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Porto conquista a Taça de Portugal, depois de uma 1ª parte com 7 golos!

Guimarães 2-6 Porto (Álvaro 19´p.b. e Edgar 23´ ; James 2´, 45´ e 72´, Varela 21´, Rolando 35´e Hulk 42´)

O Porto conquistou a sua 3ª Taça de Portugal consecutiva (16ª na história) e o seu 4º título em 2010-2011, depois de um jogo recheado de golos e com uma 1ª parte de “loucos”. Os azuis e brancos, tal como na final da Liga Europa acabaram por ser mais eficazes, e praticamente concretizaram todas as oportunidades que criaram, por sua vez, o Guimarães com muitos erros defensivos e com um Edgar perdulário, ainda não foi desta que marcou a história da competição.

No que diz respeito ao encontro, o 1º tempo foi algo completamente invulgar, com vários golos (praticamente todos eles consentidos) um misto de emoção, espectáculo e mau futebol (tal eram os erros),  e que fica marcado pelo que aconteceu no minuto 45. Beto defende um penalti de Edgar (que daria o 3-4 ao Guimarães) e praticamente na sequência dessa jogada, James faz o 5-2 e “mata” o encontro. O 2º tempo acabou por ser jogado a um ritmo lento, que contou apenas com duas notas de destaque: mais um golo falhado por Edgar, e o tento e respectivo hat-trick de James. 

Destaques

James – Um hat-trick, uma assistência, e o grande destaque da partida. O talentoso colombiano será certamente uma referência na próxima época. 

Edgar – Exibição esforçada, um bom golo de cabeça, mas a sua falta de qualidade não lhe permitiu marcar 3 golos fáceis (uma bola na pequena área, um penalti, e uma situação em que seguia isolado).   

Hulk – Voltou a demonstrar o porquê de ser o melhor jogador do campeonato e um dos 30 melhores da actualidade. Um golo de canto directo, assistências e um perigo sempre que conseguia encarar os adversários de frente. Várias foram as vezes que era rodeado por 3 e 4 adversários.    

Targino/Faouzi – Uma excelente 1ª parte dos dois extremos. Criaram muitas dificuldades a Sapunaru e Álvaro, estiveram nos melhore lances do Vitória, mas Edgar e Rui Miguel nunca conseguiram dar o complemento necessário às suas movimentações. 

Rolando/Varela – Já os referimos várias vezes como os “jogadores sombra” neste Porto, tal é a importância que tem, mas igualmente o pouco destaque que merecem. Hoje, voltaram a marcar e a ser decisivos.

Nilson/Anderson – Muitas culpas nos golos do Porto. O guardião inclusive sofreu um golo de canto directo digno de um infantil. Já o lateral, apesar da assistência, demonstrou ser muito limitado a nível defensivo. 

Fernando/Álvaro – O trinco voltou a denotar as suas limitações técnicas e cometeu vários erros, já o lateral foi facilmente ultrapassado por Targino e nos últimos 2 meses esteve muito aquém do que pode, tendo vindo a realizar exibições muito fracas. 

Beto/Guarin – O guardião foi decisivo, com três defesas a remates de Edgar de grande nível, incluindo um penalti. Já o colombiano ao entrar ao intervalo deu o equilíbrio e a consistência que o meio campo portista não tinha com Moutinho e Belluschi.

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