVB pensa articular a potencial manutenção de SC com a aposta na formação de que tanto falou durante a campanha. Apesar de ter beneficiado de uma das melhores gerações de formação em Portugal, SC mostrou sempre uma enorme reticencia em promover elementos jovens (veja-se o caso de Vitinha que foi praticamente despachado para o Wolves, antes de se afirmar no XI). Um outro elemento a não descurar é o facto de SC auferir um salário líquido na ordem dos 3.5 milhões de euros por ano (cerca de sete brutos), um valor manifestamente pesado para a realidade financeira do clube.
  4. A relação com as claques: Os Portistas que elegeram AVB fizeram-no com o mandato claro de transfigurar a relação institucional do clube com as claques e de sanar a rede de compadrios que há muito o vem lesando. Não obstante, as claques desempenham um papel importante no apoio e mobilização em torno da equipa, especialmente em jogos fora de casa. Será interessante perceber como AVB lidará com a massa de adeptos que mais se lhe opôs, muitas vezes de forma muito além do admissível.
  5. A estratégia de comunicação externa: Nos últimos anos, a estrutura do FC Porto ausentou-se quase em plenitude da sua obrigação de representar o clube, muitas vezes deixando Sérgio Conceição sozinho, uma posição que contribuiu decisivamente para o desgaste da sua imagem junto de adeptos e da comunidade do futebol de forma mais abrangente. SC tem sido o porta-voz de um discurso marcadamente em linha com o de PdC e que não parece enquadrar-se no tipo de postura assumida por AVB. Será essencial perceber quem dará a cara pelo clube no dia-a-dia, uma função que não é de somenos importância para a forma como, por exemplo, as arbitragens são conduzidas em Portugal.

A AVB e à sua direção não faltarão batalhas a travar e questões a responder desde o momento em que tomem posse. Às listadas acima acrescentam-se um rol praticamente interminável, desde a academia à reformulação do departamento de scouting, passando pelo negócio com a Ithaka ou pela equipa de andebol. Os próximos tempos exigirão respostas para todos estes temas, os quais poderão ditar decisivamente a competitividade do clube e o sucesso da nova administração.

 Visão do Leitor: Luís Santos

VM-Desporto
Author: VM-Desporto

12 Comentários

  • filipe19
    Posted Maio 1, 2024 at 7:58 pm

    6. Despedimento de Luis Gonçalves e restruturação do departamento de scouting

    • Angelo GJ
      Posted Maio 1, 2024 at 9:40 pm

      O coitado(só que não) do Luís Gonçalves infelizmente nunca exerceu as funções pelo qual foi contratado, e o culpado não acho que tenha sido o PdC

  • Jasomp
    Posted Maio 1, 2024 at 8:03 pm

    Excelente post e análise. A tarefa do nosso novo presidente é gigantesca mas vejo nele um portismo desinteressado que vai ser essencial a gerir este enorme clube.

  • Antonio Clismo
    Posted Maio 1, 2024 at 8:46 pm

    O FC Porto terá de ter a humildade de saber que não poderá competir pelo título nos próximos anos, e baixar a fasquia para não aumentar ainda mais as despesas, pois não irão haver receitas relevantes nos próximos tempos.
    .
    Do atual plantel aproveitam-se 10, 11 jogadores com capacidade, a juntarem-se mais 4 ou 5 diretamente da formação apenas será necessário ir ao mercado por mais 4 ou 5 e a escolha terá de ser criteriosa, entre elementos com baixo risco de falhar, ou seja, idealmente que já conheçam a Liga Portuguesa, sempre numa ótica de se desenvolverem para darem lucro ao clube.
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    O FC Porto está numa situação não muito diferente do Sporting em 2018… Agora a escolha é simples, se quiserem falhar e andar a apostar em Peseiros, Keizers ou Silas, o caminho será sinuoso… Por outro lado se quiserem já apostar num técnico jovem e com fome como o Rúben Amorim que tenha a arte e o engenho (e a paciência dos adeptos) para desenvolver o seu trabalho de re-estruturação pelo menos por 3 épocas, então seria bom para o clube.

  • Antonio Clismo
    Posted Maio 1, 2024 at 8:55 pm

    Vão ter de ter a humildade de terem que deixar grandes % de jogadores em sede do clube anterior se os quiserem negociar, tal como o Sporting teve que fazer com Pote, Nuno Santos, Trincão, Matheus Nunes, Ugarte, etc etc
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    Um clube que tem 3 vezes mais passivo do que ativo tem margem negocial muito mais reduzida.. Ainda para mais em tempos de taxas de juro altíssimas como temos hoje em dia..
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    Bem está a fazer o Sporting em reduzir fortemente o passivo para pagar juros o menos possível…
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    Um clube como o FC Porto, com o passivo astronómico que tem atualmente, deve estar a pagar uns 15 milhões de euros unicamente em JUROS, por ano… E se ainda vão tentar refinanciar a sua dúvida, é possível que subam os juros para terem mais liquidez imediata…

  • Diogo Oliveira
    Posted Maio 1, 2024 at 9:31 pm

    Outro desafio será, naturalmente, a academia e também a reestruturação das modalidades. Mas será preciso dar tempo ao tempo e deixar esta direção atuar. Entretanto, contente pelo abraço entre o PDC e o AVB, o Porto precisa de união e estabilidade e mostra também que o PDC está e estará sempre com o Porto.

  • Angelo GJ
    Posted Maio 1, 2024 at 9:37 pm

    Excelente texto Luís.

    Quantos aos pontos, o :
    1 – Veremos como Villas Boas resolverá a questão, penso que irá por em prática, o que aprendeu recentemente em relação a modelos de gestão e dirigismo(segundo o próprio). Acredito que a vontade em tornar-se presidente teve muito mais a ver com o desejo de reestruturar o clube e a SAD do que, “brincar” de FM da vida real.
    2 – Aqui estou muito curioso para perceber o que Villas Boas tem em mente, será que para si o FCP precisa de tempo, ou de dinheiro no imediato ? Se de tempo acredito que o reforço do plantel vai ser bastante diferente daquilo que temos visto nos últimos anos, com os reforços a enquadrarem-se numa perspectiva de trazerem qualidade imediata mas com o potencial de rentabilização financeira. Nisto creio que o Zubizarreta será fundamental, e apesar de não ter um histórico de “descobrir” pérolas, é alguém de fazer poucas contratações mas assertivas, e que se enquadram bem na filosofia do clube e modelo de jogo do treinador. E o treinador caso VB decida que ao Porto o mais importante é o tempo, Sérgio Conceição não será o seu treinador.
    3 – Cada vez acredito menos que é o treinador desejado por VB, o perfil técnico não é aquilo que aprecia, e sempre demonstrou ser um treinador no FCP pouco preocupado com a sustentabilidade e futuro do clube ou capaz de enquadrar-se bem noutros estilos hierárquicos que não fizessem dele o next big man depois do presidente. Nem acho que o salário seja um grande impeditivo, mas se o presidente entender que existe um treinador capaz de alavancar o seu projeto não terá problemas em deixar cair o Sérgio. Depois acredito que os mais de 80% dos votos a favor, não foram apenas um basta a Pinto da Costa mas também ao Sérgio Conceição, que conseguiu transmitir boas sensações mas que a história de ser o salvador do clube e sem ele “nada do que foi feito, seria feito”, nunca caiu bem junto de muitos associados e adeptos do clube.
    4 – Diria que a forma de resolver o problema, passa por desafiar o “amor” das claques ao clube. Se amam o clube então comportem-se e sejam iguais a todos os outros que amam o clube, pode ser muito por aqui diria eu.
    5 – Tem de ser diferente, e se a intenção é internacionalizar o clube e contribuir para a valorização da Liga/ Futebol português(segundo o próprio VB), a comunicação terá de preocupar-se mais na valorização do desporto jogado do que nas habituais, politicagens, pressões etc. De alguém que treinou na Premier League, e outras das melhores ligas do mundo, e ainda com a cultura adquirida não se pode esperar nem exigir nada que não seja uma diferença face aquilo que tem sido a comunicação do clube.

  • Mantorras
    Posted Maio 2, 2024 at 11:48 am

    1. Vai tentar renegociar a maior parte da divida, creio que e o primeiro passo. Depois, parece-me que tem muitos amigos com dinheiro (russos e chineses) para entrarem no clube, seja abertamente ou pela calada, e meterem la dinheiro para dividas de curto prazo, por exemplo, com algumas contra partidas, claro, nao falo em mecenato, mas nao vejo isso dificil de acontecer.
    2. Parece-me o mais facil de conseguir. AVB sabe de futebol, e tambem sabe que Diogo Costa e Galeno, por exemplo, podem sair por valores que permitirao reforcar o plantel para lutar pelo titulo. Depois, ha excedentarios, como Grujic ou Toni Martinez, entre outros, que render alguma coisa que permita nao vender mais, e ainda ha Evanilson, Varela ou Pepe que darao um bom encaixe. Vejo AVB a promover a entrada no plantel de varios jovens, a querer apostar em Octavio, JM, Varela, Nico, Chico, Ivan Jaime e Evanilson, para serem a nova “base”, junto com alguns reforcos da liga, 2 ou 3 contratacoes directas para o 11 e chega.
    3. Vai de vela.
    4. Nao existira, pelo menos inicialmente, grande aproximacao. Ira refugiar-se, com muita razao, naquilo que foi o passado recente, e aproveitar isso para limpar a parte toxica das claques a pouco e pouco. Nao me parece que sera tao duro como Varandas, mas acho que quem manda nas claques ali tambem tem muitos inimigos, tal como tinha o PdC, e assim nao sera facil arranjar aliados para lhes substituir/fazer frente. Este pode ser o ponto mais dificil de gerir, depois da questao financeira.
    5. Algo me diz que sera muito calmo e ponderado inicialmente, e havera sempre uma comunicacao com outra elevacao, creio, em comparacao com o que havia, mas assim que passe a tempestade voltam as picardias assertivas e as bocas. Faz parte do ADN.

  • Francisco Ramos
    Posted Maio 2, 2024 at 12:00 pm

    Antes de debater cada ponto, queria dizer que AVB parte, à partida, com a confiança da generalidade dos sócios portistas (e até simpatizantes). Os menos de 20% que votaram no Pinto da Costa foram os da claque que podiam votar, os que andam sempre à volta da teta e alguns que apreciam o agradecimento eterno (sendo na sua maioria idosos), logo AVB terá para já a confiança para as suas acções.

    Sobre os pontos em si:
    1 – A necessidade de refinanciar a dívida é algo que já foi debatido na campanha com juros mais baixos em empresas que são meramente isso, empresas. Como tal, os passos introdutórios estão dados. Posteriormente, os resultados operacionais também deverá melhor automaticamente cortando ligações com Pedro Pinto ou Alexandre Pinto da Costa, entre outros. Ou seja, sendo um problema, acho que a médio prazo irá acabar por ser solucionável. Além disto, eliminando o problema dos empresários, acho que vamos ver muito mais negócios por valores mais baixos, estratégia que nunca foi seguida pela actual direcção. Por exemplo, vender Grujic por 8 a 10M, João Mário ou Gonçalo Borges por cerca de 15M, Toni Martinez por 6 a 8M, parecerem-me sempre bons negócios porque podemos reinvestir parte em jogadores que poderão acrescentar mais que os seus antecessores.
    2 – O Porto, acredito eu, não necessita de grandes reforços. Tem posições críticas, é verdade, mas no global tem 15/16 jogadores que rendendo ao mais alto nível (alto que não se verificou esta época) irá ter um upgrade claro no rendimento desportivo. As posições críticas são a lateral direita, esquerda e zona central da defesa. Além disto, tem vários jovens jogadores que poderão ser a 4ª alternativa a algumas posições com excedentes (3º GR, 4º Central ou 4º Extremo).
    3 – O treinador está incompatibilizado com uma boa parte dos adeptos e com a nova direcção pelo que a saída será o passo mais pacífico (a ser verdade que pode podemos rescindir a custo zero). O ciclo nitidamente acabou como foi possível de verificar esta época, logo será a altura ideal para sangue novo.
    4 – O AVB não tem problemas com as claques, tem problema com UMA claque pelo que será efectuado um movimento à Varandas (dos bons que fez). Além disso, terá o apoio dos 80% dos votantes, pelo que tirando uns grunhidos aqui ou ali, será exequível (mas com muito atrito, sendo que é do outro lado).
    5 – A estratégia, segundo a campanha, também irá mudar. O slogan contra tudo e todos está gasto, bem como a regionalização de Porto vs Lisboa, logo é outra coisa que será um problema menor por parte da direcção. O problema maior é se a nova estratégia (internacionalização, etc) irá resultar.
    *
    Ainda terá muitos mais problemas, como eliminar o compadrio e nepotismo, mas os dados estão lançados.

    • Diogo Oliveira
      Posted Maio 2, 2024 at 12:52 pm

      Todavia, quanto ao ponto 2, é preciso ter em atenção que o Porto terá de vender. E, pelos vistos, a nova direção, de acordo com relatos que vi no antigo Twitter, a nova direção só vai definir alvos concretos, após saber o verdadeiro estado das finanças. Na minha opinião, o Porto precisa de um central de qualidade indiscutível, se bem que o ideal seriam 2, um lateral esquerdo e um médio que possa rodar com a atual dupla titular (se o Varela sair, serão 2). Há um mês pedia um lateral direito, mas, caso o Martim se afirme, penso que ele e o João Mário darão conta do recado. Nesse sentido, 3/4 reforços são prioritários.
      No que respeita à claque, designadamente, aos SD, acho que é pacifico que vai ter de haver uma reestruturação, todavia não me preocupa muito, eles já perceberam que estão sozinhos e que vão ter de se adaptar à nova realidade, se querem continuar com algumas regalias. Não me oponho que tenham acesso a bilhetes mais baratos ou a descontos, porque, na verdade, seguem o clube para todo o lado. Mas, agora, fazerem vida com a questão da bilhética, prejudicarem assim o clube, isso não.

      • Francisco Ramos
        Posted Maio 2, 2024 at 1:51 pm

        Diogo,
        Que o Porto precisa de vender é fatual. Se muito se pouco, depende do estado das finanças actuais e os contratos assinados previamente (nem sabemos quão fundo é o poço). Agora sobre os alvos para a defesa, diria que o Porto precisa de um lateral direito para rodar com Martim (eu vendia João Mário por uma boa oferta, curto para titular indiscutível no clube), um lateral esquerdo (a sair será Wendell pelo salário e estatuto de selecção que acabou de adquirir) e um central para encaixar com Otávio e Carmo (não acredito nada que esteja vendido). Estas seriam as minhas prioridades!

        Para alternativa ao Varela, há Eustáquio e para alternativa ao Nico, há Vasco Sousa (se não contar, sim ir ao mercado ou pensar em Franco para 8 suplente, penso que será a sua melhor posição). E para a frente depende de quem serão as saídas (só vejo Galeno com mercado), mas à data temos várias alternativas como Conceição, Pepê, Galeno, Véron, Ivan Jaime, Namaso, Evanilson e Fran Navarro (eu deixava sair Borges – um erro não terem aproveitado – e Toni – o seu ciclo acabou no clube na época passada).

        Sobre a claque, totalmente de acordo.

        • Diogo Oliveira
          Posted Maio 3, 2024 at 10:55 am

          Sim, mas duvido que haja uma oferta pelo João Mário e penso, contudo, ser útil ao plantel, uma vez que tanto pode jogar a lateral e também a extremo.
          O Eustáquio parece-me curto para ser o principal substituto da dupla do meio campo. Penso que precisaremos de um jogador que vá entrando e fazendo a diferença. Gosto muito do Vasco Sousa, todavia, além de não termos a totalidade do passe, penso que a renovação esteja parada.
          Um lateral esquerdo, é urgente. Precisamos de elevar a qualidade nessa posição.
          O Franco, honestamente, deixava-o ir à vida dele, não parece ter nível, nem intensidade para o Porto, do pouco que vi.
          De resto, concordo. Acho que as vendas do Porto passarão muito pelo Galeno (pela champions dele, conseguimos vender) e o Alan Varela.

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