
Os fundos de investimento são uma ferramenta de financiamento dos clubes relativamente recente. Surgiram como parceiros das equipas para aquisições dispendiosas, partilhando o sucesso de uma boa venda e o risco de um flop. O grande problema é a falta de regulação a que os fundos estão sujeitos, bem como a pouca clareza das transações correntes entre clubes e os fundos, bem exemplificado nas transações de James Rodriguez e João Moutinho, em que o Porto, entre comissões e sucessivas transferências de percentagens de passe, acabou por rentabilizar de forma muito exígua as respectivas vendas.
Depois temos a desigualdade no meio futebolístico, com as regras a não serem iguais para todos. Por exemplo a liga Inglesa proibiu a existência de passes partilhados entre clubes e fundos. A estratégia de proibição é perigosa, na medida em que os fundos estão para ficar e, no médio prazo, poderemos assistir ao empobrecimento qualitativo da Premier League, por duas razões: 1ª – Havendo subida de valor de passes de jogadores e, ao mesmo tempo, países onde a coexistência entre fundos e clubes é proibida, existirá um limite que esses países não vão conseguir cruzar; 2ª – Não conseguindo cruzar esse limite, os melhores jogadores não irão para esse campeonato, neste caso, para a liga inglesa..
Alicerço este raciocínio com base em duas simples opções:
Opção 1) Os fundos são proibidos em toda a parte;
Opção 2) Os fundos são permitidos em alguns sítios: Apesar das “negociatas”, o que é facto é que são instrumentos de partilha de risco:
2.1) Permitem, deste modo, que o valor dos passes dos jogadores suba por via de uma percepção menor de risco de flop desportivo;
No entanto, estes agentes, para terem um papel importante e transparente, têm que ser devidamente regulados e, principalmente, certificados em termos de idoneidade. A título de exemplo, o Doyen Group, dono de uma parcela importante dos passes de Mangala e Marcos Rojo, tem uma estrutura societária impenetrável, tornando difícil a análise das reais intenções deste fundo enquanto disseminador de risco. Assim sendo, é imperioso que se faça uma correcta avaliação dos fundos de investimento que podem operar neste mercado, sob pena dos clubes e atletas estarem a ser coniventes com transacções cuja origem poderá ser o branqueamento de capitais e o tráfico de influências. O Futebol dispensa este risco “reputacional”.
Visão do Leitor (perceba melhor como pode colaborar no VM aqui!): Gonçalo Mano
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Lucas Silvestre
mais do que os fundos, o que tem influenciado os mercados a nível mundial é a entrada de milionarios no mundo do futebol, que não têm problemas em gastar centenas de milhoes todos os anos para conseguirem os melhores jogadores. Por exemplo, foi à conta de dinheiro desses milionários que tanto FC Porto como Benfica têm capacidade para gastar 10M de euros e até mais num único jogador. Não esquecer que esses jogadores caros também têm um salário elevado, muito além da realidade portuguesa. Os fundos acabaram por ser um escape para compensar os excessos cometidos.
Se a UEFA quer o tal fair-play financeiro, uma medida era proibir os fundos em todos os países. O futebol ficava muito mais claro. Quanto aos milionários há pouco a fazer.
GG
nao está a confundir conceitos? Fundos de investimento creditórios sao fundos que compram créditos, os passes dos jogadores não constituem créditos, nem pouco mais ou menos.
Fundos de investimento creditórios compram créditos a outras empresas. Ex: A compra 1 TV a pagar a 10 meses a B, a empresa C compra o crédito à empresa B e este fica com o direito de receber o valor devido.
Não sei como é que isto se enquadra nos passes de jogadores, visto que não constitui qualquer tipo de crédito, nem nada semelhante.
Gonçalo Mano
Sr. Manuel,
Ia responder o mesmo que o GG, os fundos de investimento não são creditórios.
São de partilha de propriedade de um bem, os direitos económicos sobre um jogador.
Manuel
ATENÇÃO:
Ha neste post um erro.
Os fundos de investimentos que operam no futebol Portugues não assumem qualquer risco.
Se o clube vende uma percentagem dos direitos econômicos de um jogador por X, o fundo no minimo recebe o X investido, não assume riscos ou perdas. O clube é responsável por ressarcir o fundo, no minimo, do montante investido nos casos de rescisão ou terminus do contrato.
O tipo de Fundo de investimento utilizado pelos clubes em Portugal tem a designação de fundo com direitos creditórios.
Tranquilo
A liga inglesa faz muito bem em regulamentar e tentar que exista transparencia, isso da partilha dos passes não é nada de novo. Mas acha mesmo que por lá é o mesmo regabofe? Perigoso!? Tem noção que este ano bateram os recordes em transferencias? Os clubes da championship gastaram mais dinheiro que na primeira divisão holandesa…
FIFA e UEFA primeiro precisam é de meter mão nos barões dos empresários, existem uns quantos que não param de enriquecer e acabam por ter mais influencia no futebol que a maioria dos clubes que por sua vez na sua grande maioria estão mais individados, até faz lembrar os PPP por cá.
Os fundos já podem ser mais complicados de controlar, especialmente quando os políticos são coniventes com off shores e outros malabarismos financeiros que visam apenas proteger os interesses dos barões, é aguardar pelos próximos episódios destas novelas mexicanas!
Chilavert
Os fundos podem ser uteis dentro de determinada regulação.
O que acontece agora é uma autentica selvajaria financeira em que os fundos operam uma autentica extorsão(um estudo feito no ultimo defeso demonstrou que apenas 70% do valor das tranferencias era dirigida aos clubes o que é um facto preocupante) aos clubes com lucros extraordinários de 400% (alguns negócios chegam mesmo aos 700%).
A FIFA mais cedo ou mais tarde terá de regulamentar os fundos porque a continuar assim a médio prazo a falencia dos clubes é uma realidade e não convem deixar morrer a galinha dos ovos de ouro.
Eu deixo a sugestão com algumas medidas:
– Permitir apenas passes bi partidos( e uma das partes tem de ser o clube que adquire)
-Sempre que um fundo detiver uma parte de um passe deverá ser imposta uma clausula de opção com valor fixado para que o clube adquira essa parte.
– Estabelecer um máximo percentual de ganho aos fundos
Paulo Silva
Chilavert, discordo profundamente.
A falência de alguns clubes seria a melhor coisa para pôr em ordem as contas de outros clubes, porque isso libertaria algumas dezenas, senão centenas de jogadores no mercado que aliviaria a pressão sobre os valores dos jogadores tanto a nível de transferências como de salários.
Cinzel
1. Os Fundos de Investimento são interessantes para o desenvolvimento do negócio inerente ao Futebol, apesar de terem que conduzir as suas transações sempre numa perspetiva de transparência. O que se assiste atualmente é exatamente o contrário. Sempre muitas dúvidas a pairar no ar.
2. Os clubes podem fazer bons negócios com os Fundos e podem aproveitar para alienar estrategicamente os seus ativos. Podem garantir uma parte economica de um ativo sobrevalorizado que eventualmente possa desvalorizar no futuro e, ainda que valorize, acaba por ganhar na mesma, ainda que menos. Cobre sempre o risco de desvalorização e aproveita um suposto "hype" do jogador.
Com isto:
-alienar % de um ativo sobrevalorizado no momento: Ivan Cavaleiro por exemplo.
-recomprar % de jogadores subvalorizados: André Gomes daqui a 1 ano se continuar sem jogar, por um valor inferior ao vendido, e voltar a valorizá-lo. Obviamente que os Fundos não dormem…
O que está a acontecer com os clubes, nomeadamente com o Benfica, é que está a alienar % de passes, mais numa perspetiva de cobrir deficiências de tesouraria imediatas do que propriamente numa perspetiva estratégica de valorização do ativo em causa. Ainda que concorde que a venda do André Gomes tenha sido ótima, mas estranha do ponto de vista desportivo (para quem o comprou). Isto se o dinheiro realmente entrar nos cofres da Luz…
Gonçalo Mano
Sr. Cinzel,
Concordo perfeitamente com o que refere, existem óptimas oportunidades para os clubes ganharem com estas transações, o problema é mesmo a falta de regulamentação que fomente uma relação de igualdade entre as partes, na medida em que os clubes estão sempre em desvantagem perante os Fundos.
Falta muita transparência…
João Jorge
Os clubes quando compram jogadores em conjunto com fundos deviam proteger-se mais. Passo a explicar, no Sporting por exemplo, não deve haver um jogador em que o clube tenha 100% do passe econômico. Para ter alguma receita e os custos da transferências não pesaram tanto nos cofres eu acho bem e acho vantajoso dividir com o fundo a despesa.
Mas depois acho que os clubes deviam logo assinar com os fundos uma espécie de clausula de recompra! Claro que os fundos querem sempre ter lucros, então imaginado um exemplo prático, um clube compra um jogador por 2 milhões de euros. Depois vende 50% do passe por um milhão de euros ao fundo. Ao vender deviam também de assinar uma clausula de proteção e de recompra em que quando quisessem, pudessem comprar de novo os 50% por um preço vá de 1,250,000€. Todos ficam a ganhar, O fundo teria um lucro de 250,000€ e o clube caso o jogador tivesse um crescimento exponencial só pagaria a mais 250,000€ devido a essa clausula e nem mais um tostão.
Em exemplo da vida real, o William Carvalho, acho que o Sporting só tem 70% do passe se nao me engano. Deve ter vendido os 30% nem por 500,000€ se calhar. O jogador em 7 meses teve uma valorização brutal, com a titularidade no clube, melhor jogador da liga nos primeiros meses, jogador revelação da liga, chamada á seleção e titular da mesma no ultimo jogo. Para não falar que todos os jogos é "espiado" pelo United, At. Madrid entre outros tubarões. Imaginando que já neste verão é vendido por 30 milhões de euros (por exemplo), O Sporting apenas encaixaria 21 Milhões de euros, e o fundo 9(!) Milhões de euros, quando nem deve ter comprado por 500,000€ os 30% do passe do jogador. Acho que isso seria ridículo, por tanto se o Sporting tivesse assinado essa clausula de recompra, imaginado que vendeu por 450,000€ os 30% do passe do William ao fundo, estipulavam um preço de 700,000€. O Sporting pagaria esse valor sem qualquer problema, O fundo tinha lucro de 250,000€, o clube recebia os 30,000,000€ da transferência, e tinha lucro de 29,750,000€, bem melhor que apenas 21,000,000€.
Esta é a minha visão. E falei apenas deste jogador porque é o jogador com mais mercado, mas o caso de carrillo e de marcos rojo.. Em que que podíamos receber, 5M€ e 10M€ (ou mais, é um exemplo)respetivamente, nem 5M€ de euros recebemos pelos dois devido a só termos 30% dos passes dos atletas…
Acho que os clubes deviam proteger-se mais, vamos ver como vai ser no verão.
Paulo Silva
Que parvoíce é essa? O Sporting ao longo dos últimos anos tem vendido percentagens de passes de jogadores para pagar as suas dívidas bancárias e até salários.
O Sporting se não fossem os bancos já estaria falido.
Gonçalo Mano
Sr. João,
Não poderia concordar mais consigo, o grande problema está na má utilização dos clubes desta ferramenta de financiamento e a pouca regulação sobre a actividade dos fundos.
Quando os clubes usam estes instrumentos pressionados por falta de tesouraria para pagar salários está tudo dito.
Rabensandratana
Não sei se foi desconhecimento de conhecimento ou se foi puro facciosismo mas já que referiu que a Doyen tem percentagens dos passes do Rojo e Mangala, porque não referiu também que o Ola John pertence também à Doyen que tem uma parte do passe do holandês.
De resto concordo com praticamente tudo o que o Joel escreveu no post das 13:41:00.
Eu sinceramente penso que estes posts terão de ser escritos, com uma maior exactidão de factos e não serem escritos só porque A ou B quer aparecer aqui no VM, eu sou um leitor diário e penso que um post destes terá de ter uma pesquisa muito melhor da que a actual feita por este sr. Gonçalo.
Espero que a minha opinião não seja escamoteada.
Paulo Silva
Isso Manuel, tens de continuar a defender o LFV sempre que possível.
Rui Miguel Ribeiro
O autor referiu dois jogadores "a título de exemplo". Era preciso fazer uma lista para o post ser bom e isento?
Quanto ao resto, também concordo com a crítica ao que é escrito sobre os riscos para a Liga Inglesa da existência dos fundos. A realidade parece desmentir essa hipótese.
Manuel
Ace, você deve ser um ás muito experimentada nos negócios e na gestão de empresas para falar assim.
Se toda a gente fizesse como diz praticamente não havia empresas abertas. A actividade empresarial, entre outras, baseia-se acima de tudo na confiança e na seriedade das pessoas.
Provavelmente nem sabe o que isso é.
PS. Já agora, sabe quais são os passos para se conseguir uma garantia bancária e o que os bancos exigem para fazer isso?
Gonçalo Mano
Boa tarde,
Não referi o Ola John por puro esquecimento, não me move qualquer tipo de facciosismo, nem o "desconhecimento do conhecimento"…
Relativamente à falta de uma pesquisa mais profunda, tem toda a razão, ela está feita, mas a intenção era promover uma discussão de um assunto muito importante no futebol dos dias de hoje.
Como também sou um leitor diário, espero avidamente pelo seu próximo artigo, com uma pesquisa profunda sobre este ou outro assunto relacionado com o desporto-rei.
Ace-XXI
Óbvio que o negocio foi falso alguma vez o Benfica aceitava o Roberto de volta sem exigir o pagamento do valor acordado? Alguma vez o Benfica vendia 1 jogador a uma entidade de risco sem exigir garantias bancárias?
Pela sua lógica quando 1 jogador se revelasse flop bastava ao clube comprador deixar de o pagar para "forçar" o clube vendedor a receber o mono de volta…
Manuel
O negócio do Roberto não foi falso. Então todos os negócios nos quais o comprador e caloteiro e não paga a mercadoria são falsos? Mas que lógica é essa?
Um negócio pode desfazer-se se verificarmos que o comprador não cumpriu todas as obrigações legais.
Joel
O próprio SLB tem um fundo.. O SLB stars fund ou lá o que é..
O negócio falso do Roberto foi feito tambem com um fundo.. etc ..
Os fundos querem é ganhar dinheiro, provavelmente permitem outros lavar dinheiro e etc.. Uma melhor regulamentação que previligie a transparencia negocial e tá a andar de mota.. É um negócio como outro qualquer em que se entra com a compropriedade ou contitularidade de um bem ou direito. Procura-se mais valias através de um investimento de risco, apenas isso.
s_junior
A grande vantagem da inexistencias dos fundos era a obrigação dos clubes formarem jogadores, passando o campeonato a ter mais portugueses do que estrangeiros (ex: Benfica e Porto), porque não estava a ver o porto a investir 17M no Danilo. Consequencias: campeonato pobre, com pouca visibilidade internacional, jogadores sem reconhecimento internacional e o pior seria mesmo não chegar a LC ou não passar a fase de grupos.
A grande vantagem esta no investimento partilhado. Acho que os clubes deviam estudar melhor os risco no investimento e saber concretamente a percentagem inicial de compra o que não é facil porque nunca sabemos se vais ser um flop ou não. (ex: Sporting 30% do passe do Marcos Rojo).
São alguns os prós e os contras da existencias os fundos.
Joel
Caro Gonçalo Mano,
As 2 premissas suas não fazem muito sentido. Os fundos sao utilizados por equipas sem poder economico, por isso é que recorrem aos fundos. Nomeadamente com maior influencia em Portugal, Espanha e etc. Ao falar na Premier League e dizer que estes perdem poder de compra por causa de não poderem aceder aos fundos é ridiculo, uma vez que as equipas da Premier League sao as que tem, DE LONGE, mais poderio económico. Sabe qual o minimo que uma equipa da Premier recebe de direitos televisivos? Sponsorship ? Faça uma investigação e depois diga-me algo.
Os fundos existem exactamente para combater essas desigualdades, mas quando falamos em desigualdades, para além de falar na diferença dos valores recebidos de receitas como as supra citadas tambem podemos falar no fenómeno emergente de injeçoes de capital nos clubes como o City, PSG, Chelsea e etc.. Que sao comprados e ficam com fundos quase que ilimitados.
Termino dizendo que os fundos não estão para durar, ao contrário do que o senhor diz. Está a ser feito um regulamento que vai restringir ou proibir os fundos em termos gerais. Pelo menos essa é a vontade do Platini.
Coisa ridicula que só vai previligiar os ricos, ai sim, poderá dizer que está a ser criada uma enorme desigualdade financeira, nomeadamente entre clubes como os portugueses e os Ingleses, alemaes, etc ( com muito mais poder económico) ou simplesmente aqueles que tem donos com fundos ilimitados ;) .
Falando nas compras e recompras de percentagens.. É normalissimo vender 10% por 10 euros e passado 1 ano, havendo valorização do jogador, que o clube recompre os mesmos 10% por 20 euros. Economia básica
bio
Sr. Joel,
Percebo a lógica do raciocínio, mas, na minha opinião, penso que os fundos não serão proibidos.
A lógica será regulamentá-los por forma a que os negócios associados sejam mais transparentes, pois, na actualidade, não é isso que acontece.
A Premier League tem imensos milionários detentores dos clubes, mas a paciência destes também se esgota e, por vezes, são milionários com "pés de barro".
Veremos o que o futuro nos reserva, sendo que a ideia do artigo era promover a discussão.
Obrigado,
Gonçalo Mano
Joel
Anónimo das 14:01:00, pode ser que tenha razão, mas isso para mim nao faz o minimo sentido, até porque os fundos não sao assim tao recentes quanto isso.
Essa inflação dos jogadores parece-me algo irreal, uma vez que a ideia dos fundos é mesmo conseguir parte do financiamento, se os clubes os conseguissem pagar por inteiro nao recorriam a fundos. Menos riscos também é igual a menos retorno financeiro. Pelo que diz, um jogador que custa 10 euros passaria a custar 20 porque o fundo comparticiparia 50% ? Qual a lógica disto? E por causa disso os clubes da Premier ficariam a pagar o dobro do custo normal do jogador? Nao faz o minimo sentido para mim, mas pode ser que eu não esteja a ver bem a situação.
Anónimo
Eu percebo porque é que o Gonçalo Mano diz que é a médio prazo que os clubes da Premier perdem poder de compra: no fundo o que vai acontecer é que a percepção do risco vai ser menor, então os clubes vão estar dispostos, a médio prazo, a dar o mesmo por um jogador que dariam antes de aparecerem os fundos; só que 50% é na realidade dado pelos fundos, por isso, vai ter o dobro do custo o investimento num jogador. Como tal, o que vai acontecer é que os jogadores vão duplicar de preço para os clubes da Premier e manter-se ao preço de agora para os que usam os fundos.
P.S. Parte da minha premissa é que vai aparecer uma regra que diz que os fundos não podem ter mais de 50% dos passes dos jogadores – que me parece o próximo passo na regulamentação destes.
Ass. Gonçalo