Os melhores entre os melhores de 2015.
Senhoras e senhores, palmas para Novak Djokovic, o melhor tenista do Mundo! Se dúvidas existissem, o tenista sérvio dissipou-as com os 11 títulos que conquistou em 2015, tendo vencido 4 dos 5 (!!!) principais “canecos” do Ténis (só perdeu Rolland Garros). A sua incrível resistência física, a força mental e o vasto repertório de pancadas fazem de “Djoko” o tenista mais regular e consistente dos últimos anos, talvez até de sempre (perdoas, Federer?). Se continuar a apresentar nível e, sobretudo, este domínio sobre todos os outros, dificilmente não veremos Novak como o melhor tenista de todos os tempos. No ténis feminino, é Serena Williams quem dita as leis. Apesar de o quadro feminino ser mais imprevisível, Serena continua a ser a grande figura e venceu 3 dos 5 principais torneios: Austrália, Rolland Garros e Wimbledon. Referência à temporada de grande nível do português João Sousa: alcançou, em 2015, a melhor posição de sempre de um tenista português, ocupando o 33.º lugar da hierarquia mundial. Jogou 4 finais de Torneios ATP (Genebra, Umag, São Petersburgo e Valência), vencendo a última, em Valência, frente a Roberto Bautista-Agut. Pelo que estava a jogar na altura e pelo decorrer do jogo, ficou um amargo de boca na Rússia, frente a Raonic, depois de ter vencido o segundo set num jogo em que o gigante canadiano aproveitou o forte serviço e a maior consistência mental para derrotar o português. Sousa é o único tenista português com 2 vitórias em Torneios ATP e, no próximo ano, tem tudo para consolidar a sua posição no ténis mundial. Está cada vez mais completo (pode melhorar no nível do seu serviço) e a sua pancada de direita, em dias bons, tem-se revelado mortífera.
No Basquetebol, quem mandou foi Stephen Curry. Foi o melhor jogador da NBA, levou os seus Warriors “ao colo” (com uma preciosa ajuda do seu Splash Brother Klay Thompson e do completíssimo Draymond Green) até ao título e começou a nova época a todo o gás. Curry é o típico base marcador de pontos tão apreciado pelos americanos. Os românticos do basquetebol europeu dirão que podia dar um grande jogador na posição 2. Não parece ser uma boa solução para Curry. Ao contrário de outros (sim, Westbrook, é contigo), Curry é um base que, apesar de ser um extraordinário marcador de pontos, mantém intactas as características essenciais de um base. Sabe passar, acalmar o ritmo do jogo, seleccionar os momentos de atacar o cesto e não “exagera” nas investidas individuais. É um jogador muito completo e tem tudo o que o melhor jogador da NBA tem de ter.
No atletismo, mais do mesmo. Usain Bolt é dono e senhor das pistas nas provas de velocidade (é curioso como provas que duram apenas cerca de 10 segundos são as mais mediáticas). Nos Mundiais de Pequim, Bolt voltou a “passear“ nos 100 e 200 metros e ainda teve pernas para ajudar a Jamaica a vencer a estafeta 4×100 metros. O que mais impressiona em “Lightning Bolt” é a facilidade com que vence as provas. Parece sempre que a concorrência não lhe exige 100% da sua capacidade. A somar a isto, poucos não acharão piada à postura extrovertida e descontraída do jamaicano. Estaremos perante o desportista mais dominante de sempre? Caros amigos, um dia vão poder dizer aos vossos filhos e netos “eu vi Bolt, meus jovens, eu vi Bolt!”.
Passando aos desportos motorizados. Lewis Hamilton revalidou o título de 2014. Não tem uma boa relação com alguns adversários e já cometeu erros infantis em corrida. Apesar disto, tem sabido explorar muito bem o seu Mercedes. Tem o melhor carro, é certo, e isso na Fórmula 1, infelizmente, é cada vez mais determinante. No WRC, Ogier domina após a saída de Sébastien Loeb, piloto que se retirou depois de vencer 9 campeonatos seguidos. Ogier, com o seu Volkswagen, venceu o tri-campeonato e já se coloca a possibilidade de outro domínio semelhante ao de Loeb, embora, como diz o povo, “ainda tenha de comer muita sopinha”. Já o MotoGP foi emocionante até à última corrida. Desilusão na Honda: Dani Pedrosa cedo ficou fora da luta pelo título e Marc Márquez, o campeão da época anterior, acabou por ficar, também ele, fora da luta. No entanto, não ficou fora das decisões. Num episódio que muita tinta fez correr, Márquez acabou por ser um dos protagonistas da recta final da época. No GP da Malásia, Márquez envolveu-se num duelo em pista com Valentino Rossi, que acabou com o espanhol no chão, após o empurrão de Rossi, valendo uma penalização a Valentino na corrida seguinte. Rossi alegou que Márquez estava a condicionar e atrasar, deliberadamente, a sua corrida. Já o espanhol alegou que estava a poupar pneus e, na verdade, não fez nada “ilegal”. Polémicas à parte, factos são factos: tenha ou não razão em acusar Márquez de conduta antidesportiva, Rossi empurrou Márquez de forma deliberada e isso, para além de colocar em causa a integridade física do espanhol, é um comportamento inaceitável. Já a acusação de Rossi a Márquez, embora pareça justa, é difícil de comprovar factualmente. Com tudo isto, beneficiou Jorge Lorenzo, o novo campeão do Mundo. Com a “ajuda” do compatriota Marc Márquez e da penalização a Rossi, Lorenzo sagrou-se, na última corrida, campeão do Mundo. A paixão e espectacularidade de Rossi foram vencidas pela sobriedade e consistência de Lorenzo. A próxima temporada será escaldante. No Moto2, Johann Zarco dominou. Venceu 8 corridas e só não ficou no pódio em 4 corridas. Boa época de Tito Rabat que, com mais sorte, podia ter-se intrometido na luta com Zarco. Na categoria mais baixa, Danny Kent foi o campeão, com 6 pontos de vantagem sobre Miguel Oliveira, jovem português de Almada. Após um início de época inconstante, com alguns azares e com opções de corrida discutíveis, Oliveira “entrou nos eixos” e começou a dar espectáculo. Nas últimas 6 corridas venceu 4 e terminou as outras duas em 2º lugar. Desta forma, entrou na última corrida com hipóteses de ser campeão, embora precisasse de um milagre. Oliveira é fortíssimo nos duelos “em pista” e é dos pilotos mais fortes do ponto de vista técnico. A próxima época será muito importante para o português.
No Futebol, o trio MSN (Messi, Suarez e Neymar) encantou em 2015 e apenas Ronaldo se intromete na luta pela Bola de Ouro 2015 – que provavelmente irá para a estante de Lionel Messi. Ronaldo compensou a falta de títulos colectivos com mais uma época incrível em termos de finalização, Messi foi Messi e Neymar mostrou que é mais do que um “brinca na areia” – é admirável, e por vezes pouco valorizado, o trabalho defensivo e de esforço colectivo que Neymar desempenha, juntando-o à magia que sai dos seus pés e aos golos que, cada vez mais, aparecem na conta pessoal do astro brasileiro. Suárez é, discutivelmente, o melhor avançado do Mundo (não esquecendo o protótipo de “avançado perfeito” que é Lewandowski, nem um Aguero que em forma e sem lesões podia intrometer-se na luta de melhor jogador do Mundo). Ao contrário do que acontecia em Liverpool, Suárez podia limitar-se, em Barcelona, a ser servido pelos artistas da equipa e finalizar como tão bem sabe. Mas Suárez é luta, é esforço, é cair nas alas, é dar profundidade, é “morder os calcanhares aos adversários” e, sobretudo, é finalizar como poucos. Jogador magnífico.
Referência ao Futebol de Praia: Portugal sagrou-se campeão do Mundo, em Espinho, derrotando o Taiti por 5-3 (Madjer, Alan, Belchior, Coimbra e Bruno Novo, as 5 grandes figuras da selecção, fizeram os golos) numa final emocionante. Portugal conquistou, desta forma, o seu segundo título mundial e é, neste momento, o Campeão do Mundo e Campeão da Europa nesta modalidade. Para terminar o Desporto-Rei, uma nota relativamente ao futebol proveniente de terras lusas. Gabemo-nos: Portugal tem 3 atletas no topo do Futebol! Ronaldo no Futebol de 11, Madjer nº1 no Futebol de Praia e Ricardinho, o Rei do Futsal.
Quem gosta de patins e sticks, olhe para Carlos Nicolia. O jogador argentino do Benfica foi campeão do Mundo de Hóquei em Patins com a sua Argentina e foi o melhor jogador do torneio. Nicolia tem um talento incrível e é um deleite ter um jogador desta craveira no campeonato português, seja em que clube for. O mágico Nicolia, o melhor jogador do Mundo, faz lembrar Panchito Velásquez, outro “artista” do hóquei que passou por Portugal.
Nikola Karabatic, com uma bola de Andebol, continua a fazer coisas ao alcance de poucos. Apesar das suspeitas de ligações a resultados viciados, continua a ser o melhor jogador do Mundo e ajudou a França a vencer o Mundial.
No Rugby, foi o ano de Dan Carter e dos “All Blacks”. A Nova Zelândia conquistou o seu terceiro título mundial e perfila-se como a grande dominadora do Rugby actual. Resta saber como vai reagir ao abandono de Dan Carter, lendário médio de abertura, que se retira da selecção depois de ter ajudado o seu país a vencer o Mundial. Na final, numa despedida épica, Carter foi decisivo e recebeu o prémio de Man of the Match, juntando-o ao galardão de jogador do ano para a IRB. Nota ainda para a despedida de sonho de um dos melhores jogadores de todos os tempos, o lendário Richie McCaw.
Na natação, tivemos Mundiais. E ainda com Phelps a preparar os JO, Sun Yang, Florent Manaudou, Ryan Lochte, Chad le Clos e László Cseh mostraram, nos mundiais, que continuam no topo da natação e contam, agora, com a companhia dos jovens Adam Peaty (atenção a este rapaz) e Mitch Larkin. No sector feminino, Katie Ledecky, jovem prodígio de 18 anos, aproveitou a má forma da também jovem Missy Franklin para vencer 5 medalhas de ouro. Emily Seebohm e Sarah Sjostrom também estiveram em bom plano. Teremos uns Jogos Olímpicos 2016 muito interessantes na Natação.
No ciclismo, vénia a Chris Froome. O britânico dominou na prova das provas, o Tour, deixando a concorrência a muitos minutos, mas em 2016 vai ter de lidar com Aru, que acabou 2015 com uma grande vitória na Vuelta.
Por fim, referência a dois ícones do Desporto. Kobe Bryant, uma das figuras da NBA, anunciou a sua retirada no fim desta época, após duas temporadas fracas (Kobe, Kobe…bem te disseram para saíres mais cedo!). Apesar de a idade já estar a pesar, Kobe é um jogador lendário e a sua paixão e entrega ao Basquetebol nunca serão esquecidas (quem não leu a carta de despedida de Kobe, não sabe o que perde!). Para terminar, menção a Johan Lomu, um dos melhores jogadores de Rugby de todos os tempos. Faleceu em Novembro, deixando a Nova Zelândia e o mundo do rugby mais pobres.
Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar com o VM aqui!): Diogo Oliveira



0 Comentários
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Messi é o Nicolia do futebol este é o maior elogio que posso fazer a Carlos Nicolia.
Daniel Alves
Nole, Curry e Nicolia: I Salute you!
Nuno
Mt interessante a referência aos 3 artistas do futebol: ronaldo, madjer e ricardinho. Somos 10 milhoes e tems 3 atletas no topo do desporto-rei. Incrível!
Nuno R
Se falam no Curry, há que falar no Gasol mais velho, que levou a Espanha ao título Europeu de 2015.
No andebol, uma menção ao finalista vencido do mundial… uma verdadeira sociedade das nações, um exército de mercenários seleccionado e treinado para um fim.
Na LC da EHF, o Barcelona reconquistou o título após 3 anos deste na Alemanha
Adolfo Trindade
Com Karabatic a liderar. O barbas limpa tudo no Andebol.
Nuno R
Algum exagero na forma descontraída como Bolt venceu os 100mt, pois foi muito apertado pelo Gaitlin.
Menção para a Schippers nos 200mt, e para a prova de 400 planos masculino, talvez a melhor de sempre no global.
No atletismo, faltou (falta sempre algo…) menção ao escândalo do doping que se abateu sobre a Russia, e Quenia.
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Não se esqueçam de que Gatlin usa dopinv ao contrário de Bolt.
É impossível um velocista ser mais rápido aos 34 anos do que aos 25 anos.
João Lains
Antes do Sani Brown, tens logo outros dois jovens na calha, o Brommel e o canadiano. Não me recordo do nome.
Nuno R
Não é uma crítica, é uma constatação.
Fazemos listas "mentais" do que mais importante aconteceu no ano, seja no que for, e depois lembramo-nos sempre de algo.
Por falar nisso… Mayweather-Pacquiao ficou por mencionar, bem como a vitória do Tyson Fury
Anónimo
Acerca do atletismo faltou falar no menino prodígio,o japonês Sani Brown, que com apenas 16 anos participou nos mundiais de Pequim. Será o próximo Usain Bolt? Talento não lhe falta.
Tiago M
Nuno
Nuno, eu acho que o bolt nessa prova nao deu mais por excesso de confiança. é verdade que o gatlin ia fazendo a gracinha e se conseguisse a culpa seria do bolt. pareceu claramente que o bolt conseguia dar mais se quisésse. fiquei com essa sensação.
de resto concordo especialmente com a parte de faltar sempre algo. neste tipo de analises é impossivel falar de tudo e ha sempre uma ou outra coisa que fica a faltar. mas como ja disseram aqui, acho q é um texto muito bem conseguido nomeadamente pelo conhecimento tao vasto de tantos desportos. e concordo que o escandalo de doping tambem devia ter sido mencionado
João Lains
Djokovic, o desportista do ano.
Noutro âmbito, e porque a Bola de Ouro se aproxima, para o L'Equipe:
1 Messi
2 Neymar
3 Suárez
4 Ronaldo
5 Lewandowski
6 Muller
7 Neuer
8 Iniesta
9 Griezmann
10 Pogba
11 a 23 Aguero, Vidal, Verratti, Buffon, Alaba, Rakitic, de Bruyne, Mascherano, Hazard, Tevez, Alexis, Thiago e Modric.
70 Gaitán
100 Brahimi
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Para mim o desportista do ano foi Usain Bolt.
Não deve ser nada fácil vencer um bando de norte americanos suspeitos de doping.
João Lains
Luís, ele surge logo de seguida, em 24º, mas poderia perfeitamente estar aqui, pr exemplo no lugar do Verratti
Anónimo
Eu acho este top 10 realista, mesmo atendendo ao facto de que poderia haver algumas mudanças no mesmo de acordo com as preferências de cada um. Agora o que me parece uma grande falha é a inexistência de Sergio Busquets no top 20. Quer se goste ou não dele, é preciso reconhecer que é o melhor do mundo na sua posição. E tendo em conta a importância que tem no Barcelona – equipa que venceu 5 dos 6 títulos em disputa -, parece-me mais do que óbvia a sua presença pelo menos no top 20.
Luis Pereira
João Lains
O Verratti é o único que me parece uns lugares acima do que realmente deveria estar. Não tinha espaço nos meus 23. Müller para mim é top 10.
Nuno
João, consideras que Verrati e Muller merecem lugares tão em cima? Eu desceria o Muller 3 ou 4 lugares e o Verrati poria claramente atras do thiago, modric, hazard, alexis, alaba, bruyne, rakitic…
Ricardo Dias
Acho que este top ajuda a responder ao user luis costa pereira. o "menino" e o "piada" está em 3º lugar. icardis, moratas e companhia limitada, onde estão?
Chico20
Curry não é dominador ? É um jogador tremendo ainda no jogo em Dallas em que curry não jogou se viu a falta que este grande jogador faz.
Anónimo
Ainda e cedo para dizer se o nole vai chegar a ser o melhor de sempre.
O proximo ano no tenis promete. Djokovic dificilmente ira fazer uma temporada igual a passada e temos um nadal em crescendo. Apostava nele se tivesse de dizer o numero um no final do ano.
Francisco Barros
Octávio Alvarez
Bom texto, mas carece de uma correção no "meu" desporto, o Rugby. Cárter não se retirou, jogará no Racing Metro de Franca, e saindo do seu País fica automaticamente excluído dos All Blacks. Quem abandonou o Rugby em definitivo foi o mítico capitão Richie Mcaw, único jogador da história a ssgrar-se bi-campeão mundial como capitão de equipa. Um abraço e obrigado pelo excelente texto.
Diogo Oliveira
Obrigado eu pela correcção. Pensei que ele ia mesmo abandonar a competição (o que seria, na verdade, um desperdício). Abraço
João Jesus
Na parte dos golden state falhou claramente a referencia ao iguodala, jogador que conseguiu travar o lebron James na final
Nuno
e mais do que isso, penso que aqui a referência era à figura da época. o iguodala foi mediocre durante a temporada, nao seria justo colocá-lo na referência às figuras do ano, apenas porque defendeu o lebron na final
Tomás A.
Conseguiu travar?? deve ter sido por aí os 35,8 pontos… dificultar é diferente de travar, já para não falar que tanto barnes, como green, e ainda thompson defenderam o lebron.
Ricardo Dias
Muito bom artigo. Conhecimento vastíssimo e aprofundado, brilhante! Só não concordo com a parte do Rossi. O Marquez foi um garoto e o que ele fez ao Rossi não se faz
Nuno R
Ainda há pouco vi um vídeo do acidente, e o Marquez dá uma guinada na direcção do Rossi, um chega pra lá, presumo que para o assustar (ou provocar), ou para o obrigar a mudar de direcção. Se eu estivesse no lugar do italiano e visse um espanhol a (mesmo que a fingir que) lançar uma mota contra mim, sim, levava uma patada (até porque se sujeita ele a mandar um malho). E no fim da corrida levava mais umas quantas.
Nuno
Nuno R, nao sei se os pilotos culparam ou nao o Marquez mas eu acho muito estranha a onda que se criou de retirar culpa a um piloto que empurrou o outro. o proprio Nuno está a reconhecer que ele se "passa e dá o toque". a partir do momento em que dá o toque de forma deliberada, tem de ser penalizado, ponto. o que se pode discutir é se a atitude anterior do Marquez merecia penalização, isso podemos discutir e admito que se possa considerar essa hipotese para um comportamento antidesportista por parte do Marquez. agora desculpar o Valentino (e sou um fã incondicional dele) nao me parece que faça sentido porque colocou em risco a segurança de um adversário
Nuno R
Aquilo o quê?
Eu vi uma ultrapassagem mal feita e o Rossi a manter a trajectória. O Marquez vai para dentro, apertando o Rossi… que depois se "passa" e dá o toque. Mas em termos de manobra perigosa (não digo ilegal, porque…), é tudo Marquez.
E pelo que li, boa parte dos pilotos culpou o espanhol
Rodrigo Ferreira
Goste-se mais ou menos do Márquez e, consequentemente, do Lorenzo, a verdade é que o Rossi não podia ter feito aquilo.
Anónimo
Grande texto! tanto conhecimento numa so pessoa. parabens! quem me dera ter tempo suficiente para ver tanto desporto. tenho um amigo que tambem e uma especie de enciclopedia do desporto e nao percebo como e que estas pessoas teem tanto tempo para ver desporto e cultivar tanto conhecimento. nao trabalham ou nao estudam?eheh fora de brincadeiras, excelente artigo
Ricardo Garcia
Rodrigo Ferreira
Djokovic ou Curry. Lorenzo é o anti-herói.
cards
Melhor do ano USAIN BOLT.
Nuno
dizer que existem muitos jogadores de nivel semelhante é um exagero tremendo. o curry tem mostrado que é unico. eu percebo o seu comentario no sentido em que no basket é dificil haver um domínio tipo bolt no atletismo ou phelps na natacao. nesse sentido percebo. mas nao é justo reduzir a qualidade do curry apenas por na nba haverem mais jogadores de topo
pedro poeiras
curry nao concordo. nao acho que mereça estar neste patamar. nao é assim tao dominador, na minha opiniao. sobretudo porque no basket existem muitos jogadores de nivel semelhante
Anónimo
Suarez melhor avançado? que piada! o homem é um arruaceiro e nem e bom finalizador. ao lado do Lewa é um menino
Luis Costa Pereira
Anónimo
o suarez cria mais problemas do que resolve. se pudesse montar um plantel, nao o queria. alem disso continuo a dizer que falha muitos golos e nao é eficaz. dizerem que é o melhor do mundo so da vontade de rir
Luis Costa Pereira
Mister JóJó
Higuain ao nivel de Suarez, só se for na playstation…..E já era bom.
Ricardo Dias
Não sei se isso é criticar por criticar ou se é pura parvoice mas dizr isso do Suarez não tem sentido nenhum
Adolfo Trindade
46 golos , 22 assistências. E sem penalties. Tenha um pouco de noção.
Miguel Costa
Eu nem me acredito que mencionou o Higuain, quanto mais Icardi's desta vida. Colocá-los ao nível do Suarez é uma atrocidade.
Anónimo
Adoro o campeonato italiano e só lá existem muitos melhores ou pelo menos do nivel de Suarez: higuain, morata, mandzukic, icardi…é so escolher
Luis Costa Pereira
Daniel Alves
Completamente em desacordo consigo. Embora ele se meta em confusões que nem se consegue explicar, e isso eu condeno e era dar-lhe um banano quando ele faz isso, eu adoro o estilo combativo dele e acho que embora o Lewandowski possa ser melhor, não é assim tão melhor que o Suarez lhe fique a dever alguma coisa. Junte os 2 e isso sim que dupla seria
Ricardo Dias
Suarez é um menino? Enfim, as coisas que se lêm por aqui… Suarez é fantástico, apesar do seu feitio explosivo
Anónimo
Desculpe? Deve estar a brincar! Suárez é um finalizador nato! Dos melhores! Pode achar que o Lewandowski é melhor mas dizer que o Suárez é um menino, é ridículo.
Ricardo Garcia
Anónimo
Muito bom artigo, porém o parágrafo dos desportos motorizados está muito "pesado". Na minha opinião, se tivesse de eleger um destes atletas, iria por Djokovic. A forma como ele tem dominado o ténis nestes últimos anos é assombrosa. Bolt também é um sério candidato, mas dado o número de competições em que participou e tendo em conta que em 2016 pode voltar a fazer história nos Jogos Olimpicos – e merecer de forma óbvia a distinção de atleta do ano -, manteria a escolha Djokovic.
Luis Pereira
Anónimo
Concordo com tudo. o facto de haver tres categorias no motogp acaba por tornar aquela parte mais "pesada". mas em termos de conhecimento e de escrita, 5 estrelas. grande texto. quanto ás referencias, subscrevo. djokovic é a minha escolha
João Dias (Não o tuga-defensor)