FC Porto 3-3 Paços Ferreira (Falcao 7´e 53´ e Hulk 41´; Pizzi 47´e 58´ e 86´)
Num dos melhores jogos do campeonato, FC Porto e Paços de Ferreira jogaram para o espectáculo, com grandes movimentações ofensivas e boas exibições de Beto e Cássio. Os dragões deixaram escapar a possibilidade de igualar o recorde do Benfica de Jimmy Hagan, pois Pizzi assim não quis.
O FC Porto entrou na partida mostrando toda a sua superioridade sobre o adversário, contudo, tal como fez ao longo da temporada, o Paços não se atemorizou e, sempre que podia, partia para rápidas transições ofensivas. Beto e Cássio foram bastante testados durante a primeira parte, contudo, Falcao e Hulk conseguiram enganar o guarda-redes brasileiro por duas vezes. A entrada para a 2ª parte trouxe um Paços bastante ofensivo, com Pizzi a marcar logo a abrir. O jogo ganhava mais emoção, no entanto, Falcao voltaria a marcar. O Paços nunca desistiu da baliza de Beto e Pizzi voltou a facturar, mas a expulsão de Nelson Oliveira aos 61 minutos poderia ter deitado tudo a perder. O FC Porto estava com a partida controlada, criava mais perigo no ataque, contudo, o endiabrado Pizzi completou o seu hat-trick com um grande remate de fora da área. Um resultado que premeia a atitude pacense, ao contrário dos azuis e brancos, que mostraram grande falta de concentração nos momentos decisivos da partida.
PS – André Villas-Boas fez o pleno, ou seja, nos 3 jogos em que cedeu pontos para o campeonato, criticou a arbitragem…
Rio Ave 1-2 Benfica (Braga 89´; Cardozo 8´e 28´)
Os encarnados controlaram grande parte da partida, numa exibição bem conseguida no ataque, mas com graves falhas de finalização e na defensiva. O Rio Ave jogou tudo na 2ª parte, mas já foi tarde. O jogo começou praticamente com o 1º golo dos encarnados, numa recarga de Cardozo a remate de Carlos Martins. O Benfica tinha o controlo do jogo, com mais jogadas de perigo e o paraguaio voltaria a facturar, desta vez com um excelente remate de fora da área. A baliza de Moreira estava bem segura, apesar das tentativas dos vilacondenses. Na segunda parte, assistiu-se à reacção do Rio Ave, com uma maior pressão sobre a defensiva encarnada. Gaitán e Coentrão, no ataque, ainda criavam grandes desequilíbrios, mas foi Braga a conseguir marcar nos segundos 45 minutos. O Benfica voltou a sofrer golos, mas garantiu uma vitória que se justificou pelos primeiros 45 minutos.

