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Pogacar não teve forças e Arensman bisou no Tour

Deu a ideia que Pog podia ter vencido 8 etapas, mas a verdade é que nas últimas 3 de montanha a UAE optou por não trabalhar para esse objetivo (bastava ter tirado tempo às fugas) e hoje, quando trabalhou, o esloveno, estranhamente, fraquejou. Também surpreendeu que Vingegaard não tivesse atacado mais cedo para chegar à vitória.

Thymen Arensman venceu a 2.ª etapa no Tour ao ser o mais forte em La Plagne. O neerlandês, da INEOS, atacou quando estava com Tadej Pogacar e Jonas Vingegaard, não teve resposta e acabou por ganhar uma margem que se revelou suficiente. Já Pogacar, que todos esperavam que atacasse, ainda perseguiu, mas não teve forças para discutir a vitória e ficou apenas em 3.º, depois de Vingegaard. Destaque ainda para Lipowitz, que foi 4.º e ficou assim com o 3.º lugar na geral no bolso.

6 Comentários

  • Novo Aguedense
    Posted Julho 25, 2025 at 4:00 pm

    Não é não teve forças, o homem chegou foi no limite porque puxou a subida praticamente toda. E já vai na 3ª semana, há sempre algum desgaste.
    Mas voltei a achar o dia enfadonho. Poucos ataques nos favoritos, salvou-se a tentativa do Gall (belíssimo 5º lugar da geral) e no final do Lipowitz.
    Boa arrancada do homem da INEOS.
    SL

  • DNowitzki
    Posted Julho 25, 2025 at 6:15 pm

    Quem andou a dizer que Pogi andou apenas a controlar e a brincar deve sentir-se um pouco meeeeeé hoje.
    *
    Vinge teve uma queda que, não sendo tão grave como a de Remco, afetou a sua preparação, e isso determinou o seu desempenho neste Tour.
    *
    Pogi esteve todo o ano em modo vapor e isso paga-se, como se está a ver. Diria, com todo o grau de especulação , que este Tour poderia ter sido muito mais aberto do que foi. Nesta terceira semana, esteve num nível bem abaixo do de entrada. Em que milénio o alemão acompanhava o esloveno nesta subida?

    • filipe19
      Posted Julho 25, 2025 at 8:30 pm

      Fui eu que disse e não estou arrependido de o ter dito. Eu sinceramente nem sei para onde queres ir com a tua argumentação. O Pogacar decidiu o Tour nos Pirinéus, deixou o Vingegaard a quatro minutos e meio, deixou todos os outros a anos luz na classificação e agora, nos últimos dias do Tour, alias, na última subida do Tour, o Vingegaard conseguiu se posicionar pela primeira vez à frente do Pogacar à chegada na meta e mesmo assim nem conseguiu ganhar um segundo a ele. Mesmo se o Lipowitz hoje tivesse atacado o Pogacar não tinha necessidade de ir com ele porque ele tem mais do que 11 minutos de avanço. A isso eu chamo gerir. Até me lembro do Armstrong ter ganho o tour só com uma etapa ganha, se não mesmo sem ganhar uma etapa, mas ai não tenho bem a certeza.
      Obviamente que após três semanas eles estavam desgastados mas nem com uma melhor preparação o Vingegaard alguma vez chega ao calcanhares do Pogacar e quando é que ele teve uma queda?
      Eu nem quero defender o Pogacar, porque simplesmente isto tudo cheira-me muito a mal, embora ele agora estar a mostrar sinais de ser humano, mas mesmo estando um nível abaixo da entrada, o que é só lógico apenas três semanas, o Vingegaard, e nenhum dos outros da classificação geral, tiraram alguns segundos ao Pogacar e é isso o que importa. Hoje o Vingegaard devia ter dado tudo e não o conseguiu, daí o Pogacar foi sempre no seu ritmo a ver o que os outros fazem. Sem estresse sem nada.

  • Bayern de Monchique
    Posted Julho 25, 2025 at 6:41 pm

    O post-interview da etapa 18 foi enigmático: “I can’t wait for it to be over so I can do some other nice stuff in my life as well”.

    Hoje pareceu só ali estar. Atacou, viu que Jonas seguia na roda e limitou-se a subir a ritmo. Será cansaço? Ou conformismo? Arensman esteve à distância de um curto ataque, quer de um como de outro, e só mesmo nos últimos 300 metros é que se mexeram.

    Curioso para ver os festejos de Domingo 🤔

  • oMeuUserName
    Posted Julho 25, 2025 at 11:17 pm

    A mim pareceu-me claramente um “amuo”. Jonas foi colado na roda a subida toda, à espera do ataque de Pogacar para depois contra-atacar e tentar ganhar, e então Pogacar decidiu não lhe fazer a vontade. Não me parece que fosse falta de forças para chegar a Arensman, Pogacar não chegou lá porque não quis. Ele não quis foi arriscar-se a fazer de lançador para o Jonas e foi uma espécie de “se não queres trabalhar, eu não ganho, mas tu também não”.

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