A saída de Vítor Pereira do comando técnico do Porto é um dado praticamente adquirido (apenas o VM considera absurdo se despedir um treinador que lidera a Liga). Os jogadores não estão com o ex-Santa Clara, ao que parece a dita “estrutura”, palavra muito utilizada pelo treinador portista, também não, os adeptos portistas muito menos, e neste momento só mesmo Pinto da Costa parece não querer “dar o braço e torcer”- algo compreensível, pois era sinónimo de uma das maiores derrotas pessoais do presidente do Porto. Posto isto, alguns nomes começam já a ser ventilados para substituir Vítor Pereira. O CM avança com as possibilidades Pedro Emanuel, Paulo Bento e Queiroz, no Brasil até o nome de Scolari é associado aos azuis e brancos (algo que parece desajustado da realidade pelo passado entre o brasileiro e o Porto, contudo, no futebol tudo pode acontecer), mas com quem os adeptos portistas realmente sonham é com Villas-Boas (ontem foi derrotado em casa pelo Liverpool, tal como já tinha acontecido frente ao Arsenal e neste momento está a 12 pontos do City), Guus Hiddink (deixou na passada semana o comando técnico da Turquia), Rui Faria (o eterno adjunto de Mourinho) e Jorge Costa (actualmente na Roménia). Caso Vítor Pereira venha mesmo a sair do Porto qual o treinador indicado para o substituir? Villas-Boas e Hiddink são fantasia, um por ter contrato com o Chelsea e pela maneira como saiu dos azuis e brancos, e outro pelo seu exorbitante salário? O que parece certo (pelo menos para o VM) é que independentemente de quem seja o técnico portista, se os jogadores continuaram a demonstrar esta atitude (ou falta dela), esta vontade de ir embora (é ridículo para um clube como o Porto que os seus activos chamem a imprensa para comunicar que querem sair), e esta mediocridade (principalmente a nível defensivo, os erros no último jogo foram dignos dos infantis, no meio campo quando actua Moutinho e no ataque, principalmente no centro) dificilmente os resultados vão mudar.
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