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Pacers ainda mais fortes; Suns a surpreender; Cleveland e Minnesota a desiludir

A NBA entrou esta semana na segunda parte da época, após o interregno para o Jogo All-Star. Também nesta semana encerrou o período de transferências, pelo que é uma boa altura para se fazer um ponto da situação no que diz respeito à temporada. Antes de mais, salta à vista a discrepância entre as duas conferências; e se é verdade que a corrida para os oito finais está ao rubro em ambas as costas, não é mentira nenhuma referir que a diferença de qualidade é gritante. No Este, apenas quatro equipas possuem marca acima dos 50%, enquanto que Memphis, com um record de 30-23, se encontra de momento fora dos playoffs. Veremos como a época se desenrola, mas a continuar assim, as vozes que pedem uma reformulação (com o apuramento dos 16 melhores, venham de onde vierem) vão ter de começar a ser levadas a sério. No Este, Indiana e Miami estão sós numa luta a dois, Toronto e Chicago parecem firmes, enquanto que atrás tudo pode acontecer, já que apenas 5 vitórias separam Washington (5º) de NY (10º). No Oeste, OKC (com Durant em grande, e a liderar a corrida para MVP, não obstante a ensaboadela desta noite) segue na frente, tendo os inevitáveis Spurs (que têm tido uma série de lesões impressionante) atrás de si. Memphis e Minnesota estão de momento fora do comboio, mas ainda estão na luta. Vamos então aos destaques da temporada, começando pelos positivos:

Phoenix Suns – os comandados de Jeff Hornacek deviam ser o capacho da Liga, mas seguem de momento com uma respeitável marca de 32-21 (mais impressionante se pensarmos que Bledsoe tem estado afastado). O grande destaque vai para Goran Dragic, que tem feito uma temporada a nível All-Star, mas estamos claramente perante um caso em que o colectivo bate a soma das individualidades.
Toronto Raptors – a ideia parecia ser reconstruir (a troca de Gay era mais uma prova), mas os canadianos parecem lançados para um inesperado regresso aos playoffs. Com Lowry e DeRozan em grande, comandam a sua divisão, e podem até conseguir uma das quatro posições de topo.
Portland Trail Blazers – já se sabia que os Blazers iriam ser um caso sério no Oeste, mas não se esperava que andassem tão em cima (a lesão de Aldridge fê-los quebrar um pouco). O cinco inicial é constituído por jogadores que se complementam na perfeição, e uma temporada de excelência da dupla Aldridge-Lillard também ajuda.
E os negativos:
NY Knicks – se o principal objectivo da época era manter Carmelo feliz, então, prova não superada. Os Knicks são um saco de gatos, com os jogadores a acusarem-se uns aos outros de falta de vontade, a que se juntam lesões, castigos, tweets e uma defesa quase que inexistente. Ainda por cima, o defeso foi falhado, pois era clara a vontade de adicionar ao grupo um base de outro nível. NY tem sido uma das piadas do ano, não obstante os esforços individuais de Anthony.
Cleveland – os Cavs foram um dos campeões do defeso, e não desistem de se reforçar (com Deng), mas a anarquia parece sobrepôr-se ao talento. Mike Brown tem enfrentado literalmente um conjunto de insurreições, a confusão é total, há rumores de trocas e jogadores encostados, para não falar no resultado da Bynum-experiment.
Minnesota – os Wolves nem se podem queixar de lesões, mas o facto é que estão bem abaixo do esperado. Love é Love, e até se tem portado bem, mas o resto do elenco tem sido demasiado flutuante. Martin e Pekovic são inconstantes (já a defesa tem sido consistentemente fraca), e Rubio tarda em afirmar-se como elite, para lá do facto de não conseguir acertar no cesto mesmo que tivesse um GPS.
Milwaukee – se o objectivo era o tanking, então a missão foi cumprida na perfeição. Pior record da NBA, um ataque miserável, e uma dupla (Knight-Mayo) que faz os adeptos sentirem saudades dos tijolos de Ellis-Jennings. O rookie Antetokounmpo tem sido um dos poucos pontos positivos.

Em termos individuais: a corrida para MVP parece ser entre Durant e James. O homem de OKC, líder em marcação de pontos, leva vantagem, até porque tem carregado às costas os seus Thunder, mas King James parece querer acelerar na parte final da temporada. No que respeita aos rookies, destaque para Michael Carter-Williams e Trey Burke, que juntamente com Oladipo, têm sido os únicos a darem nas vistas a alto nível, sendo que um dos três será o ROY. Para defensor do ano os candidatos são os do costume, Hibbert, George,ou Noah, mas o prémio deste ano pode ir para as mãos de Anthony Davis. Davis é também um dos muitos candidatos a MIP, se bem que tem forte concorrência de Andre Drummond (também um defensor a considerar) e de Lance Stephenson, que parece levar ligeira vantagem. Já para melhor suplente, Taj Gibson é um nome a ter em conta, mas há que contar com Jamal Crawford, Ginobili e Reggie Jackson (com o regresso de Westbrook volta ao banco). Para melhor treinador, o prémio não deve fugir a Jeff Hornacek.

No que diz respeito às transferências, o último dia trouxe muitos negócios, como de costume, mas nenhuma troca de monta. Os rumores à volta de Rondo não se concretizaram, e os Knicks não conseguiram trocar Shumpert pelo desejado PG. Os vitoriosos da noite acabaram por ser os Pacers, que finalmente trocaram Granger, recebendo de Philadelphia Evan Turner e Lavoy Allen. O SG-Sf vindo dos 76s terá como função ajudar a segunda linha a marcar pontos (ainda um ponto menos forte de Indiana), aumentando ainda mais o conjunto de soluções ao serviço de Frank Vogel. A questão está em saber se o antigo nº2 do draft perde o individualismo e joga mais com e para o colectivo; já Granger vai passar umas férias em Philadelphia antes de se tornar FA. Os Lakers continuam a limpeza, enviando Steve Blake para Golden State (bom suplente para Curry), enquanto que os Nets engordaram ainda mais a sua folha salarial apostando em Marcus Thornton para marcar pontos a partir do banco, enviando para Sacramento Terry e Reggie Evans. Quem não desiste é Cleveland, que foi buscar o subvalorizado Spencer Hawes (deram em troca Earl Clark, uma desilusão, e picks), enquanto que Denver resolveu o problema do castigado Andre Miller, mandando-o para Washington. Os jovens Vesely (Denver) e Maynor (Philadelphia) podem dar assim segundo fôlego às suas carreiras. Concluindo, foi uma noite aquém do esperado, já que os rumores eram muitos e variados, facto a que pode estar associada a pouca vontade dos clubes em prescindir de picks no draft que se avizinha.

Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar no VM aqui!): Nuno Ranito

0 Comentários

  • kafka
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 11:02 pm

    Pouco mais há a acrescentar ao execlente post do Nuno…

    Só acrescentar que não concordo nada com essa ideia da alteração das regras e passarem a ír os 16 melhores, só por neste momento o Este estar mais fraco, pois isso é apenas uma situação momentânea nada mais que isso…a Nba tem 67 anos, não tem 67 meses de vida, e portanto não é só por em determinado momento o Oeste estar melhor que já se muda tudo, até porque bem vistas as coisas o Este tem mais titulos que o Oeste, mais precisamente 37-30 para o Este, para além o do Este ter o recorde de 12 vitórias consecutivas, quando o Oeste o máximo que conseguiu até à data foi ter 7 vitórias consecutivas das suas equipas…portanto essa tentativa de desvalorização do Este, só porque neste momento estão pior é descabida na minha opinião

    PS: com inicio da 2ª metade da época, mantenho a opinião do inicio da época, será uma final Pacers-Thunder

    • Jeremy
      Posted Fevereiro 22, 2014 at 2:10 pm

      Kafka a ideia do Draft em si não está mal pensada, o problema é que depois tens equipas a enfraquecer -se de propósito, deixando sair bons jogadores por nada, para piorar a sua situação na tabela e assim arranjar uma melhor colocação no Draft. Já chegou a acontecer algumas equipas jogarem com os piores no fim para tentarem perder, ou dizer que um jogador está lesionado quando não é verdade.

      Há tempos saiu uma ideia de um sistema alternativo mais interessante: a 1º ronda do Draft são 30 escolhas, uma por equipa, esta nova ideia era fazer um sorteio para que cada equipa tivesse a 1º pick num ano, tendo no ano a seguir a pior, depois ia tendo uma pick mais alta e outra mais baixa intercaladamente, até em 30 anos cada equipa ter todas as 30 pick da 1º ronda.

      Assim cada equipa partia de situações parecidas quanto ao draft e não se premiavam equipas com 1ª escolhas por serem terríveis e principalmente não vias ninguém perder de propósito.

    • kafka
      Posted Fevereiro 22, 2014 at 12:30 pm

      Uma das magias (na minha opinião) dos desportos Americanos é precisamente devido ao draft e ao facto ser quase impossível haver dinastias "eternas", pois todos os anos, os futuros melhores jogadores vão para as piores equipas e não para as melhores, o que gera o equilibro, e só com equilíbrio uma competição gera interesse à sua volta…

    • kafka
      Posted Fevereiro 22, 2014 at 12:25 pm

      Jeremy, aceito o teu argumento de hoje em dia de facto ser muito mais fácil e rápido as viagens de avião e como tal já não fazer muito sentido a divisão entre Este e Oeste, admito estar errado na minha visão, e ser mais justo irem os 16 melhores e não 8 de cada conferência..

      Já quanto ao Draft, ai é que não concordo de todo, porque o Draft da forma como está, visa exactamente o equilíbrio entre todas as equipas, e só assim várias equipas com menos nome conseguiram sair do anonimato, como por exemplo dos Bulls, que até terem ido buscar o Jordan (3º escolha do draft) eram uma equipa medíocre de fim da tabela e não saiam disso, e foi através desse draft que conseguiram fazer e ganhar o que ganharam…

      E tens vários exemplos, os Cavaliers antes do Lebron, nem aos playoffs iam e depois foram à final com ele…os próprios Thunder (na altura que escolheram o Durant ainda se chamavam Sonics) estavam péssimos e evoluiram imenso com o Durant e posteriormente Weestbrook…

      Acabar com o Draft nestes moldes de beneficiar os mais fracos, era tornar a NBA em algo muito parecido com a Europa, onde ganham sempre os mesmos, em todos os campeonato, até no Inglês que é o mais competitivo no fim de cada temporada pese o equilibrio existente, ganham sempre as mesmas equipas

    • Jeremy
      Posted Fevereiro 22, 2014 at 2:03 am

      Não concordo com a ideia de manter as conferências, para mim as 16 melhores equipas da Liga deviam ir aos Playoffs.

      Por exemplo este ano do Este só Miami e Indiana seriam qualificadas no Oeste, acho extremamente injusto equipas como Memphis ou Minesota que no Este estariam a lutar pelo 3º lugar não irem aos Playoffs por estarem na conferência errada…

      É que depois jogadores como o Love (que é um dos 5 melhores da Liga) ficam marcados por nunca terem ido aos Playoffs e põe a sua qualidade em causa, se ele jogasse no Este este ano teria ido aos Playoffs, passava a primeira ronda 'na boa' e assim os Timberwolves teriam mais possibilidades de o manter.

      Como a sua equipa joga no Oeste é apelidado de fracassado o que o vai levar a sair dos Timberwolves e assinar por uma equipa com mais nome (Lakers) para ter possibilidades de ganhar e assim ser considerado um dos melhores, como já merece.

      Essa era uma das coisas que mudava na NBA, outra era acabar com a Lotaria do Draft, não faz nenhum sentido as piores equipas receberem os melhores Rookies por serem fracas, pois estamos a premiar a falta de qualidade…

      O Este já vem sendo mais fraco que o Oeste há muito tempo (desde 99 pelo menos), é altura de as melhores equipas passarem há fase seguinte, até porque com as viagens de Avião cada vez mais fáceis e simples é mais fácil viajar dum lado ao outro da América.

      As conferências tinham lógica há 30 anos atrás (mais dificuldade em viajar), atualmente não fazem sentido…

      É que as equipas do Este têm outra vantagem, jogarem 70% das vezes entre si, o que inflaciona os seus Records pois jogam mais vezes com equipas mais fracas, para mim tudo o que promova a igualdade de oportunidades na NBA é bem vindo…

  • Rui
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 7:53 pm

    Bom texto mais uma vez Nuno, parabéns!

    Deixo apenas uma nota. Para mim, considerando todos os factores, os Bulls são uma das grandes supresas. Se já tinhamos percebido no passado que podiam viver sem o Rose, durante a regular season (os play-offs são outra história, naturalmente), agora ficamos também a saber que também podem viver sem o Deng.

    Pessoalmente e do pouco que consigo acompanhar, uma vez que a vida profissional não permite ver os jogos, quando vi a troca com os Cavs assumi que o objectivo era o tanking, pensando no draft e na libertação de espaço salarial para o futuro, mas ou estava redondamente enganado, ou o espírito de Noah e companhia não permite jogar para perder.

    • Jeremy
      Posted Fevereiro 22, 2014 at 2:11 am

      Uma equipa com um treinador como o Tom Tibodeau será sempre competitiva pois ele é com Popovich o melhor da liga…

      Eu até acredito que o objectivo dos diretores dos Bulls fosse ficarem mais fracos para apanharem um jogador melhor no Draft, mas com aquele treinador não é possível…

      Mete-me uma certa impressão ouvir as críticas do Luís Avelães (que é adepto dos Bulls) na Sporttv ao treinador da sua equipa, mas ele também pensa que o Boozer é um grande jogador por isso já não ligo muito ao que ele diz…

      Ele tem um problema em relação ao Basket, pensa que só conta o ataque e esquece-se que defender é tão importante como atacar…

      Por isso acha que o Boozer é bom (quando ele é um bom jogador ofensivo mas defensivamente é dos piores da NBA) e que o Tibodeau é mau (quando ele é um génio defensivo).

  • Jeremy
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 5:07 pm

    Algo que me esqueci de destacar: Estamos a ver o ocaso de um dos melhores bases de todos os tempos e para mim o jogador mais espetacular (nada a ver com melhor, simplesmente o mais interessante de assistir) que vi jogar: Steve Nash, é pena para a NBA, mas os anos passam e o Nash já tem 40.

    O que é triste é ele acabar assim, cheio de lesões e sem poder jogar, quando ainda há 2 anos foi All Star…

    Bom post

    • Jeremy
      Posted Fevereiro 22, 2014 at 1:47 am

      Quando comecei a acompanhar a NBA (2006) o Jordan já não jogava, mas pelo que vi dele não acho que fosse ser o meu jogador preferido de ver jogar….

      Adoro jogadores que pensem primeiro em passar e que façam os outros jogarem… Sou assim em todos os desportos.

      Por isso é que prefiro LeBorn a Kobe (apesar de adorar os seus lançamentos impossíveis)…

      Outro aspecto é que tenho sempre a tendência em torcer pelos jogadores que apesar de não serem grandes atletas pela inteligência com que jogam conseguem superar aqueles que saltam para fora do Pavilhão.

      Por isso é que acho que Nash, Ginobili, Chris Paul, Curry, Love ou mesmo o Gasol são jogadores que percebem mais o que é o Basket que Super Atletas como o Blake Griffin ou o Howard…

      Mas quando juntas uma grande inteligência a jogar, a grandes qualidades físicas inatas tens monstros como Kobe, LeBorn ou Durant, que são jogadores fascinantes, mas a mim pessoalmente dá me para torcer por aqueles que têm um bocado de menos atleticismo mas que sabem sempre o que têm que fazer em campo e que jogam em equipa…

      Sobre a altura do Jordan acho que se visse Basket nesse tempo os meus jogadores preferidos seriam o Bird e o Magic pois eram mais completos a atacar (pensavam sempre primeiro em assistir do que em marcar pontos) que o Jordan, só que o Jordan era o melhor de todos os tempos a marcar pontos e na defesa e assim tornou-se o melhor de sempre (de longe)….

      Voltando ao Nash, será sempre o meu jogador preferido, pela sua personalidade (nada vedeta) e por aquelas equipas dos Suns com Mike D'Antoni terem sido as que jogavam um Basket mais espetacular que vi (pena nunca terem sido campeões).

      Até no futebol o Nash partilha das minhas ideias (fanático do Barça e do Messi)…

    • kafka
      Posted Fevereiro 21, 2014 at 10:47 pm

      Percebi a distinção entre melhor e espectacular, mas mesmo assim na tua opinião era mais espectacular que o Jordan? não concordo, para Jordan foi não só o melhor como também o mais espectacular..

  • Jeremy
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 5:00 pm

    Antes de mais destacar a grande diferença de qualidade entre as 2 conferências, no Este só Miami e Indiana iriam aos playoffs (até porque os records de Este estão inflacionados por estas equipas jogarem 70% das vezes com equipas do Este), acho que é urgente mudar para os melhores 16, é uma pena que equipas como Minesota não vão aos Playoffs e outras como os Bobcats vão quando são incomparavelmente mais fracos.

    O MVP é Durant, tem jogado a grande nível e comandou a equipa ao top da conferência Oeste sem Westbrook, para mim o defensor seria Hibbert (basta ver a percentagem de lançamentos dos adversários perto do cesto com ele perto) e o MIP seria o Stephenson (tem tido grande preponderância no ataque de Indiana) ou até o Parsons de Houston (jogador que faz tudo bem), 6º homem para Ginobili e rookie para o Oladipo.

    Treinador daria ao dos Suns, um bom indicador da qualidade do seu trabalho é que os 'peritos' de Vegas colocaram o Over-Under de vitórias da equipa em 16, vamos a pouco mais de meio e já vão em 32 vitórias. Com o talento que tem é um grande feito.

    Os Suns são a grande surpresa da época junto aos Raptors, se bem que no caso dos Canadianos uma equipa que troca um jogador (Rudy Gay) que utiliza 30% das posses de bola (níveis do Iverson) e depois lança a menos de 40% só pode melhorar, mesmo que ele fosse de borla.

    Nos Suns Dragic merece todo o destaque, é um jogador fantástico, ao nível dos melhores bases da liga no ataque e defensivamente é bem melhor que alguns dos mais cotados como Curry, Lillard ou Parker.

    Para o título neste momento há 3 grandes candidatos: Indiana, Thunder e Miami, os Spurs podem chegar a este nível quando estiverem com todos os seus jogadores aptos. Mas no Oeste há sempre mais 3 ou 4 equipas que podem surpreender como os Clippers, Hoston, Golden State e mesmo Portland.

    Quanto ás trades: os únicos movimentos relevantes foram o Turner para os Pacers, que foi bom para Indiana pois Granger não parecia o mesmo de antigamente e Blake para os Warriors, bom movimento pois Crawford vinha a desiludir como base suplente e o Blake é um jogador que organiza bem o jogo e para além disso lança bem de 3. Eu como fã dos Warriors adorei esta trade, até porque podemos ver o que faz Crawford como segundo base, a sua posição natural, e apesar da fase regular estar a ser uma desilusão acredito muito nesta equipa nos Playoofs…

    Por último penso que os TimberWolves deveriam ter trocado o Love ontem, eles este ano já têm praticamente 0 hipóteses de ir aos Platoffs, ele acaba contrato para o ano e toda a gente sabe que ele irá assinar pelos Lakers. Acho que tinha sido uma boa oportunidade de ganhar algo por um jogador que vai sair sem dar nada em troca daqui a um ano, até porque como ele tem sido um dos melhores na NBA haveria propostas muito boas.

  • Dr. Bayard
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 4:10 pm

    Os Philadelphia 76ers conseguiram acumular um pick da troca com Indiana e outro da troca com Cleveland.
    No próximo ano com Carter-Williams mais evoluído, Nerlens Noel recuperado de lesão e os rookies…. Acho que vamos ter uma bela surpresa!

    • Jeremy
      Posted Fevereiro 22, 2014 at 2:20 am

      Os 76ers estão em grande situação para o futuro, pois podem ter no próximo draft duas escolhas na lotaria (a sua e a que veio de New Orleans numa troca fantástica por parte dos 76ers).

      Como o próximo Draft é segundo os especialistas um dos melhores de sempre podem acabar com 4 jogadores de grande futuro, Noel (que pode ser um grande defensor se manter o que fez na Universidade), Cater-Williams que tem tudo para vir a ser um base de grande qualidade e 2 jogadores de top no draft este ano.

      Se acertarem uma ou outra das muitas escolhas de segunda ronda e arranjarem 1 ou 2 role players como o Parsons (que foi escolhido também na segunda ronda) têm tudo para ter uma equipa competitiva por uma década.

      Também podem escolher outro caminho e juntar 2 ou 3 escolhas de draft e tentarem um jogador de top que queira sair da sua equipa: Love ou Irving por exemplo.

      Os Celtics e eles estão numa posição invejável para o futuro…

  • ranger
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 4:10 pm

    Grande texto, as usual

    Penso que os Pacers faziam melhor mantendo o Granger até final da época. E peço desculpa, mas os lakers tb têm de ser desilusão, mesmo com todas as contrariedades que não podem controlar.

    E que castigo é esse do Andre Miller?

    • Jeremy
      Posted Fevereiro 22, 2014 at 2:24 am

      O Miller não se dava com o treinador, por isso foi trocado.

      Os Lakers têm é que continuar a perder forte e feio para arranjarem um jogador de top no draft, não é bonito mas é assim que funciona a NBA.

      Eles para a equipa que têm (uma das piores da liga considerando que Nash e Kobe mal têm jogado) até estão a ter uma época positiva. O único jogador acima da média é o Gasol, o resto são jogadores que nas equipas razoáveis, já nem falo nas boas, seriam no máximo 7º ou 8º a sair do banco.

  • Fábio Teixeira
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 1:31 pm

    Só um reparo. Acho que o MIP não vai para nenhum jogador de 2º ano, pois é óbvio que a seguir à época de rookie, é a época de afirmação.

    • Jeremy
      Posted Fevereiro 22, 2014 at 2:26 am

      O Cousins sempre mostrou talento mas é inegável que está a ter uma evolução fantástica este ano…

      É só comparar as estatísticas deste ano com as dos anos anteriores.

    • Nuno R
      Posted Fevereiro 21, 2014 at 3:27 pm

      O Cousins sempre foi bom… e para mais, o seu rendimento não aumentou o record da sua equipa.
      A diferença está no nº de jogos que (não) tem perdido por castigos vários.

    • Fábio Teixeira
      Posted Fevereiro 21, 2014 at 2:35 pm

      Também acho que vai ganhar o Stephenson, mas eu cá dava-o ao Cousins.

    • Nuno R
      Posted Fevereiro 21, 2014 at 2:11 pm

      deve ganhar o stephenson.
      Mas de todos os prémios, o MIP, a par do treinador, é sempre o mais subjectivo (dentro de toda a subjectividade) tantos os argumentos usados

  • Tiago Silva (Dusan)
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 1:00 pm

    Grande época dos meus Suns. A ver se conseguem atingir os playoffs. Tivessem no Este e já estava garantido.

  • Xavier
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 12:16 pm

    Excelente análise

  • Ruben Pinheiro
    Posted Fevereiro 21, 2014 at 11:51 am

    Corrijam o record de Memphis que não está correcto. e falando desta equipa, mais semana menos semana estarão seguros na zona de playoff com possibilidade de ainda fazerem bom lugar, lá para 5º/6º

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